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Notícias: Brasil
A corrupção em Cuba é extendida PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 03 de Septiembre de 2011 10:54

HAVANA — O jornal Granma, órgão do Partido Comunista de Cuba, caracterizou nesta quinta-feira a revolução como uma 'perigosa contrarrevolução'.

"A corrupção é hoje outro dos principais inimigos da nação, é uma contrarrevolução", alerta o órgão do PCC, assinalando que em seu combate "não valem paliativos nem contemplações".

O jornal destaca que ações preventivas e legais foram colocadas em andamento para lutar contra a corrupção, mas que é preciso "tomar medidas de maneira pontual, sem hesitação, mas com transparência e determinação, ante ao mínimo sinal".

Segundo o Granma, a corrupção ainda não assumiu na ilha uma dimensão epidêmica, mas casos isolados "estão minando o tecido social e podem derivar num pernicioso efeito contaminante".

Em abril passado, o PCC expulsou de suas fileiras o acadêmico Esteban Morales, um especialista em relações Cuba-Estados Unidos, por publicar um artigo em que destacava que a corrupção era "a verdadeira contrarrevolução e que mais danos podia causar porque estava dentro do governo e do aparato estatal". Em julho, voltou a admiti-lo.

Desde que assumiu o comando em 2006, quando seu irmão Fidel ficou doente, o presidente Raúl Castro lançou uma campanha contra a corrupção, que condenou à revelia ou levou para a prisão inúmeros empresários estrangeiros e altos funcionários e empregados cubanos.

 
Chávez defende ao ditador Gaddafi PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 22 de Agosto de 2011 19:34

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, criticou neste domingo os governos da Europa e dos Estados Unidos que "estão demolindo Trípoli com suas bombas", em um discurso proferido durante uma missa no palácio presidencial de Caracas.

"Hoje (domingo) estávamos vendo imagens de como os governos democráticos da Europa, nem todos, e o governo supostamente democrata e democrático dos Estados Unidos estão demolindo Trípoli com suas bombas, porque estão com vontade", declarou Chávez, aliado do ditador líbio, Muammar Gaddafi.

As bombas "estão caindo de maneira descarada e aberta sobre escolas, hospitais, casas, centros de trabalho, campos agrícolas. Peçamos a Deus pelo povo líbio", acrescentou o mandatário venezuelano.

Chávez, que desde o início das revoltas na Líbia, em fevereiro, tem manifestado seu apoio ao regime de Gaddafi, afirmou que as forças estrangeiras "estão realizando um massacre lá" com o pretexto de salvar vidas.

"Observem o descaramento, o cinismo. É o pretexto para interferir e tomar um país e suas riquezas", insistiu Chávez, referindo-se às reservas de petróleo deo país africano.

Venezuela e Líbia são sócios na Opep (Organização de Países Exportadores de Petróleo).

Os rebeldes líbios entraram neste domingo à noite no centro de Trípoli em meio a comemorações depois de terem lançado uma ofensiva para derrubar este bastião de Gaddafi, que prometeu resistir.

Segundo o regime, a ofensiva rebelde deixou 1.300 mortos em 24 horas, número ainda não confirmado.

DA FRANCE PRESSE, EM CARACAS

 
Existe substituto para Chávez? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 07 de Agosto de 2011 12:58

Existe substituto para Chávez na Venezuela?

Presidente retorna para Cuba para se tratar de um câncer e deixa o futuro político do país indefinido
Hugo Chávez voltou para Cuba para tratamento / Foto: Juan Barreto/AFP
Hugo Chávez voltou para Cuba para tratamento Foto: Juan Barreto/AFP
Isabella Ayub Esta dirección electrónica esta protegida contra spam bots. Necesita activar JavaScript para visualizarla

A recente ausência do presidente venezuelano Hugo Chávez para o tratamento de um câncer em Cuba e a nova viagem que ele realizou no sábado para o mesmo país para dar continuidade à luta contra o câncer suscita questões a respeito do futuro político na Venezuela.

