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Notícias: Brasil
Cubanos são detidos para não celebrar PDF Imprimir E-mail
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Jueves, 24 de Febrero de 2011 10:49

Dissidentes cubanos denunciaram detenções e ameaças no primeiro aniversário da morte do preso político Orlando Zapata, em 23 de fevereiro. Ele morreu depois de quase três meses de greve de fome.

Segundo dissidentes, mais de 130 opositores foram detidos arbitrariamente nas últimas 48 horas e outros foram colocados em prisão domiciliar, incluindo o ativista Guillermo Fariñas, que depois da morte de Zapata fez greve de fome por quatro meses.

"Em todos os casos foram prisões preventivas, provavelmente de curta duração, para evitar a participação nos atos de memória de Zapata", disse o líder da Comissão Cubana de Direitos Humanos, Elizardo Sánchez.

Última actualización el Jueves, 24 de Febrero de 2011 10:51
 
Papa pede diálogo à ditadura cubana PDF Imprimir E-mail
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Jueves, 03 de Febrero de 2011 11:29

CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Bento 16 estimulou na segunda-feira o governo comunista de Cuba a aprofundar o diálogo iniciado em 2010 com a Igreja Católica, o que levou à libertação de quase meia centena de dissidentes presos.

"Gostaria de dirigir uma palavra de ânimo às autoridades de Cuba (...) para que o diálogo que felizmente se instaurou com a Igreja se reforce e amplie ainda mais", disse Bento 16 durante uma audiência com diplomatas por ocasião do ano-novo.

A Igreja Católica vem se firmando como o principal interlocutor do governo de Raúl Castro, que prometeu em 2010 ao arcebispo de Havana, cardeal Jaime Ortega, libertar 52 dissidentes presos desde 2003.

Até agora, 41 deles foram soltos, a maioria com a condição de emigrar para a Espanha. Outros 11 se negaram a deixar Cuba e permanecem detidos.

O cardeal Ortega disse que existe "a promessa clara e formal do governo cubano" de libertar todos os presos políticos, e sugeriu que alguns dos 11 ainda detidos estariam dispostos a emigrarem para os Estados Unidos.

Bertha Soler, esposa de um dos presos, disse que Ortega lhes pediu que tenham fé, mas não esclareceu quando seus familiares seriam libertados.

"O momento da libertação não depende do cardeal. Isso é um assunto do Estado", disse à Reuters a líder do grupo Damas de Blanco, que reúne mulheres de presos políticos.

Além dos dissidentes, mais de dez presos condenados por crimes como pirataria ou terrorismo foram libertados como parte do acordo com a Igreja, e também foram para a Espanha.

 
Lula-Chávez: "África-América do Sul" PDF Imprimir E-mail
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Domingo, 15 de Agosto de 2010 16:59
Última actualización el Domingo, 15 de Agosto de 2010 17:13
 
Internet chega a Cuba, não aos cubanos PDF Imprimir E-mail
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Sábado, 19 de Febrero de 2011 12:34

A instalação do cabo de fibra óptica entre Venezuela e Cuba, para modernizar o acesso à internet na ilha, não deve trazer benefícios aos cubanos, mas sim ampliar o controle da informação - e da banda larga. A substituição da conexão por satélite vai reduzir custos, mas a rede permanecerá censurada. O acesso rápido, porém, deve ajudar a disseminar a "web extraoficial", impulsionando inovações tecnológicas para a troca de informações.

A joint venture cubano-venezuelana para a instalação dos 1.600 quilômetros de cabos submarinos burla as sanções dos EUA, que proíbem a ilha de ter acesso a cabos de fibra óptica que fazem a comunicação com o mundo todo. Os trabalhos começaram este mês e devem ser concluídos na segunda quinzena de fevereiro. A internet rápida será habilitada no segundo semestre e ampliará a velocidade da conexão em 3 mil vezes - de 209 megabytes para 640 gigabytes. O projeto, bancado pela Venezuela, custará US$ 70 milhões - cerca de 800 mil barris de petróleo.

