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Notícias: Brasil
Preso político cubano, Orlando Zapata, que morreu após greve de fome, ganha documentário PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 28 de Agosto de 2010 10:47

Miami, 27 ago (EFE).- A história do preso político cubano Orlando Zapata Tamayo, que morreu em fevereiro deste ano após 85 dias em greve de fome, ganhou um documentário de 57 minutos intitulado "¡Zapata vive!"

O filme mostra "o sacrifício de Tamayo e sua vontade de enfrentar o regime totalitário castrista", desafio que pagou com sua própria vida, disse à Agência Efe Pedro Corzo, co-produtor do documentário.

Zapata, que morreu aos 42 anos, "nasceu sob um regime totalitário, sem direitos nem liberdades", mas "tinha consciência" desses valores, segundo Corzo.

De acordo com o co-produtor do documentário, o filme mostra imagens de Zapata quando jovem, dos locais onde desenvolveu sua atividade política, assim como o testemunho de pessoas que sofreram junto com ele a privação da liberdade na oposição ao regime e por exigir o respeito aos direitos humanos.

Zapata Tamayo foi um dos 75 dissidentes condenados na primavera de 2003 a penas de até 28 anos de prisão. Foram muitas as vozes dentro e fora de Cuba que culparam o regime castrista por sua morte, lembrando o abandono em que esteve e as torturas às quais foi submetido.

A dissidência cubana assegurou que foi a privação de água durante 18 dias à qual foi submetido pelo regime que agravou seu estado de saúde e causou danos irreversíveis em um rim.

"Quando seu estado se agravou, o transferiram para um hospital de Havana, mas já era tarde", diz Corzo.

Com a greve de fome, Zapata reivindicava que fosse tratado como prisioneiro de consciência e que a libertação de presos políticos doentes.

O documentário, dirigido pelo cubano Wenceslao Cruz, inicia com a voz e imagens de Zapata Tamayo e de sua mãe, Reina Luisa Tamayo, que sofreu assédio e maus-tratos por parte das autoridades e grupos pró-governo por se negar a não denunciar que a morte de seu filho foi um assassinato.

O documentário contém gravações realizadas em Cuba, na Espanha e em várias cidades dos Estados Unidos.

Última actualización el Sábado, 28 de Agosto de 2010 10:49
 
Importante líder das Farc morre em combate com Exército na Colômbia PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 20 de Agosto de 2010 22:38

Um dos líderes das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) John Javier Ariza Gil, acusado de envolvimento em vários atentados no Departamento (Estado) de Arauca, morreu nesta sexta-feira em confrontos com as tropas do Exército da Colômbia.

Outros dois guerrilheiros também morreram no combate, que ocorreu em uma região rural de Tame, no Departamento de Arauca, onde Gil atuava há anos.

Gil, conhecido como Milton Díaz, era procurado pelos crimes de rebelião, formação de quadrilha, terrorismo, sequestro e homicídio.

De acordo com a informação divulgada pelo Exército, Díaz, especialista em manejo de explosivos, entrou nas Farc em 1995 e foi crescendo na hierarquia da guerrilha até se tornar segundo líder da coluna Alfonso Castellanos.

Além disso, era acusado de planejar e executar várias ações terroristas, homicídios, sequestros e extorsões nos últimos anos em Arauca.

Última actualización el Viernes, 20 de Agosto de 2010 23:18
 
Ex-presos cubanos defendem status de refugiados políticos na Espanha PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 07 de Agosto de 2010 13:13
Madri, (EFE).- O status de refugiado político é o melhor trunfo para enfrentar a "deportação" de Cuba e reivindicar a libertação dos presos políticos que ainda estão na ilha, disseram nesta quarta-feira Agência Efe vários dissidentes libertados pelo Governo de Raúl Castro e recebidos pela Espanha.

"Não acredito que as autoridades espanholas me negarão essa condição (de refugiado político), pois sabem que viemos da prisão", afirmou à Efe o cubano Antonio Ramón Díaz Sánchez.

De Agencia EFE – Sánchez é um dos 20 dissidentes que estavam presos em Cuba e que chegaram à Espanha nas últimas semanas, depois de serem libertados graças aos acordos alcançados entre o Governo cubano e a Igreja Católica, com ajuda da diplomacia espanhola, sobre a libertação de um total de 52 prisioneiros políticos antes de novembro.

Todos eles pertencem ao grupo de 75 dissidentes presos em 2003 por subversão e ataques contra a revolução, na onda de repressão conhecida como "Primavera Negra".

Sánchez ressaltou que, da mesma forma que os outros dissidentes libertados e amparados na Espanha, tem "evidências suficientes" para que "não haja dúvidas" sobre seu status de refugiado político.

"Se a Espanha não nos considerasse refugiados políticos, estaríamos aqui como criminosos comuns, pois não dispomos de nenhum documento que credencie a anistia ou o perdão", assegurou o dissidente, membro do Movimento Cristão de Libertação e condenado a 20 anos de prisão.

