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Notícias: Brasil
Hugo Chávez pede a Deus que lhe dê vida mesmo que seja "chamejante" PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 06 de Abril de 2012 10:57

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, pediu hoje a Deus que o ajude a vencer o cancro de que padece e que lhe dê vida, mesmo que seja chamejante.

"Se tudo o que vivi não foi suficiente, faltava-me isto, bem-vindo, mas dá-me vida, ainda que seja vida chamejante, vida dolorosa, não importa", disse.

O pedido de Hugo Chávez foi feito no final de uma missa de ação de graças pela sua saúde e em ocasião da quinta-feira santa, que teve lugar no Estado de Barinas (530 quilómetros a sudoeste de Caracas), onde nasceu.

"Dá-me a tua coroa, Cristo, dá-me que eu sangro, dá-me a trua cruz, cem cruzes, mas dá-me vida porque ainda tenho coisas para fazer por este povo e por esta pátria. Não me leves ainda, dá-me a tua cruz, o teus espinhos, o teu sangue, que estou disposto a levá-las mas com vida", disse.

A missa, em que além de Hugo Chávez participaram os seus pais, irmãos e as filhas, foi transmitida através do canal da televisão estatal venezuelana.

Comovido e com a voz embargada, Hugo Chávez recordou que deixou Barinas há quase 40 anos para um "caminho sem regresso" e que o cancro de que padece "é uma verdadeira ameaça" que lhe marca o fim do caminho para muita gente, sublinhando no entanto estar otimista de que poderá vencer a doença.

Hugo Chávez regressou à Venezuela pelas 23:50 horas locais de quarta-feira (05:20 em Lisboa), depois de permanecer cinco dias em Havana, Cuba, onde concluiu o segundo ciclo de radioterapia do tratamento ao cancro que, segundo disse, decorreu "sem reação adversa".

A 26 de fevereiro Hugo Chávez foi operado, em Havana, a uma nova "lesão" de dois centímetros que, segundo o próprio, foi detetada no mesmo local onde em junho de 2011 lhe foi extraído um tumor com células cancerígenas.

A reincidência do cancro surge depois de Chávez, 57 anos, ter reiterado, no final de 2011, que se tinha curado da doença, insistindo na recandidatura à Presidência da República nas eleições previstas para 07 de outubro.

Última actualización el Viernes, 06 de Abril de 2012 11:00
 
Hugo Chávez volta à Venezuela após 4 dias de radioterapia em Cuba PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 05 de Abril de 2012 11:16

 

Hugo Chávez volta à Venezuela após 4 dias de radioterapia em Cuba

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anunciou no Twitter na noite desta quarta-feira que está voltando a Caracas, após quatro dias em Cuba para o segundo ciclo de radioterapia.

O mandatário saiu do aeroporto internacional José Martí, em Havana, por volta das 21h15 locais (22h15 em Brasília), como mencionado em sua conta no microblog. "Olá, meus queridos compatriotas. Estamos saindo do aeroporto José Martí. Concluimos o segundo ciclo de radioterapia".

Mais cedo, as autoridades venezuelanas afirmaram que Chávez voltaria "nas próximas horas". A ausência de informações sobre o estado de saúde de Chávez, que deixou de atualizar seu Twitter há dois dias, já alimentava rumores sobre a condição do presidente, que viajou na semana passada para Havana.

Em entrevista a uma estação de TV venezuelana, o vice-presidente Elías Jauá afirmou que estava em contato permanente com Chávez, e que o chefe de Estado retornaria "nas próximas horas" após um "tratamento bem-sucedido" na capital cubana.

A mesma informação foi reforçada pelo ministro da Comunicação venezuelano Andrés Izarra em sua conta de Twitter.

O presidente da Venezuela chegou na noite de sábado à Havana, tendo pela frente "cinco sessões de radioterapia durante cinco dias consecutivos", depois do qual previa repousar na Venezuela antes de retomar o tratamento, que deve se estender por mais três semanas, como o próprio dirigente explicou antes de sua partida.

Ao longo do dia, gerou alguma controvérsia uma mensagem postada pelo médico venezuelano José Rafael Marquina em sua conta de Twitter na terça-feira à noite.

