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Artigos: Brasil
Cuba futuro PDF Imprimir E-mail
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Martes, 06 de Diciembre de 2016 11:50

Resultado de imagem para fidel castro dictador

Por André Barata, Filósofo.- 

Fidel foi um ditador e Cuba não teve uma democracia. Impôs um regime autoritário em que houve perseguições e assassinatos políticos, em que não há liberdade de imprensa e em que, por conseguinte, não existe uma genuína opinião pública. Por sua vez, a “democracia cubana”, como nas antigas repúblicas democráticas do Leste  europeu, é um dispositivo de debate que, verdadeiramente, não é democrático. De que vale dizer que quase 9 milhões de cubanos participaram na discussão de um projecto de directrizes para a “política económica e social do Partido e da Revolução” se nenhum outro projecto chega a poder ser formulado? De que vale todos participarem se apenas há um partido por que participar? E de que valem eleições se há uma hierarquia de eleições que impede o sufrágio directo e universal e o aparecimento de candidaturas rivais?

Última actualización el Lunes, 26 de Diciembre de 2016 13:48
 
Cuba é uma ditadura PDF Imprimir E-mail
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Jueves, 14 de Enero de 2016 13:59

Image result for Cuba é uma ditadura militar

Por Jorge Ramos.- 

Nós que estamos fora nos esquecemos, mas Cuba é uma ditadura. É algo impossível de esquecer para os 11 milhões de cubanos que estão na ilha. Eles sofrem isso todos os dias.

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O degelo de pouco mais de um ano entre os governos de Washington e Havana mudou a conversa. Em vez de falar da falta de liberdades, das enormes carências econômicas e de violações dos direitos humanos, as notícias são a reabertura de embaixadas, mais turismo e inclusive o possível fim do embargo. Os mais ousados imaginam também o regresso de Guantánamo às mãos cubanas.

Mas no fundo Cuba continua sendo uma ditadura. O ditador Fidel Castro legou o cargo a seu irmão Raúl, e lá só eles mandam. Não há eleições multipartidárias, não há imprensa livre, existem dezenas de presos políticos e o regime se sustenta à base de medo.

Última actualización el Miércoles, 27 de Enero de 2016 14:33
 
Na rabeira (o retrasso economico nos anos do PT) PDF Imprimir E-mail
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Sábado, 24 de Septiembre de 2016 12:35