O reflexo da mudança será sentido nos setores de pesquisa e educação, autorizados pelo governo a usar a web. Apenas 14% da população tem acesso à rede. "Em Cuba, a internet não é uma questão técnica ou econômica, mas política", afirmou ao Estado o especialista cubano Eugenio Yáñez, que vive em Miami. "Não devemos esperar qualquer grande abertura para o acesso dos cubanos à web, já que a rede é controlada por um servidor estatal. O governo não será afetado pela mudança", disse.

A internet rápida será oferecida apenas em centros públicos. Segundo Havana, não há verba para levar conexão até as casas. A banda larga, porém pode abrir um precedente para incentivar a população a cobrar maior acesso à web, principalmente com as mudanças econômicas previstas para este ano na ilha com o incentivo estatal ao setor privado.

Para Yáñez, a melhoria da conexão pode também ampliar as oportunidades para a população escapar da censura e trocar conteúdo considerado inapropriado pelo governo.

"Qualquer conteúdo ilegal da rede gravado em pen drives, CDs e outros equipamentos portáteis pode ser copiado e divulgado. Essa informação pode abastecer a "web ilegal" criada pelos cubanos, assim como existem hoje os sistemas de TV e as antenas parabólicas. Se o país tem uma conexão mais eficiente, os avanços tecnológicos e as oportunidades para a troca de dados são maiores", afirmou Yáñez.



Última actualización el Sábado, 19 de Febrero de 2011 12:38
 
Dilma Rousseff e a política com Cuba PDF Imprimir E-mail
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Domingo, 09 de Enero de 2011 13:28

BRASÍLIA - Ao passar pela China, seguindo o princípio de não intervenção em assuntos internos, a presidente Dilma Rousseff deve se esquivar, caso seja perguntada sobre a situação dos direitos humanos naquele país, para fugir de uma gafe. Mas não tentará agradar a ninguém e, dificilmente, oficializará a economia chinesa como de mercado. (Leia também: Política externa no governo Dilma dará ênfase aos direitos humanos )

Outro tema delicado é Cuba. Segundo fonte de governo, deve-se evitar o que aconteceu quando o ex-presidente Lula falou sobre prisioneiros políticos cubanos que estavam em greve de fome. Em visita a Havana, além de nada ter feito para interromper o dramático processo que culminou com a morte de Orlando Zapata, opositor dos irmãos Fidel e Raúl Castro, o ex-presidente do Brasil declarou: "Imagine se todos os bandidos presos em São Paulo entrarem em greve de fome e pedirem liberdade". Dilma não diria isso, acreditam seus auxiliares.

A presidente também gostaria de ajudar em uma negociação para a paz duradoura no Oriente Médio. Mas isso só será passado por sutis recados diplomáticos. Ninguém espere que Dilma vá direto a Israel e aos territórios palestinos para tratar do assunto, como fez Lula.

- A presidente será mais cautelosa. Jamais ela fará declarações mais impulsivas, que podem levá-la ao erro - disse um integrante da equipe de Dilma.

Presidente começa agenda internacional pela Argentina

Dilma inaugura sua agenda internacional no fim deste mês, com uma viagem a Buenos Aires. A escolha da Argentina é simbólica e com forte apelo histórico. O encontro com a presidente argentina Cristina Kirchner começa a ser preparado nesta segunda-feira por Patriota, que já embarcou para o país vizinho.

A presidente deve passar por Montevidéu, no Uruguai, e, logo nos primeiros dias de fevereiro, por Assunção, no Paraguai. Segundo um graduado diplomata, a presidente pretende deixar claro a Uruguai e Paraguai, tidos como sócios menores do Mercosul, que está comprometidíssima com integração na América do Sul e que e isso começa com os vizinhos do Cone Sul.

Os contatos com Cristina Kirchner, o uruguaio José Mujica e o paraguaio Fernando Lugo serão breves. Dilma estará se preparando para seu primeiro grande encontro com os líderes sul-americanos, que se reunirão no dia 17 de fevereiro, no Peru, num encontro de cúpula com os chefes de Estado de países árabes. Integração, defesa da democracia e cooperação são pontos a serem abordados por ela em seu esperado primeiro discurso em reunião de cúpula.

Pessoas próximas a Dilma revelam que, após o rápido giro na América do Sul, Dilma irá a Washington em março. A visita à China está programada informalmente para abril. Os chineses são os maiores parceiros comerciais do Brasil, seguidos pelos americanos.

 
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