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Notícias: Brasil
Pena que Cuba vai pedir contra norte-americano é "injusta" - Casa Branca PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 05 de Febrero de 2011 11:36

A Casa Branca condenou sexta-feira a decisão de Cuba pedir uma pena de 20 anos de prisão contra o norte-americano Alan Gross, detido em dezembro de 2009 por "espionagem", considerando que "agrava" a injustiça que ele já sofreu.

Alan Gross "foi injustamente detido e privado da sua liberdade durante os últimos 14 meses", indicou o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs.

Cuba vai pedir uma pena de 20 anos de prisão contra Gross, que vai ser julgado por "atentado à independência e à integridade territorial do Estado", anunciou sexta-feira um comunicado das autoridades cubanas.

Última actualización el Sábado, 05 de Febrero de 2011 11:39
 
Ditadura castrista quer mais: Raúl Castro critica medidas positivas de Obama com Cuba PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 17 de Enero de 2011 10:48

O governo de Raúl Castro declarou neste domingo, 16, que considera "positivas", mas de alcance "muito limitado" as últimas medidas em relação a Cuba anunciadas pelos EUA que, segundo Havana, "não modificam" a política de "bloqueio e desestabilização" contra a ilha.

Na última sexta-feira, 14, a Casa Branca aliviou as restrições de viagem para Cuba e afirmou que os americanos poderão enviar dinheiro livremente ao país. Com as mudanças, instituições religiosas e universidades envolvidas em estudos acadêmicos poderão organizar viagens a Cuba sem permissão prévia do governo dos EUA. As medidas passam a valer em duas semanas.

Última actualización el Martes, 25 de Enero de 2011 12:03
 
Cinísmo: A ditadura cubana denuncia, nada menos do que "censura", na rede Facebook PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 16 de Enero de 2011 12:07

A ditadura castrista denunciou neste sábado que o Facebook "censurou" uma página que pedia ao YouTube - propriedade da Google - a restituição do canal de vídeos do site estatal Cubadebate.cu, fechado por violação de direitos autorais.

"O Google censura, o Facebook também. Hoje amanhecemos com uma nova agressão", afirma o portal, ao informar que a rede social fechou na sexta-feira uma página que contava com mais de mil seguidores.

A página foi criada na quinta-feira, depois que o Cubadebate denunciou que o YouTube fechou sua conta alegando "infração de copyright" em um vídeo sobre o ex-agente cubano da CIA, Luis Posada Carriles, em julgamento nesta semana nos Estados Unidos por fraude migratória.

O Cubadebate, onde o ex-presidente Fidel Castro publica seus artigos de opinião, afirma que as imagens, nas quais Posada Carriles "exigia pagamento por seus serviços" em atentados contra Cuba, circulavam na internet e havia sido usadas por vários outros sites.

Segundo o Cubadebate, o momento em que o Google fechou seu canal no YouTube, havia mais de 400 vídeos, entre entrevistas e mensagens de Fidel, e 1,6 milhão de visitas desde sua abertura há quase três anos.

Última actualización el Martes, 25 de Enero de 2011 12:06
 
Em andamento em EUA o julgamento contra o anti-castrista cubano Luis Poasada Carriles PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 29 de Enero de 2011 12:44

O ex-agente da Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos, Luis Posada Carriles, negou em 2005 a funcionários da imigração norte-americana que ele tenha se envolvido em ataques a bombas em hotéis de Havana, em 1997, que deixaram morto um turista italiano, Fabio di Celmo, de 32 anos. Posada Carriles havia admitido ter participado dos ataques em Havana, em entrevista a Ann Louise Bardach, então repórter do jornal New York Times, em 1998. A transcrição da declaração foi feita ontem e tornada pública hoje, em El Paso, no Texas, onde o ex-espião cubano-venezuelano é julgado por ter mentido à imigração dos EUA e por perjúrio. Ele enfrenta 11 acusações.

Posada Carriles, contudo, é acusado pelos governos de Cuba e da Venezuela por uma série de atentados, entre eles a explosão de um DC-8 da Cubana de Aviación, evento que matou 73 pessoas, inclusive mulheres e crianças, em 1976, quando o avião cubano voava da Jamaica para Barbados. Cuba e Venezuela pedem a extradição dele.

