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Notícias: Brasil
Amanhã comença o Congresso do Partido Comunista de Cuba PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 15 de Abril de 2011 12:15

Cuba preparou uma mudança histórica do modelo econômico com a adoção das reformas anunciadas em 2010 por Raúl Castro e um rejuvenescimento da direção do Partido Comunista de Cuba (PCC), que realiza a partir de sábado e até terça-feira seu primeiro congresso em 14 anos.

"Ou mudamos o curso ou afundamos", alertou, em dezembro, o presidente Raúl Castro, que se esforça, depois que sucedeu seu irmão Fidel em 2006, para preparar os 11,2 milhões de cubanos para uma mudança do modelo econômico da ilha.

"Temos o dever essencial de corrigir os erros que cometemos durante essas cinco décadas de construção do socialismo em Cuba", explicou Raúl Castro, de 79 anos.

O mais jovem dos Castro sabe também que chegou a hora de a geração histórica da Revolução passar o bastão. A exemplo de Fidel Castro (84 anos), que anunciou em março sua intenção de renunciar em ocasião do congresso ao posto de primeiro secretário do PCC que ocupa desde a fundação do partido, em 1965.

Para realizar esta "atualização" do modelo cubano, calcado na URSS dos anos 70, o 6º congresso do PCC deverá oficialmente efetuar uma série de reformas econômicas lançadas em 2010 pelo governo.

Redução em cerca de 20% dos postos de trabalho no funcionalismo público, abertura para o setor privado de 178 pequenas empresas, criação de uma rede de cooperativas urbanas, maior autonomia das empresas estatais, descentralização do setor agro-alimentar, abertura ao capital estrangeiro, redução dos subsídios e estabelecimento de um sistema fiscal.

A lista é longa de reformas que devem salvar Cuba do naufrágio, mantendo as conquistas sociais -educação e saúde gratuitas principalmente- e os fundamentos igualitários do sistema cubano.

A evolução se faz também entre duas culturas: a do Estado providencial que atende às necessidades de todos e a do trabalho e da iniciativa privada.

Os milhares de cubanos que perdem seu trabalho no setor público são ainda estimulados a trabalhar por conta própria. Cerca de 300.000 "cuentapropistas" são registrados, sendo que a metade se inscreveu depois da abertura de novas condições de trabalho em outubro.

Os funcionários do Estado que se tornam "disponíveis" são estimulados também a integrar cooperativas de construção ou cooperativas agrícolas: 40% das áreas de terras cultiváveis ainda não são utilizadas, apesar das distribuição de terra em usufruto que o governo realizou a partir de 2008.

Até 2015, metade dos cinco milhões de funcionários públicos deverão passar para o setor privado, espera o governo.

Mas se livrar de um modelo estático paternalista de meio século não é um processo tranquilo.

Mais de sete milhões de cubanos participaram neste inverno de debates de comunidades e associações sobre as reformas. Suas preocupações: o fim da "libreta" - uma lista de racionamento que assegura a todo cubano uma cesta de produtos a preços subsidiados-, o baixo nível dos salários -15 a 20 euros mensais -, a circulação da moeda dupla -o peso "nacional" e o peso "convertível"- que condena aquele que não tem acesso às divisas a uma dura sobrevivência cotidiana.

Há também as preocupações com o capitalismo: enriquecimento pessoal, concentração de riquezas, dificuldades de habitação, qualidade dos serviços.

Paralelamente à economia, o 6º Congresso do PCC deverá eleger também cerca de cem membros de seu comitê central, que designarão em seguida o seu birô político (19 membros hoje) e seu secretariado (10).

Fidel Castro deverá deixar suas últimas funções oficiais, mas manterá toda a sua influência, como bom "soldado de ideias", como gosta de se apresentar.

 
Hugo Chávez se reúne com o presidente de Honduras Porfirio Lobo en Colombia PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 10 de Abril de 2011 00:38

O presidente de Honduras, Porfirio Lobo, agradeceu neste sábado o "movimento" iniciado pela Colômbia para impulsionar a reincorporação de seu país à Organização dos Estados Americanos (OEA), depois de se reunir com seu colega Juan Manuel Santos e com o líder da Venezuela, Hugo Chávez.

"Ficou muito feliz que se tenha iniciado um movimento para a incorporação de Honduras aos organismos regionais como a OEA", disse Lobo em uma breve declaração à imprensa ao fim do encontro, que ocorreu na Casa de Hóspedes Ilustres da cidade caribenha colombiana de Cartagena, onde ainda seguem reunidos Santos e Chávez.

Agradeceu em particular à chanceler colombiana, María Ángela Holguín, por sua busca de "mecanismos para que cada vez mais a relação entre os povos se fortaleça".

A surpreendente visita a Cartagena de Lobo, cujo Governo não é reconhecido por Chávez, foi anunciada neste sábado pelo próprio por Santos, que esperava com ela, segundo suas próprias palavras, "dar um passo adicional em direção a uma definição para o problema de Honduras com a OEA".

