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Chávez, na Venezuela, não aparece em público há uma semana PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 19 de Mayo de 2012 11:00

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, não é visto em público (nem ouvido) desde que voltou da última sessão de tratamento em Cuba, há uma semana, mas está bem o suficiente para monitorar uma rebelião prisional em Caracas, disse um aliado na sexta-feira. O sumiço de Chávez de eventos público tem ocorrido com mais frequência este ano. Isso tem alimentado especulações sobre uma possível piora em seu estado de saúde e pode complicar a tentativa de reeleição em outubro.

Os aliados dentro do Partido Socialista (do governo), entretanto, insistem que Chávez, 57 anos, continua no comando dos assuntos do governo, está se recuperando e não prepara uma sucessão. "O comandante tem estado em comunicação constante conosco, ele liga o tempo inteiro", disse Diosdado Cabello, presidente da Assembleia Nacional e líder do Partido Socialista, a jornalistas diante da prisão La Planta, em Caracas, onde soldados reprimiram uma rebelião na quinta-feira. "O presidente tem acompanhado o que acontece aqui...Ele está constantemente de olho na VTV (transmissora estatal), verificando o que acontece."

Chávez foi visto em público apenas duas vezes desde meados de abril. Isso inclui a aparição de meia hora da sexta-feira passada, quando ele voltou de Cuba depois de completar sessões de radioterapia para o tratamento de um câncer. Apesar dos rumores de que estava em uma cadeira de rodas, Chávez desceu a escada do avião sem ajuda e depois inspecionou os militares da guarda de honra. Ele falou com voz firme e até cantou uma canção em homenagem às mães venezuelanas.

Ordens médicas
Desde então, Chávez voltou a permanecer no palácio presidencial, supostamente sob rigorosas ordens médicas. Mesmo no Twitter, onde normalmente é prolífico e tem quase 3 milhões de seguidores, Chávez se mantém em silêncio desde que enviou os parabéns pelo Dia das Mães e comemorou a vitória de um piloto venezuelano na Fórmula 1.

O discurso oficial é de que ele se recupera de um tratamento difícil e que em breve lançará sua campanha para a eleição do dia 7 de outubro, onde terá como rival o governador estadual Henrique Capriles. "Chávez disse estar ?completamente curado" no fim de 2011. Assim, muitos venezuelanos mostram ceticismo com relação ao seu estado, especialmente com a série de rumores e vazamentos veiculados na mídia pró-oposição citando fontes médicas.

Com os detalhes sobre sua saúde tratados como segredo de estado, tudo que se sabe oficialmente é de que Chávez foi submetido a três cirurgias e teve dois tumores malignos retirados da região pélvica. O segundo foi removido depois do que ele chamou de recorrência do câncer este ano. As implicações de um agravamento na saúde dele são enormes a menos de cinco meses da eleição, quando Chávez pretende estender seu governo de 13 anos no país que é membro da Opep.

A região observa o caso de perto, principalmente Cuba, que depende do petróleo subsidiado da Venezuela para manter sua economia. O governo do presidente Barack Obama nos EUA tem permanecido em silêncio sobre Chávez, mas está muito interessado no destino do homem que tem sido o principal crítico de Washington na região, mesmo mantendo as exportações de petróleo para o norte.

Última actualización el Sábado, 19 de Mayo de 2012 11:04
 
Em Cuba, Chávez saúda trabalhadores venezuelanos pelo Twitter PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Miércoles, 02 de Mayo de 2012 08:06

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, cumprimentou nesta terça-feira, desde Cuba, os trabalhadores de seu país, que comemoraram seu dia com manifestações convocadas de forma separada pelo governo e pela oposição. "Deixo minha emocionada saudação revolucionária a todos trabalhadores e trabalhadoras da Pátria Bolivariana! Viva a classe operária! Viva o 1º de maio!", escreveu no Twitter o governante, que chegou hoje a Havana para continuar com a "reta final" de seu tratamento de radioterapia contra o câncer que lhe foi diagnosticado em junho de 2011.

