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Notícias: Brasil
IGREJA CATÓLICA CUBANA CRITICA RESTRIÇÕES À LIBERDADE NA ILHA PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 31 de Julio de 2010 22:09

A Igreja Católica cubana censurou hoje as "limitações ao exercício da liberdade" e o "excesso de controles burocráticos" no país.

HAVANA, 30 JUL (ANSA) - Um artigo de opinião publicado na revista Palabra Neuva, da arquidiocese de Havana, por seu diretor, Orlando Márquez, afirma que "não há razões capazes para explicar as limitações ao exercício da liberdade humana nem argumentos que deem razão ao excesso de controles burocráticos".

"Não há discurso nem ideologia que possam defender ou justificar fórmulas econômicas e sociais cuja ineficácia foram amplamente demonstradas e desnecessariamente toleradas", acrescenta.

No artigo, Márquez se pergunta quem pode ter interesse em frear o "contaproprismo" que oxigena o Estado e a economia doméstica e como pode-se chamar de "propriedade" a uma casa ou um automóvel que não podem ser vendidos ou presenteados por seu dono legítimo.

Os cubanos, argumenta, "aspiramos mais desenvolvimento e mais oportunidades, e para um desenvolvimento integral são necessárias menos restrições às liberdades individuais e coletivas".

Desta forma, conclui, os cidadãos cubanos ficariam "libertos de controles excessivos para poderem assim realizar projetos pessoais que, no fim das contas, podem ser beneficiados para a sociedade; o Estado se libertaria de cargas econômicas, burocráticas e ideológicas desnecessárias que lê drenem a jugular".

A postura crítica ao governo cubano é apresentada alguns meses após a Igreja Católica ter iniciado um diálogo com as autoridades locais para permitir a libertação de presos considerados políticos pela oposição.

Com a mediação dos católicos, o presidente Raúl Castro aceitou soltar os 52 presos do grupo de 75 detidos em 2003. Destes, parte já foi liberada e seguiu à Espanha, país que também participou do processo. (ANSA)

Última actualización el Domingo, 15 de Agosto de 2010 00:53
 
Fidel Castro celebra 26 de julho longe do Raúl, na Praça da Revolução de Havana PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Martes, 27 de Julio de 2010 11:28

Fidel rinde homenaje a José Martí. Foto: Estudio Revolución

HAVANA — O líder Fidel Castro comemorou nesta segunda-feira o 26 de julho, data nacional cubana, depositando flores na estátua de José Martí, na Praça da Revolução de Havana, e com uma reunião com intelectuais e artistas, segundo a TV estatal.

(AFP) – Há 9 horas

Por volta do meio-dia, Fidel foi discretamente à Praça da Revolução, vestido com o tradicional verde-oliva, e em uma cerimônia com guarda de honra depositou uma coroa de flores no monumento a Martí, que considera o "autor intelectual" do ataque ao quartel Moncada, no dia 26 de julho de 1953, na primeira ação armada da revolução cubana.

Após a cerimônia, Fidel, que em agosto fará 84 anos, se encontrou com dezenas de intelectuais, líderes evangélicos, membros do grupo americano Pastores pela Paz e parentes do finado comandante Juan Almeida.

O líder comunista revelou aos intelectuais e artistas que publicará um livro sobre a campanha de guerrilhas em Sierra Maestra.

Fidel também disse que pedirá uma audiência à Assembleia cubana para falar sobre a crise no Oriente Médio e sobre os perigos de uma possível guerra em breve na região.

O site Cubadebate.cu publicou uma série de fotos do encontro entre Fidel e os intelectuais, pintores, escritores e músicos.

O principal ato do 26 de julho ocorreu em Santa Clara, 280 km a leste de Havana, e foi liderado pelo presidente Raul Castro.

Fidel cedeu o poder a seu irmão Raul em julho de 2006, em meio a uma grave doença intestinal, mas permanece, oficialmente, como primeiro-secretário do Partido Comunista.

Última actualización el Martes, 27 de Julio de 2010 11:32
 
EUA abrem as portas a presos políticos cubanos e suas famílias PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 22 de Julio de 2010 00:45

HAVANA — Os Estados Unidos ofereceram, nesta terça-feira, aos presos políticos cubanos e suas famílias facilidades para emigrar, no âmbito do processo de libertação gradual de 52 dissidentes que, segundo o governo de Havana, poderia abarcar todos os opositores detidos.

Esposas e outros parentes de vários dos presos começaram a se apresentar, nesta terça-feira, em entrevistas individuais ou em pequenos grupos com funcionários do escritório de refugiados da Seção de Interesses de Washington em Havana (SINA), constatou a AFP.

"O governo dos Estados Unidos me abriu as portas. Nesta entrevista, a mensagem foi de que nos dão as facilidades e agilizam os trâmites", disse à AFP Clara, irmã do preso político Fabio Prieto, jornalista de 47 anos, condenado a 20 anos de prisão.

Ao lado dela, no portão da seção consular, Alejandrina García, esposa de Diosdado González (47), sentenciado a 20 anos, explicou que no ano 2000 a SINA negou a seu marido a possibilidade de emigrar como refugiado, mas agora lhe disseram "que o processo será viabilizado".

"Dão um pouco mais de agilidade. Tenho que esperar que meu esposo saia da prisão para consultá-lo. Tomara que não queira emigrar a nenhum país. Caso deseje, será para os Estados Unidos, não para a Espanha ou nenhum outro país", afirmou.

