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Notícias: Brasil
Preso político cubano em Madri fala de "um exílio forçado" PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 23 de Julio de 2010 11:43

O dissidente cubano Arturo Pérez de Alejo, que passou sete anos e quatro meses na prisão e agora começa uma vida "incerta" em Madri, disse que sua estadia na Espanha é um "exílio forçado".

Acompanhado da mulher, filha e quatro familiares, Alejo chegou a Madri, como fizeram na semana passada 11 de seus companheiros de prisão e como farão outros sete que serão libertados nos próximos dias.

Última actualización el Lunes, 26 de Julio de 2010 11:16
 
Ditadura cubana acena para libertação de todos presos políticos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Miércoles, 21 de Julio de 2010 10:48

A ditadura em Cuba está disposta a libertar mais presos políticos do que os 52 anunciados há uma semana. A informação foi dada ontem, em Genebra, por Ricardo Alarcón, presidente da Assembleia Nacional de Cuba, um dos principais nomes da diplomacia cubana, após reuniões com funcionários da Organização das Nações Unidas (ONU). Porém, Alarcón impôs duas condições: os presos não podem ter cometido "crimes de sangue" e a Igreja Católica é quem tem de solicitar suas libertações.

Há dois dias, ele já havia prometido que todos os 52 presos políticos seriam soltos. Mas, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, ele fez questão de dizer que as pessoas recentemente libertadas não eram "dissidentes", mas "criminosos". Ontem, ele disse que "a vontade do governo cubano é tirar todos da prisão", exceto aqueles que cometeram crimes comuns. "A condição para a libertação é a de que não pesem sobre eles a responsabilidade pela vida de outras pessoas."

A promessa foi feita na sede da ONU, em Genebra, um dia depois que o secretário-geral da entidade, Ban Ki-moon, pedisse que Havana tomasse "novas medidas de reconciliação" e afirmasse que a liberação dos 52 presos "não havia sido suficiente". Os 52 presos fazem parte de um grupo de 75 pessoas detidas em 2003 durante uma onda de repressão chamada de Primavera Negra. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Última actualización el Miércoles, 21 de Julio de 2010 10:53
 
Negócios são negócios: Espanha está "comprando" presos políticos cubanos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 19 de Julio de 2010 11:20

O governo cubano está trocando presos políticos por vantagens econômicas concedidas pela União Europeia. Ou a União Europeia está comprando a liberdade de meia centena de dissidentes. Trata-se de uma diplomacia realista, que negocia com ditadores para obter resultados na área dos direitos humanos.

O presidente Lula poderia ter feito isso, não é mesmo? Toda vez que é cobrado pelas suas boas relações com ditadores, o presidente responde que não pode interferir em assuntos internos de outros países e que "negócios são negócios". É o que dizem e fazem praticamente todos os chefes de governo de países importantes.

Mas há uma diferença entre ser realista, de um lado, e mostrar-se indiferente ou mesmo dar apoio a ditaduras, de outro. Governantes que têm efetivo compromisso com a democracia e os direitos humanos tentam combinar essa atitude de princípios com uma diplomacia realista. Como? Condenando uma ditadura numa votação nas Nações Unidas ou fazendo pressão pública pela libertação de prisioneiros, enquanto, ao mesmo tempo, se mantém um comércio que beneficia diretamente a população daquele país.

A União Europeia e a Espanha, em especial, que mantém boas relações com o regime de Fidel Castro há muitos anos, fazem isso no limite quando negociam a libertação de prisioneiros políticos. O primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, recorre a suas boas relações dentro da esquerda internacional para conseguir alguma abertura em Cuba.

O presidente Lula poderia fazer mais do que negociar a libertação de alguns prisioneiros. Reparem nas condições, em tese: Lula é amigão de Fidel e de Raúl Castro, tem entre seus colaboradores pessoas que se asilaram e treinaram guerrilha em Cuba, mantendo laços afetivos com os dirigentes da ilha, e ocupa um lugar importante na história da esquerda latino-americana.

Acrescente-se a isso o prestígio que o presidente acumulou no mundo todo, onde foi recebido como representante perfeito da esquerda democrática e responsável, e se pode perguntar: Quem teria tantas condições para, por exemplo, fazer uma ponte entre o governo Obama e os irmãos Castro?

