La administración Trump suspende los vuelos charters privados a Cuba. Biden critica la decisión

La decisión de "suspender los vuelos chárter privados no hace nada para ...

Mike Pence llamó “héroe” a Álvaro Uribe y pidió el fin de su arresto domiciliario

El vicepresidente de los Estados Unidos, Mike Pence, calificó al ex jefe ...

EEUU confirmó la incautación de cuatro buques con petróleo iraní que iban a Venezuela

El Departamento de Justicia de Estados Unidos informó este viernes que confiscó ...

Donald Trump acusó a los demócratas de bloquear un pago de USD 3.400 para las familias estadounidens

El presidente de los Estados Unidos, Donald Trump, anunció este viernes el ...

Jair Bolsonaro tem a melhor aprovação desde o início do mandato, aponta Datafolha

O presidente Jair Bolsonaro chegou a 37% de aprovação, aumento de cinco ...

Notícias: Brasil
Mesa Redonda com Jorge H. Fonseca PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 17 de Abril de 2010 12:32
SEM CENSURA PARÁ
Mesa de debates da TV Cultura do Estado do Pará, da Terça Feira 6 de Abril de 2010, onde o diretor de Cuba Libre Digital, Jorge Hernández Fonseca, expóe os pontos de vistas opositores ao regime de Fidel Castro, asociados à rica blogosfera cubana.
O programa tratou 3 temas diferentes: O primeiro tema é "turismo sexual"; o segundo tema é a "liberdade na blogosfera: O caso cubano"; e o treceiro tema é a prescência em Belém, da cantante paraense, Claudia Cunha, que atúa na Bahia.
Para o tema cubano, o leitor deve deixar "rolar" o primeiro tema do video embaixo, e o segundo participante, nosso diretor, falará sobre a realidade da ilha.
INÍCIO >> VÍDEOS CULTURA >> VíDEOS
2010-04-08 14:53:55

Sem Censura Pará do dia 06.04.2010


Link
Player

Última actualización el Miércoles, 21 de Abril de 2010 12:17
 
Brasil organiza Cúpula do BRIC PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 15 de Abril de 2010 11:16

O governo brasileiro quer que os quatro maiores países emergentes da atualidade – Brasil, Rússia, Índia e China – atuem com “mais empenho e união” em prol de uma reforma do sistema financeiro internacional.

Segundo um representante do Itamaraty, esta deve ser a principal mensagem do Brasil durante a 2ª cúpula de chefes de Estado dos Brics, nesta sexta-feira, em Brasília.

“O pior da crise econômica já passou, mas não podemos perder o momento para avançar nesse debate”, diz a fonte.

A avaliação é de que Brasil, Índia, Rússia e China têm peso econômico suficiente para “forçar” uma reforma em instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, mas que, para isso, precisam de “coordenação, de empenho”.

O subsecretário de Assuntos Políticos do Itamaraty, embaixador Roberto Jaguaribe, disse que existe uma “pressão crescente” na esfera internacional de que a reforma do sistema “não seja necessária”.

“Temos uma preocupação em levar adiante as reformas necessárias para evitar que a crise se repita. Precisamos consolidar esse processo, porque alguns países já estão achando que (as reformas) não sejam importantes”, disse o embaixador.

Citando estimativa do Fundo Monetário Internacional, Jaguaribe disse que os Brics serão responsável por 61% do crescimento econômico mundial, no período de 2008 a 2014.

A sigla Bric foi criada em 2001 pelo banco de investimentos Goldman Sachs, em um artigo sobre as potências econômicas do futuro, e acabou sendo abraçada pela diplomacia dos quatro países.

Moeda

Sobre a discussão quanto a uma moeda que sirva de alternativa ao dólar, Jaguaribe disse que o assunto continua sendo analisado pelos quatro países, mas “ainda em nível técnico”.

O tema dominou a 1ª cúpula dos Brics, em junho passado, depois que o governo chinês apontou a “primazia” do dólar americano como um dos responsáveis pela disseminação da crise.

