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Notícias: Brasil
Morre em Cuba irmã de Fidel e Raúl PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Miércoles, 29 de Febrero de 2012 20:23

Morre em Cuba Angela Castro, irmã mais velha de Fidel e Raúl

Miami, 28 fev (EFE).- Angela Castro, a irmã mais velha dos líderes cubanos Fidel e Raúl, morreu em Havana aos 88 anos, segundo informou nesta terça-feira o site "Café Fuerte", citando outra das irmãs, Juanita Castro.

"Morreu ao amanhecer desta terça-feira, após ficar durante muito tempo em uma clínica", disse Juanita Castro, que mora em Miami, a esse portal de informações sobre Cuba.

Segundo explicou Juanita, Angela Castro "nunca saiu de Cuba e eu nunca mais a vi desde que abandonei o país (em 1964). É a tragédia de todas as famílias cubanas divididas".

Fazia dois anos que a falecida perdera a lucidez, afligida pelo mal de Alzheimer, sempre segundo a versão do site, que explica que a imprensa oficial cubana não fez menção da morte de Angelita, como era conhecida por sua família.

Juanita Castro disse que não assistirá ao funeral de sua irmã e negou que esteja preparando uma visita à ilha por ocasião da visita do papa Bento XVI.

Nesta quinta-feira será realizado um funeral privado em seu povoado natal, Birán, na província de Holguín, onde seus restos mortais serão cremados.

Angela María Castro Ruz, nascida em 2 de abril de 1923, era a mais velha dos sete filhos de Ángel Castro Argiz e Lina Ruz González.

Além de seis irmãos ainda vivos, Angela deixa cinco filhos: Tania, Ileana, Mirsa, Mario e José Antonio Fraga Castro, assim como vários netos. EFE

 
Cuba: Damas de Branco são hostilizadas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 26 de Febrero de 2012 14:15
Simpatizantes do governo realizaram ato contra mulheres que recordavam morte de Orlando Zapata

Damas de Branco protestam contra o governo cubano  / AFP Photo/ Aldalberto Roque

Damas de Branco protestam contra o governo cubano AFP Photo/ Aldalberto Roque

Cerca de 200 policias políticos de civil realizaram um ato de protesto contra as opositoras Damas de Branco, reunidas na casa de sua falecida líder, Laura Pollán, para recordar os dois anos da morte do preso opositor Orlando Zapata.

"Vermes!", "Viva a Revolução!" e "Vivam Fidel e Raúl!", gritaram os manifestantes frente à casa, onde as 41 mulheres prestavam tributo a Zapata, que morreu em 23 de fevereiro de 2010 depois de 85 dias de greve de fome.

 

Da AFP Esta dirección electrónica esta protegida contra spam bots. Necesita activar JavaScript para visualizarla

Por sua parte, as Damas respondiam com gritos em favor da liberdade e slogans como "Fidel, traidor, assassino e ditador".

Berta Soler, que substituiu Pollán na liderança do grupo, declarou à AFP que homenagem vai prosseguir mesmo com os ataques, assim como seus protestos pacíficos pelas ruas.

A organização Damas de Branco, Prêmio Sakharov 2005 do Parlamento Europeu, foi criada pelas esposas e familiares dos 75 dissidentes detidos em 2003, todos já libertados.

Zapata, um pedreiro de 42 anos, morreu numa greve de fome com a qual exigia melhorias em suas condições na prisão.

 

 
Chávez: 'EUA não deve vetar Cuba' PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 17 de Febrero de 2012 15:27

Para Chávez, EUA não deve vetar Cuba em Cúpula das Américas

Por Redação - 11:49:00 - 7 Views

 



CARACAS (ANSA) - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse que o governo dos Estados Unidos não deveria insistir em vetar a participação de Cuba na Cúpula das Américas, que acontecerá nos dias 14 e 15 de abril, em Cartagena, na Colômbia.

"O governo dos Estados Unidos não deveria insistir em um tema anacrônico que gera mal-estar em todo o continente", disse Chávez, completando que "a esta altura não pode ter uma Cúpula das Américas sem Cuba, porque o país é parte da comunidade".

O mandatário também comentou que seria positivo se o encontro ocorresse na presença dos membros da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América (Alba) para "colocar à mesa, na presença do [presidente dos Estados Unidos, Barack] Obama, e tratar temas da América Latina, a soberania das nações, a não ingerência nos assuntos internos dos países, assim como a situação no Haiti e melhorar as relações entre os EUA e a Venezuela".

Chávez ainda questionou, ao ser consultado sobre o suposto envio de combustível para a Síria, se "nós, por acaso, perguntamos aos Estados Unidos o que fazem com o petróleo que enviamos".


