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Notícias: Brasil
Cuba acusa EUA por morte de Zapata PDF Imprimir E-mail
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Domingo, 04 de Abril de 2010 10:54

Havana, 03 abr (Lusa) - O líder parlamentar cubano, Ricardo Alarcón, atribui hoje a responsabilidade da morte do preso Orlando Zapata Tamayo a quem nos Estados Unidos e na Europa "incentiva" a "operação mediática" contra Cuba.

"Eu diria que aqueles que incentivam e elogiam os que se prestaram a esta operação mediática contra Cuba são responsáveis pelas vidas dessas pessoas", afirmou Ricardo Alarcón em entrevista publicada hoje no site oficial Cubadebate.

Orlando Zapata Tamayo, considerado um preso político, morreu em fevereiro, depois de 85 dias em greve de fome em protesto contra as condições da sua execução.

 

Última actualización el Domingo, 04 de Abril de 2010 10:56
 
Adiada Reunião Cimeira UE-Cuba PDF Imprimir E-mail
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Jueves, 01 de Abril de 2010 11:16

Associated Press

MADRID- A reunião que ocorreria na próxima semana entre Madrid e a União Europeia e Cuba foi adiada para uma data ainda não remarcada, disse nesta terça-feira, 30, o Ministério de Relações Exteriores espanhol.

O encontro de 6 de abril teria lugar na Espanha, que tem a presidência rotatória da UE, e contaria com a presença do chanceler cubano, Bruno Rodríguez, e de seu colega Moratinos.

A alta representante da política externa europeia, Catherine Ashton, anunciou que não iria comparecer ao encontro por problemas de agenda.

A chancelaria espanhola não informou os motivos do adiamento, mas explicou em um comunicado que a reunião acontecerá em uma data próxima, mas ainda não marcada.

Estava prevista no encontro a discussão de assuntos de interesses em comum, entre eles a situação dos presos políticos cubanos.

A última cúpula desse tipo entre a UE e Cuba ocorreu em novembro do ano passado.

A Espanha defende um diálogo mais aberto entre a Europa e Havana e advoga pelo caminho da chamada Posição Comum, um texto vigente desde 1996 que condiciona as relações de Bruxelas com Cuba no sistema comunista da ilha.

Após a morte do preso de consciência Orlando Zapata Tamayo em fevereiro, após 85 dias em greve de fome, o Parlamento europeu aprovou uma moção na qual condenava a cruel e evitável morte do dissidente.

Última actualización el Jueves, 01 de Abril de 2010 11:18
 
Israel ante Lula, critica Brasil por Irã PDF Imprimir E-mail
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Martes, 16 de Marzo de 2010 11:50

Situação e oposição se uniram no parlamento para dizer que presidente brasileiro não pode legitimar o regime dos aiatolás

Uma primeira proeza o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já conseguiu em sua viagem ao Oriente Médio: uniu oposição e situação ontem na Knesset (o parlamento de Israel) para pressioná-lo a abandonar a política de aproximação com o Irã. Os israelenses pediram, durante sessão especial no Legislativo, que o presidente brasileiro defenda novas sanções contra Teerã.

A sessão ocorreu para homenagear Lula. E, na presença do brasileiro, o presidente do parlamento, Reuven Rivlin, advertiu que “os países devem acordar da sonolência e enfrentar as bases satânicas do regime dos aiatolás”.

– Peço a você: una-se aos países que já reconheceram esse perigo e apoie as sanções. Ser contra as sanções pode ser visto como um sinal de fraqueza diante de líderes como esses, que não têm freios. A história mostra, Deus nos livre, o que pode acontecer se não tomarmos medidas contra essas ameaças iranianas – afirmou Rivlin.

O apelo foi reforçado a Lula pelo próprio primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, que insistiu na adesão do Brasil a uma “frente moral” para evitar a ameaça iraniana.

– Peço e espero que o Brasil apoie a frente internacional que está se cristalizando contra o armamentismo do Irã. Eles têm valores diferentes dos nossos e usam da crueldade. Eles adoram a morte, e vocês, brasileiros, adoram a vida – disse ele.

A líder da oposição na Knesset, Tzipi Livni, defendeu o isolamento do Irã, pela aplicação de sanções, e sua expulsão das Nações Unidas, uma vez que o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, prega a eliminação de Israel. Livni, que foi chanceler de Israel entre 2006 e 2009, afirmou que o Irã se aproveita da aproximação com a América Latina para driblar o isolamento.

– O Brasil não pode dar legitimidade ao Irã. É preciso uma decisão enérgica e corajosa agora – afirmou.

Lula defende Estado palestino

Em seu discurso, Lula não chegou a mencionar a palavra Irã, país que deve visitar em maio. Acentuou que a América Latina firmou um tratado que tornou a região livre de armas nucleares e que o Brasil adota a proibição constitucional à produção e ao uso de armamento atômico.

– Gostaríamos que o exemplo de nosso continente pudesse ser seguido em outras partes do mundo – afirmou.