De acordo com Jaguaribe, os quatro emergentes têm “fortíssimo interesse” na manutenção do equilíbrio na área financeira, mas que a discussão sobre uma nova moeda será feita “sem pressa”.

Segundo o embaixador, os representantes dos Brics estão preocupados em promover uma substituição do dólar que seja “imperceptível” e “sem especulação”.

“Inventar jogadas que vão gerar marolas não faz parte dos planos de nenhum dos países envolvidos”, disse Jaguaribe. “Não estamos pensando em uma mudança rápida”, acrescentou.

O assunto, segundo ele, não será incluído na pauta formal de debate dos chefes de Estado, estando restrito a um seminário, promovido pelo Banco Central do Brasil, com técnicos das instituições dos quatro países.

‘Ponto forte’

Segundo o Itamaraty, o “ponto forte” da coordenação entre os Brics têm sido as áreas financeiras e econômica, com conversas “frequentes” entre Bancos Centrais e Ministérios da Fazenda dos quatro emergentes. “E a expectativa é de que o foco siga sendo esse”, disse uma fonte do Ministério.

Por sugestão do Brasil, a reunião de chefes de Estado será precedida por uma série de eventos paralelos. Além de empresários dos quatros países, também vão se encontrar representantes dos respectivos bancos de desenvolvimento e de bancos comerciais.

Uma fonte do Ministério da Fazenda disse à BBC Brasil diz que o governo brasileiro, principalmente, sente-se “incomodado” com a “ausência” de bandeiras de bancos brasileiros em outros países em desenvolvimento.

“Estamos discutindo com nossos pares nos outros três países uma forma de estimular a presença dessas instituições nesses países, o que facilitaria em muito o comércio”, diz o representante da área econômica.

A avaliação do governo brasileiro é de que as instituições brasileiras, apesar de fortes no mercado nacional, não estão acompanhando a “nova dinâmica das relações comerciais entre os países do Sul”.

Política

Se no campo econômico a discurso do governo brasileiro é de que os Brics “já mostram avanços”, quando o assunto é a atuação política, a avaliação é de que o grupo deixa a desejar.

Assuntos como a reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas, a política nuclear internacional e as mudanças climáticas ainda não são tratados com frequência entre os quatro emergentes.

Na avaliação de Jaguaribe, os Brics se destacam pelos trabalhos na área econômico-financeira, mas “sem uma mudança equivalente no âmbito político-estratégico”.

“Existe aí um espaço, onde nós batalhamos para que haja uma evolução compatível com as demandas e a expansão dos atores relevantes do mundo”, diz o embaixador.

Temas como o programa nuclear iraniano e um possível acordo climático serão discutidos em encontros “privados” entre os chefes de Estado, ou seja, não fazem parte da pauta formal da cúpula.

IBAS

Nesta quinta-feira, o Brasil sedia uma outra cúpula de chefes de Estado, no âmbito do IBAS – grupo formado por Índia, Brasil e África do Sul.

Esse é o quarto encontro desde que o grupo foi criado, em 2003, com o objetivo de unir os países do Sul em contraposição aos países ricos do Ocidente, representados principalmente pelo G8.

Entre os destaques da cúpula está um encontro com o chanceler palestino, Riad Malik, que será recebido em Brasília para discutir o processo de paz no Oriente Médio.

Segundo Jaguaribe, o encontro foi pedido pelos próprios palestinos, que segundo o embaixador, veem no IBAS uma instância “imparcial”, capaz de contribuir nas conversas com Israel.

 
Cuba acusa EUA por morte de Zapata PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 04 de Abril de 2010 10:54

Havana, 03 abr (Lusa) - O líder parlamentar cubano, Ricardo Alarcón, atribui hoje a responsabilidade da morte do preso Orlando Zapata Tamayo a quem nos Estados Unidos e na Europa "incentiva" a "operação mediática" contra Cuba.

"Eu diria que aqueles que incentivam e elogiam os que se prestaram a esta operação mediática contra Cuba são responsáveis pelas vidas dessas pessoas", afirmou Ricardo Alarcón em entrevista publicada hoje no site oficial Cubadebate.

