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Notícias: Brasil
Governo da Venezuela vive crise interna PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Miércoles, 27 de Enero de 2010 00:50

O governo da Venezuela viu implodir uma crise interna na noite de segunda-feira (25). O vice-presidente do país, bem como da Ministra do Meio Ambiente e o presidente do banco da Venezuela renunciaram seu cargos e deixaram o governo de Hugo Chávez.

Os motivos das baixas no gabinete de Chávez ainda não são claros. O governo afirma que foram motivos pessoais que levaram a saída do trio. Já a imprensa oposicionista afirma que Ramón Carrizález, vice-presidente, renunciou por não concordar com os rumos da política de Hugo Chávez.

Já Yuviri Ortega, ministra do Meio Ambiente, estaria descontente com o plano energético do país. Devido à falta de energia no país, Chávez determinou a construção imediata de usinas termelétricas, grandes poluidoras. Pesa também o fato de Yuviri ser esposa de Carrizález.

Os baixos faturamentos do Banco da Venezuela – estatizado recentemente – levaram Eugenio Vázquez Orellana a pedir demissão. Desde a noite de segunda-feira as manifestações pró e contra Hugo Chávez surgiram em Caracas. Em uma delas, inclusive, houve o registro da morte de um estudante, baleado.

Última actualización el Miércoles, 27 de Enero de 2010 00:53
 
VENEZUELA MARCHA DIVIDIDA PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 24 de Enero de 2010 12:35

Opositores do presidente venezuelano, Hugo Chávez, e partidários de seu governo, saíram hoje às ruas de Caracas em manifestações que transcorreram sem incidentes, e em um ambiente de campanha eleitoral em um ano de difíceis pleitos parlamentares.

 

Conforme fontes da oposição, milhares caminharam pelo centro em direção aos bairros gritando palavras de ordem contra Chávez e a favor que a oposição vá unida às legislativas de setembro.

 

"Chávez, estás fora do jogo" estampava os cartazes erguidos pela oposição que expressava assim a rejeição às recentes medidas do Governo, entre estas a desvalorização da moeda nacional e os cortes de luz e água diante da crise energética que passa o país rico em petróleo.

 

Os simpatizantes dos diferentes grupos de oposição, que buscam unir-se na chamada "Mesa de Unidade" diante do ano eleitoral, concluíram sem incidentes sua passeata, em meio às declarações de seus líderes com relação às eleições.

 

Atualmente, a unicameral Assembleia Nacional (AN), de 167 deputados, conta com maioria governista, já que na eleição passada a oposição não apresentou candidatos.

 

"A unidade é a garantia de vitória para as eleições legislativas de setembro, para que tenhamos um Parlamento que controle o Governo e evite que a saída de dinheiro para o exterior", disse hoje o prefeito de Caracas, Antonio Ledezma.

 

Por sua vez, Julio Borges, coordenador do partido opositor Primeiro Justiça afirmou: "estamos em um ano de mudança, um ano no qual podemos virar o omelete".

 

"A partir de hoje temos que ter uma ideia clara para todos: 2010 é o ano da mudança. Vamos mudar com o voto esta ditadura ineficiente", acrescentou Borges.

 

O governador do estado Miranda, Henrique Capriles, do mesmo partido que Borges, disse que "as mudanças virão quando cada um trabalhar para alcançá-las".

 

"Chegará o dia em que estas duas mobilizações se encontrarão", manifestou.

 

Pouco após concluir a manifestação opositora em um extremo de Caracas, Chávez chegava à concentração governista no centro da cidade, ovacionado pelos partidários.

 

A bordo de um caminhão e acompanhado por suas filhas, o líder venezuelano, vestido de vermelho - cor do "chavismo" - da mesma forma que a grande maioria de seus partidários, acudiu a uma praça, próxima ao Palácio presidencial de Miraflores, onde terminava a passeata convocada pelo Governo.

 

Logo após iniciar seu discurso, Chávez ordenou a todos os canais de televisão entraram em "cadeia nacional" por um minuto, que depois se prolongou por mais de cinco, para clamar pela unidade dos que apóiam a chamada revolução bolivariana que lidera e para mostrar uma suposta superioridade numérica na concentração.

 

"Começou uma campanha admirável, oligarcas tremam, viva a alegria patriótica. Anunciamos que o povo está na rua, as ruas são do povo e não da oligarquia", bradou o governante.

 

Chávez pediu a unidade de todos e fez um chamado a jovens, mulheres, trabalhadores, profissionais, intelectuais e militares para que sigam trabalhando na construção do socialismo.

 

Terminada a cadeia obrigatória, o presidente continuou seu discurso por mais duas horas e meia, durante as quais criticou "o império", em alusão aos Estados Unidos, e defendeu a política de seu Governo.

 

"Vamos seguir construindo a pátria boa", afirmou o presidente, quem reiterou o compromisso de lutar contra a pobreza e a delinquência, e melhorar as condições dos trabalhadores venezuelanos.

