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Notícias: Brasil
China cresce 8,7% em 2009 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 22 de Enero de 2010 01:45

A China anunciou nesta quinta-feira um crescimento econômico de 8,7% em 2009, superando até mesmo as estimativas mais otimistas feitas pelo governo local e colocando o país no caminho para assumir o posto de segunda economia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

O ritmo de crescimento da economia chinesa se acelerou no último trimestre do ano, com uma variação de 10,7% em relação ao último trimestre de 2008.

A economia chinesa havia sido fortemente afetada pela crise econômica mundial no final de 2008 e no início de 2009, com uma queda acentuada na demanda internacional pelos produtos de exportação chineses.

Mas o país conseguiu reverter a tendência de queda graças a um grande pacote de estímulo do governo, que apostou em obras de infraestrutura e no crescimento do mercado interno para manter as fortes taxas de crescimento econômico.

Dificuldades

O governo chinês havia previsto, a partir da metade do ano passado, que o PIB (Produto Interno Bruto) do ano passado apresentaria um crescimento de 8% em relação ao ano anterior.

Em 2008, a economia chinesa havia crescido 9,6%, depois de crescer 13% em 2007.

Com o resultado do ano passado, o PIB chinês, de 33,5 trilhões de yuan, o equivalente a US$ 4,9 trilhões, o mesmo PIB do Japão em 2008. O Japão deve anunciar seus dados apenas no mês que vem, mas espera-se uma contração de até 6% na economia japonesa em 2009.

O chefe da agência nacional de estatísticas chinesa, Ma Jiantang, que fez o anúncio dos números do PIB nesta quinta-feira, procurou relativizar o fato de a economia da China, país com 1,3 bilhão de habitantes, ultrapassar a do Japão, que tem 128 milhões.

“De acordo com os padrões das Nações Unidas, ainda há 150 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza na China, com menos de US$ 1 por dia. Esta é a realidade da China”, afirmou Ma.

“Apesar do crescimento do nosso PIB e nossa força econômica, temos que reconhecer que a China ainda é um país em desenvolvimento”, disse.

Segundo ele, a China enfrentou “sérias dificuldades” em 2009, mas sua economia se recuperou e agora está se movendo na direção correta.

Ma divulgou ainda uma inflação oficial de 1,9% em dezembro em relação ao ano anterior, mas disse que os aumentos de preços foram “leves e sob controle”.

“Isso nos lembra de estarmos atentos à tendência de mudanças de preços”, afirmou.

Com os sinais de que a atividade econômica chinesa poderia estar acelerada demais, o governo pediu nesta semana que os bancos do país limitem a concessão de crédito.

Última actualización el Viernes, 22 de Enero de 2010 01:47
 
Haití: Cuba cede espaço aéreo para EUA PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 16 de Enero de 2010 11:07

AFP

O governo de Cuba liberou temporariamente o seu espaço aéreo para voos dos Estados Unidos possam chegar ao Haiti levando mantimentos e ajuda humanitária aos sobreviventes do terremoto de terça-feira, 12, que matou ao menos 15 mil na terça-feira.

Os cubanos têm relações cortadas com os americanos desde 1961 e seguiram a mesma medida adotada pelos próprios haitianos, que também cederam seu espaço aéreo e o aeroporto da capital Porto Príncipe para os Estados Unidos.

Celso Amorim pede prioridade para voos brasileiros

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse à secretária de Estado americana, Hillary Clinton, que os aviões brasileiros estão com dificuldade para conseguir autorização de pouso no aeroporto de Porto Príncipe. Ele pediu para que o Brasil tivesse prioridade de acesso ao espaço aéreo do Haiti.

Última actualización el Sábado, 16 de Enero de 2010 11:14
 
Cuba melhora Internet para uso "social" PDF Imprimir E-mail
Escrito por Fuente indicada en la materia   
Viernes, 08 de Enero de 2010 10:52

Cuba melhora conexão à Internet, mas prioriza "uso social"

Reuters/Brasil Online

HAVANA (Reuters) - Cuba aumentou em 10 por cento sua conectividade à Internet em dezembro, mas um futuro cabo de fibra óptica até a Venezuela não significará uma ampliação do uso da rede no país, disse uma fonte oficial nesta quinta-feira.

Ramón Linares, vice-ministro de Informática e Comunicações, disse ao jornal Juventud Rebelde que a ilha continuará melhorando os serviços de telecomunicações, mas manterá "a estratégia de privilegiar os acessos coletivos."

Segundo ele, a entrada em funcionamento da fibra óptica Venezuela-Cuba "proporcionará uma maior qualidade nas infocomunicações, não significará necessariamente uma extensão das mesmas."

O governo da Venezuela, maior aliado econômico de Cuba e patrocinador do projeto, prevê que o cabo de 1.600 quilômetros deverá funcionar em 2011, com capacidade para 640 gigabytes, o que multiplicará por 3.000 a capacidade de conexão da ilha com o exterior.

Os 10 por cento conquistados em dezembro se referem a um aumento da capacidade de conexão por satélite, com uma velocidade de 209 megabytes de saída e 379 de entrada, segundo o Juventud Rebelde.

"Esse aumento, no entanto, ainda é insuficiente para as necessidades de desenvolvimento no país no setor informático. A conexão por satélite, imposta ao país pela política de bloqueio dos Estados Unidos, torna lentas as velocidades de conexão", acrescentou.

Cuba acessa a Internet por satélite desde 1996, e afirma que o bloqueio econômico dos EUA lhe impede de se conectar aos 12 pontos da rede internacional que cerca o país, administrados por empresas norte-americanas.

