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Notícias: Brasil
Cuba: Filha de dissidente cubano questiona versão de acidente PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Martes, 24 de Julio de 2012 15:26

AFP.-

 

Os seguidores e uma filha do dissidente cubano Oswaldo Payá, morto no domingo quando o carro em que viajava bateu em uma árvore, questionaram nesta segunda-feira a versão oficial do acidente, apesar de ela ter sido aprovada por um grupo de oposição.

Payá, de 60 anos e Prêmio Sakharov do Parlamento Europeu em 2002, morreu em uma estrada na província de Granma, no sudeste da ilha, em um acidente de carro no qual outro cubano morreu e um espanhol e um sueco ficaram feridos.

Os feridos, Carromero Anjo Barrios e Jens Aron Modig, deixaram o hospital nesta segunda-feira, segundo fontes diplomáticas, mas ainda não falaram publicamente sobre o incidente. Já o cubano Harold Cepero Escalante, um ativista do Movimento Cristão de Libertação (MCL) de Payá, não resistiu aos ferimentos.

Os quatro viajavam em um carro alugado, aparentemente conduzido por um dos europeus. O veículo saiu da estrada e bateu em uma árvore perto da cidade de Bayamo (744 km a sudeste de Havana), segundo as autoridades.

Rosa Maria Payá afirmou que um outro veículo desviou o carro em que viajava seu pai.

“A informação que recebemos é que tinha um carro que tentava tirá-los da estrada, forçando-os em todos os momentos, por isso pensamos que não foi um acidente”, declarou a filha do opositor, em uma declaração reproduzida pelo jornal El Nuevo Herald de Miami.

No entanto, a versão do governo foi aprovada pela Comissão de Direitos Humanos, uma entidade ilegal, mas tolerada pelo governo comunista, liderada pelo dissidente Elizardo Sanchez.

“Pedimos para dois colaboradores que moram em Bayamo que fossem ao local do acidente. Eles viram a árvore em que o carro bateu e confirmaram que o impacto foi brutal e que não havia outro veículo envolvido”, disse Sanchez à AFP.

“Algumas rádios de Miami (disseram que o carro foi tirado da estrada por outro), mas o nosso trabalho é se ater a verdade dos fatos e os fatos são consistentes com um infeliz acidente”, acrescentou.

Enquanto isso, a organização MCL, fundada por Payá em 1988, pediu uma “investigação transparente” do acidente, que foi divulgado pela imprensa oficial cubana como “lamentável”, sem mencionar a atividade política do dissidente.

Em Havana, o cardeal Jaime Ortega deu suas condolências à família e ofereceu toda a assistência possível da Igreja, disse à AFP seu porta-voz, Orlando Márquez.

A morte de Payá provocou reações nos Estados Unidos e Europa. O presidente americano, Barack Obama, lamentou a morte de Payá, de acordo com a Casa Branca, que destacou sua incansável “luta não-violenta pela liberdade e reforma democrática”.

“Acreditamos que o seu exemplo e liderança moral perdurarão”, disse em um comunicado a presidência americana.

A Europa também manifestou pesar. “Payá dedicou sua vida à causa da democracia e dos direitos Humanos em Cuba”, declarou em Bruxelas um porta-voz da chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton.

O presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, disse que a morte de Payá “é uma notícia triste para todos que acreditam e lutam pela liberdade e democracia no mundo”.

Payá ganhou notoriedade em 2002, quando entregou 11.020 assinaturas ao Parlamento cubano em apoio a uma iniciativa para mudanças políticas, chamada “Projeto Varela”.

Casado e pai de três filhos, nunca foi preso por sua atividade de oposição, apenas passou por detenções breves. Muitos dos 75 dissidentes presos na primavera de 2003 eram seguidores de Payá no MCL.

