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Notícias: Brasil
Israel: tempo para parar um Irã nuclear está se esgotando PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 20 de Noviembre de 2011 11:36

O Irã está menos de um ano de distância de atingir sua meta de produzir uma arma nuclear, disse o ministro da Defesa israelense Ehud Barak, em entrevista à CNN divulgada no sábado.

Em uma transcrição antes da entrevista ir ao ar no "Fareed Zakaria GPS" da CNN, programa no domingo, Barak disse que Israel se concentrou na perspectiva de um Irã nuclear e que "pode e deve ser feito a respeito na hora certa."

"Não vai demorar três anos, provavelmente em menos de um ano ninguém poderá mais fazer praticamente qualquer coisa, porque os iranianos estão gradualmente, deliberadamente entrando no que eu chamo de uma zona de imunidade", disse ele.

Barak, ex-primeiro-ministro israelense, mencionou um relatório publicado do início do mês pela agência nuclear da ONU, em que afirmou que o Irã parecia ter trabalhado na elaboração de uma bomba atômica e de pesquisas secretas, que tiveram um efeito moderador sobre líderes mundiais, mas que Israel estava conduzindo uma atividade diplomática intensiva.

A Agência Internacional de Energia Atômica relatório (AIEA) confirmou a preocupação de longa data que o Irã pretende ter uma arma nuclear, o que Israel vê como uma ameaça à sua existência. Teerã diz que seu programa nuclear é para fins pacíficos.

Estados Unidos e Israel não descartam ataques aéreos em instalações nucleares iranianas.

"Eu não acho que isso é um assunto para discussão pública", disse Barak, quando perguntado se Israel estava preparado para atacar o Irã e coibir suas ambições nucleares.

Ele disse que um Irã nuclear teria repercussões profundas para o Oriente Médio,.

Barak se recusou a comentar sobre especulações de uma explosão em uma base militar iraniana na semana passada, que matou 17 soldados, incluindo um oficial considerado arquiteto de sistemas de defesa anti-míssil do Irã, tenha sido um trabalho do Mossad, agência de inteligência de Israel.

"Não. Eu não sei de nada que eu possa contribuir para essa conversa", disse ele.

O Irã disse que a explosão ocorreu durante a pesquisa sobre as armas que poderia atingir Israel, mas negou a especulação de possível sabotagem por parte de Israel ou dos Estados Unidos.

Última actualización el Domingo, 20 de Noviembre de 2011 11:38
 
Reforma em Cuba ignora abertura política PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 13 de Noviembre de 2011 12:29

Na véspera do último Natal, dois irmãos de Holguín, no leste de Cuba, foram presos por cantar rap em sua própria casa. O problema não era o volume nem a afinação. Antonio e Marcos Lima Cruz tiveram a casa invadida - primeiro com pedras e ovos atirados pelos vizinhos, depois por policiais - e foram detidos porque entoavam as letras do grupo Los Aldeanes, que falam de coisas como "liberdade de expressão". A história dos Lima Cruz é um dos casos extremos de uma onda de repressão abafada pelos anúncios de seguidas medidas de flexibilização econômica no último ano.

Segundo a Comissão Cubana de Direitos Humanos, há 50 presos políticos hoje condenados apenas por opinar e o número de detenções relâmpago atingiu em setembro um recorde em três décadas - 563 pessoas passaram pelo menos algumas horas na prisão, o dobro da média dos oito meses anteriores.

Opositores associam a ofensiva do governo à uma tentativa de desarticular grupos como o das Damas de Blanco. Primeiro porque sua líder, Laura Pollán, morreu em agosto. Segundo, porque o objetivo que tornou movimento conhecido, a libertação dos 75 presos de consciência ligados à Primavera Negra, onda de detenções de março de 2003, foi atingido este ano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 
Militar que ajudou a matar líder das Farc narra a operação PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 07 de Noviembre de 2011 19:25

Presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, parabeniza militares envolvidos em operação que matou Cano

Guillermo León Sáenz, um militar que participou da operação que matou o comandante das Forças Revolucionárias da Colombia (Farc), conhecido como Alfonso Cano, narrou ao jornal colombiano El Tiempo detalhes da busca. Os integrantes das Forças Especiais colombianas estudavam há três anos os hábitos de Cano, e já sabiam os seus gostos, reações e capacidades físicas.

