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Notícias: Brasil
EM VIAGEM A CUBA, LULA SE ENCONTRA COM FIDEL CASTRO PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 03 de Junio de 2011 18:47

Nesta quarta-feira (1º), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrou com o presidente de Cuba, Raúl Castro, e seu irmão e ex-presidente cubano, Fidel Castro.

Divulgação/Instituto Cidadania

Segundo a assessoria de imprensa do Instituto Cidadania, Lula e Raúl Castro visitaram na manhã de ontem as obras da Zona Especial de Desenvolvimento de Mariel, 43 km a oeste de Havana, capital cubana. À tarde, Lula teve uma reunião com Raúl Castro e visitou Fidel Castro na casa dele.

Última actualización el Domingo, 05 de Junio de 2011 12:14
 
EUA querem trabalhar a favor de democracia em Cuba, diz Hillary Clinton PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 12 de Mayo de 2011 19:31

WASHINGTON - A secretaria de Estado americana, Hillary Clinton, declarou hoje que espera que seu governo trabalhe "a favor do tempo em que Cuba viva sua própria transição para a democracia", segundo informações publicadas pela agência Ansa.

Em uma reunião da Conferência nas Américas em Washington, Hillary defendeu a política do governo de Barack Obama para Cuba, em especial na diminuição às restrições de viagens de cubanos e americanos para a ilha.

A chanceler americana ainda comentou sobre os exilados cubanos que moram em seu país e regularmente viajam à ilha caribenha, indicando que "não há melhor embaixador" do que "alguém que viveu a vida nos Estados Unidos".

A questão dos direitos humanos em Cuba também foi abordada no encontro pelo caso de Juan Wilfredo Soto, que morreu no último dia 8 e cuja morte foi atribuída pela oposição cubana a um espancamento policial. O médico que o atendeu, por sua vez, afirma que Soto morreu em decorrência de uma pancreatite e insuficiência renal.

Os Estados Unidos já manifestaram estar "preocupados" com a ocorrência. Segundo o porta-voz da diplomacia americana para a América Latina, seu governo está acompanhando de perto o caso.

"Obviamente condenamos o tratamento dos prisioneiros" dado pelo governo cubano, indicou o secretário de Estado americano para Assuntos da América Latina, Arturo Valenzuela, na ocasião.

O secretário concordou com Hillary ao afirmar que o governo dos Estados Unidos continua "apoiando a evolução de uma Cuba democrática".

Desde que Obama assumiu a Casa Branca, em 2009, a política americana com relação à ilha caribenha indicou a flexibilização do embargo econômico, como a ampliação de remessas familiares ao país. No entanto, tem reiterado em diversas vezes que espera que Cuba inicie uma transição para a democracia e promova os direitos humanos.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2011/05/11/eua-querem-trabalhar-favor-de-democracia-em-cuba-diz-hillary-clinton-924434212.asp#ixzz1MASRSbI6
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Última actualización el Jueves, 12 de Mayo de 2011 19:37
 
Ex-ministro cubano do grupo do Fidel pega 15 anos de prisão ao mando do grupo do Raúl PDF Imprimir E-mail
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Sábado, 07 de Mayo de 2011 12:47

A Justiça de Cuba condenou ontem (05/05) o ex-ministro da Indústria da Alimentação de Cuba Alejandro Roca, de 75 anos, a 15 anos de prisão por corrupção. É o primeiro caso desse tipo a chegar aos tribunais do país. Roca foi exonerado do cargo em 2009. Ele foi considerado culpado de receber propinas e de cometer atos danosos à economia nacional.

Roca é acusado de manter ligações com o empresário chileno Max Morimbo, que mantinha uma joint venture com o governo cubano chamada Rio Zaza. O negócio, que movimenta US$ 100 milhões (cerca R$ 161 milhões) por ano, produz sucos de frutas e outros produtos alimentícios.

O empresário chileno, envolvido no mesmo escândalo, recebeu uma pena de 20 anos de prisão por suborno, fraude e falsificação de documentos. Morimbo vive no Chile, se recusou a voltar a Cuba e foi julgado e condenado à revelia.