Segundo Linares, as dificuldades de acesso do país são tecnológicas e financeiras e, por isso, o governo "continuará priorizando o uso social das novas tecnologias, inclusive a conexão com a Internet."

O uso da Internet é restrito em Cuba. Em suas casas, a maioria dos cubanos não pode contratar um serviço de Internet, reservado só a um grupo de profissionais.

O governo, em troca, enfoca sua utilização em escolas, universidades, centro culturais e científicos e outros estabelecimentos desse tipo.

Havana não divulgou sua resposta a um pacote de medidas lançado em setembro pelos EUA para flexibilizar o embargo, entre as quais uma autorização para que empresas norte-americanas de telecomunicações aceitem prestar serviços diretamente a entidades da ilha.

(Reportagem de Nelson Acosta)

Última actualización el Martes, 12 de Enero de 2010 11:04
 
Haití: Muitos militares pouca comida PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Miércoles, 20 de Enero de 2010 11:19

Enquanto aguardam em filas nas calçadas por um balde d’água, muitos haitianos que ainda não têm onde morar dizem “estranhar” a quantidade de militares que não param de chegar ao país desde o terremoto.

“Por que não enviam médicos e engenheiros? Não precisamos de militares, não estamos em conflito”, diz Wilson Junior, 30 anos. “As pessoas estão com fome, para que tantas armas?”, acrescenta, em tom de reclamação.

Um outro haitiano, que se identificou apenas como Setoute e que vive na favela de Cité Soleil, diz que espera viver “em um país livre, apesar de tudo”.

“Queremos solidariedade, mas queremos também nossa liberdade”, disse o jovem, referindo-se à maciça presença de estrangeiros no país.

A estimativa do governo brasileiro é de que, pelo menos, cinco mil militares americanos já estejam em território haitiano. Mas a expectativa é de que esse número chegue a 13 mil nos próximos dias.

O Brasil, por sua vez, tem 1.266 homens e estuda dobrar esse número, o que pode ocorrer em breve.

Organização

Pelas ruas de Porto Príncipe, uns poucos militares da Minustah (a Missão de Estabilização das Nações Unidas no país, chefiada pelo Brasil) podem ser vistos tentando organizar o trânsito ou a distribuição de água.

Já os militares americanos que estão no país ainda não circulam pelas ruas de forma ostensiva. Eles estão concentrados no aeroporto, em um grande acampamento montado com centenas de barracas armadas ao lado de onde funcionava o terminal de passageiros.

De acordo com o Itamaraty, os governos brasileiro e americano discutem uma forma de “sistematizar” a distribuição de comida entre os haitianos.

Em alguns acampamentos, por exemplo, os alimentos são jogados de helicópteros militares, o que não é considerado um procedimento ideal, por estimular disputas e privilegiar os mais fortes.

Tranquilidade

Os militares brasileiros no Haiti argumentam que a presença das tropas nas ruas é essencial para manter a “tranquilidade” na distribuição dos alimentos.

“Esse é o tipo de trabalho que as ONGs não dão conta de fazer. É arriscado demais”, diz um tenente do Exército.

Segundo ele, houve troca de tiros na tarde de segunda-feira entre militares brasileiros e policiais locais, que tentavam roubar uma carga de mantimentos.

“Esse é um momento delicado e se não tivermos uma distribuição de alimentos sistematizada, aí sim poderemos ter uma situação de conflito”, diz o tenente.

Última actualización el Miércoles, 20 de Enero de 2010 11:23
 
Venezuela inicia recionamento de energia PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Miércoles, 13 de Enero de 2010 21:35

Por Eyanir Chinea e Nelson Bocanegra

CARACAS (Reuters) - A Venezuela iniciou nesta quarta-feira um racionamento de eletricidade, provocando confusão em grande parte da população, desinformada sobre os horários e sobre como enfrentar a medida.

Lojas, escolas e clínicas esperavam informações mais detalhadas sobre os horários de corte no abastecimento para preparar planos de contingência. Os jornais comparam a situação com a que Cuba viveu alguns anos atrás.

A medida também provocou mudanças em eventos como a final do campeonato nacional de beisebol, esporte mais popular do país, enquanto algumas pessoas ficaram presas em elevadores ou tiveram de interromper suas compras.

O Ministério da Energia informou na terça-feira que haverá um corte de quatro horas a cada dois dias, até maio, devido à crise energética no país, atribuída pelo governo ao fenômeno climático El Niño e ao aumento da demanda.

Mas a oposição e alguns especialistas afirmam que as dificuldades decorrem da falta de investimentos em infraestrutura depois da nacionalização de diversas empresas de serviços públicos.

"Não temos claro como vai ser isso, não nos dão razão na empresa (de eletricidade). Isso está de mal a pior, vamos ter de reprogramar as consultas porque sem luz os equipamentos não funcionam, até a central telefônica morre", disse Luzmila Cano, secretária de uma clínica em Caracas.

As autoridades alertam que a seca no país deve durar ainda cerca de cinco meses, e dizem que, sem racionamento, a Venezuela poderia viver um colapso elétrico a partir do final de fevereiro.

O racionamento exclui clínicas e hospitais de grande porte, aeroportos, órgãos públicos, metrô, bombeiros, rádios, TVs e jornais. Mas estabelecimentos pequenos, como clínicas e escolas, além da iluminação pública, devem ser afetados.

Última actualización el Miércoles, 13 de Enero de 2010 21:37
 
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