Comentador regular sobre a saúde do líder venezuelano, Marquina disse que Chávez sofreu uma "dor intestinal severa", o que teria provocado a hospitalização do presidente.

A mensagem teve repercussão restrita na própria mídia venezuelana. Ao jornal espanhol ABC, Marquina disse no final de março que o câncer do presidente se espalhou pela bexiga, fígado e glândulas suprarenais. Segundo ele, Chávez só viveria até outubro, caso continuasse respondendo mal ao tratamento como até aquela ocasião. "Com a radioterapia lhe estão comprando tempo", afirmou.

Marquina, que não é oncólogo, ganhou visibilidade ao ser "endossado" e replicado pelo jornalista venezuelano Nelson Bocaranda, que no ano passado antecipou que Chávez tinha câncer --enquanto o governo negava.

Seguido por mais 500 mil pessoas em sua conta no Twitter, Bocaranda, ferrenho opositor de Chávez, diz que houve "uma extensão do câncer originário".

Em fevereiro, o jornalista também havia antecipado que o presidente passaria por uma nova cirurgia em Havana.

-- Folha Online

 
A ditadura vai impedir que opositores assistam a missas de Bento XVI, diz bloguista PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Martes, 27 de Marzo de 2012 11:54

A bloguista cubana Yoani Sánchez disse hoje que o governo de Raúl Castrou vai impedir que opositores assistam às missas celebradas pelo papa Bento XVI, que inicia hoje uma visita à ilha.

Através da sua página na Internet, o blog «Generazione Y», Yoani Sánchez contou que Raúl autorizou que uma «polícia ideológica» chamada de «voto do silêncio» actue durante a estada do Pontífice na ilha.

Segundo a bloguista, ativistas e mulheres membros do movimento «Damas de Branco» foram presas para evitar que se aproximem dos locais por onde Bento XVI passará. O acesso à Internet também foi bloqueado em algumas regiões do país.

«O governo de Castro activou uma polícia ideológica para evitar que ativistas, dissidentes, jornalistas independentes, bloguistas alternativos e outras pessoas que não estão de acordo (com o regime) vão até às praças onde falará Sua Santidade», afirmou.

Última actualización el Martes, 27 de Marzo de 2012 11:56
 
Cuba: Cardeal Ortega na TV estatal PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Miércoles, 04 de Abril de 2012 11:19

 

 

 

Havana (RV) - Com as igrejas lotadas, os cubanos estão vivendo a Semana Santa num clima sereno. Não só foi anunciado que Sexta-feira Santa será feriado na Ilha, mas foi também comunicado que o Cardeal Jaime Ortega, Arcebispo de Havana, apresentará sua mensagem de Sexta-feira Santa em um programa transmitido pela televisão nacional, fato inédito em Cuba há mais de 40 anos.

O anúncio da transmissão da mensagem do Cardeal Arcebispo de Havana para a Sexta-feira Santa ocorre depois da decisão do governo de Raul Castro de declarar feriado Sexta-feira Santa, 6 de abril, atendendo ao pedido feito pelo Papa Bento XVI em sua recente visita apostólica, de 26 a 28 de março.
(CM)

Última actualización el Miércoles, 04 de Abril de 2012 11:23
 
Entrevista con Jon Lee Anderson: "Sem tansição suave ao capitalismo em Cuba" PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 01 de Abril de 2012 11:29

RIO - Autor de uma biografia considerada por muitos como o relato definitivo sobre a vida de Ernesto Che Guevara, Jon Lee Anderson avalia que Cuba está próxima do fim de uma era. Para contar a história do guerrilheiro, o jornalista passou três anos na ilha, onde teve acesso a documentos inéditos, e passou por Bolívia e Argentina. Nos últimos anos, escreveu ao menos três ensaios sobre a situação política em Cuba.

Famoso por mergulhar profundamente nos cenários que retrata em livros e em reportagens para a revista "New Yorker", o jornalista americano, de 55 anos, se notabilizou com a cobertura de conflitos em países como Iraque, Afeganistão, Angola e Líbano, entre outros. E também é reconhecido por perfis inspirados de líderes políticos como Hugo Chávez, Fidel Castro e Augusto Pinochet.