Os funcionários americanos avaliam "caso a caso" e explicam às famílias, "com ou sem entrevista marcada", o "processo de vistos de imigrante, a propósito do programa para refugiados", explicou à AFP uma porta-voz da SINA.

"É um convite bastante geral para as famílias dos presos ou outras pessoas para virem, falarem um pouco sobre as opções, os mecanismos, se eles querem pensar na possibilidade dos Estados Unidos", disse a funcionária, destacando que este processo não tem data para terminar.

Os contatos pessoais substituíram uma reunião prevista para as 13H00 locais (17H00 GMT) desta terça-feira na SINA, que contou com um representante da Igreja e da embaixada da Espanha como convidados, segundo anunciaram parentes dos réus na segunda-feira.

A libertação - em um prazo não superior a quatro meses - de 52 dissidentes remanescentes de um grupo de 75 condenados em 2003, é fruto de um histórico diálogo entre o presidente Raúl Castro e o cardeal Jaime Ortega, instalado em 19 de maio, e acompanhado pela Espanha.

Em entrevista à AFP em Genebra, o presidente do Parlamento de Cuba, Ricardo Alarcón, afirmou esta terça-feira que o governo poderia libertar não só os 52, como todos os opositores com a condição de "que não pesem sobre eles responsabilidades da vida de outras pessoas".

Segundo a ilegal, mas tolerada Comissão Cubana de Direitos Humanos, com a saída da prisão dos 52, a maior libertação em mais de uma década na ilha comunista, restariam 115 presos políticos, a quem Havana considera "mercenários" dos Estados Unidos.

Alarcón acrescentou que aqueles que desejarem permanecer na ilha poderão fazê-lo. O cardeal Ortega, que pessoalmente consulta os réus por telefone, sustenta que deixar Cuba não é uma exigência do governo, enquanto que a oposição rejeita o que qualifica de "desterro".

Do grupo, 20 aceitaram emigrar para a Espanha - 11 na semana passada e outros nove devem fazê-lo nestes dias -, mas de 15 a 20 se negam a deixar o país ou querem ir aos Estados Unidos, onde têm parentes e amigos na comunidade de 1,5 milhão de cubano-americanos que vive em território americano.

"Minha mãe foi em junho para os Estados Unidos, tem 75 anos e leucemia. Minha filha está lá, enfrentando a vida sozinha. Assim, é certo que meu irmão queira que vamos assim que o tirarem da prisão", resumiu Clara Prieto.

Washington expressou satisfação pelas libertações, mas em sua opinião os que quiserem ficar na ilha devem poder fazê-lo.

O cardeal Ortega esteve uma semana nos Estados Unidos em junho, antes que a Igreja anunciasse as libertações, e segundo versões da imprensa, reuniu-se com o vice-secretário adjunto para a América Latina, Arturo Valenzuela.

Última actualización el Jueves, 22 de Julio de 2010 00:48
 
Fidel diz que está "totalmente recuperado" PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 31 de Julio de 2010 11:13

O ex-presidente de Cuba Fidel Castro afirmou nesta sexta-feira, durante encontro com jovens cubanos transmitido pela televisão estatal local, que sua saúde está "totalmente" recuperada.

"Não faz muito tempo, venci as últimas batalhas para poder estar nas condições em que me encontro hoje", assinalou.

De Agencia EFE – Há 4 horas

Havana, 30 jul (EFE).- O líder cubano se referiu à sua saúde ao início da reunião, que teve participação dedirigentes da União de Jovens Comunistas (UJC), trabalhadores, estudantes, artistas, intelectuais e membros das Forças Armadas cubanas e do Ministério do Interior.

Nas últimas duas semanas, Fidel, que no próximo dia 13 de agosto completará 84 anos, surpreendeu o mundo ao fazer aparições públicas após longo período convalescendo. A primeira aparição foi no último dia 7 de julho, durante visita ao Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNIC).

Em seguida, o ex-governante, que mantém o cargo de primeiro-secretário do Partido Comunista de Cuba, realizou visitas a outros locais do país, participou de um programa de televisão e se reuniu com 115 embaixadores cubanos no Ministério das Relações Exteriores.

No último dia 25, pela primeira vez desde que se retirou da vida pública em 2006 após se retirar da Presidência devido ao estado de saúde, cedendo o cargo a seu irmão Raúl, o líder cubano vestiu de novo a famosa camisa verde-oliva.

Nesta sexta, no entanto, vestia uma camisa quadriculada em vermelho, preto e branco.

Fidel também anunciou recentemente a próxima publicação de um livro seu, intitulado "A vitória estratégica", que narra o triunfo de seu Exército rebelde em Serra Maestra em 1958 e no qual incluiu uma "pequena autobiografia" sobre sua infância e juventude.

Última actualización el Sábado, 31 de Julio de 2010 11:16
 
Preso político cubano em Madri fala de "um exílio forçado" PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 23 de Julio de 2010 11:43

O dissidente cubano Arturo Pérez de Alejo, que passou sete anos e quatro meses na prisão e agora começa uma vida "incerta" em Madri, disse que sua estadia na Espanha é um "exílio forçado".

Acompanhado da mulher, filha e quatro familiares, Alejo chegou a Madri, como fizeram na semana passada 11 de seus companheiros de prisão e como farão outros sete que serão libertados nos próximos dias.

Última actualización el Lunes, 26 de Julio de 2010 11:16
 
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