De acordo com Sáenz, às 19h19 da noite de sexta-feira, um movimento no mato das montanhas da região de Cauca, onde Cano estava escondido há dois meses, indicou a presença de um guerrilheiro. “Quieto, levante as mãos! Levante as mãos”, advertiu o soldado das Forças Especiais da Colômbia. O aviso foi ignorado por Cano, que, armado, começou a correr.

“Levamos mais de dez horas inspecionando os arredores da casa onde estava Alfonso Cano e avançamos, camuflados, por entre a selva para que não nos vissem, quando se deu o golpe”, explica o militar. Ele contou que ouviu gritos do seu comando e os soldados entraram em alerta. Logo em seguida, os guerrilheiros começaram a atirar, e os militares responderam ao fogo. Pouco depois, o mesmo soldado que disparou o alerta avisou que o líder das Farc estava morto.  

Momento crítico - O militar conta que o momento mais crítico da operação foi durante o desembarque das tropas, ainda pela manhã de sexta-feira, quando eles foram recebidos por disparos de metralhadoras. Os tiros chegaram a derrubar um helicóptero do Exército. Quando as Forças Especiais tomaram a casa onde os guerrilheiros estavam escondidos, encontraram os corpos de um rebelde e da amante do líder das Farc. Depois, eles capturaram o chefe da segurança de Cano. À tarde, 890 homens das Forças Especiais desembarcaram na região, já sob controle do Exército.

A localização de Cano foi descoberta pela inteligência colombiana. Em 13 de outubro, foi confirmado que um dos chefes de segurança das Farc, chamado ‘Pacho Chino’, estava na região. “Acreditar que as pessoas que circulavam na região não seriam identificadas e crer que as pessoas seriam fiéis até o último momento foi o seu calcanhar de Aquiles. Os seus próprios homens deram as informações mais valiosas. O excesso de confiança o matou”, conclui o militar.

Tomado da VEJA

 
Equipe do filme cubano 'Habanastation' faz campanha para o Oscar PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 18 de Noviembre de 2011 12:02

O diretor de 'Habanastation', Ian Padrón, viajará aos Estados Unidos para promover o filme. Foto: Divulgação

A equipe do filme Habanastation, a aposta de Cuba para o Oscar, empreendeu uma campanha para promover a produção antes das indicações da Academia de Hollywood.

O diretor de Habanastation, Ian Padrón, disse nesta quinta-feira (17) à agência Efe que viajará aos Estados Unidos na próxima semana para organizar exibições e reuniões com distribuidores como parte da corrida para a 84ª edição do Oscar, que acontecerá em fevereiro de 2012.

Padrón antecipou que espera realizar projeções especiais de sua estreia em Los Angeles nos dias 2 e 3 de dezembro antes da divulgação nesse mesmo mês das pré-indicações ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Como iniciativa para cobrir essas e outras despesas de promoção, Padrón e sua equipe organizaram para este sábado um exclusivo "jantar-show" em Havana para arrecadar fundos.

"Será um encontro da cultura, do turismo e da gastronomia cubanos para arrecadar fundos econômicos que permitam promover adequadamente este filme", destaca o convite distribuído na ilha.

A programação inclui a apresentação de conhecidos músicos da ilha, como o duo Buena Fe, que participou da trilha sonora do filme, e um encontro com seus atores.

O longa-metragem, indicado pelo Instituto Cubano da Arte e Indústria Cinematográfica para tentar representar o país no Oscar, narra a história de duas crianças cubanas de meios sociais e econômicos diferentes que por acidente passam um dia juntos e confrontam suas realidades.

Em julho, o filme ganhou os prêmios de Público e de Melhor Filme de Ficção no Festival de Traverse City, fundado pelo cineasta Michael Moore.

