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Notícias: Brasil
A possível volta do regime soviético PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 08 de Octubre de 2011 14:52
Economist

Apesar de todos os horrores do stalinismo, da brutalidade, incompetência e outras atrocidades da União Soviética, ela ainda conta com um pequeno fã clube. Aos leitores pode muito bem ter escapado, mas o grandiosamente intitulado “Terceiro Congresso Mundial do Conselho Internacional de Amizade e Solidariedade com o Povo Soviético” se reuniu em Toronto, de 9 a 11 de setembro. A palavra “terceiro” não significa “terceiro mundo”, mas sim que  já houve dois congressos como esse após o “desaparecimento temporário da União Soviética”: o primeira realizado em 2001 e o segundo em 2005, ambos também em Toronto.

Esta reunião contou com a presença de cerca de 30 representantes de diferentes partes do mundo. A maioria era do Canadá e dos Estados Unidos, muito poucos da Rússia, e pelo menos um do Reino Unido.

No primeiro dia, um dos oradores foi Viktor Bourenkov, presidente da Sociedade de Amizade Soviética com os Povos de Países Estrangeiros. O objetivo declarado da sociedade é o renascimento da União Soviética e do socialismo. Bourenkov assegurou à sua audiência que a Sociedade coopera com o Partido dos Trabalhadores Comunistas Russo – o Partido Revolucionário dos Comunistas, o PCUS, RCP-PCUS (Prigarin), um par de grupos de jovens, o jornal “Za SSSR” e o Movimento “Lenin I Otechestvo”. A Sociedade também tem contatos com a União Internacional de Jornalistas Eslava e a Embaixada cubana na Rússia.

Mas o movimento revitalista já está sendo destroçado por divisões internas. A China conta como uma potência imperialista? O ramo francês diz que sim. Outros discordam. Gennady Zyuganov, o líder da principal corrente da Rússia foi criticado por sua promoção oportunista de Stalin como líder em tempos de guerra ao invés de reconhecê-lo como teórico marxista.

É fácil esboçar um sorriso irônico em relação ao evento. Talvez os fantasmas dos milhões de assassinados sob o sistema soviético e as dezenas de milhões de pessoas cujas vidas foram arruinadas não consigam ver o lado engraçado disso tudo. Por que o revivalismo soviético é tratado como uma piada enquanto esforços semelhantes para reabilitar Hitler são vistos como crimes repugnantes ou injustificáveis?

 
Chávez não reage bem à quimioterapia PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 23 de Septiembre de 2011 20:58

O ex-embaixador dos Estados Unidos na Organização dos Estados Americanos (OEA) Roger Noriega disse que o presidente venezuelano Hugo Chávez não está reagindo bem ao tratamento contra o câncer, segundo publicou nesta sexta-feira o El Nuevo Herald.

Segundo o jornal, que cita fontes que "ao longo dos anos forneceram informações bastante confiáveis", Noriega informou na quinta-feira que a saúde do presidente venezuelano é pior do que a divulgada.

"Estas fontes continuam informando que Chávez está em uma condição muito grave e que não está melhorando da forma como os médicos haviam previsto", disse Noriega em um fórum organizado pela Universidade de Miami.

"Isto significa que deveríamos começar a pensar, e deveríamos nos preparar, para um mundo sem Chávez", teria afirmado Noriega segundo o jornal.

No entanto, o governante retornou na quinta-feira de Havana para Caracas, onde anunciou que tinha concluído a quarta sessão de quimioterapia com resultados "muito bem-sucedidos".

"Podemos dizer, graças a estes resultados, que a fase de quimioterapia acabou, fechamos o ciclo e agora vamos nos dedicar à recuperação plena", disse ao chegar ao aeroporto de Maiquetía.

O presidente declarou que agora iniciará um tratamento de fisioterapia e um processo de "recuperação progressiva e plena", e pediu que os cidadãos não se deixem levar por boatos sobre sua doença.

Noriega, no entanto, afirmou que o governante está mentindo e que o regime determinou que a única maneira que Chávez tem de ganhar as eleições presidenciais do ano que vem é projetando uma imagem de recuperação.

"Acham que podem ganhar uma eleição se Hugo Chávez estiver relativamente ativo e demonstrar força", declarou Noriega, que inclusive indicou que o chefe de Estado mente quando diz ter se submetido a quatro sessões de quimioterapia.

"Esta última foi sua terceira sessão. Quando foi a Cuba para receber a segunda, os médicos decidiram não fazê-la porque concluíram que não faria bem a ele, devido à sua contagem de células vermelhas".

Última actualización el Viernes, 23 de Septiembre de 2011 21:04
 
A corrupção em Cuba é extendida PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 03 de Septiembre de 2011 10:54

HAVANA — O jornal Granma, órgão do Partido Comunista de Cuba, caracterizou nesta quinta-feira a revolução como uma 'perigosa contrarrevolução'.

"A corrupção é hoje outro dos principais inimigos da nação, é uma contrarrevolução", alerta o órgão do PCC, assinalando que em seu combate "não valem paliativos nem contemplações".

O jornal destaca que ações preventivas e legais foram colocadas em andamento para lutar contra a corrupção, mas que é preciso "tomar medidas de maneira pontual, sem hesitação, mas com transparência e determinação, ante ao mínimo sinal".

Segundo o Granma, a corrupção ainda não assumiu na ilha uma dimensão epidêmica, mas casos isolados "estão minando o tecido social e podem derivar num pernicioso efeito contaminante".