 

"O ano 2010 começa com uma batalha", disse Chávez, quem voltou a desafiar "os esquálidos", como chama à oposição, a que "chamem um referendo".

 

Há pouco mais de uma semana, o presidente venezuelano, que superou um referendo em agosto de 2004, já desafiou à oposição a tentar tirá-lo do Governo com outra medida do tipo.

 

Os porta-vozes opositores negaram que pretendam convocar essa consulta e disseram que Chávez insiste nisso para desviar a atenção dos problemas econômicos e sociais, que atribuem à ineficiência do Governo. EFE

 

Última actualización el Domingo, 24 de Enero de 2010 12:46
 
Haití: Muitos militares pouca comida PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Miércoles, 20 de Enero de 2010 11:19

Enquanto aguardam em filas nas calçadas por um balde d’água, muitos haitianos que ainda não têm onde morar dizem “estranhar” a quantidade de militares que não param de chegar ao país desde o terremoto.

“Por que não enviam médicos e engenheiros? Não precisamos de militares, não estamos em conflito”, diz Wilson Junior, 30 anos. “As pessoas estão com fome, para que tantas armas?”, acrescenta, em tom de reclamação.

Um outro haitiano, que se identificou apenas como Setoute e que vive na favela de Cité Soleil, diz que espera viver “em um país livre, apesar de tudo”.

“Queremos solidariedade, mas queremos também nossa liberdade”, disse o jovem, referindo-se à maciça presença de estrangeiros no país.

A estimativa do governo brasileiro é de que, pelo menos, cinco mil militares americanos já estejam em território haitiano. Mas a expectativa é de que esse número chegue a 13 mil nos próximos dias.

O Brasil, por sua vez, tem 1.266 homens e estuda dobrar esse número, o que pode ocorrer em breve.

Organização

Pelas ruas de Porto Príncipe, uns poucos militares da Minustah (a Missão de Estabilização das Nações Unidas no país, chefiada pelo Brasil) podem ser vistos tentando organizar o trânsito ou a distribuição de água.

Já os militares americanos que estão no país ainda não circulam pelas ruas de forma ostensiva. Eles estão concentrados no aeroporto, em um grande acampamento montado com centenas de barracas armadas ao lado de onde funcionava o terminal de passageiros.

De acordo com o Itamaraty, os governos brasileiro e americano discutem uma forma de “sistematizar” a distribuição de comida entre os haitianos.

Em alguns acampamentos, por exemplo, os alimentos são jogados de helicópteros militares, o que não é considerado um procedimento ideal, por estimular disputas e privilegiar os mais fortes.

Tranquilidade

Os militares brasileiros no Haiti argumentam que a presença das tropas nas ruas é essencial para manter a “tranquilidade” na distribuição dos alimentos.

“Esse é o tipo de trabalho que as ONGs não dão conta de fazer. É arriscado demais”, diz um tenente do Exército.

Segundo ele, houve troca de tiros na tarde de segunda-feira entre militares brasileiros e policiais locais, que tentavam roubar uma carga de mantimentos.

“Esse é um momento delicado e se não tivermos uma distribuição de alimentos sistematizada, aí sim poderemos ter uma situação de conflito”, diz o tenente.

Última actualización el Miércoles, 20 de Enero de 2010 11:23
 
Lula na Terça no Foro Social Mundial PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Martes, 26 de Enero de 2010 10:29

Porto Alegre - Com a presença dos seus principais idealizadores, intelectuais e pensadores de diferentes continentes foi aberto oficialmente na manhã de ontem a programação oficial da 10ª edição do Fórum Social Mundial, na Usina do Gasômetro, na capital. Para esta terça-feira, o grande momento do evento ficará por conta da presença presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele estará hoje em Porto Alegre no encontro de líderes internacionais, no Ginásio Gigantinho, a partir das 18 horas. A agenda integra a programação do Fórum Social Mundial, que comemora dez anos de sua primeira edição. Também confirmaram presença no encontro o presidente eleito do Uruguai, José Mujica, e o vice-presidente da Bolívia, Álvaro García Linera.

Também ocorreu ontem a abertura do seminário internacional Dez anos depois: desafios e propostas para um outro mundo possível, que discutirá, até sexta-feira, os dez anos da iniciativa. Para completar, a partir de hoje, São Leopoldo, Esteio, Canoas, Sapucaia do Sul, Sapiranga, Novo Hamburgo e Gravataí serão palco das discussões planetárias por um mundo melhor. Diversas atividades estão previstas em São Leopoldo com a participação de representantes de movimentos sociais de várias partes do mundo.

MARCHA - O primeiro dia de ações contou ainda, no final da tarde de ontem, com a marcha de abertura do FSM, sendo finalizada com shows do Bataclã FC, Renato Borgetti, Revolução RS, Marieti Fialho, Tonho Crocco, Banda Gog, Teatro Mágico, Papas da Língua e Marcelo D2 na Usina do Gasômetro.

