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Liberdade de Lula aglutina oposição, aumenta polarização e acirra guerra de narrativas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 11 de Noviembre de 2019 12:18

Lula falou à multidão no lugar onde tornou-se sindicalista, há 40 anos, e projetou-se candidato presidencial, há 30. "Fiquei 580 dias sem ter com quem falar, agora quero falar", disse o ex-presidente. Disparou críticas a Jair Bolsonaro, a Sergio Moro, a Paulo Guedes e à Rede Globo. Lula comandou seu público que ria, se emocionava e gritava.

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A trilha teve muito samba, Luiz Gonzaga e Belchior. O discurso terminou às 15h45, quando outro ato começaria naquela tarde de sábado na avenida Paulista, 24 km dali. O clima na capital era de rock: "Que País é Esse?", da Legião Urbana, "Brasil", de Cazuza, e até "Aluga-se", de Raul Seixas, uma crítica aos investimentos estrangeiros.

 

 

De camisetas amarelas, os insatisfeitos gritavam contra STF e Lula. Em frente à Fiesp, principal palco das manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff, o caminhão de som do movimento Vem Pra Rua levanta bandeira única: prisão para os condenados em segunda instância. Nos discursos, um tom de "nem esquerda nem direita, mas anticorrupção", com poucas menções a Bolsonaro.

Mais adiante, em frente ao Masp, Tomé Abduch, líder do grupo Nas Ruas, afirmava que, por mais que Bolsonaro "não diga as coisas do melhor jeito", seu governo tem "conteúdo" e "está dando certo". Por ali também discursava Luciano Hang, dono das lojas Havan e notório apoiador do presidente, fazendo críticas diretas a Lula. "Ele está solto, mas não livre! Livres somos nós!", discursava o empresário.

Entre um carro e outro estava o MBL, no chão pela primeira vez. Pareciam mais uma bateria de faculdade cantando "Olê Olê / Estamos na rua para derrubar o PT" e "Se a PEC não passar / O bicho vai pegar". A PEC em questão é a PEC 410/2018, que pede prisão para condenados em segunda instância.

A noite caía e o movimento minguava. Assim como em São Bernardo, o momento de maior revolta e indignação foi quando apareceu o helicóptero da Rede Globo. Manifestantes xingaram em uníssono a imprensa e logo voltaram a dançar ao som de temas do rock nacional.

No palanque, Lula diz que Jair Bolsonaro governa para os milicianos do Rio de Janeiro. O atual presidente, em quatro tuítes sintéticos (entre 47 postagens, desde que Lula foi libertado), o xinga de "canalha". Lula endereçou o mesmo adjetivo para Moro. "A prisão de Lula e a eleição de Bolsonaro polarizaram o Brasil de uma maneira que nunca tinha acontecido no passado", diz Peter Hakim, presidente emérito do Inter-American Dialogue, em Washington (EUA), e especialista em política externa da América Latina. "O apoio popular que Bolsonaro teve nas eleições está declinando, e Lula sai da prisão no momento em que o governo passa por muitas dificuldades e alguns sucessos. A questão que fica é se há energia suficiente na esquerda para oferecer uma alternativa. Lula irá se inclinar à esquerda ou vai voltar para a centro-esquerda? Temos de ver se as pessoas estão dispostas a ouvi-lo. Mas ele irá recarregar a política brasileira por algum tempo.".

Para a cientista política Deysi Cioccari, Lula voltou agressivo. "Ele já fez isso no passado e não deu certo. O problema não é o embate entre esquerda e direita, é o fator raivoso no meio. Isso tira a coerência", afirma. Ela menciona os ataques indistintos à Globo. "Não é novidade. Em levantamento vi que, literalmente, todos os presidentes desde 1985 atacaram a Folha de S.Paulo ou a Globo em algum momento. Mas hoje esses ataques são muito fortes", diz.


UOL.COM.BR


Última actualización el Viernes, 15 de Noviembre de 2019 04:43
 

Comments  

 
0 #1 Jessie 2019-11-13 01:14
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