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Notícias: Brasil
Cuba: Há paranoia anti-terrorista PDF Imprimir E-mail
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Martes, 05 de Enero de 2010 11:15
IMPRENSA CUBANA DIZ QUE EUA SOFREM DE 'PARANOIA ANTITERRORISTA'

HAVANA, 4 JAN (ANSA) - A imprensa oficial cubana acusou hoje os Estados Unidos de "arremeter com paranoia antiterrorista" contra outros países, incluindo a ilha caribenha, ao reforçar as medidas de segurança para passageiros de voos oriundos de 14 nações.

"Como parte de sua paranoia antiterrorista", Washington "aplicará controles mais estritos aos passageiros provenientes de 14 nações, entre elas Cuba", disse o diário Granma, órgão oficial do Partido Comunista.

A partir desta segunda-feira, passageiros oriundos de nações suspeitas de apoiar o terrorismo terão de passar por um esquema especial de revista em viagens aos Estados Unidos.

A decisão, que partiu da Administração da Segurança nos Transportes (TSA), foi tomada dias depois que um nigeriano tentou explodir um avião da companhia Northwest Airlines, pertencente à Delta, que chegava a Detroit saído de Amsterdã, na Holanda.

Cuba é um dos países que, segundo Washington, patrocinariam o terrorismo, ao lado de Irã, Síria e Sudão. Além deles, a lista inclui ainda Afeganistão, Arábia Saudita, Argélia, Iêmen, Iraque, Líbano, Líbia, Nigéria, Paquistão e Somália.

Passageiros que embarcarem em voos que saiam ou façam paradas nestes locais terão suas bagagens de mão revistadas e passarão por aparelhos de raio X, entre outras medidas. (ANSA)
04/01/2010 13:56


Última actualización el Martes, 05 de Enero de 2010 11:19
 
REMÉDIOS: PARCERIA BRASIL-CUBA PDF Imprimir E-mail
Escrito por Fuente indicada en la materia   
Miércoles, 23 de Diciembre de 2009 11:33

Farmacêutica brasileira EMS fecha parceria com empresa cubana de biotecnologia

A EMS, maior multinacional farmacêutica brasileira, assinou nesta segunda-feira um acordo de 100 milhões de dólares com a cubana Heber Biotec para constituição de uma empresa mista de desenvolvimento de remédios. Os medicamentos criados graças à parceria serão fabricados no Brasil, chegarão ao mercado num prazo de dois a cinco anos e poderão ser distribuídos e comercializados pela EMS nos mais de 20 países onde a companhia atua.

"Uma das áreas terapêuticas de maior interesse é a de câncer. Eles têm pesquisas em vários produtos que podem nos interessar", afirma o vice-presidente de Mercado da EMS, Waldir Eschberger Junior.
A EMS já avalia possíveis locais para a fábrica de onde sairão os medicamentos produzidos pela nova empresa. Por pertencerem à joint venture formada entre a companhia brasileira e a cubana, os remédios não passarão pelas duas fábricas da EMS, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, e Hortolândia, na região metropolitana de Campinas (SP).
Eschberger diz que há "uma grande possibilidade" de a nova planta ser instalada em algum município paulista, mas a empresa também avalia levá-la para Alagoas, Amazonas e Distrito Federal.
Cuba já era parceira

A parceria foi intermediada pela Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, e é o segundo acordo entre Brasil e Cuba para a promoção de remédios. Em novembro, a própria EMS já havia fechado contrato com a Quimefa para fabricar no Brasil o medicamento Salbutamol, utilizado no combate à asma, e para vender em Cuba os produtos da farmacêutica brasileira.

Em dezembro, a EMS assinou ainda um acordo técnico-científico com o laboratório chinês Shanghai Biomabs para transferência de tecnologia de produção e licenciamento de farmacêuticos biológicos. O contrato marcou a entrada da empresa brasileira no setor de biofármacos.

Maior empresa farmacêutica do Brasil e uma das oito maiores da América Latina, a EMS tem cem por cento de capital nacional e atua nos segmentos de prescrição médica, genéricos e de material hospitalar.

