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Notícias: Brasil
Após enviar carta, Chomsky confia que Chávez liberte juíza PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 08 de Julio de 2011 11:35

O intelectual e ativista político americano Noam Chomsky confia que o presidente venezuelano, Hugo Chávez, liberte a juíza María Lourdes Afiuni, após pedir-lhe em carta pública.

Foi o que explicou nesta quarta-feira o próprio Chomsky em declarações à Agência Efe, nas quais esclareceu por que decidiu tomar partido em um caso de direitos humanos que cabe a um Governo pelo qual sempre expressou simpatia.

"Estou constantemente comprometido com iniciativas de direitos humanos e com outros meios que vão além de escrever cartas. A razão pela qual escolhi este caso é que parecia que o gesto poderia deter o que parece ser um abuso significativo (dos direitos humanos)", destacou o intelectual.

María Lourdes Afiuni está presa desde dezembro de 2009 por libertar e supostamente facilitar a fuga do país do empresário Eligio Cedeño, detido em 2007 sob a acusação de realizar operações cambiais ilegais e fraude contra o Estado.

O próprio Chávez pediu sua condenação a 30 anos de prisão. Por isso, organizações internacionais de direitos humanos denunciaram que, no caso de Afiuni, há uma intromissão do Executivo no Poder Judiciário.

"Preservo grandes esperanças de que o presidente Chávez considere um ato humanitário que acabe com a prisão da juíza", disse Chomsky em sua carta.

Chomsky envolveu-se no caso em setembro de 2010, quando a Iniciativa Latino-Americana do Carr Center for Human Rights da Universidade de Harvard (EUA) entrou em contato com ele para que colaborasse em uma campanha internacional em protesto pelo tratamento que a Venezuela tinha dado a Afiuni.

Assim explicou à Efe Leonardo Vivas, o coordenador da Iniciativa Latino-Americana. Segundo ele, convencer Chomsky de participar foi fácil. "Sua proximidade ao Governo de Chávez era algo positivo, já que isso o transformava em uma pessoa que poderia ser ouvida em Caracas", ressaltou Vivas.

Chávez já expressou em várias ocasiões sua admiração por Chomsky, a quem chegou a classificar publicamente como "campeão do pensamento crítico".

Em janeiro, as autoridades venezuelanas concederam prisão domiciliar a Afiuni, devido ao delicado estado de saúde da acusada, uma mudança que Vivas atribui em parte à posição manifestada por Chomsky no caso.

Última actualización el Viernes, 08 de Julio de 2011 11:39
 
‘MELHOR SERIA CHÁVEZ SE CANDIDATAR E PERDER’, DIZ LÍDER DE OPOSIÇÃO PDF Imprimir E-mail
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Jueves, 07 de Julio de 2011 14:26

CARACAS, 7 JUL (ANSA) – Um dos principais líderes da oposição da Venezuela Henrique Capriles afirmou que o melhor seria que o presidente Hugo Chávez concorresse à reeleição no pleito previsto para 2012 e perdesse.

“O melhor que pode acontecer à Venezuela e à região é que Chávez seja candidato e perca as eleições porque [senão] vai parecer que aqui os presidentes podem se reeleger para sempre”, declarou Capriles, atual governador de Miranda, em uma coletiva de imprensa para correspondentes internacionais.

O pré-candidato, um dos favoritos para vencer as eleições primárias da aliança opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD), disse que o calendário para a escolha do adversário de Chávez se mantém vigente.

Capriles criticou o “manejo” das informações e o hermetismo oficial sobre o estado de saúde do mandatário: “Trataram de gerar todo um clima de desinformação”.

O opositor também defendeu que o país deve “ter um ministro, um presidente e um vice-presidente que sempre falem a verdade. Não se pode jogar com o povo”.

