El cubanoamericano Mauricio Claver-Carone es el nuevo asesor de Trump para Latinoamérica

Mauricio Claver-Carone, un abogado conocido en Washington por su defensa del embargo a Cuba ...

Casi 3.000 exguerrilleros de las FARC vuelven a las armas, dice 'The New York Times'

Cientos de exguerrilleros de las FARC se han rearmado como disidentes tras la ...

Los acuerdos de Maduro en China despiertan una nueva controversia entre Gobierno y oposición

El presidente venezolano, Nicolás Maduro, recibió este el apoyo del gobernante Partido ...

Los líderes de ambas Coreas firman una declaración conjunta que favorece la desnuclearización

Los líderes de las dos Coreas, Moon Jae-in, presidente de Corea del Sur, y ...

Ibope: Bolsonaro vai a 28% e Haddad, com salto a 19%, se isola em segundo lugar

Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira, 18, mostrou um salto de 11 pontos ...

Notícias: Brasil
Atrito (resolvido) entre Venezuela e Brasil na área de Direitos Humanos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 16 de Octubre de 2011 14:55

A embaixadora brasileira na ONU Maria Nazareth sugeriu que a Venezuela permita a entrada de relatores da ONU para investigar denúncias de violações de direitos humanos no país.

Na primeira participação da Venezuela no regime de exames periódicos universais do Conselho de Direitos Humanos da ONU, na semana passada, a embaixadora brasileira na ONU apontou como "desafios" do governo Hugo Chávez o respeito aos direitos humanos e à liberdade de imprensa.

Em Genebra, a representação brasileira pediu ainda que os venezuelanos apresentassem às Nações Unidas o "funcionamento do sistema judicial na Venezuela, em especial sobre as garantias para uma Justiça independente, expedita e imparcial".

"A garantia dos direitos humanos requer a independência do Poder Judiciário e a plena liberdade de expressão e de imprensa", afirmou a diplomata.

Criado em 2006, o Exame Periódico Universal do Conselho de Direitos Humanos da ONU permite que o país examinado faça sua apresentação sobre o tema, abre espaço para exposição de ONGs e prevê recomendações à governos, que podem ser aceitas ou não.

Das 150 recomendações elaboradas, a Venezuela rejeitou 38. O chanceler venezuelano Nicolas Maduro disse que seu governo só poderia aceitar sugestões que "não violem a Consituição do país.

Entre as recomendações solicita-se ao governo venezuelano retirar da Constituição a "criminalização" da calúnia no exercício jornalístico.

Após 'mal-estar', governo brasileiro manda carta de 'apoio' à Venezuela

O governo brasileiro enviou uma carta à Venezuela ratificando o apoio à política de "direitos humanos" do país vizinho, após um aparente mal-estar provocado por uma fala da embaixadora do Brasil na ONU em Genebra, Maria Nazareth Farani Azevedo.

Em uma recente reunião no Conselho de Direitos Humanos da ONU, a diplomata fez discurso dirigido à Venezuela sobre a independência do Poder Judiciário e liberdade de imprensa no país.

O questionamento foi interpretado como uma mudança de tom na política externa brasileira em relação à Venezuela e causou incômodo no país vizinho.

De acordo com um alto funcionário do governo da Venezuela em Caracas, o discurso teria motivado uma conversa entre a presidente Dilma Rousseff e o chanceler brasileiro, Antônio

Patriota, que em seguida telefonou ao ministro de Relações Exteriores da Venezuela, Nicolás Maduro.

Na conversa, de acordo com o funcionário venezuelano, Patriota teria explicado que as críticas da embaixadora refletiam um posicionamento pessoal e que não representavam a visão do governo brasileiro sobre o tema.

Em seguida, Patriota enviou uma carta para o chanceler venezuelano ressaltando o apoio brasileiro.

DIREITOS HUMANOS

Na carta, obtida pela BBC Brasil, Patriota se refere à conversa telefônica com Maduro e afirma que o Brasil reconhece "avanços" no governo de Hugo Chávez.