O fato de Chávez ter decidido comandar o país a partir de Havana durante sua ausência e de ter delegado apenas parte de suas funções ao vice-presidente Elías Jaua mostrou o quanto o poder na Venezuela está concentrado nas mãos de apenas um líder.

Para Cristina Pecequilo, doutora em Ciência Política pela USP e Professora de Relações Internacionais da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a situação política da Venezuela neste momento é bastante instável.

“O grande problema da Venezuela, principalmente para o Hugo Chávez, é que no ano que vem tem a previsão de realização de uma eleição, e o país continua polarizado entre as forças populares e políticas que apoiam ele e as forças que são o contrário”, explica.

A volta de Chávez após a realização de uma cirurgia em Cuba teria sido, assim, uma forma de reafirmar seus objetivos para o eleitorado e de organizar minimamente o cenário politico.

“A volta dele dá a mostra de que haverá uma preocupação muito grande com a continuidade eleitoral. Ele voltou para dar uma aparência para a população de que, para os que o apoiam, ele está doente mas continua combatendo e, para os adversários, que ele está ainda acompanhando o processo”, afirma Cristina.

Oposição

Apesar da brecha deixada por Chávez durante sua breve ausência, a oposição do país não teve tempo suficiente para se organizar e acabou reagindo de forma muito tímida. “Essa brecha não permitiu uma reorganização rápida, tanto que foi por isso que ele voltou, para tentar ser o articulador político desse processo e tentar reordena-lo. Então a oposição ainda está um pouco perdida”, estima a cientista política.

De seu lado, Chávez afirma que não haverá transição no governo e dá a entender que se candidatará às eleições de 2012.  “A oposição e a contrarrevolução andam tramando por aí, dizendo que Chávez já está acabado, que está morrendo, que tem que entregar (o poder), que virá uma transição antes das eleições (...) Se Deus quiser e com a vontade que temos vamos superar tudo isso", afirmou Chávez em entrevista à imprensa local.

Eleições

O cenário para as eleições presidenciais da Venezuela para o ano que vem ainda é incerto e, por enquanto, não existem sucessores para Chávez nem do lado da oposição, nem dentro do partido do presidente.

Embora o vice-presidente atual de Chávez já tenha sido estimado para sucedê-lo, ele não é bem visto por facções de dentro partido chavista, por ser considerado ainda mais radical que o presidente. Assim, a escolha de um sucessor ainda é indefinida.

“Essa questão não está decidida porque o Chávez sempre centralizou muito o poder no partido. Então, de certa forma, existe uma desarticulação tanto na oposição quanto na própria situação. Os dois lados estão desarticulados e polarizados”, afirma Cristina.

 
Fidel estaria em UTI PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 01 de Septiembre de 2011 14:10

Líder cubano teria se recuperado de coma

Caracas - O presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou ontem que o câncer diagnosticado em seu organismo em junho “já se foi”. A declaração foi dada no mesmo dia em que aumentaram os rumores de que seu guru político, o líder cubano Fidel Castro, teve piora em seu estado de saúde, o que o teria levado à UTI de um hospital.

Chávez passou por duas etapas de quimioterapia em Cuba, onde foi submetido a uma cirurgia de emergência. Agora, ele está sendo submetido a mais uma sessão num hospital em seu próprio país. “Estou terminando meu primeiro dia desta terceira jornada de quimioterapia para blindar meu corpo”, afirmou o governante.

Enquanto Chávez se diz melhor, os boatos sobre o problema de Castro se tornaram mais numerosas ontem. Segunda-feira, o jornalista venezuelano Nelson Bocaranda Sardi, colunista do jornal ‘El Universal’, afirmou que o estado de saúde do ex-ditador se deteriorou e que ele chegou a ficar em coma. Agora, estaria consciente, mas internado numa UTI na capital da Ilha, Havana. Sardi foi um dos primeiros jornalistas a noticiar o câncer de Chávez.