Última actualización el Miércoles, 23 de Diciembre de 2009 11:37
 
Cúpula da ALBA em Havana, Cuba PDF Imprimir E-mail
Escrito por Fuente indicada en la materia   
Domingo, 13 de Diciembre de 2009 11:14
CÚPULA DE 5º ANIVERSÁRIO DA ALBA EN HAVANA ANALISA ADOÇÃO DE MOEDA ÚNICA

HAVANA, 11 DEZ (ANSA) - A 8ª Cúpula da Aliança Bolivariana para as Américas (Alba) teve início hoje com uma reunião de especialistas dos nove países-membros, que analisarão a adoção do Sistema Único de Compensação Regional (Sucre) como moeda oficial no comércio interno.


Chamado de moeda virtual, o Sucre teria a função de substituir o dólar nas transações entre os países da Alba, mas não seria usado popularmente. De acordo com a resolução da Cúpula da Alba de Cochabamba, na Bolívia, o novo modelo deve ser adotado já a partir de 2010.

Hoje a reunião da Alba se restringe a especialistas e encarregados de diversos ministérios dos países-membros. A partir de amanhã, encontram-se também os chanceleres e, nos dias 13 e 14, a Cúpula de 5º aniversário da instituição terá a presença dos chefes de Estado e de governo.

Em Havana, será apresentado um projeto preliminar do Tratado de Comércio dos Povos, cuja elaboração foi aprovada também na Cúpula de Cochabamba. O documento visa definir a arquitetura comercial de complementação produtiva, cooperação e investimentos.

A reunião da Alba também terá o objetivo de debater assuntos como a soberania alimentar e as mudanças climáticas, além de revisar o andamento dos programas sociais definidos em cúpulas anteriores.

Até o momento, já confirmaram sua presença na cúpula os presidentes Evo Morales, da Bolívia, e Hugo Chávez, da Venezuela, enquanto Rafael Correa, do Equador, ainda não informou se irá a Havana.

O presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, revelou que o mandatário deposto de Honduras, Manuel Zelaya, que está abrigado na Embaixada do Brasil em Tegucigalpa, tem a intenção de participar da cúpula.

Fundada no dia 14 de dezembro de 2004, a Alba é integrada atualmente por Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador, Honduras, Dominica, Antígua e Barbudas, Nicarágua e São Vicente e Granadinas.     A instituição foi criada pelo então presidente de Cuba, Fidel Castro, e por Chávez. Poucos meses depois recebeu a incorporação da Bolívia, governada por Morales. Os demais membros passaram a integrar a Alba a partir de 2007. (ANSA)

11/12/2009 15:24

Última actualización el Domingo, 13 de Diciembre de 2009 11:18
 
CUBA: 41 MORTOS POR GRIPE SUÍNA PDF Imprimir E-mail
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Domingo, 27 de Diciembre de 2009 12:40

Cuba confirma mil casos da gripe A e alerta para novo surto

Da EFE

Havana, 25 dez (EFE).- As autoridades de saúde cubanas lançaram hoje novos alertas para reforçar as medidas preventivas perante uma segunda onda da nova gripe, doença que já deixou 41 mortos e cerca de mil infectados no país.


O vice-ministro de Saúde Pública, Luis Estruch, advertiu que o fim do ano e o início de 2010 é alta temporada no turismo e de maior movimento de estudantes e colaboradores cubanos no exterior.


"Temos, até o momento, menos de mil casos confirmados. Pode ser que existam mais, mas só os avalizados por uma amostra virológica são aceitos como dados oficiais", disse o vice-ministro, citado hoje pelo jornal oficial "Granma".


Estruch, responsável pelas áreas de higiene, epidemiologia e microbiologia, pediu que se fortaleça o controle sanitário nos portos e aeroportos, lembrou que em Cuba os primeiros casos da gripe foram detectados em maio, com o retorno de três estudantes mexicanos, e que já em setembro a doença era vista em todo o país. EFE

Última actualización el Domingo, 27 de Diciembre de 2009 12:44
 
Lula: 'Brasil se sacrifica se for necessário' PDF Imprimir E-mail
Escrito por Fuente indicada en la materia   
Viernes, 18 de Diciembre de 2009 12:07
Lúcia Müzell
Direto de Copenhague

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um forte discurso no plenário da Conferência do Clima da ONU nesta sexta-feira e deixou para o último momento das negociações do clima para anunciar que o Brasil está disposto a contribuir com recursos financeiros com o objetivo de ajudar na luta contra as mudanças climáticas nos países pobres. "Se tivermos que fazer um sacrifício a mais, o Brasil está disposto também a colocar mais dinheiro para as nações que necessitam de ajuda", afirmou o presidente, em Copenhague, na Dinamarca. A decisão, antecipada ontem pelo Terra, visa a constranger os países ricos a fazer mais pelo clima, já que os países emergentes, como o Brasil, ainda não são considerados como desenvolvidos.

