¿Cambiará realmente la economía cubana tras el Covid-19? Por ELÍAS AMOR

Cuando existe un solo medio de comunicación oficial que se dedica a glosar ...

Colombia: ¿Cuál cuarentena? Eso es lo de menos para el tráfico global de cocaína

Cuando la ola del coronavirus golpeó Italia a finales de marzo, Rocco Molè, ...

Irán amenazó a los EEUU con represalias si sus tanqueros cargados de combustible no llegan a Venezue

El presidente de Irán, Hassan Rohani, advirtió el sábado posibles medidas de ...

Japón aplanó la curva del coronavirus sin cuarentenas ni testeos masivos

El estado de emergencia de Japón está llegando a su fin con ...

Jair Bolsonaro, tras la divulgación del video en el que habla de “interferir” en la Policía Federal:

El presidente de Brasil, Jair Bolsonaro, se defendió luego de que Celso ...

Reunião sobre “saída militar” para Venezuela nos EUA conta com presença brasileira PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 20 de Abril de 2019 13:39

Depois de Donald Trump, presidente dos EUA, afirmar que contra a Venezuela, “todas as cartas estão na mesa”, os funcionários da Casa Branca têm trabalhado ativamente na busca de novas táticas que visem desestabilizar o governo de Nicolás Maduro. Apesar da última declaração do Grupo de Lima, que se reuniu essa segunda-feira (15), rechaçar uma intervenção militar no território venezuelano, as recentes ações do governo dos Estados Unidos têm sugerido uma intenção diferente.

Secretário de Estado americano Mike Pompeo (à direita) e presidente colombiano Ivan Duque se reúnem em Cúcuta, nesta segunda-feira (14) - Créditos: Foto: Juan Barreto/AFP

Durante a semana passada, mais precisamente no dia 10 de abril, cerca de 40 autoridades, entre elas, o embaixador brasileiro Carlos Velho, participaram de uma reunião em Washington D.C., com a pauta “Avaliação do uso da força militar contra a Venezuela”, convocada pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês) – uma think tank [tanque de pensamento, na tradução literal, uma entidade que reúne pensadores de determinada área] estadunidense, financiada por instituições, como: Banco das Américas, Chevron e Exxon Mobil.

 

 

Já pelos Estados Unidos foram enviados representantes do atual e do antigo Departamento de Estado, do Conselho Nacional de Inteligência e oficiais do Conselho de Segurança Nacional, junto com o Almirante Kurt Tidd, que até recentemente era o comandante do Comando Sul dos EUA. A denúncia foi feita pelo jornalista Max Blumenthal, do portal The Grayzone, quem teve acesso a uma lista com os participantes e recebeu a confirmação da sua realização pela pesquisadora do CSIS, Sarah Baumunk e o pesquisador da Hill &Company, Santiago Herdoiza.

Essa lista de assistentes não apenas confirma que a administração Trump e seus consultores externos estão ponderando opções para um ataque militar à Venezuela, também descreve o elenco de personagens envolvidos na elaboração de uma operação de mudança de regime no país.

"O que um diplomata brasileiro faz em uma reunião secreta onde se planeja uma guerra contra a Venezuela? Bolsonaro viola a Constituilção e a história de paz do seu país numa aventura racista de Trump”, afirmou embaixador da Venezuela na ONU, Samuel Moncada.

Também o chanceler Jorge Arreaza afirmou que o Estado venezuelano levará a denúncia, realizada pelo portal The Grayzone, às instâncias políticas e judiciais competentes.

Pompeo visita fronteira com Venezuela

Aos gritos de: “A pátria não se vende, a pátria se defende”, a Milícia Bolivariana da Venezuela recebeu a notícia de que o secretario de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo visitou Cúcuta, cidade na fronteira colombo-venezuelana, que há um mês meio viveu o episódio da tentativa de entrada forçada de caminhões com suposta ajuda humanitária para a Venezuela, logo depois de passar por Chile, Paraguai e Peru. Essa é a segunda grande viagem pela América Latina de um alto funcionário da administração Trump em menos de cinco meses.