Resultado de imagem para pib brasileiro descende

Por MERVAL PEREIRA.- 

Será divulgado nos próximos dias estudo sobre o comportamento do PIB brasileiro na era petista, comparado ao que aconteceu no resto do mundo, realizado por pesquisadores do Instituto Teotônio Vilela, órgão de estudos e projetos do PSDB. Um dos pesquisadores, André Lacerda, destaca que “esta é a primeira vez em que se mostra, de forma quantitativa, e objetiva, como de fato o crescimento brasileiro ficou muito para trás nos anos dos governos do PT”. 
O que era uma característica nos anos Lula, se acentuou no governo Dilma, quando, segundo o estudo, o Brasil caiu para a 172ª colocação entre 189 países. As conclusões, a partir de cálculos do estatístico Gustavo Carvalho, da UFMG, sob a coordenação de Lacerda e do também pesquisador Fabiano Lana, baseiam-se sempre em dados oficiais, de organismos como o FMI e a Eurostat. 
Do IBGE veio a série por setores e subsetores da economia brasileira que mostra que em todos eles, com exceção das exportações, encolheram com Dilma. A conclusão do estudo, na parte referente ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em relação ao mundo na era PT, é de que “o resultado joga por terra o argumento de que o PIB do Brasil vai mal porque o resto do mundo também vai”.
Com crescimento acumulado de apenas 1% desde 2011, nos seis anos de governo Dilma, o Brasil ocupa a 172a posição num ranking de 189 países, destaca o documento do Instituto Teotonio Vilela, que ressalta, porém, que “desde a ascensão do PT ao poder, o desempenho brasileiro ficou muito aquém da média global e de economias próximas ou similares à nossa”. Para chegar a essa média, o Instituto Teotonio Vilela utilizou a previsão oficial de 2016 de um crescimento negativo do PIB de 3,3%, considerando que o resultado é "uma herança maldita" que o governo Temer herdou.
O estudo teve por base a divulgação dos resultados do PIB até o segundo trimestre deste ano, o último com o país ainda sob o comando de Dilma Rousseff, para realizar um balanço das gestões do PT na economia, e chegou à conclusão de que, em termos de renda per capita, o PIB já caiu 16% em apenas três anos, conforme projeção feita pelo Ministério da Fazenda.
“Estima-se que apenas no início da próxima década este indicador recuperará o nível de 2013. Serão, portanto, quase dez anos perdidos”, afirma o documento do Instituto Teotonio Vilela.  A produção de bens e serviços voltou ao patamar registrado no último trimestre de 2010, com recuo acumulado de 8%, “cinco anos e meio perdidos, o que equivale a todo o período em que Dilma governou o país”.
Segundo o estudo, colaboram para o empobrecimento geral da população brasileira o “desemprego recorde e a inflação, que corrói salários e encarece os preços de alimentos e serviços”.
Quando o cotejo é feito com outros países o desempenho de nossa economia nos últimos anos “torna-se vexaminoso”, segundo o documento. Desde a ascensão de Dilma ao poder, o crescimento do PIB é 0,17% ao ano, para uma população que cresce, vegetativamente, 0,9% no mesmo período. O resultado coloca o país, considerando o período 2011-2016, em penúltimo lugar entre os dez países da América do Sul e em 18o na comparação com as 19 economias latino-americanas, sendo a Venezuela a última colocada nos dois casos.
O estudo destaca alguns exemplos de países que cresceram mais que o Brasil no período: enquanto crescemos 1% nos últimos seis anos, países como a Índia avançaram 49%, o Panamá, 55%, o Peru, 31% e o Chile, 22%, “todas economias com perfis similares ao do Brasil e supostamente, se o discurso oficial petista tivesse algum pé na realidade, enfrentando a mesma “crise internacional” que a economia brasileira deveria estar enfrentando, com preços de commodities mais baixos e dificuldades para exportar”.
Desde 2011, o crescimento mundial médio alcançou quase 23%, o da América Latina superou 12% e a das economias sul-americanas bateu em 9%. Mas o estudo do Instituto Teotonio Vilela destaca que “mesmo no tempo das vacas gordas do boom das commodities, a economia brasileira teve desempenho pior que o de suas concorrentes”.
Levando o período de análise para os 14 anos de administração petista, o Brasil crescia relativamente bem menos que o resto do mundo, ressalta o estudo. Entre 2003 e 2016, a expansão geral do PIB nacional foi de 39%, novamente o segundo pior da América do Sul, o 16° na América Latina e o 137° em todo o mundo. Neste período mais longo, o crescimento mundial acumulado foi de 71%, o da América Latina, de 55% e o da América do Sul, de 58%.

OGLOBO

Última actualización el Sábado, 01 de Octubre de 2016 12:43
 
Acabou o combustível dos governos de esquerda PDF Imprimir E-mail
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Domingo, 06 de Diciembre de 2015 13:23

Por Jorge Castanheda.-

"Falamos de Venezuela. Estamos atentos ao que vai acontecer domingo", disse Mauricio Macri, presidente eleito da Argentina, sobre sua visita à presidente Dilma Rousseff, em Brasília. Logo após a vitória, Macri defendeu a expulsão da Venezuela do Mercosul, "pelos abusos que está cometendo, como a perseguição de opositores e da liberdade de expressão”. O governo Dilma é contra. As eleições parlamentares venezuelanas, do dia 6, podem marcar uma mudança de postura em relação ao governo Nicolás Maduro - seja por Dilma ou seja por Macri. A paciência da América do Sul com o populismo autoritário venezuelano, instaurado pelo presidente Hugo Chávez e herdado por Maduro, oscila ao sabor dos preços internacionais dos produtos brutos - as commodities, essenciais na pauta de exportação dos países latino-americanos, atualmente em baixa. "Vejo uma grande correlação entre o boom de commodities, desde 2003 até o ano passado, e o aparente êxito das políticas sociais dos governos de esquerda na América Latina. A cotação do petróleo despencou 40% desde o ano passado e o produto é fonte de 80% das receitas do governo", diz Jorge Castañeda, analista político e ex-chanceler do México, na entrevista abaixo.

