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Notícias: Brasil
Equador: Falta liberdade de imprensa PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 30 de Julio de 2011 12:13

ONGs criticam falta de liberdade de imprensa no Equador

Entidades jornalísticas internacionais e de defesa da liberdade de imprensa criticaram a decisão da Justiça equatoriana de multar e mandar prender por injúria um jornalista e três diretores do diário El Universo, de Guayaquil.

Para o diretor da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), Gonzalo Marroquín, a condenação mostra que o Equador é - à exceção de Cuba - o país que mais desrespeita a liberdade de imprensa na América Latina, à frente até mesmo da Venezuela.

"As atitudes contra a imprensa no Equador são mais agressivas do que as tomadas pelo presidente Hugo Chávez", disse Marroquín. "Essa ação afeta a liberdade de expressão e de imprensa no Equador. Lamentavelmente, isso confirma que o governo do presidente Correa mantém uma atitude intolerante e autoritária contra os meios de comunicação."

A SIP e outros órgãos, como o Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ) e a ONG Repórteres sem Fronteiras (RSF), divulgaram comunicados em protesto à decisão da Justiça equatoriana. A RSF se disse "chocada" com a medida. "Na contramão da tendência geral latino-americana de descriminalizar ofensas publicadas na mídia, a legislação equatoriana permite prender alguém por difamação. Isso é contrário à jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que o Equador é obrigado a seguir", afirmou o grupo.

Para o CPJ, a condenação evidencia o cerco do presidente Rafael Correa à imprensa no Equador. "Essa decisão é um retrocesso para a descriminalização de casos de difamação na região e mostra o preço alto pago para se garantir o direito à livre expressão e à fiscalização do poder público", disse o coordenador para as Américas do grupo, Carlos Lauría. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 
Chávez fará quimioterapia PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 14 de Julio de 2011 20:57

Hugo Chávez disse nesta quarta-feira, durante uma entrevista à televisão estatal venezuelana, que deverá ser submetido a tratamentos de quimioterapia, depois de ter sido operado em Cuba, a 20 de Junho, a um tumor na zona pélvica.

Depois de duas semanas de silêncio que alimentaram diversos rumores, e de ter regressado ao seu país após uma intervenção cirúrgica em Havana, o Presidente venezuelano Hugo Chávez explicou que os médicos que o acompanham não descartam a possibilidade de o submeter a tratamentos de quimioterapia, a “segunda etapa” do tratamento contra o cancro que lhe foi diagnosticado em Cuba.

“Após a extracção do tumor, tenho tido uma recuperação óptima”, adiantou Chávez. “Nesta nova fase serão provavelmente necessários tratamentos de radioterapia e quimioterapia para blindar o corpo contra as células malignas que o ameaçam”.

O Presidente venezuelano disse ainda que ao longo dos últimos dias recebeu mensagens de ânimo de várias pessoas. “Muita gente me disse que sobreviveu a um cancro, como a Dilma [Rousseff, presidente do Brasil], que me ligou, e Fernando Lugo [Presidente do Paraguai], entre muitos outros. Negou ainda os rumores sobre a gravidade do seu estado de saúde e garantiu que não sofre de cancro do cólon ou no estômago.

Ao dirigir-se aos venezuelanos, prometeu lutar “contra todos os tipos de cancro”, e depois acrescentou: “O cancro moral do capitalismo, esse cancro que acaba com o mundo, o imperialismo.”

Chávez tem 56 anos, perdeu 14 quilos no último mês e deverá reunir-se em breve com os médicos para discutir os próximos tratamentos. Na sua entrevista à estação VTV contou que a operação a que foi submetido em Cuba durou mais do que seis horas e que ficou impressionado com o tamanho do tumor. “Quando vi as imagens disse: Meus Deus! É como uma bola de basebol.”

Uma cimeira de chefes de Estado da América Latina chegou a ser adiada devido ao seu estado de saúde, mas Chávez voltou a tempo das celebrações dos 200 anos de independência da Venezuela e mantém o plano de candidatar-se à presidência em 2012.