Sánchez ressaltou sua rejeição à chamada "proteção internacional assistida" oferecida a eles pelo ministério do Interior espanhol, para regularizar sua situação na Espanha.

O ex-preso cubano se referiu também ao possível efeito destas libertações na política comum da União Europeia (UE) para a ilha.

A política comum, adotada em 1996, condiciona qualquer acordo com o regime castrista a avanços prévios no respeito dos direitos humanos e no caminho para a democratização.

O Governo espanhol, por outro lado, é partidário do diálogo com o cubano sem condições prévias.

"Nós não vamos dizer à UE o que ela tem que fazer. Essa posição comum foi implementada pela UE para defender as liberdades fundamentais em Cuba. A pergunta é: existem liberdades fundamentais em Cuba? A resposta evidentemente é não", disse Sánchez.

Segundo o dissidente, o bloco europeu deveria lembrar a mensagem lançada por Raúl há poucos dias, "quando ameaçou a oposição política e disse que em qualquer momento a Primavera Negra de 2003 poderia se repetir".

No mesmo sentido se referiu Arturo Pérez de Alejo, que também foi condenado a 20 anos de prisão em 2003.

Alejo agradeceu ao Governo espanhol e à Igreja Católica cubana "por interceder para que a libertação fosse alcançada", mas lembrou que o regime de Raúl "está manipulando a situação".

"Esta libertação e outras mudanças são sinais para que a UE levante a posição comum. No entanto, o Governo cubano tem que fazer muitas coisas ainda para que o bloco dê um passo deste tipo", afirmou Pérez.

Última actualización el Sábado, 21 de Agosto de 2010 01:51
 
Dissidência cubana critica igreja católica da ilha em carta a Bento XVI PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Miércoles, 25 de Agosto de 2010 09:48

HAVANA- Mais de cem dissidentes cubanos assinaram uma carta aberta ao papa Bento XVI criticando a gestão da igreja católica da ilha em um acordo para a libertação de presos políticos, gerando indignação do arcebispado cubano..

A carta ao Pontífice, que expressa o desgosto de alguns dissidentes em relação ao acordo que alcançou a libertação de 52 prisioneiros, dos quais 26 já foram libertados e enviados à Espanha, começou a circular nesta sexta-feira, 20.

"Não estamos de acordo com a postura que a hierarquia eclesiástica cubana teve me sua intervenção pelos presos políticos, ela é lamentável e embaraçosa", afirmou o texto.

"Uma correta mediação sobre o tema haveria implicado os pedidos de ambas as partes e os conciliado. No entanto, a solução de exílio, aceitada pelos que estão há sete anos injustamente presos somente por suas ideias, só beneficia a ditadura", acrescentou.

Firmada por vários irmãos do dissidente Orlando Zapata Tamayo, morto após 85 dias de greve de fome por melhores condições nas prisões, a carta acusou a igreja da ilha de dar "apoio político" às autoridades.

26 dos 52 presos na repressão de 2003 conhecida como Primavera Negra aceitaram viver na Espanha e já foram enviados ao país. O restante do grupo, que quer continuar morando na ilha, ainda espera sua libertação.

Após tomar conhecimento da carta aberta ao papa, a igreja cubana a considerou "ofensiva".

"Quando a Igreja aceitou a missão de ser mediadora entre os familiares dos presos ou Damas de Branco e as autoridades cubanas, sabia que esta mediação poderia ser interpretada das mais distintas maneiras e provocar diversas reações: desde o insulto a difamação, até a aceitação e o agradecimento", afirmou um comunicado enviado pelo diretor da revista do arcebispado de Havana, Orlando Márquez.

Segundo os religiosos, a instituição não apoia tendências políticas e muitos deles ficaram indignados com a carta dos dissidentes a Bento XVI.

O anúncio da libertação dos 52 dissidentes ocorreu no começo de julho após uma reunião do cardeal Jaime Ortega, arcebispo de Havana, com o presidente Raúl Castro, mediada pelo chanceler espanhol, Miguel Angel Moratinos.

Última actualización el Miércoles, 25 de Agosto de 2010 09:52
 
Senadora colombiana Piedad Cordoba se reúne com Fidel Castro para mediação desautorizada por Santos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 15 de Agosto de 2010 00:57

O ex-presidente cubano Fidel Castro conversou na quinta-feira sobre o conflito armado com a senadora colombiana Piedad Córdoba, que tenta mediar algum tipo de diálogo com as Farc. A televisão cubana mostrou o encontro, em Havana, e divulgou uma mensagem dos dois dirigentes políticos. “Ambos coincidiram em expressar seu otimismo quanto ao triunfo da paz e a construção de um mundo novo”, diz o texto. A senadora, que fez oposição cerrada à política de guerra total do ex-presidente Álvaro Uribe, acertou com o veterano líder da revolução comunista a promoção de uma nova reunião, amanhã, com “vários dos principais dirigentes que lutam pela paz na Colômbia”.



Última actualización el Domingo, 15 de Agosto de 2010 01:02
 
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