O único filme cubano que conseguiu uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Estrangeira foi Morango e Chocolate, de Tomás Gutiérrez Alea e Juan Carlos Tabío.

 
Governo brasileiro bancará curso para médicos formados em Cuba PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 12 de Noviembre de 2011 12:15

O governo vai bancar uma espécie de cursinho para que médicos formados em Cuba possam atuar no Brasil. A ideia é facilitar a revalidação dos diplomas oferecendo para esses profissionais, de graça, reforço em universidades brasileiras com assuntos que não foram abordados na graduação cubana, como noções do Sistema Único de Saúde (SUS). O curso seria dado antes da prova para reconhecimento de diploma.

 

Sem a validação, profissionais não podem trabalhar no Brasil. Atualmente, para ter autorização de exercício profissional, médicos formados em outros países precisam passar por um exame organizado nacionalmente, o Revalida, ou se submeter a provas feitas por algumas universidades federais, que não aderiram ao exame nacional.

 

O processo, no entanto, não é fácil. Este ano, dos 677 inscritos no Revalida, 65 foram aprovados. Em 2010, quando a prova foi lançada, os resultados foram muito mais baixos: dos 628 candidatos, apenas 2 tiveram permissão para trabalhar no Brasil. Com o curso de reforço, médicos brasileiros formados em Cuba teriam mais chances de serem bem sucedidos no exame de validação.

 

Assinado em setembro durante uma visita do ministro da Saúde Alexandre Padilha a Cuba, o acordo entre universidades estaduais e a Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM), de Cuba, permite ainda que durante o período de aperfeiçoamento, profissionais trabalhem numa espécie de estágio. A Universidade Estadual de Santa Cruz, na Bahia, já prepara os detalhes do curso. Além das aulas teóricas e práticas, os formados receberiam, no período de 10 meses do curso, uma espécie de bolsa de ajuda de custo, no valor de R$ 1.240,00.

 

O reitor da universidade, Joaquim Bastos, prevê que, além dos R$ 2 milhões para bolsas, seriam necessários recursos para pagamento de cerca de 15 professores que ficariam responsáveis pela formação dos médicos. Ainda não se sabe, no entanto, quem vai pagar a conta. "Mas tenho certeza que isso se resolve. O projeto tem todo empenho da Secretaria da Saúde, simpatia do governo do Estado e do ministro, como ficou claro na visita a Cuba", disse Bastos.

 

Oficialmente, no entanto, ninguém assume a responsabilidade. O Ministério da Saúde, por meio da assessoria de imprensa, afirmou que o projeto tem todo apoio de Padilha. Mas não há previsão de oferta de recursos, nem de envolvimento da pasta no projeto. O secretário de Saúde da Bahia, Jorge Solla, um entusiasta da iniciativa, avisou também que por enquanto não há nada definido. Terça-feira, em Brasília, Solla disse que os projetos estão avançados, mas admitiu haver preconceito em relação ao curso feito em Cuba. "Mas o nível do ensino é muito bom", garantiu.

 

Mesmo sem saber de onde o dinheiro virá, Bastos recebeu a recomendação de preparar um curso já para o próximo ano. "Isso não será uma iniciativa eterna. A ideia é fazer dois, três cursos", contou o reitor. Pelas contas de Solla, existem cerca de 500 brasileiros formados em Cuba que poderiam se beneficiar da parceria com ELAM no processo de revalidação. Durante a visita em setembro, Padilha afirmou que a pareceria poderia ampliar o número de médicos nas regiões onde há carência de profissionais, como municípios do interior ou nas regiões pobres das grandes cidades.

 

Mal foi lançada, a ideia já desagrada o Conselho Federal de Medicina (CFM). "Não entendo essa lógica de mobilizar uma estrutura pública, com salas e professores, para um grupo pequeno de brasileiros", disse o vice-presidente da entidade, Carlos Vital. Para ele, no entanto, o que mais surpreende é o pagamento de uma "ajuda de custo." "Isso é tirar de dentro de casa para se dar o que não tem. Porque esses alunos merecem um privilégio como esse?".

 
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