O que o Brasil pode esperar do novo presidente da Argentina?
Mauricio Macri vai cooperar mais com o Brasil. Vai se empenhar nas negociações do Mercosul com a União Europeia mais que sua antecessora, Cristina Kirchner. Ela não era grande entusiasta do comércio exterior. Macri vai insistir com Dilma em nome de uma postura mais equilibrada frente a Venezuela e Equador, em nome de uma defesa mais ativa de direitos humanos e democracia na América Latina. Será bom para Dilma e para o Brasil ter um vizinho um pouco mais previsível, menos errático, menos conflitivo, menos disposto a impor situações incômodas.

Quais as chances de recuperação econômica?
O próprio Macri ainda não sabe o tamanho do problema, no meio de tantos arranjos e números oficiais manipulados pela dinastia Kirchner. Ninguém sabe. Mas os argentinos têm boa margem para se recuperar. O país parou de crescer, mas não chegou a encolher. Diferentemente de Grécia, Equador ou El Salvador, a Argentina tem moeda própria. Pode desvalorizá-la e tornar-se mais competitivo. O país vai enfrentar um ajuste duro, mas ainda assim está numa situação mais tranquila que o Brasil.

O que a vitória de Macri e a impopularidade de Dilma dizem sobre o panorama político da região?
Vejo uma grande correlação entre o boom de commodities, desde 2003 até o ano passado, e o aparente êxito das políticas sociais dos governos de esquerda na América Latina. Em alguns países, isso é mais flagrante que em outros. A Venezuela é o exemplo mais contundente. O país pequeno, de 30 milhões de habitantes, gastou S$ 1 trilhão em programas sociais. Só que a cotação do petróleo despencou 40% desde o ano passado e o produto é fonte de 80% das receitas do governo. Brasil é um caso à parte. Para vocês, a política social tem um custo relativamente baixo, em relação ao PIB. Devemos olhar tudo que aconteceu sob a perspectiva do fim do boom das commodities. Ela está trazendo uma ressaca aos governos de esquerda. Não porque trabalharam mal, mas porque terminou o combustível que lhes permitia trabalhar bem.

É uma insatisfação com quem está no poder, qualquer que seja o partido, ou atinge mais duramente os governos de esquerda?
A crise das commodities está afetando a todos, mas a esquerda parece sofrer um rechaço maior. A população vota nela à espera de políticas sociais mais generosas. Da direita, a expectativa é menor.

Podemos esperar uma nova onda liberal?
Depois da consolidação da democarcia na América Latina, com exceção de Cuba, começou a acontecer algo muito lógico. No livro Utopia Desarmada (1993), eu escrevi que a esquerda ganharia em países com grandes desigualdades sociais, se houvesse eleições democráticas e partidos relevantes. Isso continua sendo verdade. Mas parece claro o fim de um ciclo econômico para paídes dependentes de commodities. Dependendo da duração da crise das commodities, a volta de governos mais à direita é perfeitamente possível.

MARCELO MOURA

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Última actualización el Domingo, 06 de Diciembre de 2015 13:27
 
Brasil na encruzilhada PDF Imprimir E-mail
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Viernes, 12 de Octubre de 2018 01:43

Por Jorge Hernández Fonseca.-

Dirceu já era presidente do partido quando Lula ganhou a eleição de 2002. Ele foi nomeado Ministro da Casa Civil, segundo homem no governo. Imediatamente criou o chamado esquema do “mensualão”, destinado a desviar dinheiro do Estado Brasileiro para comprar as vontades dos congressistas, com a finalidade de conquistar “associados”, entregando um suculento dinheiro "mensal", o qual converteu ao Dirceu no centro do poder do primeiro governo Lula.


