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Notícias: Brasil
Ex-presos cubanos defendem status de refugiados políticos na Espanha PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 07 de Agosto de 2010 13:13
Madri, (EFE).- O status de refugiado político é o melhor trunfo para enfrentar a "deportação" de Cuba e reivindicar a libertação dos presos políticos que ainda estão na ilha, disseram nesta quarta-feira Agência Efe vários dissidentes libertados pelo Governo de Raúl Castro e recebidos pela Espanha.

"Não acredito que as autoridades espanholas me negarão essa condição (de refugiado político), pois sabem que viemos da prisão", afirmou à Efe o cubano Antonio Ramón Díaz Sánchez.

De Agencia EFE – Sánchez é um dos 20 dissidentes que estavam presos em Cuba e que chegaram à Espanha nas últimas semanas, depois de serem libertados graças aos acordos alcançados entre o Governo cubano e a Igreja Católica, com ajuda da diplomacia espanhola, sobre a libertação de um total de 52 prisioneiros políticos antes de novembro.

Todos eles pertencem ao grupo de 75 dissidentes presos em 2003 por subversão e ataques contra a revolução, na onda de repressão conhecida como "Primavera Negra".

Sánchez ressaltou que, da mesma forma que os outros dissidentes libertados e amparados na Espanha, tem "evidências suficientes" para que "não haja dúvidas" sobre seu status de refugiado político.

"Se a Espanha não nos considerasse refugiados políticos, estaríamos aqui como criminosos comuns, pois não dispomos de nenhum documento que credencie a anistia ou o perdão", assegurou o dissidente, membro do Movimento Cristão de Libertação e condenado a 20 anos de prisão.

Sánchez ressaltou sua rejeição à chamada "proteção internacional assistida" oferecida a eles pelo ministério do Interior espanhol, para regularizar sua situação na Espanha.

O ex-preso cubano se referiu também ao possível efeito destas libertações na política comum da União Europeia (UE) para a ilha.

A política comum, adotada em 1996, condiciona qualquer acordo com o regime castrista a avanços prévios no respeito dos direitos humanos e no caminho para a democratização.

O Governo espanhol, por outro lado, é partidário do diálogo com o cubano sem condições prévias.

"Nós não vamos dizer à UE o que ela tem que fazer. Essa posição comum foi implementada pela UE para defender as liberdades fundamentais em Cuba. A pergunta é: existem liberdades fundamentais em Cuba? A resposta evidentemente é não", disse Sánchez.

Segundo o dissidente, o bloco europeu deveria lembrar a mensagem lançada por Raúl há poucos dias, "quando ameaçou a oposição política e disse que em qualquer momento a Primavera Negra de 2003 poderia se repetir".

No mesmo sentido se referiu Arturo Pérez de Alejo, que também foi condenado a 20 anos de prisão em 2003.

Alejo agradeceu ao Governo espanhol e à Igreja Católica cubana "por interceder para que a libertação fosse alcançada", mas lembrou que o regime de Raúl "está manipulando a situação".

"Esta libertação e outras mudanças são sinais para que a UE levante a posição comum. No entanto, o Governo cubano tem que fazer muitas coisas ainda para que o bloco dê um passo deste tipo", afirmou Pérez.

Última actualización el Sábado, 21 de Agosto de 2010 01:51
 
IGREJA CATÓLICA CUBANA CRITICA RESTRIÇÕES À LIBERDADE NA ILHA PDF Imprimir E-mail
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Sábado, 31 de Julio de 2010 22:09

A Igreja Católica cubana censurou hoje as "limitações ao exercício da liberdade" e o "excesso de controles burocráticos" no país.

HAVANA, 30 JUL (ANSA) - Um artigo de opinião publicado na revista Palabra Neuva, da arquidiocese de Havana, por seu diretor, Orlando Márquez, afirma que "não há razões capazes para explicar as limitações ao exercício da liberdade humana nem argumentos que deem razão ao excesso de controles burocráticos".

"Não há discurso nem ideologia que possam defender ou justificar fórmulas econômicas e sociais cuja ineficácia foram amplamente demonstradas e desnecessariamente toleradas", acrescenta.

No artigo, Márquez se pergunta quem pode ter interesse em frear o "contaproprismo" que oxigena o Estado e a economia doméstica e como pode-se chamar de "propriedade" a uma casa ou um automóvel que não podem ser vendidos ou presenteados por seu dono legítimo.

Os cubanos, argumenta, "aspiramos mais desenvolvimento e mais oportunidades, e para um desenvolvimento integral são necessárias menos restrições às liberdades individuais e coletivas".

Desta forma, conclui, os cidadãos cubanos ficariam "libertos de controles excessivos para poderem assim realizar projetos pessoais que, no fim das contas, podem ser beneficiados para a sociedade; o Estado se libertaria de cargas econômicas, burocráticas e ideológicas desnecessárias que lê drenem a jugular".

A postura crítica ao governo cubano é apresentada alguns meses após a Igreja Católica ter iniciado um diálogo com as autoridades locais para permitir a libertação de presos considerados políticos pela oposição.

Com a mediação dos católicos, o presidente Raúl Castro aceitou soltar os 52 presos do grupo de 75 detidos em 2003. Destes, parte já foi liberada e seguiu à Espanha, país que também participou do processo. (ANSA)

Última actualización el Domingo, 15 de Agosto de 2010 00:53
 
Fidel Castro celebra 26 de julho longe do Raúl, na Praça da Revolução de Havana PDF Imprimir E-mail
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Martes, 27 de Julio de 2010 11:28

Fidel rinde homenaje a José Martí. Foto: Estudio Revolución

HAVANA — O líder Fidel Castro comemorou nesta segunda-feira o 26 de julho, data nacional cubana, depositando flores na estátua de José Martí, na Praça da Revolução de Havana, e com uma reunião com intelectuais e artistas, segundo a TV estatal.