AFP
Havana, 23 de julho de 2012

 
Dissidentes cubanos enfrentam dificuldades na Espanha PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 21 de Julio de 2012 11:30

A partir de 2010, todos os chamados presos políticos cubanos foram liberados após apoio da Igreja Católica de Cuba e do governo espanhol. A maioria optou por se instalar na Espanha com suas famílias para começar uma vida nova. Muitos, porém, viram o sonho de morar na Europa tornar-se frustração em função da crise econômica que atinge o país.
Opositores cubanos enfrentam crise econômica na Espanha e pensam em voltar ao seu país de origem| Foto: Jorge Royan/Wikimedia

Da Redação

Para entender melhor a situação dos dissidentes cubanos na Espanha é preciso retornar a 2010 e 2011. Nesses anos, o Vaticano e o governo espanhol de José Luis Rodriguez Zapatero, pediram para a Igreja Católica cubana, sob a liderança do cardeal Jaime Ortega, mediar com as autoridades de Havana a liberação de 127 prisioneiros. Com o sucesso da negociação, não há, atualmente, nenhum ‘preso de consciência’ em Cuba, de acordo com a organização que defende os direitos humanos e a igreja católica.

Alguns acusaram os setores do governo cubano em forçar essas pessoas para o exílio. Vários meios de comunicação ocidentais transmitiram essa versão. Porém, dissidentes afirmaram que em nenhum momento as autoridades cubanas pediram que eles deixassem o país como uma condição prévia para a liberação.

A dura realidade espanhola

Longe de encontrar uma nação próspera, dissidentes cubanos foram atingidos fortemente pela crise econômica que afeta a Espanha. A maioria deles está desempregados, sem recursos e às vezes até sem moradia. De acordo com a imprensa ibérica, um ano após a sua chegada, os exilados vêm perdendo o apoio do governo.

Uma mostra disso foi a decisão do governo espanhol em eliminar o suporte destinado aos dissidentes cubanos. O governo se recusou a renovar o auxílio por mais 12 meses, como previsto inicialmente, por razões econômicas. No período em que foi dado o suporte, a Espanha gastou uma média de 2 mil euros por pessoa a cada mês, ou mais de 18 milhões de euros por ano para cobrir as necessidades dos cubanos. Custo considerado muito alto para um país com 5 milhões de desempregados, cerca de 25% da população.

Para protestar sobre a situação que estão vivendo na Espanha e pelo desamparo até mesmo de seu principal defensor no país, o Partido Popular (PP), dissidentes cubanos decidiram recorrer a uma greve de fome.

José Manuel Garcia Margallo, chanceler espanhol, reconheceu que o caso dos cubanos não é “simples” e que eles estão “em uma situação difícil.” Mas ele rejeitou a ideia de estender auxílio financeiro devido à crise econômica que varre o país e só se comprometeu, no máximo, para acelerar o processo de validação de diplomas universitários.

O descaso frente à oposição cubana na Espanha, por vezes, acaba de maneira trágica, como no caso de Alberto Santiago Du Bouchet, instalado nas Ilhas Canárias após a sua liberação e que se suicidou em 4 de abril de 2012. A família de Bouchet e seus amigos afirmaram que sua situação econômica precária agravada com a eliminação da assistência financeira mensal, foi a causa principal do drama. O governo espanhol, contudo, nega que o suicídio tenha ‘ligação direta’ com a decisão de encerrar o auxílio.

Voltar para Cuba?

Contra todas as probabilidades, vários dissidentes têm expressado a sua intenção de retornar a Cuba, deixando de viajar para os Estados Unidos, acusando a Espanha de negligência. “É melhor estar em Cuba na rua do que aqui”, disse Sanchez Ismara. “Desde 31 de março estou na rua”, queixou-se Núñez Idalmis afirmando que não tem como pagar uma habitação.  Da mesma forma, Orlando Fundora e sua esposa, tiveram que enfrentar condições de vida muito difíceis, que não passava em sua terra natal. Em entrevista à BBC, Fundora confessou algo inesperado: “Nós comemos melhor em Cuba”.