Conforme informações apresentadas nesta quarta e quinta-feira pelos ministros da Casa Civil, Dilma Roussef, e do Meio Ambiente, Carlos Minc, País poderia contribuir com até U$S 5 bilhões. A maioria do montante, no entanto, não deve ser em dinheiro, mas sim em transferência de tecnologia e programas gratuitos em áreas ambientais específicas na África e em países latino-americanos.

Depois de discursar sobre as necessidades dos países pobres para se adaptarem às mudanças climáticas e de dizer que o dinheiro que não é nem um favor, nem uma esmola - "o dinheiro que vai ser colocado na mesa é o pagamento pela emissão de gases e efeito estufa feita durante dois séculos por quem teve o privilégio de se industrializar primeiro" - Lula fez um anúncio inédito. "Vou dizer uma coisa que ainda não disse a ninguém", afirmou.

"Estamos dispostos a participar do financiamento se nos colocarmos de acordo com o que está sendo discutido aqui", disse, destacando a posição que já era ousada do País de estabelecer metas voluntárias de redução de emissões de gases de efeito estufa. Ele afirmou que a reunião do clima era mais do que um problema de meio ambiente, mas de favorecer a igualdade de oportunidades entre os países.

O presidente disse ainda que está decepcionado com a atual situação do clima. "Confesso que estou um pouco frustrado. Há muito tempo discutimos a questão clima e, cada vez mais, constatamos que o problema é mais grave do que nós possamos imaginar".

Lula, que foi aplaudido por quatro vezes durante o discurso, ainda foi irônico em relação à chegada do presidente Barack Obama no último dia da conferência. "Se a gente não conseguiu fazer até agora esse documento, não sei se algum anjo ou algum sábio descerá nesse plenário e irá colocar na nossa cabeça a inteligência que nos faltou até este momento."

Ainda de acordo com Lula, "o Brasil teve uma posição muito ousada, pensando em contribuir para a discussão na conferência climática". "Não é uma tarefa fácil, mas foi necessário tomar essas medidas para mostrar ao mundo de que com meias palavras e com barganhas a gente não encontraria uma solução nesta conferência de Copenhague".

Ele deixou claro que respeita as exigências de transparência em relação ao uso dos recursos financeiros disponibilizados pelos países ricos. Mas ponderou que os países emergentes também têm o direito de querer manter seus segredos de Estado ao abrigo dos países desenvolvidos. "Nós precisamos tomar muito cuidado com essa intrusão nos países em desenvolvimento nos países mais pobres."

Reunião avançou madrugada
Os 32 países que se reuniram em uma sala do Bella Center, onde acontece a Cúpula, até a madrugada desta sexta-feira teriam chegado a um acordo sobre reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 80% até 2050, para as economias desenvolvidas. A média de reduções no período, incluindo os países em desenvolvimento, deve ser de 50%.

Também um acordo sobre o limite máximo do aumento da temperatura da Terra teria sido atingido. Os líderes concordaram de que todos os esforços devem ser feitos para que não se ultrapasse os 2ºC até o final deste século.

Sobre o financiamento das ações de médio prazo, haveria um acerto de até US$ 50 bilhões a partir de 2015, por ano, e de US$ 100 bilhões a partir de 2020. De cordo com Minc, a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, teria participado do encontro promovido de última hora pelos presidentes Lula e Nicolas Sarkozy.

COP-15
A Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, de 7 a 18 de dezembro, que abrange 192 países, vai se reunir em Copenhague, na Dinamarca, para a 15ª Conferência das Partes sobre o Clima, a COP-15. O objetivo é traçar um acordo global para definir o que será feito para reduzir as emissões de gases de efeito estufa após 2012, quando termina o primeiro período de compromisso do Protocolo de Kyoto.

Última actualización el Viernes, 18 de Diciembre de 2009 12:10
 
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