Brasil na encruzilhada

Jorge Hernández Fonseca

2 de outubro de 2018

As eleições brasileiras estão caminhando para uma polarização direita-esquerda na segunda rodada eleitoral. A esquerda do gigante sul-americano é representada por Fernando Hadad e a direita por Jair Bolsonaro. A estratégia da esquerda é dirigida desde a prisão por Lula da Silva e dentro do PT, quem muito provavelmente da as cartas e administra o dinheiro desviado é José Dirceu.

Dirceu é um homem dos serviços de inteligência cubanos, que na época passou por cirurgia plástica em Havana, para ser despachado com uma identidade falsa para o Brasil, com o objetivo de espionar para Cuba na época. Derrotada a ditadura militar brasileira, Dirceu recebeu desde Havana a ordem de –usando agora sua identidade verdadera-- se aproximar de Lula Da Silva e assim, foi dos militantes fundadores do Partido do Trabalho, PT, visando controlar o jogo dentro do partido, para ser um futuro candidato a presidente do PT primeiro y do Brasil finalmente. Em paralelo, Cuba preparou, junto com Dirceu, o venezuelano Nicolás Maduro, para um papel semelhante na Venezuela, ou seja, aproximar-se de Hugo Chávez para se tornar seu homem de confiança, como ele fez, ate que finalmente foi seu substituto na presidencia.

Dirceu já era presidente do partido quando Lula ganhou a eleição de 2002. Ele foi nomeado Ministro da Casa Civil, segundo homem no governo. Imediatamente criou o chamado esquema do “mensualão”, destinado a desviar dinheiro do Estado Brasileiro para comprar as vontades dos congressistas, com a finalidade de conquistar “associados”, entregando um suculento dinheiro "mensal", o qual converteu ao Dirceu no centro do poder do primeiro governo Lula.

Descoberto o esquema de Dirceu, ele e seus cúmplices foram processados e condenados por corrupção (Lula isentou-se da culpa, hipocritamente) e Dirceu foi preso. Como o PT continuava no poder, Dirceu foi rapidamente libertado e criou um outro esquema, o da Petrobrás, no qual desviou cerca de 30 bilhões de dólares que foram "perdidos" dos cofres públicos. Ele foi novamente preso e condenado a mais de 30 anos de prisão, mas, por obra e graça dos “amigos” ele está novamente na rua e agora, nesta eleicao, dando as cartas.

O plano de Cuba e Dirceu é financiar o PT nas eleições atuais (ha muito dinheiro roubado) com vistas a, como ele disse ao jornal "El País", "tomar o poder, que é diferente de ganhar eleições".

(https://brasil.elpais.com/brasil/2018/10/01/politica/1538422024_108394.html). Então, o dilema brasileiro resume-se numa escolha entre a direita brasileira e um homem que vai ser comandado pelo "controle remoto" desde Cuba --José Dirceu-- como fez a ilha com Nicolas Maduro depois da morte de Hugo Chávez, operado e morto em e por Havana.

Os dois primeiros mandatos de Lula deveriam ter sido seguidos pela candidatura de José Dirceu, mas, ele já estava na cadeia, e sua substituta, Dilma Rousseff, fez as coisas tão mal que estragou os planos de eternização do PT no poder, coisa que pretendem nesta elição. Agora o plano é quase perfeito: desacreditar um homem que é muito satanizado e eleger um fantoche para fazer o assalto ao poder que Dirceu prometeu em entrevista ao "El País" e implantar em Brasil o esquema de governo chavista, semelhante ao que foi feito pelo seu ex-companheiro de estudos en Cuba, Nicolas Maduro.

O Brasil está a tempo de desviar o curso do seu desastre potencial hacia a pobreza generalizada do socialismo do século 21, que atualmente é Cuba, Nicarágua e Venezuela. Não há outras alternativas nas condições atuais da situacao brasileira: a direita imperfeita, mas democrática, ou o socialismo empobrecedor e eterno de José Dirceu.

Artigos deste autor podem ser encontrados em http://www.cubalibredigital.com

Última actualización el Martes, 06 de Noviembre de 2018 06:56
 
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