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Notícias: Brasil
Havana: Gays encontam seu espaço PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 24 de Marzo de 2011 10:19

Em uma cidade sem bares ou discotecas para os homossexuais, a comunidade gay que vive em Havana começa a encontrar seu espaço em alguns centros noturnos estatais que estão desbancando as festas clandestinas.

Embora sejam poucos, esses locais atraíram o público homossexual, cuja melhor opção para se reunir até então eram as festas ilegais, que eram divulgadas pelo boca a boca.

Muito perto da Praça da Revolução, o "Café Cantante Mi Habana" é considerado o paraíso da comunidade gay nos finais de semana e conta com uma programação variada.

Na noite de uma segunda-feira de março, o chão do famoso "Piano Bar Habaneciendo", situado no centro da cidade, treme com cerca de 200 clientes, em sua maioria gays, que dançam ao ritmo de Shakira, enquanto do lado de fora a fila para entrar ainda é grande.

No antigo cabaré "Las Vegas", os homossexuais se reúnem nas noites de quintas-feiras para presenciar um espetáculo conduzido por dois dos travestis mais famosos do país.

O "Las Vegas" funciona como o primeiro - e até agora único - centro noturno que apresenta regularmente shows de drag queens em Havana, com o apoio do Ministério da Cultura de Cuba.

A especialista do Centro Nacional de Educação Sexual (Cenesex), Ada Alfonso, disse à Agência Efe que em Cuba "não há lugares gays", mas esse público foi "se apoderando" de outros estabelecimentos.

Segundo ela, o que ocorreu nos últimos meses foi que alguns ambientes caíram nas graças da comunidade gay e não se "espantaram" com a presença de namorados do mesmo sexo.

Ada ressaltou que, historicamente, as casas noturnas que eram frequentadas pelos gays eram as que operavam de forma ilegal, aumentando "a vulnerabilidade social" dos homossexuais.

Sua percepção é que o fenômeno atual está relacionado com a "sensibilidade particular" das administrações desses estabelecimentos e também com o trabalho de educação sexual realizado no país.

O diretor do "Café Cantante Mi Habana" admitiu à Efe que, efetivamente, a popularidade que esse local alcançou entre o público gay forçou "uma mudança de mentalidade de todos os funcionários".

Em grande medida, pode ser que a mudança tenha sido impulsionada pela intensa campanha que o Cenesex liderou nos últimos anos para sensibilizar a opinião pública em relação à diversidade sexual.

Essa instituição, dirigida por Mariela Castro, filha do presidente Raúl Castro, tem entre suas conquistas a celebração do Dia Mundial contra a Homofobia desde 2007, a legalização das operações de mudança de sexo e a apresentação ao Parlamento de um projeto de lei para modificar o Código de Família, com aspectos como a união legal entre casais homossexuais.

Há seis meses, o Cenesex e o Ministério da Cultura assinaram um convênio cultural que abriu o "Las Vegas" para drag queens, em um projeto orientado a todos os públicos.

Membros da comunidade gay da ilha consideram que esses centros noturnos "romperam barreiras" e asseguram que há "normas" implícitas para preservá-los.

Malú Cano, uma ativista pelos direitos dos homossexuais, disse à Efe que, como norma, "aquele que criar problemas não volta a entrar" nesses lugares, porque a comunidade gay não está disposta a perder o terreno ganho.

Juan Manuel, de 44 anos e quem diz ter conhecido todo o circuito ilegal de Havana na busca de diversão, acredita que não se deve exagerar no otimismo, mas admite que há grandes avanços.

Ele disse à Efe que o "reinado" das festas clandestinas perdeu muito terreno e que, se o Governo não censurar o que está ocorrendo nos novos estabelecimentos e admitir que surjam outros, as casas ilegais simplesmente desaparecerão.

"Agora, nestes ambientes novos, não é necessário se esconder nem se assustar com a chegada da Polícia", ressaltou.

Além disso, acrescentou que os funcionários desses estabelecimentos estão encarando tudo "muito bem, apesar de ao seu redor estar ocorrendo algo pouco comum em Cuba: homens dançando com homens".