Em abril passado, o PCC expulsou de suas fileiras o acadêmico Esteban Morales, um especialista em relações Cuba-Estados Unidos, por publicar um artigo em que destacava que a corrupção era "a verdadeira contrarrevolução e que mais danos podia causar porque estava dentro do governo e do aparato estatal". Em julho, voltou a admiti-lo.

Desde que assumiu o comando em 2006, quando seu irmão Fidel ficou doente, o presidente Raúl Castro lançou uma campanha contra a corrupção, que condenou à revelia ou levou para a prisão inúmeros empresários estrangeiros e altos funcionários e empregados cubanos.

 
Chávez critica Petrobrás PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 01 de Octubre de 2011 11:45

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou nesta quinta-feira que está convencido que existem setores dentro da petrolífera estatal brasileira, a Petrobras, que são contrários a um acordo para assegurar a participação da Venezuela em uma refinaria no Estado de Pernambuco, no Nordeste do Brasil.

Chávez disse que no começo de setembro telefonou para a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, para celebrar o final das negociações de um acordo entre a Petrobrás e a estatal venezuelana Petroleos de Venezuela SA (PdVSA), que asseguraria a participação dessa última na construção da refinaria Abreu e Lima, no Estado de Pernambuco. Pouco depois, disse Chávez, "houve lá uma declaração de alguém da Petrobras, dizendo que faltava não sei que coisa" o que frustrou mais uma vez a participação da Venezuela no projeto.

"Eu acredito que na Petrobrás existem setores ou atores que não querem o acordo, estou convencido disso e já marquei na minha agenda para falar sobre isso com a presidente, minha querida Dilma", afirmou o mandatário.

As duas petrolíferas abriram as negociações em 2005 para construir a refinaria em Pernambuco, mas a Petrobrás iniciou as obras três anos depois sem a participação da PdVSA, porque não houve acordo sobre o montante que a estatal venezuelana destinaria à obra.

Segundo o acordo inicial, a refinaria, avaliada em US$ 12 bilhões, seria construída com um aporte de 60% do valor pela Petrobrás e os restantes 40% pela PdVSA.

Chávez disse que também reclamou sobre a situação com o ex-presidente do Brasil e antecessor de Dilma, Luiz Inácio Lula da Silva. "Eles falaram não sei quantas vezes para Lula que estava tudo pronto e não estava, faltava isso, faltava aquilo", disse Chávez.

"Lamento falar essas coisas, mas é a verdade. Estou convencido de que existem setores ou atores na Petrobrás que não querem o acordo", disse Chávez. "Eu não me refiro ao governo do Brasil".

Segundo o mandatário, a Venezuela "ratifica a nossa maior vontade de chegar a esse acordo, porque acredito que é de mútuo interesse para o Brasil e a Venezuela".

A refinaria terá capacidade para processar 230 mil barris diários de petróleo, tarefa que será assumida em partes iguais pela Petrobrás e pela PdVSA, O principal produto será o óleo diesel com baixo teor de enxofre.

Sobre a relação comercial entre Venezuela e Brasil, Chávez disse que ela caminha "de maneira maravilhosa", mas ressaltou mais uma vez que, em relação à refinaria Abreu e Lima, "ela é uma exceção, é como uma ovelha negra".

As informações são da Associated Press.

 
Puritanismo comunista em Cuba PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 17 de Septiembre de 2011 13:37

HAVANA — Um polêmico cineasta e um reconhecido sexólogo cubanos criticaram nesta quinta-feira o puritanismo do poder em seu país, que pode custar até o emprego dos que cometerem violações aos "bons costumes".


O jornal Granma, do Partido Comunista Cubano, é também um defensor dos "bons costumes" na Ilha (AFP, Adalberto Roque)

O cineasta e roteirista Eduardo del LLano considerou em seu blog que este estado de espírito "parece repetir a natureza do pensamento e da prática dos revolucionários", lembrando que em Cuba, um país de clima tropical e magníficas prais, "só as estrangeiras fazem topless".

"Há preconceitos arraigados, mas também proibições e pressão política. Em Cuba, se uma garota tirar a roupa numa discoteca, mesmo no escondido, torna-se um problema de segurança", afirmou Eduardo del Llano, acrescentando que, "para a televisão cubana, o corpo é pior que o inimigo".

Segundo o cineasta, "se alguns videclipes sobem um pouco a temperatura, viram assunto de debate no parlamento".

De Llano aceita que "a ideia é não prejudicar a imagem, a dignidade da mulher cubana", mas lembra que na Europa, onde são vendidas revistas eróticas, "ninguém diz que todas as alemãs ou espanholas sejam putas".

"Ao mesmo tempo, na medida em que tenta ser um povo mais digno, pode vir a tornar-se um povo de reprimidos", explicou.

O médico e sexólogo Alberto Roque lamentou a existência de uma ação, "a partir do poder, que discrimina, exclui e põe em crise a credibilidade das instituições".

Em artigo publicado em seu site do Centro de Educação Sexual, dirigido por Mariela Castro, filha do presidente Raúl Castro, Roque contou a história do engenheiro Luis Abascal, que foi punido e "afastado definitivamente de seu posto de trabalho", sem direito a reabilitação por quatro anos, por um documentário de teor sexual que memorizou no computador do escritório.

A decisão do tribunal trabalhista de Granma (leste), onde vive Abascal, foi contestada por especialistas que consideraram o material científico, não pornográfico; mas o órgão de justiça manteve a sentença, ao assinalar que "atenta contra os bons costumes".

AFP

 
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