"Reitero a manifestação de reconhecimento do Brasil pelos avanços verificados na Venezuela no campo social e dos direitos humanos, conforme tive a oportunidade de indicar-lhes em nossa conversa", diz a carta enviada pelo Itamaraty.

O embaixador da Venezuela em Brasília, Maximilien Arvelaiz, minimizou o episódio. Arvelaiz diz não ver alterações na cooperação bilateral entre os dois países e negou que exista um distanciamento na relação entre Brasília e Caracas.

"Esse incidente não representa, de maneira alguma, mudanças na relação com o Brasil e na agenda de cooperação bilateral e multilateral em espaços como a Unasul e CELAC (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos)", afirmou Arvelaiz. "Entendemos que não é uma posição do governo ou do Itamaraty."

Por meio da assessoria do Itamaraty, Patriota confirmou ter enviado a carta ao colega Maduro. Em viagem à Àfrica do Sul, Patriota mencionou, na carta, sua intenção de visitar Caracas, no mês de novembro, para tratar da "agenda bilateral".

CLAUDIA JARDIM
DE CARACAS PARA A BBC BRASIL

Última actualización el Domingo, 16 de Octubre de 2011 15:03
 
Cuba estuda possibilidade de limitar mandato "presidencial" do ditador PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 15 de Octubre de 2011 12:21

HAVANA - O governo de Cuba vai estudar uma proposta inédita para limitar o mandato do "presidente" (ditador) e dos outros cargos do Estado, levando adiante a renovação do rumo político do país socialista na era pós-Fidel e Raúl Castro, que governam a ilha há mais de cinco décadas.

Raúl Castro assumiu o poder em 2008, quando Fidel deixou a presidência por motivos de saúde - Desmond Boylan/Reuters
Desmond Boylan/Reuters
Raúl Castro assumiu o poder em 2008, quando Fidel deixou a presidência por motivos de saúde


O Partido Comunista (PCC) formalizou em um documento a proposta para limitar a permanência em cargos de direção do governo e do Estado em dois mandatos de cinco anos. O assunto foi trazido à tona inesperadamente pelo presidente Raúl Castro durante um congresso comunista em abril.

"Projetar a renovação paulatina nos cargos de direção e definir os limites de permanência por tempo e idades, segundo as funções e complexidades de cada responsabilidade," diz o texto, que será analisado pelos militantes comunistas na 1a Conferência Nacional do PCC, em janeiro de 2012.

Será a primeira vez em meio século que o governo toma essa medida. Fidel Castro comandou o país como presidente durante 49 anos e foi substituído por seu irmão Raúl em 2008, quando ficou doente.

Diversidade

Os preparativos para a conferência acontecem em meio a uma forte ofensiva anticorrupção encabeçada por Castro, trazendo à tona casos na aviação civil, nos setores dos charutos cubanos e do níquel, assim como em várias empresas comerciais estrangeiras radicadas na ilha.

A conferência de janeiro vai acontecer em meio à implementação de mais de 300 reformas que visam reativar a frágil economia cubana de estilo soviético, mantendo a sobrevivência do socialismo. As reformas visam reduzir o papel e os custos do Estado, com a extinção de mais de 1 milhão de empregos estatais, além de outorgar maior autonomia às empresas, ampliando o setor não estatal em Cuba, entre outras medidas.

Castro, de 80 anos, disse que a "modernização do modelo econômico" é necessária para manter o sistema socialista, comandado até agora pela geração histórica da revolução de 1959. Por exemplo, o primeiro vice-presidente, José Ramón Machado, e o vice-presidente Ramiro Valdés têm perto de 80 anos e dirigem o Burô Político, juntamente com o presidente Castro.

O PCC, único partido político reconhecido em Cuba, tem aproximadamente 800 mil membros entre os 11,2 milhões de habitantes da ilha e é considerado "a força dirigente superior da sociedade e do Estado," segundo a Constituição de 1976.