Leia mais sobre esse assunto em http://www.oreporter.com/detalhes.php?id=72131#ixzz1meJCrXT1
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Raúl Castro: quatro anos no poder PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 27 de Febrero de 2012 13:20

Raúl Castro completa quatro anos no poder dedicados às reformas em Cuba
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

Raúl Castro completa nesta sexta-feira quatro anos como presidente de Cuba entre pressões de simpatizantes que pedem mais velocidade em suas reformas e críticas da oposição e de Washington, que consideram estas mudanças "lentas" e "cosméticas".

O general-presidente de 80 anos consumiu 40% de seu tempo na presidência, já que, após substituir interinamente seu irmão doente Fidel em 2006, e ser eleito presidente pelo Parlamento em 2008, limitou os cargos em Cuba a dois mandatos de cinco anos, período no qual terá que implantar seu projeto de mudanças.

"Não se pode dizer que não tenham ocorrido nestes quatro anos, sobretudo no campo econômico, não tanto no campo político", disse à AFP o economista opositor Oscar Espinosa Chepe, embora tenha classificado as reformas econômicas como "totalmente insuficientes".

Raúl permanece firme em sua estratégia "passo a passo" nas mudanças, "sem pressa, mas sem pausa", o que faz o acadêmico cubano-americano Arturo López Levy, de Denver, Colorado, pensar que "não parece consciente dos custos de um excessivo gradualismo".

"A lentidão na aplicação das aberturas, incluindo a reforma migratória e a ausência de uma política que incentive os investimentos de cubanos do exterior, está tornando mais difícil e doloroso o ajuste econômico", disse López Levy à AFP.

Em quatro anos, Raúl ajustou a equipe e a estrutura de Governo, abrindo o poder aos militares, trocou meia centena de dirigentes da época de Fidel, e impôs a racionalidade econômica sobre os critérios políticos.

Ainda assim é necessária "a atualização do modelo político", disse o acadêmico cubano Julio César Guanche em um recente artigo, pedindo "a democratização das práticas partidárias e estatais, a urgência de mecanismos de governo mais eficazes, responsáveis e transparentes, a necessidade de regularizar a proteção de direitos cidadãos".

Raúl também deu aos cubanos a possibilidade de se hospedar em hotéis e comprar computadores e eletrodomésticos, assim como eliminou outras "proibições excessivas".

Sua maior atividade se concentrou na economia: convocou um Congresso do Partido Comunista que aprovou mais de 300 mudanças para "atualizar" o esgotado modelo econômico de cunho soviético para torná-lo mais rentável.

A prioridade é aumentar a produção de alimentos, e para isso repartiu parcelas em usufruto, melhorou os preços aos produtores, liberou a venda de implementos agrícolas e ofereceu créditos. Mas os avanços ainda são lentos.

Também ampliou o trabalho privado, prepara as bases legais de pequenas e médias empresas estatais e cooperativas urbanas de produção e serviços e começou um processo de autonomia das indústrias estatais.

O centro de suas reformas - disse Raúl - é conservar o socialismo, razão pela qual manteve a propriedade estatal de terras, propriedades, subsolo, indústrias ou outro elemento negociado com o capital estrangeiro ou com trabalhadores privados.

Da AFP Paris

 
Bento 16 quer encontrar Fidel Castro PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 20 de Febrero de 2012 14:12

CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O Papa Bento 16 quer encontrar Fidel Castro em sua viagem a Cuba no próximo mês, mas o encontro depende da saúde do líder revolucionário comunista, afirmou uma autoridade do Vaticano à Reuters neste sábado.

A autoridade, que falou do lado de fora de uma cerimônia em que o Papa promoveu novos cardeais, disse que o status da reunião ainda estava pendente.

"Isso depende da saúde dele", disse.

No momento, o Papa deve apenas atender o irmão mais novo de Fidel Castro, o presidente Raúl Castro, que deve receber Bento 16 em Santiago de Cuba em 26 de março, manter conversas privadas com ele em Havana em 27 de março, e ver o pontífice deixar Havana e partir para Roma em 28 de março.

Não existe menção a Fidel Castro no programa oficial.

Fidel Castro, 85 anos, governou Cuba por 49 anos antes de ser sucedido pelo irmão em 2008.

O Castro mais velho raramente aparece em público, mas, ocasionalmente, encontra-se privadamente com líderes estrangeiros que visitam o país e escreve colunas sobre assuntos internacionais.

Um dos objetivos da visita do Papa é a comemoração do 400º aniversário da descoberta do ícone religioso mais famoso de Cuba, a estátua da Virgem da Caridade.

A vista de Bento 16 a Cuba ocorrerá após visita do pontífice ao México, a partir de 23 de março.

 
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