 
Saúde de Chávez deixa cubanos em alerta PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 03 de Julio de 2011 13:42

HAVANA — A saúde do presidente venezuelano Hugo Chávez, que há três semanas está sendo tratado em Havana, onde foi operado de um tumor cancerígeno, é uma séria preocupação na capital cubana, que tem a Venezuela como o principal aliado político e econômico.

O presidente venezuelano, de 56 anos, foi submetido a duas cirurgias, uma por um abscesso pélvico e outra para extrair o tumor, no melhor hospital especializado de Cuba, segundo informações oficiais. No mesmo hospital foi tratado seu 'mentor político', Fidel Castro.

Um dia antes, o presidente venezuelano havia revelado, de Cuba, a seu país sobre sua doença pela televisão.

"A relação com a Venezuela, que é a mais estratégica para o governo cubano, pode continuar sem Chávez, mas o cenário complicaria a reforma com um ambiente internacional menos favorável", disse o analista cubano Arturo López-Levy, da Universidade de Denver, à AFP.

Chávez tem dado muito apoio ao governo de Raúl Castro (irmão de Fidel e a quem ele passou o poder quando estava doente em 2006), com vários acordos de negócios e de cooperação, os mais recentes em um valor aproximado de 1,3 bilhão de dólares, assinados quando chegou a Havana no dia 8 de junho.

"Esperamos que não aconteça nada com ele. Sem Chávez, nós cubanos vamos voltar a passar tempos difíceis como antes. Vão voltar os apagões", afirma Elisa Castellanos, dona de casa de 68 anos.

A chegada de Chávez ao poder em 1999 foi uma salvação para a ilha comunista, sufocada pela grave crise econômica iniciada após o fim da União Soviética (URSS), que apoiou o governo de Fidel Castro por três décadas.

Raúl Castro trabalha num plano de abertura econômica para deixar para trás o desgastado modelo soviético e afirma ainda que Cuba e Venezuela caminham para "uma união econômica" e vai ampliar e diversificar as relações com gigantes como o Brasil e a China, após a amarga experiência da dependência da URSS.

Cuba recebe diariamente 100.000 barris de petróleo venezuelano (pouco mais de 50% de seu consumo) em condições de pagamento favoráveis, e a estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA) realiza trabalhos de exploração em águas profundas da área cubana do Golfo do México.

Além disso, Cuba começa ainda este ano a perfuração de cinco poços no Golfo do México, com vários sócios estrangeiros, para reduzir a dependência da commodity venezuelana.

Cuba e Venezuela modernizaram e operam a refinaria de Cienfuegos, no centro de Cuba, que processa cerca de 65 mil barris de petróleo por dia e deve ampliar esse número para 150 mil.

Eles também têm centenas de projetos em alimentação, tecnologia, saúde, pesca, transporte, cultura, turismo, agro-pecuária, empresas mistas de siderurgia, indústria, transporte, açúcar e comunicações, como a que colocou cabos de fibra ótica que melhoraram a velocidade de conexão da ilha.

A Venezuela é o maior parceiro de Cuba com um volume comercial de 3,5 bilhões de dólares por ano.

Quando Chávez apareceu na televisão para enviar a mensagem para os venezuelanos, agradeceu a Deus, a Fidel Castro e à medicina cubana, por "continuar vivendo" e "continuar vencendo".

 
Chávez será candidato en 2012 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 22 de Julio de 2011 11:18

Hugo Chávez vai ser candidato em 2012, reafirma ministro na Venezuela

Presidente venezuelano voltou a Cuba no sábado para continuar tratamento.
Ele delegou poderes, mas não entregou a presidência, como quer oposição.

Da Reuters

"Não há dúvida" de que o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, vai se candidatar à reeleição em 2012, apesar de ter retornado a Cuba para prosseguir seu tratamento médico após ser operado de um câncer, disse nesta segunda-feira (18) o ministro das Finanças do país.

A situação política na Venezuela foi abalada pelo anúncio feito por Chávez de que fez uma cirurgia em Havana no mês passado para a retirada de um tumor do tamanho de uma bola de beisebol.