Última actualización el Sábado, 15 de Octubre de 2011 12:28
 
A dura vida dos homossexuais em Cuba é destaque em festival de cinema do Rio PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 10 de Octubre de 2011 10:52

Evaldo Mocarzel é diretor do documentário Cubra Libre

A programação do 13º Festival do Rio oferece pistas de que a ditadura cubana ainda não terminou. Basta checar, por exemplo, o documentário Cuba Libre, de Evaldo Mocarzel, que tem sessões neste domingo (9), às 13h30 e 18h10, no Estação Vivo Gávea. O filme do premiado documentarista fluminense é uma radiografia da sociedade cubana atual pelos olhos da atriz transsexual Phedra D. Córdoba, estrela das casas de show de São Paulo, que volta à Havana 53 anos depois de deixar o país.

"Nos primeiros anos da revolução cubana, os homossexuais foram confinados em campos de concentração, para cortar cana e isso destruiu a vida de muita gente, inclusive de artistas, como o escritor Reynaldo Arenas (retratado no filme Antes do Anoitecer, de Julian Schnabel). Uma das grandes transformações da sociedade cubana contemporânea foi provocada por um decreto de aceitação dos homossexuais em Cuba, baixado por Mariela Castro, filha do atual ditador Raúl Castro. "Tudo continua clandestino naquela sociedade machista, mas os gays estão saindo do armário, mostrando a cara, reivindicando seus direitos. O documentário pega carona nesse momento divisor de águas no país", explica Mocarzel ao site de VEJA.

Neste novo momento cubano, Phedra, integrando do grupo teatral Satyros, foi recebida como uma diva pelo ministro da Cultura de Cuba. "O filme é a história da atriz, tendo esse instante político como pano de fundo. É interessante lembrar que há poucos meses, Fidel Castro, que está afastado do governo por motivos de saúde, pediu desculpas aos gays pelos maus-tratos infligidos a eles os primeiros anos de seu governo revolucionário", lembra o diretor, coautor, com Walter Carvalho, de Raul: O Início, o Meio, e o Fim, documentário que encerará o festival, no dia 18.

Já o documentário Carta Para o Futuro, de Renato Martins, outra atração da maratona, que ganha sua primeira projeção pública neste domingo, às 15h, no Cine Odeon, traça um retrato do país recriado por Fidel e Che Guevara a partir dos depoimentos dos integrantes de quatro gerações de uma mesma família. O filme começou a tomar forma em 2003, quando Martins e o fotógrafo Lula Carvalho (filho do renomado diretor de fotografia Walter Carvalho) desembarcaram em Havana com uma câmera e tiveram a chance de ficar hospedados em uma casa de família por algumas semanas.

A mostra continua em Juan dos Mortos, de Alejandro Brugés, o primeiro filme de zumbis produzido no país, que ganha suas duas últimas sessões neste domingo (9), às 13h e às 19h30 , no Estação Sesc BarraPoint 1. Misto de comédia social e história de terror, o filme fala sobre Juan, um quarentão sem emprego que de repente vê Havana ser tomada por mortos-vivos e cria uma companhia de extermínio para ganhar algum dinheiro com a situação.

"Juan dos Mortos combina referências de filmes de terror que admiro com os problemas reais que temos na ilha, onde as pessoas que andam pelas ruas de Havana como zumbis", explicou Brugés, de 35 anos. "A ideia para o filme nasceu de uma conversa com um de meus sócios na minha produtora. De repente vimos um homem na rua que caminha de maneira apática pela rua, como um zumbi. Olhamos um para o outro e gritamos: 'Este será o nosso próximo filme!'. Todos os filmes americanos do gênero têm um subtexto social, tocam em temas pertinentes à sua época".

Última actualización el Lunes, 10 de Octubre de 2011 11:04
 
Ex-chanceler cubano ressurge como pintor e dono de 'paladar' PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 14 de Octubre de 2011 19:19

A HABANA, Cuba — Afastado em 1999 pelo governo cubano como chanceler, Roberto Robaina, o carismático "Robertico", ressurge agora como pintor e pequeno empresário, dono de um "paladar" (restaurante) em uma rua no centro de Havana, em meio as reformas de Raúl.