(AFP) – Há 9 horas

Por volta do meio-dia, Fidel foi discretamente à Praça da Revolução, vestido com o tradicional verde-oliva, e em uma cerimônia com guarda de honra depositou uma coroa de flores no monumento a Martí, que considera o "autor intelectual" do ataque ao quartel Moncada, no dia 26 de julho de 1953, na primeira ação armada da revolução cubana.

Após a cerimônia, Fidel, que em agosto fará 84 anos, se encontrou com dezenas de intelectuais, líderes evangélicos, membros do grupo americano Pastores pela Paz e parentes do finado comandante Juan Almeida.

O líder comunista revelou aos intelectuais e artistas que publicará um livro sobre a campanha de guerrilhas em Sierra Maestra.

Fidel também disse que pedirá uma audiência à Assembleia cubana para falar sobre a crise no Oriente Médio e sobre os perigos de uma possível guerra em breve na região.

O site Cubadebate.cu publicou uma série de fotos do encontro entre Fidel e os intelectuais, pintores, escritores e músicos.

O principal ato do 26 de julho ocorreu em Santa Clara, 280 km a leste de Havana, e foi liderado pelo presidente Raul Castro.

Fidel cedeu o poder a seu irmão Raul em julho de 2006, em meio a uma grave doença intestinal, mas permanece, oficialmente, como primeiro-secretário do Partido Comunista.

Última actualización el Martes, 27 de Julio de 2010 11:32
 
A ditadura castrista continuará "dura" segundo Raúl PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 02 de Agosto de 2010 10:48

O presidente cubano, Raul Castro, durante Assembléia Nacional neste domingo (1º), em Havana

O presidente de Cuba, Raúl Castro, advertiu neste domingo (1º) em discurso no Parlamento que "não haverá impunidade" para os inimigos da revolução, apesar da decisão "generosa" e "soberana" de libertar 52 presos políticos.

"A Revolução pode ser generosa porque é forte (...) mas não faz falta reafirmar que não haverá impunidade para os inimigos da pátria, para os que tentarem colocar em risco nossa independência", afirmou Castro ao citar publicamente, pela primeira vez, sua decisão de libertar os presos políticos.

"Que ninguém se engane. A defesa de nossas sagradas "conquistas", de nossas ruas e praças, seguirá sendo o primeiro dever dos revolucionários, que não podem ser privados deste direito".

 

Raúl Castro diz que na essência nada mudou entre Cuba e os EUA

O presidente Raúl Castro também disse que "na essência nada mudou" entre Cuba e os Estados Unidos, embora exista "menos retórica" e se realizem "ocasionais conversas bilaterais sobre temas específicos e limitados".

O general Castro dedicou aos Estados Unidos a parte final de seu discurso no Plenário da Assembleia cubana para lembrar que seu bloqueio contra a ilha continua em vigor e que cinco cubanos seguem presos em prisões americanas, "sofrendo injusta prisão e tratamento abusivo".

Apesar de tudo, "nós seguiremos atuando com a serenidade e paciência que aprendemos em mais de meio século", disse. "A nós, os revolucionários cubanos as dificuldades não nos tiram o sono, nosso único caminho é prosseguir a luta com otimismo e inabalável fé na vitória", afirmou Raúl Castro no fim de seu discurso na Assembleia Nacional cubana.

O plenário realizado hoje pelo Parlamento da ilha - a primeira das duas reuniões que mantém ao ano - começou este domingo com a aprovação de uma declaração de protesto pela situação de Gerardo Hernández, um "dos cinco" como se chama em Cuba estes cubanos presos nos EUA, onde foram condenados por espionagem

Última actualización el Lunes, 02 de Agosto de 2010 11:33
 
Fidel diz que está "totalmente recuperado" PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 31 de Julio de 2010 11:13

O ex-presidente de Cuba Fidel Castro afirmou nesta sexta-feira, durante encontro com jovens cubanos transmitido pela televisão estatal local, que sua saúde está "totalmente" recuperada.

"Não faz muito tempo, venci as últimas batalhas para poder estar nas condições em que me encontro hoje", assinalou.

De Agencia EFE – Há 4 horas

Havana, 30 jul (EFE).- O líder cubano se referiu à sua saúde ao início da reunião, que teve participação dedirigentes da União de Jovens Comunistas (UJC), trabalhadores, estudantes, artistas, intelectuais e membros das Forças Armadas cubanas e do Ministério do Interior.

Nas últimas duas semanas, Fidel, que no próximo dia 13 de agosto completará 84 anos, surpreendeu o mundo ao fazer aparições públicas após longo período convalescendo. A primeira aparição foi no último dia 7 de julho, durante visita ao Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNIC).

Em seguida, o ex-governante, que mantém o cargo de primeiro-secretário do Partido Comunista de Cuba, realizou visitas a outros locais do país, participou de um programa de televisão e se reuniu com 115 embaixadores cubanos no Ministério das Relações Exteriores.

No último dia 25, pela primeira vez desde que se retirou da vida pública em 2006 após se retirar da Presidência devido ao estado de saúde, cedendo o cargo a seu irmão Raúl, o líder cubano vestiu de novo a famosa camisa verde-oliva.

Nesta sexta, no entanto, vestia uma camisa quadriculada em vermelho, preto e branco.

Fidel também anunciou recentemente a próxima publicação de um livro seu, intitulado "A vitória estratégica", que narra o triunfo de seu Exército rebelde em Serra Maestra em 1958 e no qual incluiu uma "pequena autobiografia" sobre sua infância e juventude.

Última actualización el Sábado, 31 de Julio de 2010 11:16
 
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