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Notícias: Brasil
EUA preparam detenção indefinida para presos em Guantánamo PDF Imprimir E-mail
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Miércoles, 22 de Diciembre de 2010 18:33

A Casa Branca prepara-se para emitir uma ordem executiva que formalizaria a detenção de forma indefinida, sem julgamento, para alguns detentos da prisão militar de Guantánamo, na ilha de Cuba, informou o diário The Washington Post em sua edição digital.

O jornal, que cita funcionários anônimos do governo americano, assinala que a ordem executiva permitirá, de todos os modos, aos detentos e seus advogados desafiarem o encarceramento contínuo. O governo dos Estados Unidos defende há muito tempo que o uso da detenção prolongada, sobretudo em uma prisão americana, é um dos elementos de seu plano para fechar Guantánamo.

O The Washington Post lembra que um grupo de trabalho intergovernamental determinou que 48 dos 174 detentos que permanecem em Guantánamo teriam de continuar presos no que o governo considera detenção prolongada.

"Temos um plano para o fechamento de Guantánamo e este processo de revisão de presos é um elemento (dele)", disse um funcionário do governo, que falou sobre a ordem executiva sob condição de anonimato.

A informação indica que funcionários do Governo trabalharam de forma intensiva na ordem executiva durante as últimas semanas, embora funcionários da Casa Branca tenham dito ao jornal que estiveram discutindo-a durante mais de um ano.

Última actualización el Miércoles, 22 de Diciembre de 2010 19:00
 
WIKILEAKS: EUA NÃO APOSTA MAIS NA DISSIDÊNCIA TRADICIONAL CUBANA FORMADA POR "VELHOS" PDF Imprimir E-mail
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Viernes, 17 de Diciembre de 2010 11:27

De acordo com documento diplomático sigiloso vazado pelo Wikileaks, o Departamento de Estado dos Estados Unidos não aposta mais na tradicional (e velha) dissidência cubana como caminho para o poder em Cuba e sim na ala mais jovem de blogueiros, músicos e artistas de opositores do atual governo de Raúl Castro.

Conforme informou o jornal espanhol El País, citando boletim de 2009 da seção de interesses norte-americana em Havana, esses jovens têm "muito melhor posições rebeldes de grande impacto popular" que a dissidência. "Muito vigiados pelo governo cubano, (os jovens) evitam o rótulo de dissidentes e não parecem aspirar nenhum papel de liderança", diz o texto.

Última actualización el Martes, 21 de Diciembre de 2010 10:18
 
"BENEFÍCIOS" DE REFORMA DE RAÚL EM CUBA, "SÓ SERÃO PERCEBIDOS EM 2013" DIZ ESPECIALISTA PDF Imprimir E-mail
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Lunes, 13 de Diciembre de 2010 10:55

HAVANA — O economista cubano Joaquín Infante garantiu que a ilha enfrentará dois anos de "afetações", antes que possam ser percebidos, em 2013, os primeiros "benefícios" da reforma econômica promovida pelo presidente Raúl Castro, segundo uma entrevista divulgada neste domingo.

"Nós comunistas temos que nos preparar para explicar honestamente à população a situação que se aproxima. Vai ocorrer afetação em 2011 e em parte de 2012", disse, sem dar mais detalhes, Infante, de 85 anos e Prêmio Nacional de Economia de 2000, em entrevista ao jornal Juventud Rebelde.

"Mas não temos outra alternativa senão a de acertar muitas coisas", explicou, ressaltando que "em 2013, começarão a ser vistos os benefícios" do pacote de reformas que serão discutidas em abril no VI Congresso do Partido Comunista (PCC, único).

O programa oficial propõe uma série de medidas de abertura ao capital estrangeiro e ao trabalho privado, colocar a eficiência no centro da gestão econômica, eliminar subsídios, incluindo a cesta básica, e aplicar um forte sistema tributário, em um país onde a população está acostumada ao paternalismo estatal e a não pagar impostos.

Última actualización el Viernes, 17 de Diciembre de 2010 20:06
 
CADEIRA VAZIA MARCA AUSÊNCIA DE DISSIDENTE CUBANO À PREMIAÇÃO NA EUROPA PDF Imprimir E-mail
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Miércoles, 15 de Diciembre de 2010 20:48

Uma cadeira vazia marcou nesta quarta-feira a ausência do dissidente cubano Guillermo Fariñas na entrega do Prêmio Sakharov 2010, no Parlamento Europeu, em Estrasburgo (França), com ele impedido de sair de seu país pelo governo local.

"Esta cadeira vazia demonstra como este prêmio é necessário", declarou o presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, na cerimônia de entrega do título.

No discurso enviado pelo dissidente ao Parlamento Europeu, Fariñas, 48, pede à União Europeia (UE) que não se deixe enganar pelo regime de "comunismo selvagem" cubano e mantenha o tratado assinado com Havana que exige o avanço nos direitos humanos no país.

"Minha maior esperança é que não se deixem enganar pelos cantos de sereia de um cruel regime de comunismo selvagem, cuja única aspiração é que a UE suspenda a Posição Comum, um documento que exige de Havana avanços em direitos humanos e democracia", escreveu Fariñas.