Antes de viajar, Chávez promulgou ontem a nova Lei Orgânica do Trabalho (LOT) que, segundo sua opinião, contém "grandes conquistas" para os venezuelanos. A nova normativa estabelece que a jornada de trabalho "seja reduzida para 40 horas diurnas" semanais, frente às 44 atuais, "com a obrigação e o direito dos trabalhadores de dois dias contínuos de descanso".

Também prevê o pagamento duplo em caso de demissões injustificadas e o cálculo das prestações com base no último salário e levando em conta os anos de trabalho, e por sua vez elimina a terceirização de atividades e a subcontratação. Além disso, em dias anteriores, Chávez antecipou que a permissão pós-natal para a mulher trabalhadora será de 26 semanas.

Durante esta jornada, Caracas foi palco de passeatas convocadas separadamente pelo governo, que celebrou a lei aprovada por Chávez, e organizações sindicais de oposição, que saíram às ruas para protestar contra a normativa. Neste dia 1º de maio também entrou em vigor o aumento anunciado por Chávez em abril passado, que eleva o salário mínimo para o equivalente a US$ 476.

O governante explicou então que o aumento é de 32,25%, aplicável em dois lances: o primeiro de 15% agora, e um segundo de 17,25% no próximo dia 1º de setembro, o que, segundo Chávez, coloca a Venezuela "em primeiro lugar em salário mínimo na América Latina".

 

CHÁVEZ EMBARCA DE NOVO PARA CUBA

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, partiu nesta segunda-feira para Cuba, onde será submetido à "reta final" da radioterapia contra um câncer, revelou o próprio líder.

Chávez embarcou no avião acompanhado por sua filha mais velha, Rosa Virginia, segundo imagens do canal estatal VTV. O presidente, que deve permanecer ao menos cinco dias em Cuba, foi levado ao aeroporto por alguns de seus ministros mais próximos.

"Devo retornar nas próximas horas a Havana, estamos na reta final do tratamento correspondente à radioterapia", disse Chávez durante a tarde de hoje, no Palácio de Miraflores. "Estes não são dias fáceis, mas guerreiros existem para enfrentar a adversidade e com a fé em Deus, em Cristo Redentor e com esse amor imenso do povo venezuelano e com esta vontade de lutar, viver e vencer, nós seguiremos adiante".

O presidente havia retornado à Venezuela na madrugada de quinta-feira, após permanecer onze dias em Havana para sessões de radioterapia contra a recorrência do câncer que teve diagnosticado pela primeira vez em 2011.

Tumor

Chávez, 57 anos, iniciou os ciclos de radioterapia em março, depois de ter sido operado em 26 de fevereiro para retirar um segundo tumor. A presidência jamais detalhou a natureza ou a gravidade do câncer, detectado no mesmo ponto do primeiro tumor.

No poder desde 1999, Chávez prevê concorrer às eleições presidenciais de 7 de outubro contra o governador do rico estado de Miranda (norte), Henrique Capriles Radonski.

Nas últimas semanas, Chávez tem aparecido muito pouco em público, e utiliza principalmente o Twitter para se comunicar com a população, o que levou a oposição a afirmar que o presidente "governa" a Venezuela pela rede social.

 

 
Chávez completa uma semana em Cuba sem falar sobre sua saúde PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 23 de Abril de 2012 14:24

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, completou neste sábado uma semana em Havana, onde se submete à fase final de seu tratamento de radioterapia, e de onde se comunicou apenas através do Twitter, sem dar detalhes sobre seu estado de saúde.

A ausência do governante tornou-se patente nos atos do governo de hoje, onde seu nome foi pronunciado repetidamente por ministros e simpatizantes, enquanto alguns porta-vozes da oposição se questionam se Chávez está ou não governando o país.

O governo não fez comentários nos últimos dias sobre o estado de saúde do presidente, que partiu no último dia 14 a Cuba para terminar seu tratamento de radioterapia depois que lhe foi extirpado um tumor em fevereiro passado, recorrência do câncer do qual foi operado em junho de 2011.