 
Castro: "Libia mais grave que o Japão" PDF Imprimir E-mail
Escrito por Fuente indicada en la materia   
Domingo, 13 de Marzo de 2011 13:02

"Outro terremoto, de caráter político, potencialmente mais grave (do que o terremoto de Japão), é o que tem lugar em torno da Líbia, e afeta de um modo ou outro todos os países." Fidel Castro


Um forte terremoto de magnitude 8,9 estremeceu hoje o Japão. O mais preocupante é que as primeiras notícias falavam de milhares de mortos e desaparecidos, cifras realmente inusitadas em um país desenvolvido onde tudo se constrói à prova de terremotos. Inclusive, falava-se de um reator nuclear fora do controle. Horas depois se informou que as quatro usinas nucleares próximas à região mais afetada estavam sob controle. Informava-se igualmente sobre um tsunami de 10 metros de altura, que provocou alerta de maremoto em todo o Pacífico.

O sismo se originou a 24,4 quilômetros de profundidade e a 100 quilômetros da costa. Se tivesse sido produzido a menos profundidade e distância, as consequências teriam sido mais graves.

Houve deslocamento do eixo do planeta. Foi o terceiro fenômeno de grande intensidade em menos de dois anos: Haiti, Chile e Japão. Não se pode culpar o homem por tais t tragédias. Cada país, seguramente, fará o que esteja a seu alcance para ajudar esse laborioso povo que foi o primeiro a sofrer um desnecessário e desumano ataque nuclear.

Segundo o Colegiado Oficial de Geólogos da Espanha, a energia liberada pelo abalo sísmico equivale a 200 milhões de toneladas de dinamite.

Uma informação de última hora, transmitida pela AFP expressa que a companhia elétrica japonesa Tokyo Electric Power comunicou : “De acordo com as instruções governamentais, liberamos parte do vapor que contém substâncias radiativas…” “Acompanhamos a situação. Até o momento não há problema…” “Também se assinalavam desarranjos relacionados com o resfriamiento em três reatores de uma segunda central próxima, Fukushima 2. “O governo ordenou a evacuação das regiões circundantes em um raio de 10 km no caso da primeira central de 3 km no caso da segunda.”

Outro terremoto, de caráter político, potencialmente mais grave, é o que tem lugar em torno da Líbia, e afeta de um modo ou outro todos os países.

O drama que vive esse país está em pleno auge, e seu desenlace ainda é incerto.

Ontem aconteceu um grande corre-corre no Senado dos Estados Unidos quando James Clapper, diretor nacional de Inteligência, afirmou no Comitê de Serviços Armados: “Não creio que Kadafi tenha alguma intenção de ir embora. Pelas evidências de que dispomos, parece que se está instalando um processo de longa duração.”

Agregou que Kadafi conta com duas brigadas que “são muito leais” . Assinalou que “os ataques aéreos do Exército fiel a Kadafi destruíram ‘principalmente’ edifícios e infra-estructura, mais do que causar baixas entre a população”.

O tenente-general Ronald Burgess, diretor da Agência de Inteligência de Defesa, na mesma audiência ante o Senado disse: “Kadafi parece que ‘vai seguir no poder, a menos que outra dinâmica mude o momento atual’.”

“A oportunidade que os rebeldes haviam tido no começo do levantamento popular ‘começou a mudar’”, assegurou.

Não abrigo nenhuma dúvida de que Kadafi e a direção líbia cometeram um erro ao confiar em Bush e na Otan, como se pode deduzir do que escrevi na Reflexão do dia 9.

Tampouco duvido das intenções dos Estados Unidos e da Otan de intervir militarmente na Líbia e abortar a onda revolucionária que sacode o mundo árabe.

Os povos que se opõem à intervenção da Otan e defendem a ideia de uma solução política sem intervenção estrangeira, abrigam a convicção de que os patriotas líbios defenderão sua Pátria até o último alento.

Fidel Castro Ruz
11 de março de 2011, às 22h12

Fonte: Cubadebate
Tradução: Redação do Vermelho

Última actualización el Domingo, 13 de Marzo de 2011 13:07
 
Castro Chávez e Ortega apioam Kadafi PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Miércoles, 02 de Marzo de 2011 10:36

Venezuela, Cuba e Nicarágua tomaram distância da condenação manifestada pela maioria dos países da América Latina à repressão política empreendida pelo ditador líbio, Muammar Kadafi. Esses três países evitaram condenar expressamente a violência promovida por Kadafi e mostraram reservas à decisão da Assembleia Geral das Nações Unidas de expulsar a Líbia do Conselho de Direitos Humanos (CDH) da ONU, embora tenham se pronunciado favoráveis à iniciativa, aprovada por consenso.