 
Gorbachev critica Russia atual PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Miércoles, 17 de Agosto de 2011 21:14

Gorbachev critica 'retrocesso' da Rússia 20 anos após era soviética

DA FRANCE PRESSE, EM MOSCOU (RÚSSIA)

O último dirigente soviético Mikhail Gorbachev demonstrou "descontentamento" com a evolução da Rússia, 20 anos após o putsch frustrado contra sua perestroika, a política de reconstrução, em 19 de agosto de 1991, criticando, principalmente, o monopólio do partido no poder e a ausência de eleições livres.

Lançada em 1985 por Gorbachev, as políticas de perestroika e de glasnost (transparência) abriram as portas a um anseio de liberdade que tumultuou o papel dirigente do Partido Comunista, além de despertar desejos de independência nas repúblicas da então União Soviética

"Não estou contente (...) houve um retrocesso", declarou o pai da perestroika e prêmio Nobel da Paz, durante uma entrevista à imprensa sobre a situação política na Rússia, 20 anos após o golpe de misericórdia na União Soviética.


Sergey Ponomarev/AP
Ex-líder soviético Mikhail Gorbachev critica números ruins do desenvolvimento social na Rússia
Ex-líder soviético Mikhail Gorbachev critica números ruins do desenvolvimento social na Rússia

"Em relação à expectativa de vida e mortalidade, nós, russos, estamos bem abaixo da lista, ao lado dos países africanos; há 96% de pobres no país, se utilizarmos para essa contagem os critérios aplicados num país como a Áustria. Além disso, possuímos duas vezes menos jovens com diplomas de ensino superior do que o registrado após a Segunda Guerra", enumerou.

Gorbachev também disse que "apoiava" o ex-presidente, o poderoso primeiro-ministro Vladimir Putin, apesar de algumas "tendências autoritárias". E criticou seu partido, o Rússia Unida, considerando que se parece ao que foi o Partido Comunista, na época soviética.

"É preciso renunciar ao monopólio, não se deve repetir a URSS em sua pior variante", destacou.

"Não devem nos contar histórias, inventando estruturas inúteis, em todos os fronts", prosseguiu, em referência à Frente Popular, uma ampla coalizão em torno do Rússia Unida de Vladimir Putin. "Apoio Putin, mas a Frente, não", disse.

"Precisamos de eleições honestas. Hoje, é (Vladislav) Sourkov [subchefe do Kremlin, considerado o principal ideólogo do regime] que diz às regiões qual percentual devem fornecer" ao partido no poder, durante as eleições, disse ainda Gorbatchev, deixando a entender claramente que o pleito na Rússia é viciado.

Nem Vladimir Putin, nem o presidente Dmitri Medvedev anunciaram suas intenções para as presidenciais de 2012.

Vladimir Putin, presidente de 2000 a 2008, chegou a designar Dmitri Medvedev como seu sucessor, por não poder se apresentar para um terceiro mandato consecutivo. Mas ele pode, a partir de agora, retornar ao Kremlin.

GOLPE

Há 20 anos, meses após o putsch conservador, na então União Soviética, lituanos e georgianos declararam independência, conflitos étnicos explodiram no Cáucaso e na Ásia Central, as arcas do Estado ficaram vazias e a população fazia filas intermináveis para comprar produtos de primeira necessidade.

Os conservadores tentaram tomar o poder quando Gorbachev estava de férias na Crimeia.

O golpe fracassou e seus autores foram detidos três dias depois, mas os fatos precipitaram o fim de uma União Soviética já fragilizada por tendências autonomistas das repúblicas e que foi dissolvida em definitivo em dezembro de 1991 e Mikhail Gorbachev demitiu-se.

Então, as repúblicas soviéticas proclamaram, umas após as outras, sua independência.

Detidos (com exceção de Boris Pougo que se suicidou em 22 de agosto daquele ano), os golpistas acabaram agraciados por Boris Yeltsin.

Última actualización el Miércoles, 17 de Agosto de 2011 21:17
 
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