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Cuba recebe críticas X morte de opositor PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 22 de Enero de 2012 13:28

A morte de Wilman Villar, um opositor de 31 anos, na quinta-feira, após 50 dias de greve de fome em uma prisão de Santiago de Cuba, a 960 quilômetros de Havana, desencadeou uma onda de críticas ao governo de Raúl Castro de Washington, Madri, Bruxelas, Chile e da organização Human Rights Watch. Um comunicado da Casa Branca emitido na sexta-feira indicou que "o falecimento desnecessário de Villar ressalta a repressão permanente do povo cubano e os infortúnios que encaram os indivíduos corajosos que defendem os direitos universais de todos os cubanos".

"Os pensamentos e orações do presidente (Barack) Obama estão com a esposa, a família e amigos de Wilmar Villar, um corajoso jovem defensor dos direitos humanos e das liberdades fundamentais em Cuba", indicou o texto de Washington. As declarações do Departamento de Estado e da Casa Branca "impressionam pela sua hipocrisia e pelos duplos padrões" e são "um ato de cinismo colossal", reagiu a diretora de América do Norte da Chancelaria cubana, Josefina Vidal.

Segundo a dissidência, Villar, membro da União Patriótica de Cuba, exigia a sua libertação e considerava "injusta" a sua condenação a quatro anos de prisão por "desacato, desobediência e atentado". Os dissidentes afirmam que ele só foi hospitalizado cinco dias antes de morrer, em estado muito grave.

O governo cubano denunciou uma campanha de "difamação" e assegura que Villar foi condenado por agredir em público a sua esposa, a também opositora Maritza Pelegrino, e por ter resistido à prisão, ao mesmo tempo que nega que fosse um dissidente, em uma nota publicada neste sábado no jornal oficial Granma.

Madri pediu que Cuba "liberte todos os presos políticos, garanta os direitos humanos e as liberdades fundamentais e permita a livre expressão de todas as ideias políticas, sem exceção". O novo Executivo dirigido pelo conservador Mariano Rajoy manifestou "a sua preocupação com a situação que afeta os cidadãos que manifestam a sua discordância com as autoridades da ilha".

A alta representante da UE para a Política Exterior e de Segurança Comum, Catherine Ashton, se somou às críticas e disse que este caso gera dúvidas sobre o sistema judiciário e penitenciário cubanos. "Não cabe ao governo espanhol nem à União Europeia a menor autoridade moral para julgar Cuba", ressaltou a Chancelaria cubana em seu site, enquanto os acusou de se pronunciarem "sem sequer averiguar ou esperar para saber o que ocorreu realmente".

O governo chileno também lamentou a morte de Villar e expressou "preocupação com o respeito que se dá nesse país (Cuba) às liberdades civis e aos direitos humanos". O porta-voz da opositora Comissão de Direitos Humanos, Elizardo Sánchez, estimou entre 50 e 60 as detenções de curta duração realizadas na sexta no leste do país para impedir a assistência aos funerais de Villar em Contramaestre, Santiago de Cuba.
Foi montado "um pequeno estado de sítio, com controles em estradas", disse Sánchez à agência AFP, considerando a medida "exagerada", já que "apenas entre 12 e 15 opositores" de cada uma das quatro províncias vizinhas pretendiam ir. De acordo com a oposição, a morte de Villar é um caso similar ao do dissidente Orlando Zapata, que morreu no dia 23 de fevereiro de 2010 depois de 85 dias de jejum na prisão.

"Este crime poderia ter sido evitado, mas já é tarde, muito tarde. Mais de um coveiro levam o cadáver deste jovem mártir", disse o dirigente opositor Oswaldo Payá, em referência a Villar, por meio de um comunicado enviado à imprensa.

Última actualización el Domingo, 22 de Enero de 2012 13:30
 
Dimissões, 1º fracasso de Raúl Castro PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 12 de Diciembre de 2011 11:38

Intenção de demitir 500 mil até abril foi abortada graças a uma silenciosa e incomum rebelião no funcionalismo

Cenário: Rodrigo Cavalheiro - O Estado de S.Paulo

A anunciada redução em massa de funcionários representa o fracasso mais claro do pacote de medidas econômicas anunciado pelo presidente Raúl Castro neste ano - embora caminhe devagar, a venda de carros e de casas tende a reduzir a informalidade no longo prazo.

Falha principal do governo foi anunciar a demissão sem dar nome aos demitidos - Alejandro Ernesto/Efe
Alejandro Ernesto/Efe
Falha principal do governo foi anunciar a demissão sem dar nome aos demitidos

Apesar de ter superado a expectativa do governo cubano, a multiplicação de "cuentapropistas", como são chamados os microempresários em Cuba, e de seus negócios é inexpressiva se o objetivo for absorver os 1,3 milhão de empregados públicos do país que o próprio Estado considera "demais" e tem intenção de demitir até 2015.

