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Notícias: Brasil
Cuba: Salário médio mensal é de 14 euros (!?) PDF Imprimir E-mail
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Martes, 05 de Junio de 2012 09:04

Havana, 04 jun (Lusa) -- O salário médio mensal em Cuba aumentou 18 por cento em cinco anos e situa-se em 455 pesos (14 euros), estimou hoje a agência cubana de estatísticas (ONE), noticia a agência francesa AFP.

O salário médio passou de 387 pesos (CUP), em 2006, para 455, em 2011, segundo as estatísticas divulgadas pela ONR no seu sítio na internet (www.one.cu).

Este valor não considera os rendimentos que os cubanos possam obter com a outra moeda que circula na ilha, o peso convertível (CUC).

Última actualización el Jueves, 07 de Junio de 2012 10:50
 
Repsol anuncia fim das operações de procura por petróleo em Cuba PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Miércoles, 30 de Mayo de 2012 11:22

A petrolífera espanhola Repsol anunciou nesta terça-feira que abandonará suas operações em Cuba depois de falhar em descobrir petróleo na ilha.

Um porta-voz da multinacional afirmou que os altos custos e o baixo índice de sucesso envolvendo a exploração foram cruciais para a tomada de decisão da empresa.

A Repsol, que começou o trabalho de perfuração há quatro meses, deve ser substituída por uma companhia da Malásia, Petronas.

O governo cubano conta com o potencial das reservas marítimas de petróleo e gás para retomar o crescimento de sua economia e reduzir a dependência da Venezuela, país do qual importa o óleo a taxas subsidiadas.

Tomado de BBC Brasil

 
Colômbia: Uribe diz que “ditadura de Venezuela” o acusa de tramar atentado contra Londoño PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 28 de Mayo de 2012 15:24

O ex-presidente colombiano Álvaro Uribe (2002-2010) assegurou que a “ditadura de Venezuela” o acusa de ter tramado o atentado contra seu correligionário e ex-ministro Fernando Londoño no passado 15 de maio em Bogotá e que supostamente entregou as provas disso ao Ministro colombiano de Defesa.

A “Ditadura da Venezuela filtra que entregou ao Ministério da Defesa Colômbia provas sobre a infâmia (de) que eu pus a bomba contra o doutor Londoño”, escreveu Uribe em sua conta da rede social Twitter, plataforma que usa o ex-mandátario para fazer a maioria de suas declarações públicas.

Antes, Uribe convidava a ler a “nova infâmia de porta-vozes da turva ditadura da Venezuela” e anexava um link a um portal no qual se recolhe a origem da acusação.

Trata-se de um programa transmitido pela Venezuelana de Televisión (VTV, estatal) em que seu apresentador, o cientista político Miguel Ángel Pérez Pirela, diz que “se comprovou que o suposto atentado ao ex-ministro Londoño da Colômbia foi planejado e executado por eles mesmos, Álvaro Uribe e supostamente, o mesmíssimo Londoño”.

O ex-presidente, que em todo o momento se refere a seus acusadores como “a ditadura da Venezuela”, opinou também no Twitter que nesse suposto regime “se juntam covardia, mentira, proteção de assassinos, criação de truques e expressão sobreposta de infâmias”.

Londoño foi ministro de Interior e Justiça de Uribe nos dois primeiros anos de seu Governo, entre 2002 e 2004, e ainda mantêm uma relação estreita da qual têm mostrado desde o atentado, no qual a vítima resultou ferida, mas perdeu dois homens do seu esquema de segurança.

O ex-ministro, que agora tem um programa radiofônico de opinião e é docente, manifestou recentemente sua certeza sobre o fato de que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) estiveram por trás do ataque perpetrado com uma ‘bomba lapa’ aderida ao seu veículo enquanto esperava que o sinal abrisse.

Ademais, criticou que o Governo do presidente Juan Manuel Santos tenha insistido em embaralhar a possibilidade de que os autores do ato terrorista possam ser também da extrema direita.