AUSÊNCIA

A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, lamentou novamente a ausência de Fariñas.

"Quero felicitar Fariñas em nome de todos aqueles que lutam em Cuba por mais liberdade e direitos humanos. Lamento que não tenha sido possível (a Fariñas) viajar a Estrasburgo para receber o prêmio em pessoa", afirmou.

"A UE continuará abordando o tema dos direitos humanos e, neste contexto, saúdo a recente libertação de um determinado número de presos políticos e espero que este processo leve à libertação incondicional de todos eles", ressaltou.

PRÊMIO

Psicólogo e jornalista, o dissidente foi protagonista de 23 greves de fome, a pior delas este ano, durante 135 dias, pouco depois da morte, no dia 24 de fevereiro, de Orlando Zapata, que também protestava de forma semelhante.

Foi contemplado com o prêmio no dia 21 de outubro pelo Parlamento Europeu, que o concede anualmente em honra à liberdade de consciência.

Esta é a terceira vez que a Eurocâmara concede o prêmio Sakharov à dissidência cubana.

Depois de Oswaldo Payá em 2002, concedeu a homenagem, três anos mais tarde, às Damas de Branco, esposas de presos políticos cubanos, que também não conseguiram viajar a Estrasburgo por falta de visto.

Última actualización el Domingo, 19 de Diciembre de 2010 12:36
 
Comitê do Nobel da Paz lamenta ausência de Liu Xiaobo e classifica China como ditadura PDF Imprimir E-mail
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Viernes, 10 de Diciembre de 2010 13:05

Presidente do Comitê do Nobel da Paz aparece ao lado da cadeira vazia que representa Liu Xiaobo

Durante a entrega do Nobel da Paz em Oslo, na Noruega, o presidente do comitê da premiação, Thorbjoern Jagland, lamentou a ausência do dissidente chinês Liu Xiaobo e classificou a China como uma ditadura, embora tenha ressaltado os avanços econômicos do país.

Jagland relembrou outros casos em que um premiado não pôde comparecer à cerimônia e reiterou que o objetivo do comitê nunca foi ofender ninguém e sim promover a democracia.

"Nós lamentamos que o premiado não esteja aqui hoje. Ele está em isolamento numa prisão no nordeste da China e tampouco pôde sua mulher Liu Xia ou seus parentes mais próximos estarem aqui conosco. Nenhuma medalha ou diploma portanto serão entregues hoje. Isso por si só mostra o quanto este prêmio foi necessário e apropriado", afirmou.

"Felicitamos Liu Xiaobo pelo Prêmio Nobel da Paz 2010", disse o presidente, seguido de mais de um minuto de aplausos de pé de todas as autoridades presentes, incluindo os reis da Noruega.

Em outro momento do discurso, ao exigir que Liu seja solto, Jagland recebeu aplausos de pé. "Liu Xiaobo não fez nada de errado e precisa ser libertado", afirmou.

Imagens de televisão mostravam a cadeira vazia com o diploma do prêmio, simbolizando o dissidente impedido de comparecer.

FARSA

Nesta sexta-feira a imprensa oficial chinesa elevou suas críticas à concessão do prêmio ao dissidente, ao considerar "uma farsa contra a China" e uma demonstração de que o pensamento político ocidental "está fossilizado".

"Uma farsa que julga a China está seguindo seu curso em Oslo", começa o editorial do diário em inglês "Global Times", ligado ao "Diário do Povo", o periódico porta-voz do Partido Comunista da China.

Mais cedo nesta semana o Comitê do Nobel defendeu a concessão do prêmio ao dissidente, dizendo que se baseou em "valores universais" e rejeitando a acusação de Pequim de que esteja tentando impor ideias ocidentais à China.

Kyodo News/AP - abr.08
Foto mostra o dissidente vencedor do prêmio Nobel da Paz em 2010, impedido de comparecer à cerimônia de entrega
Foto mostra o dissidente vencedor do prêmio Nobel da Paz em 2010, impedido de comparecer à cerimônia de entrega

A China conservou o tom combativo na véspera da cerimônia de entrega do prêmio, em Oslo, e anunciou a concessão de seu próprio "Prêmio Confúcio da Paz" ao ex-vice-presidente de Taiwan Lien Chan, embora o gabinete dele tenha dito que ele não tinha conhecimento do prêmio.

No Natal do ano passado a China colocou Liu na prisão por 11 anos, acusando-o se subversão do poder do Estado, por ele ser o autor principal da Carta 08, um manifesto pedindo reformas democráticas no país, onde só existe um partido, o Comunista.

O presidente do comitê do Nobel, Thorbjoern Jagland, disse em coletiva de imprensa que a concessão do prêmio a Liu não foi um protesto.

"É um sinal à China de que seria muito importante para o futuro da China combinar desenvolvimento econômico com reformas políticas e apoio aos que lutam por direitos humanos fundamentais na China", disse ele.

"Este prêmio transmite o entendimento de que esses são direitos e valores universais, e não padrões ocidentais", ele acrescentou.

É pouco provável que suas declarações acalmem o governo chinês, onde ideólogos do Partido Comunista consideram "valores universais" é um termo sinônimo de liberalização ocidental.

Última actualización el Viernes, 10 de Diciembre de 2010 13:07
 
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