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Artigos: Brasil
A democracia não está em vertigem, mas Caetano Veloso quer fazer os gringos de tontos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 30 de Enero de 2020 15:01

Por Mario Sabino.- 

Como era previsível, está circulando muito o vídeo que Caetano Veloso fez, em inglês, para cabalar votos no Oscar para o filme de propaganda petista “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, herdeira da Andrade Gutierrez, uma das empreiteiras amigas de Lula. Curiosamente, o filme concorre na categoria de melhor documentário, apesar de vender a mentira ultrajante de que o impeachment de Dilma Rousseff foi resultado de um golpe e que Lula foi condenado injustamente por um juiz em conluio com o candidato vencedor da eleição em 2018. No vídeo, Caetano Veloso diz:

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“Eu nunca achei que na minha vida veria tanto retrocesso. Passei minha juventude lutando contra a censura no meu país e contra uma ditadura militar brutal, que me colocou na cadeia e matou e torturou muitas pessoas. Inacreditavelmente, agora vivo em outra situação dentro de uma democracia, na qual o fascismo mostra suas garras. O governo brasileiro não está só travando uma guerra contra as artes e seus criadores, mas contra a Amazônia e os direitos humanos no geral. Para que isso seja compreendido, eu gostaria de chamar sua atenção para um lindo filme cinematográfico de uma jovem brasileira, Petra Costa, que acaba de ser indicado para o Oscar, ‘Democracia em Vertigem’.”

Última actualización el Sábado, 22 de Febrero de 2020 02:24
 
Pedro Bial: Democracia em Vertigem é "insuportável, Petra chora o filme inteiro" PDF Imprimir E-mail
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Martes, 04 de Febrero de 2020 01:30

Por Pedro Bial.-

Pedro Bial fez duras críticas o documentário brasileiro Democracia em Vertigem, indicado ao Oscar 2020 na categoria. Para o apresentador, filme sobre o impeachment de Dilma Rousseff e a prisão de Lula é "insuportável".

Pedro Bial - TV Globo

"Eu dei muita risada. É um 'non sequitur' atrás do outro", disse, ao programa Timeline, da Rádio Gaúcha. A expressão em latim caracteriza um discurso cujas conclusões não decorrem das premissas. "[O filme] vai contando as coisas num pé com bunda danado", continuou. Bial também criticou a "narração miada, insuportável, onde ela [Petra Costa, a diretora e narradora] fica choramingando o filme inteiro".

Última actualización el Martes, 18 de Febrero de 2020 01:47
 
BOLSONARO DIVULGA TEXTO GRAVE EM QUE INSINUA RENÚNCIA OU GOLPE PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 18 de Mayo de 2019 10:21

Jair Bolsonaro distribuiu na manhã desta sexta-feira em grupos de WhatsApp um texto que em tudo lembra a retórica de Jânio Quadros e insinua as hipóteses de um golpe de Estado para implantar um Estado policial ou a renúncia. O texto, que ele diz ser de "autor desconhecido", usa a expressão "corporações" sem nomeá-las, quase num sinônimo das "forças ocultas" a que se referia Jânio Quadros, para falar das supostas dificuldade de Bolsonaro para governar.

Carolina Antunes/PR

Termina com uma expressão típica do mercado financeiro, "Sell" (vendam), como a dizer que o governo acabou. Para introduzir o texto nos grupos, Bolsonaro escreveu: "Um texto no mínimo interessante. Para quem se preocupa em se antecipar aos fatos sua leitura é obrigatória. Em Juiz de Fora (06/set/2018), tive um sentimento e avisei meus seguranças: 'Essa é a última vez que me exporei junto ao povo. O Sistema vai me matar'. Com o texto abaixo cada um de vocês pode tirar suas próprias conclusões."

Última actualización el Martes, 28 de Mayo de 2019 05:34
 
Com Trump, Bolsonaro e Obrador as Américas abraçam o nacionalismo PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 31 de Diciembre de 2018 06:28

america politica

Por JAVIER LAFUENTE.- 

México, o Brasil e os Estados Unidos. Os três gigantes americanos - onde moram 660 milhões de pessoas do 1 bilhão que vive no continente - serão governados a partir de terça-feira, ao mesmo tempo, por três líderes que abraçam o nacionalismo. Um triunvirato incomum, um equilíbrio, com Washington como principal farol, em que Jair Bolsonaro pretende ser seu parceiro predileto e com o Governo de Andrés Manuel López Obrador receoso dessa aproximação, temeroso de ficar emparedado e com a necessidade de se entender, pelo menos, com seu vizinho do norte. Enquanto isso, um fator permeia o ambiente. A cada vez maior presença da China na região pode terminar por distorcer e ser o convidado externo do jogo a três do nacionalismo americano.

O tabuleiro político da América Latina reordenou suas peças mais determinantes nesse ano. Em linhas gerais, o pêndulo se inclinou cada vez mais à direita. O México, o que não é pouco, foi, de certa forma, a exceção. A vitória esmagadora de López Obrador em julho levou ao poder pela primeira vez um líder de esquerda. Enquanto isso, o Brasil e a Colômbia se voltaram ainda mais à direita e no epicentro da maior crise, a Venezuela, ocorreu um simulacro de eleições que não fizeram outra coisa a não ser perpetuar o caminho autoritário de Nicolás Maduro; uma fratura que Daniel Ortega, por sua vez, intensificou à base de repressão, com um conflito que deixou quase 300 mortos, milhares de exilados e centenas de perseguidos, com uma incansável perseguição à imprensa independente.

