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Notícias: Brasil
"GOVERNO CUBANO PENSA QUE OS CIDADÃOS CUBANOS SOMOS SEUS ESCRAVOS" GUILLERMO FARIÑAS PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Miércoles, 15 de Diciembre de 2010 10:27

O opositor cubano Guillermo Fariñas lamentou hoje a "arrogância" e a "intolerância" do governo de Cuba, ao ser informado da ausência de autorização que lhe teria permitido deslocar-se a Estrasburgo para receber na quarta-feira o Prémio Sakharov do Parlamento Europeu.

"Creio que o governo cubano está a agir com arrogância. Pensa que os seus cidadãos são seus escravos e está a demonstrá-lo", afirmou à agência noticiosa AFP a partir da sua casa, em Santa Clara, 280 quilómetros a leste da capital cubana, Havana.

Última actualización el Domingo, 19 de Diciembre de 2010 12:32
 
CUBANOS JÁ SENTEM O EFEITO DO NOVO APRETO ECONÔMICO PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 05 de Diciembre de 2010 12:27

Dois assuntos predominavam nas ruas de Havana nas últimas semana: os capítulos decisivos da novela brasileira A Favorita e as mudanças econômicas que começaram a ser discutidas nos comitês populares na quarta-feira e serão definidas no Congresso do Partido Comunista Cubano em março.

Muitos trabalhadores do setor de serviços estão preocupados com seu futuro e o do país. Eles dizem - em sua maioria impregnados da doutrina revolucionária - acreditar na direção do partido e na elaboração teórica dos economistas, mas temem perder certos direitos que são o seu maior orgulho, a saúde e a educação gratuitas.

A maior parte dos trabalhadores cubanos só conheceu o modelo de economia socialista, implementado pela revolução cubana liderada por Fidel Castro e vitoriosa em 1959. Pelo menos 500 mil deles devem perder seus empregos nas estatais do país e - de acordo com o plano do governo de Raúl Castro, que sucedeu ao irmão depois que ele adoeceu, em 2006 - incorporar-se a pequenos negócios individuais ou familiares privados, que vão de salões de barbearia a criação de coelhos.

Raúl, que antes de chegar à chefia do Estado era visto por muitos no exterior como uma voz do partido que defendia a adoção de reformas econômicas ao estilo chinês, admitiu em vários de seus discursos que a produtividade estatal era ineficiente e incapaz de suportar a política de subsídios sociais. O corte de 500 mil vagas de emprego do Estado só deve ser concluído no ano vem, mas já há quem sinta seus efeitos.

Fervor revolucionário

O farmacêutico Antônio - ou "Toni, o Boticário", como se apresenta - tem agora duas ocupações. Num dia, trabalha exercendo sua profissão original. No outro, dirige uma van da cooperativa Cubataxi para aumentar sua renda.

Nereida Avilés, de 50 anos, que trabalha na segurança do Hotel Lincoln, em Havana Velha, também já sentiu os efeitos das mudanças econômicas. Antes, ela trabalhava no setor de nutrição e servia as mesas do restaurante do hotel. Foi dispensada do setor pela direção e ficou magoada com isso. Ainda está sendo treinada para o novo trabalho, mas, como muita gente na ilha, aceita as determinações do Estado com a resignação que o governo costuma qualificar "fervor revolucionário".

"A vida é muito dolorosa e temos de fazer muitos sacrifícios pela revolução", diz Nereida. "Mas, se são necessários, eu os faço com satisfação." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Última actualización el Lunes, 13 de Diciembre de 2010 10:59
 
EUA caminham rumo ao "fascismo", diz Fidel Castro PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 19 de Noviembre de 2010 10:38

O ditador de Cuba Fidel Castro acredita que os Estados Unidos caminham rumo ao fascismo com o avanço da "extrema direita", informou nesta quinta-feira a imprensa local.

Em um encontro que manteve na quarta-feira com estudantes cubanos, Fidel advertiu sobre as "ideias fascistas" do chamado "Tea Party" ao destacar o triunfo deste movimento conservador nas últimas eleições legislativas dos EUA.

"Não há esperanças", disse ele, quem considera que o impacto da crise econômica nos EUA beneficia a extrema direita e não a esquerda.

Sobre a situação econômica internacional, Fidel ressaltou que Washington quer "arruinar" a China, "mas não pelo prazer de fazê-lo e sim por não poder sustentar seu próprio sistema".

Fidel manteve uma reunião com estudantes cubanos, em um ato em que releu partes de um discurso que fez há cinco anos, considerado histórico na ilha porque advertiu que a Revolução podia se autodestruir caso os erros não fossem retificados.

Em uma conversa posterior com estes jovens, ele declarou estar contente porque "o país está caminhando apesar de todos os desafios".

Fidel Castro, de 84 anos, reapareceu este ano na vida pública após quatro anos de ausência pela grave doença que o impediu de continuar na Presidência.

 
Irã exportará gás para Argentina e Cuba através da Venezuela PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 05 de Diciembre de 2010 12:34

O Irã exportará gás natural liquidificado para Cuba e Argentina através da Venezuela, anunciou neste sábado o diretor da Companhia iraniana de LNG (gás liquidificado), Ali Kheyrandish.

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"O mercado sul-americano de exportação de LNG é prioritário para o Irã. Atualmente, a Venezuela tem contratos a longo prazo com Argentina e Cuba", explicou.

"De acordo com o pacto, o fornecimento de gás liquidificado para Argentina e Cuba será feito por uma usina que o Irã está construindo na região venezuelana de Delta Cariba", acrescentou Kheyrandish.

Segundo as autoridades iranianas, o país planeja produzir cerca de 70 milhões de toneladas cúbicas de gás natural em 2015. EFE

Última actualización el Jueves, 09 de Diciembre de 2010 20:59
 
Deputados da Rússia culpam Stalin por massacre de poloneses em Katyn PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 26 de Noviembre de 2010 21:08

MOSCOU - Em uma rara condenação, a Duma - Câmara de Deputados da Rússia - aprovou resolução nesta sexta-feira culpando o ex-ditador Josef Stalin pelo massacre de cerca de 22 mil poloneses em 1940, em Katyn. O texto diz que documentos mantidos em arquivos secretos mostram que a ordem para o massacre partiu de Stalin, ainda considerado um herói por muitos russos.

Os assassinatos cometidos pelo serviço secreto da antiga União Soviética ainda abalam as relações da Rússia com a Polônia. Durante anos, a propaganda soviética culpou as forças nazistas da Alemanha pelas mortes em Katyn. Depois do fim da URSS, autoridades russas já haviam admitido que o Comissariado do Povo para Assuntos Internos (KKVD), mais temida polícia de Stalin, foi o verdadeiro autor do massacre.

Última actualización el Viernes, 26 de Noviembre de 2010 21:13
 
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