Anderson tem uma forte relação com a América Latina, onde iniciou sua carreira, em 1979, no "Lima Times", no Peru. Na década de 80, cobriu a região para a revista "Time". Em 2009, publicou uma longa reportagem sobre a ação dos traficantes no Rio de Janeiro, que incluiu visitas ao Morro do Dendê e entrevista com o traficante Fernando Gomes de Freitas, o Fernandinho Guarabu.

Nascido na Califórnia, o jornalista, filho de diplomata, foi criado em países como Coreia do Sul, Colômbia, Taiwan, Indonésia, Libéria e Reino Unido.

Com o lançamento de uma edição atualizada da biografia pela editora Objetiva, Anderson reflete sobre o alcance do mito de Che na política latino-americana e sobre o futuro da região num cenário de ascensão de governos de esquerda. Em entrevista ao GLOBO, concedida por e-mail direto da região das Montanhas Nuba, no Sudão do Sul, Anderson discute o papel da Igreja na parceria com o Estado após a visita de Bento XVI ao país, a situação econômica da ilha e os efeitos do fim do chavismo para Venezuela e Cuba, além de defender uma posição mais ativa do governo brasileiro em relação ao regime dos irmãos Castro a fim de conquistar mais avanços na área de direitos humanos.

O GLOBO: O senhor diz que Cuba está mais próxima do fim de uma era. Para a nova geração de cubanos, mais do que o ícone em camisetas ou a figura em cartazes em Havana, o que ainda significa o mito de Che?

JON LEE ANDERSON: Em Cuba, a juventude está dividida quanto a Che Guevara. Para alguns, é o maçante símbolo de uma "revolução do poderia", apregoada por velhos homens que ainda dominam o país usando a retórica do socialismo. Para outros, apesar de tudo, ele permanece uma figura potente, admirável, como um George Washington revolucionário ou a figura de Gandhi - um pai fundador do sistema único de nacionalidade determinista de Cuba, alguém para imitar em sentido abstrato, em um senso de inalcançável. Algo como Cristo.

O GLOBO: Como reconhecer a influência de Che na política da América Latina?

ANDERSON: A influência pode ser vista em uma geração de líderes - mais notavelmente Hugo Chávez e Evo Morales, mas também Daniel Ortega, Fernando Lugo, Rafael Correa e até mesmo Kirchner - para quem o perigo de uma invasão militar americana diminuiu, apesar de qualquer política de confrontação que tenham adotado. Da mesma forma que Fidel sempre foi visto como uma fonte de orgulho nacionalista para a América Latina por sua atitude de desafio em relação aos EUA - mesmo entre políticos conservadores - Che é um santo padroeiro conveniente. Ele também pode ser usado astutamente como chamariz por políticos cujas credenciais revolucionárias são praticamente nulas, como forma de apelo à juventude irrequieta.

O GLOBO: Um governo socialista pode ter uma transição suave para o capitalismo?

ANDERSON: Transição suave? Duvido. A questão da propriedade por si só em Cuba é altamente complicada; existem muitos cubanos vivendo em casas compartilhadas com outros e que não foram compradas, mas que são legados dos confiscos de bens dos que fugiram. Desde o colapso da União Soviética, há um florescente mercado negro de imóveis, que se estende a estrangeiros "comprando" casas e usando inquilinos cubanos como laranjas. Dependendo das salvaguardas que a Revolução adotar, existe a possibilidade de redes de criminosos surgirem nesse mercado. De outro lado, as vicissitudes do socialismo cubano nas últimas décadas prepararam seus cidadãos para um mundo empreendedor de cada um por si. Com o controle, isso deve permitir a emergência de uma nova classe média. Mas é possível perguntar como os jovens e os velhos se sairão.

O GLOBO: Qual é a situação da economia?

ANDERSON: O açúcar está quase morto em Cuba. Há um pouco de petróleo, pesca e turismo, mas a agricultura está em péssimas condições e não há exportações suficientes para se falar além de rum, migrantes cubanos e tabaco. Isso é nada. No fim, há o turismo e uma economia de serviços que, infelizmente para os cubanos, inclui uma próspera indústria do sexo e um traço nacional de trapaça como modo de sobreviver. Muito precisa ser feito para evitar que Cuba se transforme num tipo de sociedade criminosa organizada que temos visto em tantos outros Estados socialistas. Isso vai depender em grande parte de atitudes e políticas dos próprios governantes cubanos.