"A vida continua. O importante não é o que aconteceu, mas o que se faz", reflete o ex-chanceler, sentado em uma agradável varanda do Chaplin's Café, arrumado para receber clientes em um ambiente discreto, em entrevista à AFP.

Última actualización el Domingo, 16 de Octubre de 2011 14:43
 
Síria rejeita entrada no país de comissão da ONU liderada por brasileiro PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Miércoles, 12 de Octubre de 2011 10:13

O governo sírio rejeitou nesta sexta-feira a entrada no país da comissão organizada pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU criada para investigar crimes contra a humanidade praticados pelas forças de repressão.

A Síria participou nesta sexta do Exame Periódico Universal (EPU), ao qual de submetem todos os membros da ONU desde 2006 para avaliar a situação dos direitos humanos em cada país da organização. Com o crescimento da violência na Síria, inclusive com informações sobre enfrentamentos entre as forças armadas e os desertores na fronteira com o Líbano, a expectativa para escutar o discurso do vice-ministro das Relações Exteriores da nação asiática, Faisal Mekdad, foi grande em Genebra.

 

Foto: AP

Em Homs, opositores de Bashar Assad usam símbolos de cristãos, muçulmanos e alauítas em faixa que diz: A população síria é única, para mostrar união contra regime (4/10)

O dirigente, porém, não fez nenhuma concessão. Sua exposição diante do Conselho de Direitos Humanos se concentrou em denunciar uma "conspiração internacional" após o início dos protestos contra Assad, em março. O ministro garantiu que as reformas democráticas estão em andamento e que os sírios gozam de liberdade de expressão.

Mekdad assegurou que nesses seis meses "as forças de segurança evitaram disparar contra os rebeldes para evitar a morte de civis inocentes" e qualificou as manifestações como "ataques criminosos contra a nação e o povo por parte de grupos terroristas". Segundo o dirigente, a agitação civil é uma estratégia ocidental, liderada pelos EUA, para armar grupos oposicionistas que assassinaram civis indefesos.

O discurso do vice-ministro contou com o apoio de Cuba, Venezuela, Nicarágua, Bolívia e Rússia, que afirmaram que o Conselho está se tornando uma ferramenta dos países ocidentais para conseguir seus objetivos. Em tom enérgico, Mekdad disse não conseguir "manter a linguagem diplomática" diante do que considerou "mentiras e desinformação". Ele argumentou que interferir nos assuntos internos de outros países é um delito contemplado no Direito Internacional.

Um dia após a ONU elevar para 2,9 mil o número de mortos pela repressão, o vice-ministro sírio afirmou que nos próximos dias Damasco apresentará sua "lista de mártires". "Trata-se de 1,1 mil policiais e membros da força de segurança que faleceram nas mãos dos terroristas que recebem armas de países inimigos", denunciou o representante sírio.

O Conselho de Direitos Humanos da ONU realizou esse ano duas sessões especiais tendo a Síria como tema central e aprovou no mês passado o envio de uma comissão independente, liderada por um brasileiro, para investigar possíveis crimes contra a humanidade durante a repressão aos protestos, denunciados pelo Alto Comissariado de Direitos Humanos.

Apesar da pressão internacional pela aprovação da entrada da comissão, Mekdad afirmou que ela só será autorizada quando "o terrorismo acabar". Em declarações aos jornalitas, Mekdad disse que deve se reunir com os três membros da comissão, mas esclareceu que sua visita está condicionada a uma investigação prévia realizada pelo seu governo.

 

"Primeiro tem que terminar os trabalhos da comissão estabelecida pela Síria para estudar todos os casos de violação dos direitos humanos de maneira integral", afirmou, sem especificar quando tempo sua comissão levará para emitir seu relatório, mas informou que será necessário esperar que terminem o que definiu como "ações terroristas" nos protestos da oposição.

