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Notícias: Brasil
Morales acusa EUA de apoiarem marcha indígena contra estrada PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 22 de Agosto de 2011 19:26

O presidente da Bolívia, Evo Morales, acusou a Embaixada dos Estados Unidos em La Paz de promover uma marcha de representantes indígenas contra a construção de uma estrada que irá dividir a maior reserva florestal boliviana.

Ele embasou a denúncia, feita ontem na televisão estatal, em um registro de conversas telefônicas dos meses de junho e julho entre os dirigentes indígenas e o funcionário da embaixada Eliseo Abelo, dizendo que hoje pediria explicações à representação diplomática norte-americana sobre o caso.

O mandatário também revelou que analisaria o papel da USAID (Agência Internacional para o Desenvolvimento dos Estados Unidos) dentro do país, já que suspeita de terem, assim como a embaixada, incentivado a marcha.

Morales disse que já em 2005 a representação diplomática dos Estados Unidos tinha planos de enfrentar os produtores da folha de coca e os camponeses com o auxílio dos indígenas provenientes da região conhecida como "tierras bajas".

O presidente ainda reiterou sua negativa em dialogar pessoalmente com o setor indígena, descartando modificar o projeto que motivou o conflito. O secretário da Presidência, Carlos Romero, foi indicado para negociar com os manifestantes.

Os indígenas são contra a construção de uma estrada que irá dividir o Parque Nacional Isiboro Sécure. Os aproximadamente 90 mil indígenas das etnias yuracaré, moxeño, chimane e trinitaria que moram no parque nacional e vivem da caça e da pesca temem que a rodovia destrua suas culturas e seu habitat.

O projeto tem custo de US$ 410 milhões (cerca de R$ 654 milhões), dos quais US$ 350 milhões (cerca de R$ 558 milhões) foram concedidos pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) do Brasil, e sua construção está a cargo da empreiteira brasileira OAS, que venceu a licitação em 2008.

A marcha, que teve início no dia 15, é composta por cerca de 1.200 pessoas, entre elas muitas mulheres e aproximadamente 100 crianças, e percorrerá 600 km até a capital boliviana, onde deve chegar após aproximadamente um mês de caminhada.

Morales, o primeiro presidente na história do país de origem indígena, afirmou que expulsaria do parque os assentamentos ilegais que se estabeleceram na região durante os últimos anos, mas que sua gestão tentará preservar a riqueza natural do local.

DA ANSA, EM LA PAZ

Última actualización el Lunes, 22 de Agosto de 2011 19:34
 
Niemeyer felicita Fidel Castro, seu 'companheiro de sempre', pelos 85 anos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 15 de Agosto de 2011 14:43

HAVANA, Cuba — O famoso arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer enviou uma mensagem de felicitçaão ao seu "companheiro de sempre", o líder cubano Fidel Castro, pela ocasião de seu 85º aniversário no sábado, informou neste domingo o site governista Cubadebate.cu.

"Felicidades, saúde e muita paz ao Comandante Fidel Castro, companheiro de sempre", afirmou em uma breve mensagem o arquiteto brasileiro, de 103 anos.

Niemeyer e Castro são unidos por uma velha amizade sustentada por sua identificação política e ideológica.

Além de Niemeyer, Castro recebeu mensagens de parabéns dos presidentes da Rússia, Dimitri Medvedev, e da Nicarágua, Daniel Ortega.

Castro passou seu aniversário acompanhado por seu amigo e pupilo político, o presidente venezuelano Hugo Chávez, e por seu irmão, o atual presidente cubano Raúl Castro, informou o próprio Chávez em uma mensagem em sua conta no twitter, pouco antes de voltar ao seu país após um tratamento de quimioterapia em Havana.

As comemorações pelo aniversário de Fidel Castro em Cuba, que foram realizadas em sua ausência, incluíram shows, exposições fotográficas e de pintura, apresentações de livros e outras atividades culturais.

Desde 2006, quando sofreu uma crise intestinal, Castro se afastou do poder e desde então dedica-se a escrever artigos de imprensa e livros históricos, com poucas apresentações públicas, sempre sob vigilância médica.

 
Legislação brasileira permite donações de alimentos aos países famintos, entre os quais inclui Cuba PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 30 de Julio de 2011 12:04

A a legislação brasileira permite doações a Bolívia, El Salvador, a Guatemala, Nicarágua, Cuba, a República Centro-Africana, o Congo, o Níger e a Coreia. Também foi autorizado o embarque para os países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa e para a Autoridade Nacional Palestina. A coordenação das doações cabe ao Ministério das Relações Exteriores (MRE) em parceria com o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA).

O Brasil encaminhará este ano mais de 31 mil toneladas de arroz e feijão nos próximos meses para o Haiti, Moçambique, o Zimbábue e o Sudão. De acordo com o Itamaraty, a expectativa é que os alimentos cheguem aos portos de Rio Grande (RS) e São Francisco do Sul (SC) entre hoje (29) e meados de agosto. A partida dos navios ocorre, em geral, até 15 dias depois.