A geopolítica do continente irá girar em torno de Trump, López Obrador e Bolsonaro, três líderes com os quais a política externa não pode ser entendida sem um reforço prévio da interna. No papel, López Obrador e Donald Trumpderam demonstrações de querer ter boa relação. Se o inquilino da Casa Branca afirmou que fará grandes coisas com seu novo vizinho, o presidente mexicano, que chegou ao poder em 1 de dezembro, disse que não tem intenção de entrar em conflito com o vizinho do norte. Sua forma de fazer política, as maneiras, os gestos que tanto importam nesses tempos, não é tão diferente, como López Obrador se esforçou em demonstrar em apenas um mês. Os dois não têm exatamente uma boa sintonia com a imprensa tradicional, mas estão permanentemente presentes nela, tentando marcar a agenda. Nenhum hesita em assumir erros, culpar suas equipes e voltar atrás em decisões controversas.

A gestão da crise migratória, entretanto, ameaça destruir o futuro desse casal incerto. Trump tensiona a cada dia a corda em seu país para conseguir financiamento para sua grande promessa eleitoral: o muro fronteiriço que pretende acabar de construir. O Governo mexicano, convencido de que os ataques crescerão nos próximos meses, à medida que a campanha de reeleição de Trump se aproximar, combina o pragmatismo com a moderação. Para isso, toma cuidado ao responder os ataques de um líder que está do outro lado do espectro, ideologicamente.

A Chancelaria mexicana está incomodada com o papel que a partir dessa semana será desempenhado pelo Governo do Brasil, quando Bolsonaro tomar posse na terça-feira. No reordenamento ideológico da região, se alguém tem motivos para levantar os braços é o novo dirigente brasileiro. A vitória do ultradireitista alinhou ideologicamente o maior país da América Latina com a maior potência mundial, na outra ponta do continente. Se não fosse pelo Canadá, criaria no mapa uma espécie de sanduíche do populismo direitista que, por sua vez, avança sem freios por todo o mundo.

Bolsonaro chega decidido a romper com tudo o que foi estabelecido no Brasil, especialmente se for legado do ex-presidente Lula. O hoje preso líder de esquerda promoveu durante seus Governos alianças em comércio exterior e indústria com os países do sul do continente, sob o abrigo da bonança petrolífera da Venezuela de Hugo Chávez, e afastou o Brasil dos Estados Unidos. Bolsonaro, entretanto, pretende se transformar no principal aliado de Trump no sul do continente, econômica e ideologicamente. O novo presidente brasileiro quer ser o interlocutor da Casa Branca para os conflitos sul-americanos e, o que é a mesma coisa, se mostrar ativo para conseguir a saída de Maduro do poder na Venezuela. Os primeiros sinais da boa sintonia foram mostrados nas reuniões que o ainda presidente eleito manteve com John Bolton, conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca.

Bolsonaro, alinhado com Trump, pretende diminuir a influência econômica da China, principal parceiro comercial, no Brasil, apesar das ameaças de uma possível represália de Pequim pairarem sobre o gigante sul-americano. O arqui-inimigo comercial dos Estados Unidos desempenhará um papel importante na geopolítica latino-americana. Nos últimos anos, o gigante asiático conseguiu formar um bloco de países que abandonaram suas relações tradicionais com Taiwan e escancararam as portas da região à China, especialmente na América Central, de pouco valor econômico, mas sim estratégico. A Costa Rica, República Dominicana, Panamá e El Salvador formam o novo grupo aliado de Pequim no Sistema de Integração da América Central (SICA). Os três últimos formalizaram relações com o gigante asiático no último ano. No caso da Costa Rica, o país assinou em outubro a continuação dos laços que criou em 2007 com a segunda maior economia do mundo.

A cada vez maior presença chinesa no centro do continente não significará nada se o México decidir escancarar as portas ao gigante asiático, uma das jogadas - bem arriscadas -, que a Chancelaria considera no caso de Trump ignorar a promessa de investir no país vizinho. Uma nova aliança que também atingiria o Brasil.

EL PAIS; ESPANHA

Última actualización el Jueves, 07 de Marzo de 2019 06:31
 
A lista da propina de Lula PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Martes, 08 de Enero de 2019 06:05

Por Renan Ramalho.- 

Nas alegações finais na ação do sítio de Atibaia, Leo Pinheiro listou como Lula ajudou a OAS em troca de reformas como a impermeabilização do lago e aquisição de armários para a cozinha.

Resultado de imagem para A lista da propina de Lula

O executivo disse que a construtora obteve facilitações para o cadastro na Petrobras, pedidos para receber pagamentos atrasados e interferência para contratação de um gasoduto entre Alagoas e Pernambuco.

Última actualización el Martes, 22 de Enero de 2019 06:33
 
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