Como era esperado, Lula defendeu a intermediação brasileira para as negociações de paz e a criação de um Estado palestino ao lado de Israel:

– Defendemos a existência um Estado de Israel soberano, seguro e pacífico. Ele deverá conviver com um Estado palestino igualmente soberano, seguro e pacífico.

Lula fez referência a iniciativas de paz que superem tradicionais caminhos diplomáticos, defendeu a “ampliação de interlocutores” nas negociações – o Brasil se oferece como mediador – e até apelou para a compaixão:

– Ninguém pode ficar insensível. Para resolver situações, é necessário construir alternativas racionais e duradouras. Mas não é suficiente colocar apenas a cabeça para funcionar, é preciso que o coração esteja presente, é fundamental a compaixão.

Já reagindo ao anúncio do governo israelense de que não suspenderá as construções em Jerusalém Leste (veja reportagem nesta página), Lula disse que a iniciativa gera um “impasse” que agrava as condições de vida nos Territórios Palestinos, “alimenta o fundamentalismo de todos os lados e coloca no horizonte conflitos ainda mais sangrentos”. Os parlamentares israelenses aplaudiram Lula de pé.

Hoje, Lula visita o Museu do Holocausto e o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas.

Última actualización el Martes, 16 de Marzo de 2010 12:17
 
Chávez recebe Putin em Caracas PDF Imprimir E-mail
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Viernes, 02 de Abril de 2010 22:14

CARACAS, 2 ABR (ANSA) - O primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin, chegou hoje à Venezuela para a sua primeira visita ao país, na qual visa firmar acordos tecnológicos, militares, alimentares e acadêmicos.

Putin e o presidente venezuelano, Hugo Chávez, tinham previsto para esta sexta-feira uma reunião no Palácio de Miraflores, sede do Executivo venezuelano, na qual pretendem "avançar e aprofundar os laços estratégicos" entre as duas nações, segundo informou o governo venezuelano.

O líder russo foi recebido no país em uma cerimônia de boas-vindas, com honras e atos protocolares correspondentes ao seu cargo. "É um dia histórico para a Venezuela", escreveu Chávez no livro de visitas do navio-escola russo Kruzehtem, atracado no porto de La Guaira.

Sobre os acordos bilaterais na área de energia nuclear, ontem Chávez esclareceu que nenhum deles tem objetivo militar, mas sim de gerar energia para preparar a Venezuela para a "era pós-petróleo".

Também na quinta-feira, o presidente venezuelano definiu a conjuntura atual como "um mundo novo, multipolar", e reiterou a importância dos acordos com a Rússia, que devem ser firmados ao fim do encontro de trabalho.
Além de uma reunião com Putin, o mandatário venezuelano também receberia seu homólogo boliviano, Evo Morales, que também viajou à nação sul-americana para também encontrar o ex-presidente russo.

Segundo informou ontem o porta-voz do governo boliviano, Ivan Canelas, no encontro com Chávez, Morales discutiria "temas comerciais". Já com Putin, ele analisaria "programas de créditos que favoreçam as Forças Armadas".

Antes do encontro, o premier russo prestou uma homenagem ao libertador Simon Bolívar, depositando uma oferenda floral em frente ao sarcófago que guarda os restos mortais do pai da pátria venezuelana. Sua visita à Venezuela deve durar 12 horas. Chávez já esteve sete vezes em Moscou. (ANSA)

02/04/2010 19:18

Última actualización el Viernes, 02 de Abril de 2010 22:19
 
Damas de Branco atraem apoio externo PDF Imprimir E-mail
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Miércoles, 24 de Marzo de 2010 01:34
AE - Agencia Estado

O saldo dos protestos das mulheres dos presos políticos cubanos, as Damas de Branco, e das greves de fome de dissidentes parece ser uma frustração com Cuba na Europa, nos Estados Unidos e em alguns países da América Latina, além de uma consequente piora no clima para o diálogo, especialmente entre Havana e os europeus. Ontem, Laura Pollán, líder do movimento Damas de Branco, comemorou a solidariedade de diversos diplomatas europeus e norte-americanos durante as marchas da semana passada.

"Acho que conseguimos chamar a atenção do mundo para que eles vejam, primeiro, que é preciso pressionar mais Cuba para soltar os presos políticos. Segundo, que essa estratégia dos últimos quatro anos de receber as autoridades cubanas de braços abertos precisa ser revista", disse Laura.

O governo cubano está incomodado com a reação da Europa e a troca de críticas ameaça minar os esforços do governo espanhol, que acreditava que a forma de avançar na libertação dos dissidentes era alterando a política europeia para Cuba (ela exige avanços da ilha em direção à democracia e apoia a relação com a dissidência). "A extrema direita e o fascismo prosperam nessa Europa que impõe com fervor a Cuba a sua interpretação dos direitos humanos, quando isso lhe convém", dizia ontem o jornal Granma sobre uma marcha neonazista na Europa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Última actualización el Miércoles, 24 de Marzo de 2010 01:35
 
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