É evidente que Barack Obama e Hillary Clinton sabem, primeiro, que Cuba não tem mais importância nenhuma no cenário internacional. Para os Estados Unidos, é um estorvo local, um problema eleitoral na Flórida, e a ampla maioria dos líderes cubano-americanos apoia uma diplomacia que colabore para uma abertura pacífica e ordenada. Finalmente, sabem todos que o embargo econômico não leva a esse resultado.

Mas, é claro, é preciso combinar com os Castros. Não se avança sem uma contrapartida dos cubanos, sem uma disposição para iniciar ou simplesmente sinalizar algum tipo de abertura. Ninguém está esperando que Raúl Castro renuncie e chame o pessoal de Miami. Mas todos esperam algum sinal que não seja o reforço da ditadura.

Lula, sobretudo quando ainda era considerado o cara, foi a um dado momento o único líder importante que tinha, ao mesmo tempo, a confiança de Washington e de Havana. Mas para que exercesse o papel de mediador, Lula e seu pessoal aqui precisariam, primeiro, aceitar que o regime cubano é uma ditadura anacrônica e que deveria caminhar para a democratização.

Está claro que não acreditam. Lula apoiou enfaticamente a ditadura cubana em um de seus piores momentos, quando um preso político estava morrendo numa greve de fome. Votou a favor de Cuba em diversos cenários internacionais. E deixou claro, em seguidos pronunciamentos, que a culpa de tudo está no embargo americano e que os Estados Unidos não têm direito de pedir nada ao regime castrista.

Mostrou-se um aliado de Cuba, do mesmo modo como se mostrou em relação ao Irã.

E nem vantagem comercial obteve. Até hoje, apesar do embargo, Cuba importa mais produtos dos Estados Unidos do que do Brasil. E o Irã tem entre seus principais parceiros comerciais a Alemanha e a França, cujos governos apoiaram as sanções econômicas ao país.

China. E por falar em diplomacia, desta vez na política Sul-Sul, o governo Lula tem apresentado como um dos resultados importantes a "parceria estratégica" com a China. E, de fato, as exportações brasileiras para a China aumentaram de maneira exponencial nos últimos anos.

Mas todos os países que têm minérios e alimentos elevaram espetacularmente suas exportações para a China. Para ficar apenas na América Latina, a China é o principal destino das exportações chilenas e peruanas e o segundo mais importante para Argentina e Uruguai.

No outro lado do comércio, Chile e Peru importam, em primeiro lugar, dos Estados Unidos; em segundo, da China; e apenas em terceiro, do Brasil. A Argentina importa mais do Brasil, mas em segundo lugar já aparece a China, crescendo. O Uruguai importa, primeiro, da Argentina e, em segundo, da China.

Em todas essas parcerias, a China importa minérios e alimentos e exporta manufaturados e bens de capital. Em todos os países da região, os chineses estão investindo naquelas áreas em que são mais carentes, como terras para a produção de comida, minas (e portos associados) e petróleo. Por exemplo, emprestam dinheiro para a Petrobrás (e para a venezuelana PDVSA) em troca de garantia de fornecimento de petróleo.

Aliás, eis aí um verdadeiro problema de diplomacia econômica para o Brasil: o avanço chinês aqui no nosso lado do mundo.

Mas a China é também a principal parceira do Irã, dos Estados Unidos e da Europa. Eis um caso de realismo e de diplomacia de resultados estratégicos... da China.

Carlos Alberto Sardenberg - O Estado de S.Paulo

JORNALISTA

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Última actualización el Lunes, 19 de Julio de 2010 11:25
 
EUA abrem as portas a presos políticos cubanos e suas famílias PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 22 de Julio de 2010 00:45

HAVANA — Os Estados Unidos ofereceram, nesta terça-feira, aos presos políticos cubanos e suas famílias facilidades para emigrar, no âmbito do processo de libertação gradual de 52 dissidentes que, segundo o governo de Havana, poderia abarcar todos os opositores detidos.

Esposas e outros parentes de vários dos presos começaram a se apresentar, nesta terça-feira, em entrevistas individuais ou em pequenos grupos com funcionários do escritório de refugiados da Seção de Interesses de Washington em Havana (SINA), constatou a AFP.