Para o secretário da Cultura de São Leopoldo, Vítor Ortiz, o encontro de nível mundial terá muitos resultados. ‘‘Estará na pauta a Agenda 21 da Cultura, seus desdobramentos e seu futuro. Isso sem falar na Casa Cuba e nas outras atividades, que irão gerar confraternização e debates de alto nível’’, diz Ortiz. A representante do Ministério da Cultura para a Região Sul, Rosane Dalsasso, disse que a promoção de debates e atividades sobre a cultura é um dos focos do trabalho que o ministério desenvolve e por isso este convênio foi aceito prontamente pela União.

Moradias, direitos e preservação

Um grupo de integrantes do Movimento Nacional de Luta pela Moradia já se concentrava ontem no Ginásio Celso Morbach, onde ficará acampado até sexta-feira para discutir políticas da área. O coordenador do movimento no RS e também membro da direção nacional, Beto Aguiar, salientou que o ponto alto das discussões ocorre hoje, a partir das 14h30 com palestra do americano David Harvey com o tema O direito à cidade como alternativa ao neoliberalismo. Também serão apresentadas e debatidas questões ligadas aos direitos humanos. Questões ambientais entrarão em pauta com viagens e oficinas no Martim Pescador.

Ocorre nesta terça-feira a abertura da 2.ª Reunião Pública Mundial de Cultura, a partir das 13h30, no Centro Cultural José Pedro Boéssio (Rua Osvaldo Aranha, 934, Centro). A atividade reunirá secretários de Cultura de vários países, com a casa Cuba e com shows latino-americanos. Nomes de expressão na luta por um mundo melhor estarão entre as atrações dos debates como do ministro da Cultura, Juca Ferreira e do vice-ministro da Cultura de Cuba, Fernando Rojas.
Nesta segunda-feira foi dia de preparar a Praça 20 de Setembro, no Centro leopoldense, para receber as atividades. O diretor de cultura e também coordenador da programação artística, Bebeto Alves, diz que vários shows e debates estão previstos no local. Hoje ocorre show de Liliana Herrero, da Argentina, da leopoldense Fernanda Kruger Trio, e do 4tcheto, com Raul Ellwanger e Adriana Defentti, a partir das 19 horas.

Última actualización el Martes, 26 de Enero de 2010 10:33
 
China cresce 8,7% em 2009 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 22 de Enero de 2010 01:45

A China anunciou nesta quinta-feira um crescimento econômico de 8,7% em 2009, superando até mesmo as estimativas mais otimistas feitas pelo governo local e colocando o país no caminho para assumir o posto de segunda economia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

O ritmo de crescimento da economia chinesa se acelerou no último trimestre do ano, com uma variação de 10,7% em relação ao último trimestre de 2008.

A economia chinesa havia sido fortemente afetada pela crise econômica mundial no final de 2008 e no início de 2009, com uma queda acentuada na demanda internacional pelos produtos de exportação chineses.

Mas o país conseguiu reverter a tendência de queda graças a um grande pacote de estímulo do governo, que apostou em obras de infraestrutura e no crescimento do mercado interno para manter as fortes taxas de crescimento econômico.

Dificuldades

O governo chinês havia previsto, a partir da metade do ano passado, que o PIB (Produto Interno Bruto) do ano passado apresentaria um crescimento de 8% em relação ao ano anterior.

Em 2008, a economia chinesa havia crescido 9,6%, depois de crescer 13% em 2007.

Com o resultado do ano passado, o PIB chinês, de 33,5 trilhões de yuan, o equivalente a US$ 4,9 trilhões, o mesmo PIB do Japão em 2008. O Japão deve anunciar seus dados apenas no mês que vem, mas espera-se uma contração de até 6% na economia japonesa em 2009.

O chefe da agência nacional de estatísticas chinesa, Ma Jiantang, que fez o anúncio dos números do PIB nesta quinta-feira, procurou relativizar o fato de a economia da China, país com 1,3 bilhão de habitantes, ultrapassar a do Japão, que tem 128 milhões.

“De acordo com os padrões das Nações Unidas, ainda há 150 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza na China, com menos de US$ 1 por dia. Esta é a realidade da China”, afirmou Ma.

“Apesar do crescimento do nosso PIB e nossa força econômica, temos que reconhecer que a China ainda é um país em desenvolvimento”, disse.

Segundo ele, a China enfrentou “sérias dificuldades” em 2009, mas sua economia se recuperou e agora está se movendo na direção correta.

Ma divulgou ainda uma inflação oficial de 1,9% em dezembro em relação ao ano anterior, mas disse que os aumentos de preços foram “leves e sob controle”.

“Isso nos lembra de estarmos atentos à tendência de mudanças de preços”, afirmou.

Com os sinais de que a atividade econômica chinesa poderia estar acelerada demais, o governo pediu nesta semana que os bancos do país limitem a concessão de crédito.

Última actualización el Viernes, 22 de Enero de 2010 01:47
 
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