Infolatam/Efe
Bogotá, 27 de maio de 2012

Última actualización el Lunes, 28 de Mayo de 2012 15:26
 
Fidel Castro sabia que Kennedy seria baleado, diz ex-agente da CIA PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 01 de Junio de 2012 09:05

O ex-líder cubano Fidel Castro sabia que o presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, seria baleado em Dallas (Texas) a 22 de novembro de 1963, segundo Brian Latell, um antigo analista da CIA e especialista em Cuba, no seu livro «Castro`s Secrets. The CIA and Cuba's Intelligence Machine» (Os segredos de Castro. A máquina da Inteligência da CIA e de Cuba)

«Durante mais de 49 anos Fidel Castro mentiu sobre o que sabia sobre o assassínio do presidente Kennedy», afirmou quinta-feira Latell durante a apresentação do seu livro no centro conservador Heritage Foundation, em Washington.

Já aposentado, Latell, antigo chefe do Gabinete Nacional de Inteligência para a América Latina da CIA entre 1990-1994 que seguiu Castro desde os anos de 1960, garantiu que Fidel sabia que ocorreria um tiroteio no Texas.

Horas antes da ocorrência, o jovem agente cubano Florentino Aspillaga, encarregado de interceptar a partir da ilha as comunicações por rádio da estação da CIA em Miami e vigiar o movimento de navios norte-americanos que pudessem realizar operações clandestinas contra Castro, recebeu uma ordem pouco usual.

«Parem todos os esforços contra a CIA e concentra todas as equipas, antenas e atenção no Texas», contou Latell a partir do relato do próprio Aspillaga, que desertou em 1987 e em 2007 aceitou ser entrevistado pelo ex-analista para contar a sua história.

«Eles sabiam. Fidel sabia», disse Aspillaga a Latell. O cubano também disse que o regime tinha informação sobre Lee Harvey Oswald, autor do tiroteio.

Oswald, comunista simpatizante do regime cubano, visitou Cuba  em setembro de 1963 com a intenção de lutar pelo «tio Fidel», como lhe chamava. Segundo o autor, não há evidência que o assassino colaborasse com os serviços de inteligência cubanos, mas as autoridades ocultaram o que sabiam sobre Oswald.

Na época de Kennedy, os dois presidentes eram inimigos e Castro pensou que Washington culparia Havana pelo assassinato e invadiria a ilha em represália pelo homicídio, segundo documentos da época. «Ele sabia que iam disparar contra Kennedy naquela manhã em Dallas, e que Lee Harvey Oswald ia realizar o tiroteio. Por isso mentiu, para salvar o seu próprio pescoço», afirmou Latell.

O autor comparou as revelações de Aspillaga com entrevistas de mais de 60 agentes da CIA, do FBI e do Governo, a maioria aposentados, assim como cerca de 50 mil documentos disponíveis nos Arquivos Nacionais.

O ex-analista reconheceu que os Estados Unidos «subestimaram» os serviços secretos cubanos daquela época, que realizavam operações «muito sofisticadas», inclusivamente com diversos agentes duplos. Latell afirmou também que Fidel Castro era a cabeça dos serviços de espionagem, supervisionava determinadas operações e escolhia pessoalmente os agentes para executá-las.

Ana Montes (detida nos EUA em 2001) que trabalhava para o Pentágono e condenada a 25 anos de prisão, e Walter Kendall Myers, ex-funcionário do Departamento de Estado, detido em 2009 juntamente com a mulher, Gwendolyn, ambos septuagenários, são alguns exemplos. Todos admitiram ter espiado para Cuba durante 30 anos.

 
Cuba: Vice-presidente do Irã inicia visita oficial à ilha PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Martes, 29 de Mayo de 2012 17:43

Infolatam/EFE

O vice-presidente do Irã, Ali Saeidlo, iniciou neste domingo uma visita oficial a Cuba, onde se encontrará com autoridades do país, com o objetivo de fortalecer os laços entre as duas nações.

Saeidlo chegou à ilha na tarde do domingo e encontrará hoje com o vice-presidente cubano, José Ramón Machado Ventura, segundo comunicado doMinistério das Relações Exteriores de Cuba.

Além do encontro, a nota diz apenas que o dirigente iraniano realizará outras atividades na ilha.

A chegada de Saeidlo ocorre após a visita que o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, fez em janeiro para Cuba, dentro de uma programação que incluiu outros países da América Latina.

Na ocasião, Ahmadinejad se reuniu com o presidente cubano Raúl Castro e também com seu irmão Fidel. O Governo de Cuba apoia o direito do Irã manter um programa nuclear com fins pacíficos.

Em relação à cooperação bilateral, Cuba e Irã realizaram em setembro de 2010 uma reunião em Havana na qual Teerã aumentou para 500 milhões de euros sua linha de crédito para ilha.

 
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