Nesta sexta-feira, devem chegar ao Porto de São Francisco do Sul 2,9 toneladas de feijão ensacado com destino a Moçambique. O porto também deve receber a segunda leva de feijão destinada ao Haiti, 7,1 mil toneladas. Até agora, o Brasil já embarcou 2,4 mil toneladas do produto para o país da América Central.

Em agosto, o Brasil irá preparar a logística para enviar 15 mil toneladas de arroz a granel para o Haiti, 4 mil toneladas de arroz ensacado para Moçambique, 1,5 mil toneladas de feijão ensacado para o Zimbábue e 3,5 mil toneladas de feijão ensacado para o Sudão.

Ontem, o governo anunciou que encaminhará 53 mil toneladas de feijão e milho para a Somália e a Etiópia, países do Nordeste da África que passam por uma forte seca. De acordo com a Organização das Nações Unidas, a doação equivale a R$ 34,5 milhões em alimentos, a décima maior em uma lista de 30 países.

As doações de alimentos em estoque público para assistência humanitária internacional são previstas por uma lei que entrou em vigor em junho. Ela autoriza o governo a doar, até junho do ano que vem, 500 mil toneladas de arroz, 100 mil toneladas de feijão, 100 mil toneladas de milho, 10 mil toneladas de leite em pó e uma tonelada de sementes de hortaliças.

 

Última actualización el Sábado, 30 de Julio de 2011 12:09
 
Presidente venezuelano diz que cria 2 galos "batizados" de Chávez e Fidel PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Miércoles, 17 de Agosto de 2011 21:01

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, revelou que em um dos pátios do Palácio Presidencial de Miraflores cria dois galos, chamados Fidel e Chávez, e que este último é um "filho agressivo" do primeiro.

"Tenho dois bons galos aqui no pátio e eles já começaram a cantar. Um deles é enorme e se chama Fidel. E o outro é agressivo e se chama Chávez. Nasceu aqui em Miraflores e é filho de Fidel", escreveu na coluna "Notas de Retaguardia" que inaugurou nesta quarta-feira no jornal estatal "El Correo del Orinoco".

Chávez diz que escreveu o texto na manhã deSTA terça-feira, quando cumpriu mais um dia de sua "batalha" contra o câncer.

"Não devo esquecer o impacto da quimioterapia sobre a produção de glóbulos brancos e de glóbulos vermelhos. E a obrigação que tenho de conciliar meu ritmo de atividades com as sessões para continuar esta nova escalada rumo à minha montanha mais alta", acrescentou no texto publicado nesta quarta-feira.

Em sua coluna ele também falou sobre a vitória da presidente da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, nas primárias de domingo e disse que acredita que ela será reeleita nas eleições de outubro, da mesma forma que acontecerá com ele no pleito que do ano que vem.

"Ela (Cristina) vai nocautear (os adversários) em 23 de outubro, assim como Dilma fez no Brasil! E depois virá o grande nocaute que daremos nessa oposição em 2012, aqui na Venezuela Bolivariana!", ressaltou o governante.

Chávez também afirmou que sua legenda, o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) "tem a obrigação de se transformar na vanguarda do povo, inclusive criticando, junto ao povo, seu próprio governo" e "exercendo pressão sobre as instituições (...), fazendo com que a nova legalidade revolucionária seja cumprida".

 
A militares, Dilma indica que lei da Anistia é intocável PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 06 de Agosto de 2011 12:10

Na tentativa de acalmar os militares, que reagiram mal à escolha do ex-chanceler Celso Amorim para o Ministério da Defesa, a presidente Dilma Rousseff reuniu hoje os comandantes das três Forças Armadas, no Palácio da Alvorada, e disse não haver motivo para preocupações. Dilma pediu aos militares que mantenham a "normalidade institucional", abriu um canal mais direto de relacionamento com eles e disse que seu governo não permitirá revanchismos.

O encontro durou uma hora e ocorreu no dia seguinte ao da demissão de Nelson Jobim, que chefiava o Ministério da Defesa desde 2007, no segundo mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A presidente fez questão de reunir a o alto comando da tropa, pouco antes de viajar para a Bahia, com o objetivo de desfazer o mal-estar.

Em mensagem teleguiada para acalmar a caserna, Dilma afirmou que ninguém precisa temer mudanças. Embora não tenha tocado no assunto com todas as letras, todos entenderam na conversa que não haverá revisão da Lei de Anistia, que impede a abertura de processo e punição de agentes de Estado que atuaram na ditadura e praticaram crimes contra os opositores do governo como tortura, assassinatos e desaparecimentos forçados.

Amorim tomará posse na segunda-feira e amanhã vai se reunir com os comandantes militares, em Brasília. Da mesma forma que Dilma, disse aos mais próximos que fará um trabalho de "distensão". Não haverá solenidade de transmissão de cargo. A saída de Jobim foi oficializada na quinta-feira à noite, e Dilma procurou deixar claro, na conversa de ontem com os militares, que, assim como eles, a Presidência também não pode admitir insubordinação. Jobim caiu depois de ter dado uma entrevista à revista Piauí, na qual faz críticas aos auxiliares mais próximos de Dilma e ao próprio governo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Última actualización el Sábado, 06 de Agosto de 2011 12:14
 
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