Última actualización el Domingo, 08 de Mayo de 2011 22:23
 
FIDEL IRONIZA POSTURA DA OTAN FRENTE A PROTESTOS NA ESPANHA PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 21 de Mayo de 2011 11:59

HAVANA, 20 MAI (ANSA) - O ex-presidente de Cuba Fidel Castro comentou sobre as manifestações na Espanha que tem levado milhares de jovens às ruas de Madri e outros centros urbanos e questionou se as respostas às passeatas serão "bombardeios da OTAN", a Organização do Tratado do Atlântico Norte.

"O que acontecerá na Espanha, onde as massas protestam nas cidades principais do país porque até 40% dos jovens estão desempregados, para citar só uma das causas da manifestações desde combativo povo? "Será por acaso que serão iniciados bombardeios a esse país da OTAN?", questionou em um artigo publicado no jornal Cubadebate.

Fidel ironizou, dessa forma, a postura da coalizão internacional frente à situação na Líbia e nos países árabes, onde milhares de pessoas passaram a protestar contra seus governos desde o início do ano e, com o recrudescimento dos conflitos, a OTAN passou a intervir militarmente.

A Espanha é agora o novo país que tem sido alvo de protestos populares contra os efeitos da crise econômica mundial. Desde segunda-feira, milhares de pessoas, em sua maioria jovens, que mais têm sofrido com os altos índices de desemprego, tomaram as ruas de 166 cidades do país e prometem continuar as manifestações até domingo, quando ocorrerão eleições regionais.

Para o líder revolucionário, os governos das potências globais têm sido "incapazes de ver o que na realidade ocorre com a pobreza, a falta de serviços fundamentais de educação, saúde, emprego e algo pior: a satisfação de necessidades vitais como alimentos, água potável, teto e outras tantas".

Ele também comentou sobre o discurso que o presidente norte-americano, Barack Obama, fez ontem sobre a situação econômica e social dos países árabes. "Ninguém suponha, desde já, que Obama é dono da situação; só usa algumas palavras importantes que o velho sistema em sua origem outorgou ao presidente Constitucional dos Estados Unidos", observou. (ANSA)


20/05/2011 12:05

 
CUBA ENTRE OS POUCOS PAÍSES QUE CESURA A INTERNET PDF Imprimir E-mail
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Miércoles, 04 de Mayo de 2011 18:20

Irã, Cuba e China estão entre os dez países que mais censuram a internet, segundo um relatório do Comitê para a Proteção de Jornalistas (CPJ, por sua sigla em inglês) publicado nesta segunda-feira e que alerta para o uso de "novas e sofisticadas" táticas de censura.

A lista do CPJ inclui ainda Síria, Rússia, Belarus, Etiópia e Mianmar, assim como Tunísia e Egito. Sobre esses últimos, o comitê lamenta que, apesar de seus dirigentes terem mudado, "seus sucessores não tenham acabado categoricamente com as práticas repressivas do passado".

As informações constam no relatório apresentado nesta segunda-feira por ocasião da celebração na terça-feira do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. O documento destaca que "os mecanismos tradicionais de repressão evoluíram para uma penetrante censura digital" com a intenção de silenciar o fluxo de informação através da internet.

O autor do relatório, Danny O'Brien, coordenador das campanhas sobre internet do CPJ, denuncia no texto que os países mencionados e "outros muitos regimes repressivos" usam técnicas para silenciar o trabalho dos jornalistas que "vão além da censura na rede".

Ele cita o bloqueio do acesso a portais de informação (uma prática cujo país mais representativo é o Irã), o ataque com vírus (China), a detenção de blogueiros (Síria), a perseguição a jornalistas que trabalham na rede (Rússia), a censura de e-mails e redes sociais (Tunísia), a interrução do serviço (Egito), entre outros.

Última actualización el Miércoles, 11 de Mayo de 2011 12:57
 
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