Orlando Zapata Tamayo, considerado um preso político, morreu em fevereiro, depois de 85 dias em greve de fome em protesto contra as condições da sua execução.

 

Última actualización el Domingo, 04 de Abril de 2010 10:56
 
Veja um tornado bem de perto PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 06 de Junio de 2010 12:53

Veja vídeo que caçador de tornados filmou perto de tempestade nos EUA

DA BBC BRASIL

O caçador de tornados Andy Gabrielson filmou um tornado no Estado americano do Colorado. Ele chegou a apenas 45 metros de distância do tornado.

 

O caçador de tornados Andy Gabrielson filmou um tornado no Estado americano do Colorado.

Ele chegou a apenas 45 metros de distância do tornado.

Gabrielson capturou as imagens durante uma tempestade de três horas de duração na segunda-feira.

A tempestade, em Baça County, no Colorado, havia gerado alertas de tornados na região, o que acabou se concretizando.

Não há relatos de feridos por causa do fenômeno, que derrubou postes de eletricidade e chuva de granizo do tamanho de bolas de tênis.

Última actualización el Domingo, 06 de Junio de 2010 12:58
 
Brasil e EUA assinarão Acordo Militar PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 08 de Abril de 2010 10:00

WASHINGTON (Reuters) - Brasil e Estados Unidos se preparam para assinar na próxima segunda-feira um acordo de cooperação na área de defesa, o primeiro desse tipo entre as duas maiores economias do hemisfério em mais de 30 anos, informaram autoridades nesta quarta-feira.

A assinatura do acordo pode gerar esperanças de maior cooperação entre as Forças Armadas de Brasil e Estados Unidos, apesar de tensões diplomáticas entre os dois países devido à recusa brasileira de apoiar a imposição de sanções ao Irã por conta do programa nuclear da República Islâmica.

O acordo, se concretizado, também vem no momento em que o Brasil escolhe o vencedor de uma disputa multibilionária para o fornecimento de caças para a Força Aérea Brasileira (FAB). A norte-americana Boeing é uma das finalistas desse processo.

O tratado será o primeiro acordo "guarda-chuva" sobre a cooperação na área de defesa desde que o regime militar que governou o Brasil de 1964 a 1985 se retirou do pacto anterior em 1977, disse uma fonte que falou sob condição de anonimato.

Em Brasília, durante audiência na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, descreveu o pacto como um "guarda-chuva, um acordo geral, genérico, que viabiliza uma série de possibilidades em termos de negociações futuras em matérias de defesa".

"Estou tentando combinar com o secretário (de Defesa dos EUA Robert) Gates de assinar este acordo lá em Washington na segunda-feira", disse o ministro à comissão.

O acordo não dará aos EUA permissão para construir uma base militar no Brasil, disse a fonte, apesar de rumores recentes na imprensa sul-americana sobre essa possibilidade.

"Não há provisão para acesso especial a instalações... não há provisão para construção de novas instalações", disse a fonte.

No ano passado, um acordo dos Estados Unidos com a Colômbia permitiu maior acesso de tropas norte-americanas a bases colombianas, o que gerou críticas do presidente venezuelano, Hugo Chávez, que afirmou que o acordo é parte de um complô para invadir seu país.

A fonte diplomática disse que o acordo vai conter uma cláusula garantindo respeito à soberania dos dois países e à sua "integridade territorial", além de não-intervenção em assuntos internos.

Apesar de não ter um acordo "guarda-chuva" em vigor, as Forças Armadas de Brasil e EUA assinaram outros tratados na área de defesa relativos a áreas específicas, incluindo um acordo em 2000 sobre provisões para materiais de defesa norte-americanos.

(Reportagem de Phil Stewart em Washington e Ray Colitt em Brasília)

Última actualización el Jueves, 08 de Abril de 2010 10:03
 
«InicioPrev821822823824825826827828829PróximoFin»

Página 824 de 829