De certo ponto, a decisão de retornar a Cuba não é tão surpreendente. Apesar dos limitados recursos do país caribenho e as dificuldades geradas pelo bloqueio econômico imposto a Cuba pelos Estados Unidos desde 1960, o governo de Havana construiu uma proteção social relativamente eficaz que satisfaz as necessidades básicas da população. Apesar de tudo, 85% dos cubanos têm casa. Da mesma forma, todos os cubanos têm acesso gratuito a atividades de saúde, educação e cultural. Há um cartão de racionamento que lhes permite receber a cada mês, além de seu salário, um alimento básico suficiente para duas semanas. É por isso que, apesar dos seus limites em termos de recursos naturais, não há desabrigados em Cuba ou crianças de rua. Além disso, segundo a UNICEF, Cuba é o único país do Terceiro Mundo onde não há desnutrição infantil.

Com informações do Voltaire.net

Última actualización el Sábado, 21 de Julio de 2012 11:33
 
Culto à personalidade em Cuba: retratos do líder Fidel Castro buscam reforçar "o mito" PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Miércoles, 11 de Julio de 2012 12:14

Reuters

Uma exposição de retratos fotográficos e pintados do líder cubano Fidel Castro tem como objetivo permitir a preservação do “mito” num momento de raras aparições físicas dele, disseram nesta terça-feira artistas envolvidos no projeto.

A exposição “O Rosto da História”, em cartaz até 30 de agosto na Casa Cultural da Alba, em Havana, inclui 20 fotografias feitas por Alex Castro Soto del Valle, filho do ex-presidente cubano, além de retratos em branco e preto do artista italiano Franco Azzinari.

Fidel, que completa 86 anos em 13 de agosto, deixou a presidência cubana em 2006, quando um problema de saúde o obrigou a ceder o cargo ao seu irmão caçula, Raúl, primeiro de forma interina, e depois definitivamente.

Muitos cubanos sentem falta dos seus longuíssimos discursos e das suas frequentes aparições públicas.

Em entrevista à TV Reuters, o filho de Fidel disse que a exposição “mostra o homem como tal, em sua forma de pensar, sua forma de se comunicar com as pessoas”.

Fidel Castro é um cubano a mais entre nós, se expressa com as mãos, se expressa com o olhar, se expressa com os gestos, e isso é o que tentamos captar nesta exposição”, acrescentou.

O catálogo da exposição, na qual Fidel é visto gesticulando, de cenho franzido e com gestos enfáticos, diz que os retratos “fazem transcender o mito, o abordam como símbolo e como a pessoa que é, sem cair em sensacionalismos, a partir do homem e da sua essência e expressão mais humana”.

Azzinari, que apresentou sua versão de Fidel em cerca de 20 retratos monocromáticos, disse que “a figura de Fidel é mítica, uma lenda viva, e acho que toda pessoa quer conhecê-lo, tocá-lo, vê-lo uma vez na vida”.

Nos retratos do italiano, Fidel aparece com frequência sério e pensativo.

Desde que adoeceu, Fidel se dedica a escrever artigos sobre temas internacionais e a receber esporadicamente personalidades estrangeiras em sua casa.

Em meados de junho, ele surpreendeu muita gente ao publicar mensagens cifradas e curtas pelo Twitter, em vez dos longos e intermitentes artigos conhecidos como “reflexões”.

Tomado de INFOLATAM

Última actualización el Miércoles, 11 de Julio de 2012 12:18
 
Cuba: Alem do cólera, tambem o dengue assola à ilha: 5 mortos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 21 de Julio de 2012 11:23

Além da epidemia de cólera e coincidendo com a preocupação sobre a situação do saneamento da agua na ilha, fontes do governo castrista reconocieram crise com dengue

Crédito foto: EFE

(Espanhol)

 

El brote de dengue ha dejado un saldo de 5 muertos y más de 100 hospitalizados de emergencia, según informa el diario Nuevo Herald, asistido por fuentes independientes y un funcionario del Ministerio de la Salud Pública de Cuba (MINSAP) que pidió conservar el anonimato.