"O povo líbio deve definir seu destino sem interferências estrangeiras. Os povos soberanos são os únicos protagonistas da história e nenhuma força estrangeira está autorizada a intervir nos assuntos internos da nação líbia", declarou o embaixador da Venezuela na ONU, Jorge Valero, durante a reunião da Assembleia. O diplomata exortou aos "países amantes da paz" que detenham "os planos de invasão da Líbia anunciados com descaramento" pelos Estados Unidos. Para ele, esses planos tem o claro propósito de "se apropriar do imenso potencial de recursos naturais e riquezas energéticas que estão depositados na terra mãe do povo líbio".

O embaixador cubano na ONU, Pedro Núñez Mosquera, se alinhou ao colega venezuelano nessas acusações e defendeu "uma solução pacífica e soberana sem ingerências nem intervenções estrangeiras". "Acompanhamos com preocupação as reiteradas declarações dos EUA e da União Europeia sobre a possibilidade de uma intervenção armada", à qual "Cuba se opõe categoricamente", já que, segundo ele, tal ação deixaria "milhares de mortos e graves consequências para a economia mundial".

Nesse mesmo sentido se pronunciou a embaixadora da Nicarágua na ONU, María Rubiales de Chamorro, que expressou a preocupação de seu país com a perda de vidas humanas no caso de uma intervenção. "Acreditamos na capacidade e sabedoria do povo líbio e de sua liderança comandada por Kadafi para resolver seus problemas internos e encontrar uma solução pacífica de maneira soberana, sem ingerências, sem dois pesos e duas medidas, sem intervenções militares estrangeiras de nenhum tipo", afirmou.

Líbios enfrentam repressão e desafiam Kadafi
Impulsionada pela derrocada dos presidentes da Tunísia e do Egito, a população da Líbia iniciou protestos contra o líder Muammar Kadafi, que comanda o país desde 1969. As manifestações começaram a tomar vulto no dia 17 de fevereiro, e, em poucos dias, ao menos a capital Trípoli e as cidades de Benghazi e Tobruk já haviam se tornado palco de confrontos entre manifestantes e o exército.

Os relatos vindos do país não são precisos, mas tudo leva a crer que a onda de protestos nas ruas líbias já é bem mais violenta que as que derrubaram o tunisiano Ben Ali e o egípcio Mubarak. A população tem enfrentado uma dura repressão das forças armadas comandas por Kadafi. Há informações de que aeronáutica líbia teria bombardeado grupos de manifestantes em Trípoli. Estima-se que centenas de pessoas, entre manifestantes e policiais, tenham morrido.

Além da repressão, o governo líbio reagiu através dos pronunciamentos de Saif al-Islam , filho de Kadafi, que foi à TV acusar os protestos de um complô para dividir a Líbia, e do próprio Kadafi, que, também pela televisão, esbravejou durante mais de uma hora, xingando os contestadores de suas quatro décadas de governo centralizado e ameaçando-os de morte.

Além do clamor das ruas, a pressão política também cresce contra o coronel Kadafi. Internamente, um ministro líbio renunciou e pediu que as Forças Armadas se unissem à população. Vários embaixadores líbios também pediram renúncia ou, ao menos, teceram duras críticas à repressão. Além disso, o Conselho de Segurança das Nações Unidas fez reuniões emergenciais, nas quais responsabilizou Kadafi pelas mortes e indicou que a chacina na Líbia pode configurar um crime contra a humanidade.

Última actualización el Miércoles, 02 de Marzo de 2011 10:38
 
Obama em Rio de Janeiro PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 20 de Marzo de 2011 12:12

OBAMA VISITA CIDADE DE DEUS

O presidente norte-americano, Barack Obama, fez uma visita à comunidade de Cidade de Deus, na zona Oeste do Rio. Chegou às 11h20 à favela e deixou o local às 11h53.