Essas declarações são um revés para a comissão designada para investigar a repressão das manifestações, nas quais, segundo denunciou em agosto o Alto Comissariado para os Direitos Humanos das Nações Unidas, foram cometidos crimes contra a humanidade. Os três membros que a integram começaram seus trabalhos na semana passada em Genebra e expressaram em entrevista coletiva sua esperança de poder se reunir com as autoridades de Damasco e obter o sinal verde para viajar ao país.

O brasileiro Paulo Pinheiro, ex-relator especial do Conselho de Direitos Humanos da ONU, é o presidente da comissão. Os outros dois membros são a turca Yakin Erturk, professora de Sociologia e também ex-relatora de Direitos Humanos, e a americana Karen Abu Zayd, até pouco tempo comissária da Agência das Nações Unidas para os refugiados da Palestina .

Em sua primeira fase de "consultas preliminares", a comissão deve se encontrar com diplomatas, responsáveis das Nações Unidas e representantes da sociedade civil síria, além de estabelecer contatos para visitar países vizinhos como Jordânia, Líbano e Turquia.

Está previsto que as conclusões da comissão sejam publicadas no final de novembro e atualizadas em março de 2012. Portanto, fica pouca margem de manobra, principalmente em meio a um aumento da violência em diferentes pontos do país, inclusive com enfrentamentos das forças armadas contra desertores na fronteira com o Líbano.

Críticas

A Síria foi alvo de diversas críticas por sua aparição perante o Conselho dos Direitos Humanos. Muitos países ocidentais, entre eles o Brasil, pediram a Damasco que autorize a entrada da comissão da ONU sem obstáculos. A França convocou a Síria "a ouvir as demandas da comunidade internacional pondo um fim imediato à repressão e ao clima de terror que impôs à sua própria população".

"A própria Alta Comissária para os Direitos Humanos considerou que alguns dos crimes podem ser qualificados de crimes contra a Humanidade", destacou o representante da França na ONU, Jean-Baptiste Mattei.

O Reino Unido e os EUA também pediram a libertação imediata e sem condições de todos os prisioneiros políticos. "Um governo que não respeita a vontade de seu povo, que nega os direitos fundamentais de seus cidadãos e opta por governar por meio do terror e da intimidação não pode ser considerado legítimo e deve renunciar imediatamente", declarou a embaixadora americana Betty King.

A Síria obteve o apoio do representante russo, que afirmou que "a oposição prefere recorrer ao uso de armas", destacando, pelo contrário, as "medidas adotadas" por Damasco "com o objetivo de ampliar a liberdade dos cidadãos". Já a China destacou o princípio da ingerência nos assuntos internos de um país, mas reconheceu que está "preocupado com a virada dos acontecimentos" e convocou "todas as partes a dar provas de moderação".

Pequim também pediu a Damasco que atue para "implementar um processo político" que não exclua nenhum setor. "O governo deveria realizar reformas neste sentido o quanto antes", insistiu.

Protestos

Milhares de sírios voltaram às ruas nesta sexta-feira para protestar contra o regime de Assad na Síria, onde pelo menos sete civis morreram, segundo ativistas. O Observatório Sírio de Direitos Humanos afirmou que quatro foram mortos na cidade central de Homs, quando forças do governo abriram fogo contra centenas de manifestantes.

O grupo disse também que atiradores deixaram três mortos em Douma, subúrbio de Damasco, um dos poucos distritos da capital síria que ainda não tinham sido palco de protestos. Manifestações contra o regime foram realizadas na maioria dos bairros de Homs, um dos redutos do protesto.

Em Deir Ezzor, ao leste, centenas de manifestantes protestaram depois da oração da sexta-feira e as forças de segurança dispararam para dispersar militantes em Maaret al Numan, na província de Idleb, perto da fronteira turca, deixando cinco feridos.

Com AFP e EFE

Última actualización el Miércoles, 12 de Octubre de 2011 10:17
 
«InicioPrev671672673674675676677678679680PróximoFin»

Página 675 de 722