"O comandante, bom, não sei, manda tanto aqui como estando lá, sempre ligando, perguntando, pedindo decisões para o povo venezuelano", afirmou o vice-presidente, Elías Jaua, ao informar que o chanceler, Nicolás Maduro, foi ontem para Havana para discutir temas da "ofensiva social e trabalhista" com o presidente.

O Twitter foi a única via de comunicação que o presidente usou durante esta última semana sem que tenha telefonado para o canal do Estado ou durante atos governamentais, como fez em viagens anteriores para Cuba. Enquanto o candidato presidencial da oposição, Henrique Capriles, optou por não fazer referência à convalescença de Chávez em Cuba, outros líderes oposicionistas aludiram ao tema de maneira frontal.

"Eu acho que o presidente não está governando porque não o vemos. Quem governa, quem toma as decisões? Queremos saber quem toma as decisões em nosso país", disse hoje o governador do Estado petroleiro de Zulia, o opositor Pablo Pérez.

"Nós estamos na rua trabalhando, não somos um governante de Twitter nem de BlackBerry", acrescentou. O presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello, disse ontem que Chávez voltará "na próxima semana" ao país após afirmar que o presidente "manda igualzinho como se estivesse na Venezuela".

Chávez partiu a Cuba com permissão unânime da Assembleia para que permaneça na ilha o tempo que considerar oportuno. Até o momento, não foram dados detalhes sobre o tipo de câncer do líder venezuelano nem de seu alcance, além de que se encontra na área pélvica.

Última actualización el Lunes, 23 de Abril de 2012 14:27
 
Americano detido em Cuba pede, usando CNN, para ver sua mãe doente PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 05 de Mayo de 2012 12:46

Washington - O americano Alan Gross, sub-contratado do Departamento de Estado americano, condenado a 15 anos de prisão por espionagem em Cuba pediu nesta sexta-feira autorização para voltar a seu país e visitar sua mãe enferma, numa ligação telefônica em directo à rede de televisão CNN.

"Tenho minha mãe de 90 anos que tem um câncer de pulmão não operável. Não está melhorando ou a  ficar mais saudável", disse Gross à CNN depois de receber permissão para conceder uma entrevista inédita à imprensa americana realizada do hospital cubano em que está detido.

O americano disse que "meu advogado e eu escrevemos em mais de uma ocasião ao governo de Cuba, pedindo que me deem permissão para visitá-la e retornar a Cuba".

"Disse que voltaria a Cuba se me deixassem visitar minha mãe antes de sua morte", disse Gross, reconhecido pelos Estados Unidos como empregado da empresa Development Alternatives (DAI), contratada pela Agência para o Desenvolvimento Internacional (USAID), do Departamento de Estado.

Gross, que fez 63 anos esta semana, foi condenado em Março de 2011 por "actos contra a independência ou integridade territorial" de Cuba e sentenciado a 15 anos de prisão por entregar computadores portáteis e meios de comunicação a uma pequena comunidade judaica, como empregado da DAI.

Gross sempre negou as acusações contra ele e o governo de Washington continua pressionando Havana por sua libertação.

No fim do ano passado, havia grandes esperanças que Gross fosse amnistiado, junto com outros 3.000 prisioneiros, pelo presidente Raúl Castro, mas, no fim, essas esperanças evaporaram e o americano continua detido.

Segundo o governo cubano, Gross pretendia dar meios de comunicação por satélite a opositores para criar uma rede de informática clandestina em um plano "subversivo" dos Estados Unidos com a finalidade de destruir a revolução.

Gross afirmou que desde sua prisão em Dezembro de 2009 tinha perdido peso, mas "não estou realmente em má forma".


Informou que houve algumas mudanças positivas, como ter sido autorizado a realizar um telefonema a sua família ou a outras pessoas.

 

Última actualización el Sábado, 05 de Mayo de 2012 13:03
 
Cuba: “La Bodeguita del Medio”, frequentada por Hemingway, faz 70 anos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Miércoles, 25 de Abril de 2012 11:14

Os músicos do grupo “Entre cuerdas” entoam a canção “Hasta siempre comandante“, em meio a dezenas de turistas que bebem apressados um “mojito” – uma espécie de coquetel cubano, com rum, açúcar, água com gás e folhas de hortelã, na Bodeguita del Medio, o famoso bar de Havana que completa 70 anos nesta quinta-feira.