Até mesmo a intenção de demitir 500 mil pessoas até abril foi abortada, por uma silenciosa e incomum rebelião dentro do funcionalismo - uma camada fortalecida em número e quadros ao longo de cinco décadas de regime.

Sem nomes

A falha principal do governo, afirmam dois militantes do Partido Comunista Cubano, foi anunciar a demissão sem dar nome aos demitidos. Cada empresa pública recebeu ordem de cortar, a seu critério, um determinado número de empregados em certo prazo. Como o critério dos chefes nem sempre foi o da produtividade, parte dos que ficariam empregados nessa primeira leva de cortes não só opinou, como se opôs ao apadrinhamento.

No leste de Cuba, a parte mais pobre e exposta à crise econômica da ilha, alguns núcleos descontentes chegaram a entoar a palavra "huelga" (greve, em espanhol), ausente por imposição do dicionário cubano (até mais do que "lucro"). As greves estão proibidas na ilha. Mas o rápido recuo do governo no plano de demissões sugere que esse ato "antirrevolucionário" nunca esteve tão perto de ocorrer nas últimas cinco décadas.

 
"Fidel matou mais do que eu" O Chacal PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 07 de Noviembre de 2011 20:59

O venezuelano "Carlos el Chacal" afirmou ter cometido mais de uma centena de ataques que deixaram de 1.500 a 2.000 mortos, apesar de não ter dado detalhes, em uma entrevista publicada neste domingo pelo jornal venezuelano El Nacional, às vésperas de seu julgamento na França.

Ao ser questionado sobre se acredita ter errado, "Carlos", na prisão há 17 anos, afirmou que apenas cometeu "erros menores" e se comparou ao líder cubano Fidel Castro, que, afirma, "matou mais gente" que ele. "O terrorismo existirá enquanto os imperialistas tiverem uma primazia mundial. Eu sou inimigo de terroristas como Estados Unidos e Israel", afirmou.

Questionado sobre as mortes de civis provocadas por suas ações, Ilich Ramírez Sánchez, apelidado de "Carlos, el Chacal", afirmou que "houve poucas": "calculei que não chegavam a 10%. Entre 1.500 e 2.000 mortos, não foram mais de 200 as vítimas civis.

"Carlos", que concedeu a entrevista em 27 e 28 de outubro por telefone na prisão parisiense de Santé, será julgado a partir de segunda-feira em Paris por quatro atentados cometidos nos anos 1980 na França, que deixaram 11 mortos.

Este será o segundo julgamento contra esta figura da luta armada pela causa palestina após ter sido condenado à prisão perpétua em 1997 pelo assassinato de dois policiais e um informante na capital francesa em 1975. O venezuelano, 62 anos, afirmou também ao jornal que sob sua "coordenação" foram cometidos "mais de 100" ataques, que segundo ele foram "muito bem executados", mas dos quais não dá mais detalhes.

Por outro lado, o venezuelano declarou ter sido vítima do "roubo" da ajuda econômica que o governo do presidente Hugo Chávez teria aprovado a seu favor. "Me sabotaram. Me roubaram a ajuda que me enviaram da Venezuela ao menos duas vezes", denunciou "Carlos", que apontou particularmente o embaixador venezuelano na França, Jesus Arnáldo Pérez.

Em declarações ao El Nacional, o embaixador desmentiu as acusações e disse que Caracas presta "ajuda humanitária" ao preso. Paralelamente, "Carlos" mostrou-se convencido de que será libertado e que então se unirá ao governo de Chávez para "ajudar a vigiar com as armas". Para o condenado, Chávez é o "único caso na História da humanidade no qual um caudilho militar, que tem o povo a seu favor, não gosta de sangue". "Não se pode fazer uma revolução de forma pacífica", disse.

Última actualización el Lunes, 07 de Noviembre de 2011 21:09
 
¡O rey está nu! PDF Imprimir E-mail
Escrito por Fuente indicada en la materia   
Viernes, 30 de Diciembre de 2011 10:58

Por Jorge Hernández Fonseca.-

Acabamos de assistir a uns dos lances mais dramáticos da longa história de embustes que o castrismo tem submetido aos cubanos de dentro e fora da ilha. Primeiro, através de seu sistema de informação-desinformação, fez circular a notícia que na próxima assembléia do “poder popular” seria anunciada --pelo Raúl Castro-- a tão aguardada “reforma migratória”. Acabaria a opressiva “permissão de saída”, o qual causou uma expectativa sem precedentes na área das limitações que a ditadura tem submetido aos cubanos, dentro da chamada “cárcere grande”.

A tão esperada libertação, anunciada tempo atrás pelo próprio Raúl Castro, se inscreve dentro do que ele e seus generais têm chamado de “mudanças”, mas, que a diferencia de outras medidas do mesmo corte, não está direcionada ao sector econômico --como o conjunto de ações destinadas na ilha ao setor de “ofícios autorizados”-- mas, ao sensível setor social.