Reunidos em San Antonio del Táchira, os milicianos decidiram demonstrar sua contrariedade à visita do funcionário estadunidense, que afirmou que “a usurpação do poder por parte de Nicolás Maduro tem que terminar”.

O ex-diretor da CIA visitou albergues que acolhem imigrantes e anunciou, junto ao presidente colombiano, Iván Duque, um “plano de impacto”, que prevê US$ 229 milhões de dólares para “apoiar” os estados colombianos que dividem 878 km de fronteira com a Venezuela.

O plano inclui um pacote de 50 medidas que serão adotadas pelo Executivo Nacional e pelos governos dos estados Norte de Santander, Arauca, Cesar, La Guajira, Vichada y Guainía, que prevê oferta de crédito, criação de empregos e atenção humanitária, voltada para migração venezuelana.

O programa, no entanto, não busca a diminuição da pobreza que bate recordes nos estados La Guajira (52,6%), Cesar (40,7%) e Norte de Santander (40%), segundo dados de 2017 do Departamento Administrativo Nacional de Estadística (DANE).

Ainda durante sua visita, Pompeo passou pela ponte fronteiriça Simón Bolívar. Do lado venezuelano, o povo questionava as políticas migratórias dos Estados Unidos na fronteira sul com o México. O secretário é um dos entusiastas, ao lado de Donald Trump, da construção de um muro que divida os dois países e impeça a migração latino-americana.

BRASILDEFATO; Edição: Pedro Ribeiro Nogueira

Última actualización el Domingo, 05 de Mayo de 2019 00:31
 

Add comment


Security code
Refresh

La izquierda totalitaria se prepara para

Indicado en la materia

Por Carlos Alberto Montaner.- Hasta enero de este año el régimen cubano pensaba que Donald Trump sería reelecto en noviembre. Estaba resignado y buscaba alternativas para salvarse, simulando una apertura qu...

La corrupción, la clase media y los juic

Indicado en la materia

Por DIMAS CASTELLANOS.-  En el diario Granma del 29 de abril aparecieron las palabras del presidente Miguel Díaz-Canel: "aquí nadie puede estar haciendo actividad ilícita, aquí nadie está autorizado para vender ni revender na...

La involución de los inconformes

Indicado en la materia

Por FRANCISCO ALMAGRO DOMÍNGUEZ.-  En EEUU, al subir a bordo de la campaña demócrata a la congresista Alexandria Ocasio Cortez, según varios analistas, Joe Biden ha terminado aceptando la hoz y el martillo en...

'Sin campo no hay país': la oportunidad

Indicado en la materia

Por DIMAS CASTELLANOS.-  El pasado 27 de abril La Liga de Campesinos Independientes y el capítulo cubano de la Federación Latinoamericana de Mujeres Rurales (FLAMUR), anunciaron la campaña "Sin campo no hay país", en...

Crisis política en Brasil: ¿Hay peligro

Indicado en la materia

Por Jorge Hernández Fonseca.-  La respuesta a la pregunta sobre el peligro de la izquierda en las próximas elecciones queda respondida, no hay peligro. La izquierda en Brasil es fuerte, pero no...

La economía cubana (y el castrismo) en c

Indicado en la materia

Por Jorge Hernández Fonseca.-  Demás estaría decir que es precisamente ahora el momento de mayor debilidad del castrismo en los más de sesenta años de opresión. Cualquier chispa podría hacer saltar po...

El Coronavirus: Los comunistas chinos co

Indicado en la materia

  Por Jorge Hernandez Fonseca.-  Varios médicos y enfermeras chinas alertaron de la potencial epidemia-pandemia. La responsabilidad del equivocado tratamiento que recibieron recae sobre las autoridades comunistas, prestas siempre a acallar toda ...