“Mojito em La Bodeguita e daiquiri na Floridita”, dizia o famoso escritor americano Ernest Hemingway (1899-1961), que viveu duas décadas na ilha, e seu exemplo é imitado, diariamente, por centenas de turistas que visitam a Havana Velha.

Muitos bebem o ”mojito” de pé, junto ao balcão, embora La Bodeguita tenha várias mesas.

“O local é famoso, pelo que tinha muita curiosidade de conhecê-lo, fiquei encantada” com La Bodeguita, disse à AFP a argentina Ana María Nacif, residente em Vancouver (Canadá), que percorreu Havana durante horas com um grupo de turistas de férias em Varadero, 140 km a leste da capital.

La Bodeguita del Medio foi inaugurada no dia 26 de abril de 1942, por iniciativa do comerciante Ángel Martínez, e a empresa estatal que a administra já preparou diversas atividades para comemorar seus 70 anos, entre elas uma conferência sobre o ”mojito” e um jantar de gala com pratos cubanos.

O preço do ”mojito” é quatro dólares, uma quantia inalcançável para a maioria dos cubanos, que recebem em média um salário de menos de 20 dólares ao mês.

Por isto, desde os anos 1990 os estrangeiros são os principais clientes deste bar repleto de fotos de famosos, situado na rua Empedrado 207 – a meia quadra da Catedral de Havana – e que oferece também os inigualáveis ”habanos”, os charutos, e uma seleção de pratos cubanos e suvenires, como camisetas e bandejas.

Boa parte dos 2,7 milhões de turistas que visitam a ilha anualmente querem conhecer este bar, o que atrai à sua volta vendedores ambulantes, cantores de ruas como Rodovaldo Suárez, e outros cubanos que se deixam fotografar ao lado dos visitantes, em troca de uma gorjeta.

A cada momento chegam ao bar ônibus com turistas que percorrem a Havana Velha, mas alguns se queixam de que a visita guiada a La Bodeguita dura apenas cinco minutos, tempo insuficiente para saborear mais demoradamente um ”mojito”.

“Vim porque fazia parte da turnê e porque sempre quis conhecer o bar, por sua história. Parto contente por tê-lo conhecido, de tirar fotos e viver o clima, embora nem sequer pude tomar o ”mojito” porque nos deram pouquíssimo tempo”, disse a chilena Catalina Quesada à AFP.

Nas paredes de La Bodeguita há uma grande foto de Fidel Castro com Hemingway e uma infinidade de mensagens grafitadas deixadas por visitantes, tanto anônimos quanto famosos, entre eles o ex-presidente socialista chileno Salvador Allende (1970-1973), quem escreveu: “Viva Cuba libre, Chile espera. 28 junio 1961“.

Em La Bodeguita, que tem três andares, há duas mesas que ninguém pode ocupar, porque estão “reservadas” para dois clientes assíduos, já falecidos: o poeta cubano Nicolás Guillén (1902-1989) e o cantor americano Nat King Cole (1919-1965).

“É o lugar ideal para ouvir música, saborear pratos tradicionais, desfrutar um ”habano” e provar o mojito”, disse Liubersy Pérez Guillén, diretora comercial da empresa estatal Palmares, que administra bares e restaurantes em toda a ilha.

“É o local propício para conversas, o intercâmbio e o abraço familiar, assim como visita obrigatória de personalidades”, declarou Pérez ao semanário ”Trabajadores”.

Boleros e sons tradicionais, assim como canções de teor político como “Hasta siempre comandante”, uma homenagem do músico cubano Carlos Puebla ao guerrilheiro Ernesto Che Guevara, recebem a toda a hora os visitantes.

Antes de se transformar em bar, o local foi uma “bodega” (pequeno armazém).

Nos anos 1960 foi nacionalizado junto com o restante dos negócios privados; em 1997 foi alvo de uma bomba que não causou vítimas, durante uma onda de atentados.

Infolatam/AFP
Havana, 23 de abril de 2012

 
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