Martha Beatriz Roque, directora de la Red Cubana de Comunicadores Comunitarios, afirmó que"el dengue se ha hecho endémico", a raíz de los cinco brotes registrados en lo que va del año. Esto es un salto cualitativo con relación a los frecuentes brotes veraniegos, transmitidos por el mosquito Aedes aegypti, en la medida en que ahora ocurre en todas las estaciones del año.

El deterioro de la situación sanitaria se cuenta entre las causas de este nuevo brote, además del agravamiento del saneamiento del agua. Sobre el último punto alertó Inés María Chapman, presidente del Instituto Nacional de Recursos Hidráulicos (INRH), durante su exposición ante diputados en la Asamblea Nacional. Años de explotación de redes hidráulicas sin mantenimiento y una cultura del derroche en la utilización del agua se suman a un cuadro de sólo 5.316 kilómetros de alcantarillado, 139 estaciones de bombeo de residuales y 8 plantas para el tratamiento de éstos.

La emergencia del cólera, que no se registraba desde hace al menos 130 años en la isla, ha dejado 26 muertos y 346 casos de posibles afectados, y junto a los recientes casos de dengue, pone en alerta al gobierno cubano sobre la grave crisis sanitaria que atraviesa al país.




Fuente: EFE -
Última actualización el Sábado, 21 de Julio de 2012 11:28
 
Chávez elogia Obama y diz que "é uma boa pessoa" PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 14 de Julio de 2012 11:03

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, elogiou nesta sexta-feira Barack Obama, chamando-o de "boa pessoa", e disse que a Venezuela "não é uma ameaça para ninguém" ao comentar declarações do mandatário americano e de seu adversário na corrida presidencial, Mitt Romney.

"Eu acredito que Barack Obama, tirando o fato de ser presidente, é ums boa pesoa, se você o isola de seu contexto, no pessoal", disse Chávez em uma entrevista à televisão local evocando um encontro que ambos tiveram em Trinidad e Tobago na Cúpula das Américas de 2009.

"Ele me disse, teremos diferenças, mas nunca me vou interferir nos assuntos internos da Venezuela. Disse a ele 'isso basta para mim' e que 'gostaria de retomar as relações com os Estados Unidos, com seu governo, mais ou menos como as levávamos com [o ex-presidente] Bill Clinton", afirmou Chávez.

"Na verdade, nós não somos nenhuma ameaça para o governo dos Estados Unidos", acrescentou.

Para concluir, Chávez ainda citou palavras o presidente colombiano, Juan Manuel Santos. "Ele disse isso duas vezes: Chávez é um fator de estabilidade para a região".

ENTREVISTA

Em uma entrevista na quarta (11) ao canal de televisão América TV, de Miami, Obama defendeu sua política nos três anos de mandato frente a Cuba e o ditador Raúl Castro e à Venezuela de Hugo Chávez.

"Em geral, na minha opinião, o que o senhor Chávez fez nos últimos anos não representa um perigo para nossa segurança nacional", disse Obama.

Os comentários foram alvo de críticas do candidato republicano à Casa Branca nas eleições de novembro, Mitt Romney, que acusou o presidente democrata de "diminuir a importância das ameaças de um regime que abertamente quer nos prejudicar".

A retórica de Chávez e as constantes críticas aos Estados Unidos, chamado pelo presidente de "império ianque", provocaram a retirada do corpo diplomático do país desde 2009, mas não resultaram em nenhuma ação mais enérgica de Washington.

Apesar das diferenças políticas, o principal mercado da Venezuela é os Estados Unidos, especialmente para seu principal produto, o petróleo.

Última actualización el Sábado, 14 de Julio de 2012 11:06
 
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