Ainda assim, teve tempo de assistir a duas apresentações de crianças e jovens da comunidade. Obama ficou visivelmente impressionado com o desenvoltura das crianças menores --de cerca de quatro-- do grupo de capoeira do mestre Derli Ariri.


Pablo Martinez Monsivais/AP
Presidente Barack Obama se empolga ao assistir apresentação de capoeira
Presidente Barack Obama se empolga ao assistir apresentação de capoeira na favela Cidade de Deus

O presidente dos EUA também viu a demonstração do grupo de percussão da Escola Municipal Pedro Aleixo. As duas apresentações duraram apenas 12 minutos.

Obama não demonstrou muita empolgação. Aplaudiu apenas uma vez, mas acompanhou tanto a apresentação folclórica de origem afro-brasileira como o grupo percussão com batidas de pé.

Obama estava acompanhado de sua mulher, Michelle, e de suas filhas, Sasha e Malia. Michelle Obama se mostrou a mais animada com a apresentação. Batia palmas marcando o ritmo o tempo todo e também acompanhava com os pés a marcação da percussão.

Ao todo, cerca de 50 pessoas acompanharam Obama na visita. O governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e o prefeito da capital, Eduardo Paes, estavam presentes.

A recepção ao presidente norte-americano foi calorosa, em clima de astro pop. Das vielas e ruas da favela e das lajes das casas e dos pequenos prédios, moradores gritavam: "Obama, cadê você, vim aqui só pra te ver!"

DISCURSO


Pablo Martinez Monsivais/AP
Obama joga futebol com criança durante visita à favela Cidade de Deus, no Rio
Obama joga futebol com criança durante visita à favela Cidade de Deus, na zona oeste do Rio

O presidente americano deve se reunir com autoridades do Estado em almoço e depois seguir para o seu discurso no Theatro Municipal, que está previsto para as 15h.

O último compromisso da comitiva será um encontro com Daniel Martinelli, 21, grafiteiro da Cufa (Central Única das Favelas). Quinze painéis do artista de rua estão expostos.

O Serviço Secreto Americano proibiu que as pessoas presentes atualizem Twitter e Facebook durante a visita.

A comitiva presidencial americana deixará o Rio na manhã de segunda-feira, rumo ao Chile. Em seu giro pela América Latina, Obama também visitará El Salvador.

 

Flamengo entrega camisa a Obama

dom, 20/03/11
por G1 |
categoria Obama no Brasil

A operação montada pelo Flamengo para presentear o presidente americano funcionou e Obama recebeu a camisa das mãos da presidente Patrícia Amorim, por volta de 11h da manhã deste domingo, no campo da Gávea.

Alexandre Vidal/Fla Imagem

 

OBAMA CHEGA AO RIO

O Air-Force 1 do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, chegou ao Brasil neste sábado, 19, às 20h18. Obama e sua família desceram do avião às 20h24.

Estavam esperando por eles o governador do Rio, Sergio Cabral, e sua mulher, Adriana Ancelmo; o prefeito da cidade, Eduardo Paes, sua mulher, Cristine Paes, e seus filhos, Bernardo e Isabela.

Pouco antes de Michelle, Malia e Sasha embarcarem com Obama em um helicóptero às 10h28, Paes tirou uma foto de toda a família em sua primeira visita ao Brasil.

* Veja aqui mais fotos do primeiro dia da visita de Obama ao Brasil


Obama chegou então por volta das 21h25 ao hotel onde vai ficar hospedado em Copacabana. Cerca de 500 pessoas aguardavam a chegada do líder norte-americano ao local, mas ele entrou pelos fundos e não foi visto por ninguém. Mesmo assim, a multidão continuava na rua, esperando que o presidente aparecesse na janela de seu quarto.

Momentos antes da chegada de Obama, helicópteros das forças de segurança sobrevoavam a área do hotel. Ao observar a movimentação do comboio presidencial, com dezenas de carros, moradores dos prédios vizinhos foram para as janelas dos seus apartamentos para tentar ver o mandatário.

Obama vai ficar no 16º andar do hotel JW Marriot, na suíte presidencial, com vista para o mar. Obama chegou ao Brasil às 7h40 de hoje. Em Brasília, ele se encontrou com a presidente Dilma Rousseff.