O GLOBO: A Igreja pode ser essa espécie de parceira e, ao mesmo tempo, oposição amigável ao regime?

ANDERSON: Sim, é uma possibilidade. Quando o Papa João Paulo II visitou Cuba, em 1998, foi um momento significativo no qual os Castro pareceram estar dispostos a permitir que a Igreja atuasse como uma espécie de garantidora de alguma abertura política. Essa janela foi fechada em 2003, quando Bush invadiu o Iraque, e os Castro se sentiram ameaçados por uma mudança de regime inspirada pelos EUA. A insegurança aumentou com a doença de Fidel e os primeiros anos de Raúl no poder. O fato de Chávez ter surgido na última década como um benfeitor tornou a repressão viável. É possível que estejamos diante de um recomeço desse processo, que começou sob João Paulo II e foi depois congelado. Os líderes da Igreja cubana claramente se adaptaram à Revolução e adotaram uma visão de longo prazo. Isso é chave para que ela seja uma intermediária confiável com adversários políticos.

O GLOBO: É possível revisar o modelo econômico da ilha sem mudanças na política?

ANDERSON: Isso é um híbrido do modelo de transição em China, Vietnã e outros Estados socialistas que optaram pela abertura econômica, mas sem concessões políticas. No final, vai depender da percepção de insegurança, e os Castro podem permitir que a Igreja atue como um garantidor para algumas limitadas liberdades políticas, mas nada que desafie a suprema autoridade do Partido Comunista. Eles são altamente conservadores. O tempo vai dizer se podem reprimir sua natureza burocrática e tolerar novas liberdades econômicas que comecem a realmente alterar o cenário social em Cuba.

O GLOBO: Como o câncer de Hugo Chávez pode afetar a aliança entre Chávez, Fidel e Evo Morales? Podemos ver uma ascensão da influência americana?

ANDERSON: O câncer de Chávez e sua possível morte no futuro próximo representariam um mar de mudanças no cenário político da América Latina. Sem falar na própria Venezuela. Se o sucessor não continuar com a generosidade financeira regional, os países que a recebem, como Cuba, serão fortemente atingidos - isso pode ter um efeito similar para a ilha ao corte de subsídios da União Soviética na década de 90. E também vai determinar o nível de influência americana na região. Haverá uma oportunidade de ressurgimento do poder americano com uma nova configuração, mais respeitosa talvez, mas muito depende de quão sabiamente o presidente americano e seus emissários vão proceder. No passado, sabedoria não foi o principal traço de Washington na América Latina. Outra coisa: o poder americano tem diminuído como resultado dos erros cometidos nos anos Bush, da ascensão da China e da economia declinante dos EUA. O Brasil agora tem lugar na mesa de negociação no hemisfério, um lugar merecido e bem-vindo. A política externa americana em relação à região terá que levar isso em conta.

O GLOBO: Qual é o cenário possível para o fim do embargo americano?

ANDERSON: A eventual morte de Fidel pode ser uma oportunidade para acabar com esse embargo anacrônico. Se os EUA jogarem duro de verdade, como têm feito até agora, então pode ser que esperem concessões econômicas reais, e algumas políticas também, mas não antes da reeleição de Obama como presidente. Ele precisa dos votos de cubano-americanos da Flórida.

O GLOBO: A primeira visita de Dilma Rousseff a Cuba como presidente foi alvo de polêmica após a morte de mais um dissidente político. O Brasil pode, de fato, influenciar o governo cubano a oferecer mais liberdade de expressão?

ANDERSON: Penso que o Brasil tem um papel muito importante no hemisfério e que a líder brasileira pode, e deve, usar sua influência para calmamente obter algumas concessões com os cubanos. Será mais fácil para eles aquiescer aos pedidos do Brasil do que aos dos americanos. Ela pode escolher trabalhar de forma discreta agora, mas, se necessário, falar abertamente se a situação exigir. A libertação de prisioneiros políticos poderia ser a compensação para qualquer investimento brasileiro ou crédito financeiro. Não deve ser tão difícil e deveria ser feito.

Última actualización el Domingo, 01 de Abril de 2012 11:40
 
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