O organismo interamericano suspendeu Honduras e adotou sete recomendações que instaram, entre outras coisas, a "colocar fim" aos juízos iniciados contra o ex-presidente Manuel Zelaya durante o regime de fato posterior a sua derrocada por um golpe militar em junho de 2009.

Na América do Sul, Argentina, Brasil, Bolívia, Equador e Venezuela não reconhecem ao Governo de Lobo, que assumiu em janeiro de 2010, e exigem o retorno incondicional a Honduras de Zelaya, quem reside na República Dominicana.

Lobo não deu detalhes da conversa deste sábado com Santos e Chávez sobre o retorno de Zelaya a Honduras e unicamente disse que tratou sobre o tema e que informou ao colombiano e ao venezuelano "dos avanços nesse campo", sem mais detalhes.

Última actualización el Domingo, 10 de Abril de 2011 00:44
 
"CUBA É UM CASO PERDIDO" SEGUNDO UM EX-MINISTRO ESPANHOL SOCIALISTA PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 25 de Marzo de 2011 10:20

Cuba se tornou um "caso perdido" quanto à sua "capacidade interna de transformação e evolução para a democracia", afirmou nesta quinta-feira o ex-ministro espanhol Carlos Solchaga. "Só podemos esperar a morte lenta do regime", ressaltou Solchaga, quem foi ministro da Economia de 1985 a 1993 no Governo do socialista Felipe González.

O ex-ministro fez essa análise durante um comparecimento na Comissão de Assuntos Ibero-americanos do Senado, onde apresentou um relatório sobre perspectivas na América Latina em 2011. Solchaga afirmou que a "morte lenta" do regime de Raúl Castro mostrará sua "extrema fraqueza" e "se produzirá uma mudança". O ex-ministro espera que, chegado o momento da queda do regime, se garanta uma "transição pacífica" no país.

Solchaga lembrou que, nos anos 90 do século passado, chegou a aconselhar o governo de Havana sobre as reformas econômicas de que o país necessita, mas as autoridades cubanas ignoraram suas recomendações na maioria dos casos. Após seu discurso, a Comissão de Assuntos Ibero-americanos do Senado debateu uma moção do conservador Partido Popular (PP) sobre Cuba, que foi rejeitada.

Nessa moção, o PP, principal legenda da oposição, pedia ao Executivo espanhol que expressasse publicamente sua defesa dos direitos humanos e condenasse "as práticas repressivas que, contra esses direitos, vêm sendo praticadas pelo Governo de Cuba". No texto, também se reivindicava ao Governo espanhol "uma atitude de fortalecimento da posição comum da UE sobre Cuba, a fim de incidir eficazmente na questão dos direitos humanos na ilha".

Última actualización el Domingo, 10 de Abril de 2011 00:30
 
Trinta e sete presos políticos cubanos chegam a Madri PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 11 de Abril de 2011 19:00

MADRI — Um grupo de 37 ex-presos cubanos acompanhados por suas famílias chegou nesta sexta-feira a Madri a bordo de um avião fletado pelo governo espanhol, informou o ministério de Assuntos Exteriores espanhol.

Esse é o maior grupo de presos políticos que chega à Espanha desde o acordo concluído em julho passado entre o governo cubano e a Igreja católica, com mediação da Espanha, que permitiu libertar dezenas de prisioneiros.

Com este novo grupo, 115 ex-presos se encontram na Espanha desde julho.

Segundo um relatório anual sobre os direitos humanos divulgado por Washington nesta sexta-feira, os Estados Unidos reconhecem a libertação de presos políticos nos últimos meses em Cuba, mas afirmam que muitos outros opositores continuam atrás das grades e que Havana ainda persegue a dissidência.

Segundo o relatório, Havana libertou mais de 40 presos políticos nesse período, incluindo "notáveis ativistas de direitos humanos presos em 2003, mas Cuba continua abrigando dezenas de prisioneiros políticos".

O informe menciona informações de grupos de direitos humanos que denunciam um "marcado aumento no uso das detenções curtas para desbaratar o trabalho da sociedade civil e para acossar ativistas".

Os grupos dissidentes, principalmente as Damas de Branco, continuam sendo vítimas de "protestos públicos orquestrados pelo governo", segundo o texto.

 
Raúl Castro substitui ministro da economia e planejamento cubano PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 26 de Marzo de 2011 10:47

HAVANA - O governo cubano substituiu nesta sexta-feira o ministro da Economia e do Planejamento, Marino Murillo Jorge, de 49 anos, que havia emergido como figura-chave por trás das reformas promovidas pelo presidente Raúl Castro. Segundo uma nota oficial lida na TV estatal, Murillo passará a ser vice-presidente do Conselho de Ministros. Para seu lugar na pasta da Economia o governo designou Abel Izquierdo Rodríguez, de 65 anos.

Rodríguez, que era até agora vice-ministro, deverá colocar em prática as decisões que serão tomadas no próximo congresso do Partido Comunista, em abril. Murillo "superviosionará as reformas econômicas que deverão se aprovadas", de acordo com o comunicado oficial.

 
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