Depois de anunciado profusamente --em entrevistas e artigos de opinião de “intelectuais” castristas que participaram na redação da reforma-- Raúl Castro simplesmente teve medo ante a reação do povo: o anuncio da eliminação da “permissão de saída” provavelmente causaria uma invasão similar à da embaixada do Peru, em 1980 (mais de 100 mil cubanos entraram nos terrenos da embaixada e recusaram sair da sede diplomática até não ter garantido asilo político no Peru), mas, esta vez seria nos terrenos do aeroporto internacional de Havana.

Tentando amenizar a decepção que provocaria o fato de não anunciar o levantamento das draconianas restrições migratórias cubanas, o general ordenou a seus auxiliares procurar uma alternativa (outra) que de alguma maneira compensara o embuste. Como não libertariam aos cubanos do “cárcere grande”, atuariam no “cárcere pequeno”, libertando então quase três mil presos, o que internamente representou pouco (num universo de 70-80 mil presos na ilha), internacionalmente deu sim a impressão de “generosidade”, que na realidade não tem caracterizado à ditadura cubana.

As causas deste vexame (um ditador jogando descaradamente ante o mundo com a liberdade, não já política, mas, de movimentos de seu povo, em vivo e em direto) podem ser várias. Muito provavelmente obedeceria a que o ‘ditador maior’ --ainda escutado-- negou-se ‘refrendar’ “tão irresponsável” medida, y Raúl Castro decidiu adia-a até o desenlace final do velho ditador.

Depois deste proceder nervoso com algo tão fundamental para qualquer cidadão, como entrar e sair no seu próprio país --garantido até nos regimes mais autoritários do mundo-- a ditadura de Raúl tem ficado nua na frente da comunidade internacional. Não se trata da análise da conveniência de certas decisões. Trata-se de que intelectuais do governo anunciaram a eliminação da “permissão de saída”, e inexplicavelmente ficou sem efeitos, com justificativas fúteis, depois de inexplicáveis 53 anos sem liberdade para viajar.

Este adiado anuncio --associado sem dúvidas ao “tremer de pernas” do Raúl e seus generais-- suma-se à lista de “deposição das bandeiras socialistas” que Raúl Castro vem patrocinando desde que assumiu a chefatura do governo, pensando vir a ser ‘outro’ “salvador da pátria”: primeiro, o escamoteio do trunfo da oposição cubana contra o socialismo castrista (Raúl e seus generais querem encabeçar agora o trânsito do comunismo ao capitalismo); e segundo, a venda das riquezas nacionais --e das empresas previamente confiscadas aos capitais cubanos-- entregando-as ilegalmente a exploradores capitais estrangeiros, alheios aos interesses da Nação Cubana. Um jogo sujo que se suma à traição de origem com a revolução de 1959.

¿Quê roupa fica para vestir um ‘rei’ que se comporta de semelhante maneira? Os filhos e netos de Fidel, Raúl e seus generais, repartem-se o país como proprietários capitalistas de vidas e fazendas. Vidas, porque reafirmam o ‘cadeado’ na porta de saída da ilha, sua propriedade particular; e fazendas, porque repartem as riquezas nacionais entre os que melhor lhes pagam desde o estrangeiro. Ante tão triste e desolador panorama nacional, já sem ideologias que os justifiquem, fica claro agora mais do que nunca, que ¡o rei está nu!
25 de Dezembro de 2011
Artigos deste autor podem ser consultados em http://www.cubalibredigital.com

Última actualización el Viernes, 30 de Diciembre de 2011 11:00
 
Cuba crescerá menos do planejado PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 03 de Diciembre de 2011 10:17

O crescimento estimado do Produto Interno Bruto de Cuba em 2011 é de 2,7 por cento, segundo informações da reunião ampliada do Conselho de Ministros, publicadas hoje pela imprensa.

A cifra é inferior à planificada, três por cento, a causa fundamentalmente do incumprimento do plano de construção e montagem para investimentos, precisa o jornal Granma.

De acordo com a fonte, o Conselho de Ministros encabeçado pelo presidente Raúl Castro reuniu-se em 25 e 26 de novembro, e nele se analisaram as projeções econômicas do país para 2012 e a política para elaborar o novo Código do Trabalho.

Ao referir à proposta de plano e orçamento do ano próximo, Raúl Castro considerou-a sagrada, em aras de atingirem resultados econômicos superiores, aponta a nota.

A análise de ambos os aspectos esteve de acordo com os alineamentos para a política econômica e social do país, aprovados neste ano durante o VI Congresso do Partido Comunista de Cuba.

Com respeito à elaboração do novo Código do Trabalho, o Conselho de Ministros abordou a necessidade de actualizá-lo -data de 1985- para ter em conta na lei aos trabalhadores do setor não estatal com elementos como a obrigação de quem os contratem de cumprirem a legislação trabalhista.

aab/msl/wmr

 
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