Posada Carriles, atualmente com 82 anos, começou a trabalhar para a CIA no começo da década de 1960, sob o codinome "amcleve/15", e permaneceu na folha de pagamento da agência americana por vários anos.

Em 2005, ele buscava obter a cidadania norte-americana e estava sob juramento na audiência de El Paso, quando a procuradora de Segurança Interna Gina Garrett-Jackson perguntou se ele havia facilitado a correligionários que escondessem bombas que explodiram em hotéis de luxo em Havana e em um restaurante frequentado por turistas na capital cubana. Quando ele negou envolvimento, Garrett-Jackson lhe lembrou da entrevista que havia dado ao Times. Ele afirmou que a entrevista ocorreu em inglês, uma língua que ele domina mal. "Eu não me lembro. Não quer dizer que eu tenha feito aquilo", foi resposta de Posada Carriles a Garrett-Jackson.

Para os norte-americanos, que julgam Posada por perjúrio, estabelecer que ele mentiu para a imigração é chave no caso, mesmo que as autoridades americanas não o tenham acusado dos mesmos crimes que Cuba e Venezuela. Também é pouco provável que seja extraditado. As informações são da Associated Press.

Última actualización el Sábado, 29 de Enero de 2011 12:50
 
Venezuela faz primeira ligação de Cuba por fibra óptica PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 21 de Enero de 2011 11:14

HAVANA - A Venezuela irá conectar Cuba a uma linha de fibra óptica de alta velocidade, no mês que vem, contornando assim as sanções dos Estados Unidos que proíbem a ilha de ter acesso aos cabos submarinos vizinhos, disse o chefe do projeto na terça-feira.

Um navio francês começará a instalar no sábado a linha de 1.600 quilômetros, que deve chegar em 8 de fevereiro à costa leste cubana, segundo Wilfredo Morales, presidente da empresa Telecomunicaciones Gran Caribe, uma sociedade cubano-venezuelana que será dona da linha.

- Este é um projeto que consideramos de alta importância estratégica para a região - disse Morales em entrevista à Radio Rebelde, uma emissora estatal cubana. - Será operada por técnicos dos nossos países, e não seremos dependentes de nenhum interesse econômico ou de outro tipo de nenhum Estado ou império.

Venezuela e Cuba são grandes aliados, tendo em comum a inimizade com os EUA. Os dois governos já formaram cerca de 50 joint-ventures, e Caracas oferece petróleo subsidiado aos cubanos, em troca do envio de médicos e de outros tipos de assistência.

O governo venezuelano, comandado por Hugo Chávez, já financiou vários projetos voltados para a "soberania de telecomunicações" na América Latina, como a Telesur, um canal regional de TV, e softwares para usos industriais. Há planos para ampliar o novo cabo de comunicações para a Jamaica e outros países.

Cuba é uma das sociedades menos conectadas da América Latina, e o acesso à Internet é limitado a autoridades, empresas, acadêmicos e alguns outros profissionais.

Havana alega que as sanções dos EUA impedem o uso de muitos cabos submarinos na área, obrigando o país a recorrer a custosas e lentas conexões por satélite à Internet.

O projeto da linha de fibra óptica, com um investimento de US$ 70 milhões, deve estar totalmente operacional até julho, e dará a Cuba uma velocidade de transmissão de dados de 640 gigabytes, cerca de 3.000 vezes mais do que a atual.

Mas as autoridades dizem que problemas financeiros e tecnológicos restringirão a ampliação do uso da rede mundial de computadores em curto prazo, e que os moradores terão de continuar dependentes das conexões em LAN houses, locais de trabalho e escolas.

Uma subsidiária da empresa francesa Alcatel-Lucent fornecerá os cabos. O navio francês Île de Batz fará a instalação da linha, que terá menos de 10% de componentes americanos, respeitando assim as especificações no embargo norte-americano a Cuba.

No entanto, por causa do embargo, o navio não poderá atracar nos Estados Unidos durante um período de seis meses após deixar a ilha.

Última actualización el Viernes, 21 de Enero de 2011 11:18
 
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