No domingo de manhã a família tem visitará a Cidade de Deus, uma das 17 comunidades carentes onde foram instaladas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Obama e família iriam ao Corcovado também pela manhã, no entanto a visita foi adiada para as 17h45. À tarde, o presidente dos EUA fará um discurso no Theatro Municipal para uma plateia selecionada. Na segunda-feira, Obama segue para o Chile, dando continuidade à visita à América do Sul.

(com Bernardo Moura, da Agência Estado e Sabrina Valle, de O Estado de S. Paulo)

 

Veja o roteiro de Obama no Rio

Presidente americano e família ficam na cidade até segunda-feira.
Obama vai discursar neste domingo à tarde no Theatro Municipal.

Do G1 RJ

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, chegou no sábado (19) à noite ao Rio de Janeiro, acompanhado da mulher, Michelle, das filhas e de uma comitiva. A primeira visita oficial de Obama ao Brasil começou em Brasília, onde chegou na manhã de sábado e foi recebido pela presidente Dilma Rousseff.

O presidente americano e a família ficam no Rio até segunda-feira (21) pela manhã. Veja abaixo qual será o roteiro de Obama no Rio.

Roteiro Obama no Rio

 

Última actualización el Domingo, 20 de Marzo de 2011 16:54
 
Chávez e Evo não lutan contra as drogas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 04 de Marzo de 2011 10:28

O governo dos Estados Unidos considerou como “inadequada” a postura da Venezuela na luta contra o narcotráfico e classificou como “fracasso” a cooperação da Bolívia.

As impressões americanas foram expressas através do relatório anual do Departamento de Estado, divulgado nesta quinta-feira (3). O documento ainda destaca a “agressiva” política do México e os “importantes avanços” da Colômbia na luta contra o tráfico internacional de drogas.

Apesar das críticas ao governo venezuelano, que os EUA consideraram “limitar-se a discursos”, o documento afirma que a administração Obama espera obter maior colaboração de Chávez.

O Departamento de Estado americano publica este relatório anualmente, sempre no mês de março. Agora o presidente Barack Obama deverá analisar a cooperação internacional dos países relacionados na luta contra o narcotráfico, para determinar a ajuda financeira que cada um destes países receberá dos EUA no ano seguinte.

No caso da Venezuela, Obama determinou em 2010, pelo quinto ano consecutivo, que o país “fracassou”. A Bolívia também recebeu a mesma avaliação pelo terceiro ano seguido.

 

Exército venezuelano estaria envolvido com narcotráfico

O relatório publicado nesta quinta-feira insiste que os EUA continuam dispostos a “aprofundar a colaboração com a Venezuela” para conter o “fluxo de drogas ilegais que passam pelo território”.

O documento menciona que grupos ilegais armados da Colômbia, como as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), têm transportado e distribuído drogas no país, e exibe informações da imprensa local que sugerem que alguns agentes das forças de segurança venezuelanas estariam envolvidos com grupos ligados ao narcotráfico.

De fato, o relatório indica que a corrupção parece ter contribuído para que essas organizações utilizassem o território venezuelano como rota de passagem em 2010.

A Venezuela continua sendo uma rota importante para o tráfico de cocaína, dizem os EUA, que calculam que 250 toneladas de cocaína transitem por ano no país.

Produção de cocaína boliviana cresceu 36%

Quanto à Bolívia, o terceiro produtor de cocaína do mundo, o relatório reitera que o governo obteve um “fracasso manifesto em seus esforços para cumprir obrigações" internacionais de combate ao narcotráfico.

O documento ainda aponta que uma nova lei provavelmente permitirá o cultivo legal de 8.000 hectares a mais de coca no país.

Os EUA consideraram que, apesar da Bolívia exceder o objetivo mínimo de erradicação e apreensões, o esforço geral “não está ajustado às suas obrigações” com a comunidade internacional.

De fato, o potencial de produção de cocaína no país andino cresceu 70% entre 2006 e 2009 e os cultivos aumentaram 36%, para 35 mil hectares nesse período.

"Copyright Efe - Todos os direitos de reprodução e representação são reservados para a Agência Efe."

 
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