"O governo dos Estados Unidos me abriu as portas. Nesta entrevista, a mensagem foi de que nos dão as facilidades e agilizam os trâmites", disse à AFP Clara, irmã do preso político Fabio Prieto, jornalista de 47 anos, condenado a 20 anos de prisão.

Ao lado dela, no portão da seção consular, Alejandrina García, esposa de Diosdado González (47), sentenciado a 20 anos, explicou que no ano 2000 a SINA negou a seu marido a possibilidade de emigrar como refugiado, mas agora lhe disseram "que o processo será viabilizado".

"Dão um pouco mais de agilidade. Tenho que esperar que meu esposo saia da prisão para consultá-lo. Tomara que não queira emigrar a nenhum país. Caso deseje, será para os Estados Unidos, não para a Espanha ou nenhum outro país", afirmou.

Os funcionários americanos avaliam "caso a caso" e explicam às famílias, "com ou sem entrevista marcada", o "processo de vistos de imigrante, a propósito do programa para refugiados", explicou à AFP uma porta-voz da SINA.

"É um convite bastante geral para as famílias dos presos ou outras pessoas para virem, falarem um pouco sobre as opções, os mecanismos, se eles querem pensar na possibilidade dos Estados Unidos", disse a funcionária, destacando que este processo não tem data para terminar.

Os contatos pessoais substituíram uma reunião prevista para as 13H00 locais (17H00 GMT) desta terça-feira na SINA, que contou com um representante da Igreja e da embaixada da Espanha como convidados, segundo anunciaram parentes dos réus na segunda-feira.

A libertação - em um prazo não superior a quatro meses - de 52 dissidentes remanescentes de um grupo de 75 condenados em 2003, é fruto de um histórico diálogo entre o presidente Raúl Castro e o cardeal Jaime Ortega, instalado em 19 de maio, e acompanhado pela Espanha.

Em entrevista à AFP em Genebra, o presidente do Parlamento de Cuba, Ricardo Alarcón, afirmou esta terça-feira que o governo poderia libertar não só os 52, como todos os opositores com a condição de "que não pesem sobre eles responsabilidades da vida de outras pessoas".

Segundo a ilegal, mas tolerada Comissão Cubana de Direitos Humanos, com a saída da prisão dos 52, a maior libertação em mais de uma década na ilha comunista, restariam 115 presos políticos, a quem Havana considera "mercenários" dos Estados Unidos.

Alarcón acrescentou que aqueles que desejarem permanecer na ilha poderão fazê-lo. O cardeal Ortega, que pessoalmente consulta os réus por telefone, sustenta que deixar Cuba não é uma exigência do governo, enquanto que a oposição rejeita o que qualifica de "desterro".

Do grupo, 20 aceitaram emigrar para a Espanha - 11 na semana passada e outros nove devem fazê-lo nestes dias -, mas de 15 a 20 se negam a deixar o país ou querem ir aos Estados Unidos, onde têm parentes e amigos na comunidade de 1,5 milhão de cubano-americanos que vive em território americano.

"Minha mãe foi em junho para os Estados Unidos, tem 75 anos e leucemia. Minha filha está lá, enfrentando a vida sozinha. Assim, é certo que meu irmão queira que vamos assim que o tirarem da prisão", resumiu Clara Prieto.

Washington expressou satisfação pelas libertações, mas em sua opinião os que quiserem ficar na ilha devem poder fazê-lo.

O cardeal Ortega esteve uma semana nos Estados Unidos em junho, antes que a Igreja anunciasse as libertações, e segundo versões da imprensa, reuniu-se com o vice-secretário adjunto para a América Latina, Arturo Valenzuela.

Última actualización el Jueves, 22 de Julio de 2010 00:48
 
Presos políticos cubanos liberados criticam Lula da Silva PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 16 de Julio de 2010 10:30

– Lula não advogou para salvar a vida de Zapata. Aliou-se ao crime e não à Justiça. Zapata podia ter sobrevivido se Lula tivesse intercedido por ele. Diz que está feliz com nossa liberação, mas estaríamos felizes se tivesse advogado por Zapata – criticou Omar Ruíz Rodríguez.

Lula também foi acusado de manter um discurso eleitoreiro e de ser parcial por causa de sua amizade com o ex-líder cubano Fidel Castro.

Última actualización el Martes, 20 de Julio de 2010 01:11
 
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