Antes de retornar a Cuba, no sábado, para fazer quimioterapia, o presidente de 56 anos disse que os médicos não encontraram células malignas em seu corpo após a cirurgia. Mas a doença vem motivando dúvidas quanto as condições físicas de Chávez para governar o país de 29 milhões de habitantes.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, é recebido por Raúl Castro, seu colega cubano, na noite deste sábado (16) em Havana (Foto: AP)
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, é recebido por Raúl Castro, seu colega cubano, na noite deste sábado (16) em Havana (Foto: AP)

"Acho que não há dúvida de que o presidente estará presente nas eleições de 2012 e por muitos anos depois disso", disse o ministro das Finanças, Jorge Giordani, em entrevista à TV estatal.

Chávez vem resistindo a exigências da oposição de que entregue a presidência temporariamente durante sua ausência do país. Em vez disso, o líder socialista delegou alguns poderes, incluindo as questões orçamentárias, para Giordani e o vice-presidente Elias Jaua.

Chávez não revelou que tipo de câncer tem, nem exatamente por quanto tempo ficará fora do país desta vez. No sábado ele disse que estaria pronto para voltar à Venezuela outra vez "em alguns dias".

As declarações que deu no fim de semana parecem indicar que o câncer não se espalhou para outras partes do corpo, o que dificultariam o tratamento e o tornaria mais perigoso.

Uma fonte próxima da equipe médica de Chávez na Venezuela disse à Reuters que o presidente sofre de um câncer do cólon que vai exigir meses de quimioterapia. Essa versão não foi confirmada.

Políticos oposicionistas dizem que a ausência do presidente na Venezuela para ficar em Havana, onde Chávez é hóspede do ex-líder cubano Fidel Castro, seu amigo e mentor político, põe a segurança do país em risco.

Desde que chegou à presidência, em 1999, Chávez se tornou conhecido por lançar desafios irônicos frequentes aos EUA, pelas aquisições no setor petrolífero nacional e a nacionalização de partes importantes da economia do país.

Quando a doença se manifestou, Chávez estava se aquecendo para lançar sua candidatura a outro mandato de seis anos, nas eleições do próximo ano. Ele ainda é o único candidato declarado na eleição. Mas, inevitavelmente, perguntas vêm sendo feitas sobre suas condições de saúde.

Última actualización el Viernes, 22 de Julio de 2011 11:21
 
Criticam falta de dados da saúde Chávez PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 07 de Julio de 2011 14:29

Um dos principais líderes da oposição venezuelana descartou ontem a possibilidade de adiantamento das eleições primárias para definir o candidato opositor que deve concorrer contra o presidente Hugo Chávez nas eleições do ano que vem.

"As primárias serão em fevereiro", disse Henrique Capriles, governador do Estado de Miranda, centro do país, que lidera, como pré-candidato, as pesquisas de intenção de voto. "No momento, não estamos planejando nenhuma revisão da data". Em conversa com jornalistas estrangeiros, Capriles disse que os problemas de saúde do presidente - que, na semana passada, revelou ter câncer - não mudaram o cenário político da oposição.

Ele ainda assegurou que segue vigente o acordo para eleger um candidato único do bloco opositor. O governador também criticou a maneira com a qual o Executivo lida com as informações da doença de Chávez. "Há uma dúvida na Venezuela. Quem dirá a verdade? Porque parece que algumas pessoas, durante os últimos dias, mentiram", afirmou Capriles.

Em uma conversa informal durante sua passagem por Caracas, na celebração do bicentenário venezuelano, o chanceler Antonio Patriota disse na terça-feira a seu colega venezuelano, Nicolás Maduro, que Chávez seria bem-vindo caso quisesse continuar seu tratamento contra o câncer no Brasil. Caberia à Venezuela pagar os custos do atendimento médico. Maduro agradeceu. Em agosto do ano passado, o presidente paraguaio, Fernando Lugo, fez tratamento contra o câncer em São Paulo. As informações são da Associated Press.

Última actualización el Jueves, 07 de Julio de 2011 14:34
 
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