Ele ainda desejou a pronta recuperação do mandatário que foi submetido, em Cuba, a uma cirurgia para retirada de um tumor cancerígeno. Chávez voltou para a Venezuela na segunda-feira passada depois de ter permanecido quase um mês na ilha caribenha. (ANSA)

Última actualización el Jueves, 07 de Julio de 2011 14:29
 
Críticas à política dos governos Lula e Dilma, permisivos com ditaduras da esquerda PDF Imprimir E-mail
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Viernes, 24 de Junio de 2011 11:13

"Mensagem errada" do governo brasileiro foi a devolução vergonhosa dos atletas cubanos que queriam apenas fugir ao encontro da liberdade ou, no silêncio e omissão covarde acerca da morte do dissidente cubano Orlando Zapata durante greve de fome. Mensagem errada é transmitida quando um governo populista e incompetente prende bombeiros que lutam contra um salário de fome e que ainda chama esses heróis de vândalos e delinquentes.

A presidente Dilma, adotando a reprovável postura de fantoche, resolveu seguir os raciocínios ilógicos de seu "criador" e do "grande" diplomata Celso Amorin, ao se recusar a receber a advogada iraniana e Nobel da Paz, Shirin Ebadi.

Esse triste episódio foi ofuscado por mais um escândalo protagonizado por Antonio Palocci, o novo santo brasileiro, protetor dos empresários endividados e especialista em "multiplicação de patrimônio", e que recentemente foi "beatificado" pelo "papa" Roberto Gurgel.

Sabemos que o tema direitos humanos só encontra ressonância entre alguns políticos quando é destinado a proteger um aliado envolvido em atos de corrupção, coisa rotineira.

Segundo fontes citadas pela imprensa, o governo brasileiro acredita que receber a ativista enviaria a "mensagem errada". Lamentável. Como podemos ter coragem de criticar os abusos praticados pelos americanos na prisão de Guantánamo e não nos incomodar com a "mensagem errada", calando-se sobre a forma como os cubanos são tratados pelos irmãos Castro? Não há como negar que aquela prisão representa uma "mancha" na história do povo americano em sua luta pela liberdade e pela democracia, mas temos que admitir que, geograficamente falando, Guantánamo foi muito bem escolhida.

É uma pequena prisão americana, dentro da enorme prisão cubana dos irmãos Castro, ditadores venerados por bom número de petistas.

Celso Amorin e Lula nunca se preocuparam com a "mensagem errada " que transmitiram quando fizeram turnê pela África, doando verbas do povo brasileiro a notórios ditadores corruptos e sanguinários. Não se preocuparam com a "mensagem errada" quando reconheceram como legítima a fraude eleitoral que deu a vitória ao maluco iraniano Mahmoud Ahmadinejah.

Ou na devolução vergonhosa dos atletas cubanos que queriam apenas fugir ao encontro da liberdade ou, no silêncio e omissão covarde acerca da morte dos dissidentes cubanos durante greve de fome. Mensagem errada é transmitida quando um governo populista e incompetente prende bombeiros que lutam contra um salário de fome e que ainda chama esses heróis de vândalos e delinquentes.

Mensagem errada o Brasil transmite quando se recusa a reconhecer as Farcs, o Hamas e o Hezbollah como grupos terroristas. Se essas organizações não são terroristas, o que seriam? Instituições de caridade? Mensagem errada o Brasil transmite quando se recusa a elaborar uma lei antiterror às vésperas de uma Copa do Mundo.

Vejam o paradoxo de nossa política externa "independente", considerar "mensagem errada" receber uma defensora dos direitos humanos e "mensagem certa" não extraditar um terrorista assassino como Cesare Battisti para que cumpra a pena na Itália.

Com isso, o Brasil envia uma "mensagem errada" a todo aquele que ainda acredita no valor da liberdade, da democracia e do respeito incondicional aos direitos humanos.

A presidente Dilma perdeu uma grande oportunidade de transmitir, em todos esses anos de governo petista, uma relevante "mensagem certa".

Acredito que em breve, quando sofrermos um atentado terrorista de grandes proporções em solo brasileiro, acordaremos para as terríveis consequências dessa política externa equivocada, Aí sim, logo após o atentado, ainda chorando os nossos mortos, aprovaremos finalmente uma lei antiterror, pois infelizmente a tragédia ainda é o único combustível capaz de movimentar nossos governantes.

 

Cláudio Marques Rolim Silva

Última actualización el Viernes, 24 de Junio de 2011 11:18
 
Brasil oferece enviar médicos para tratar Chávez PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 08 de Julio de 2011 11:29

O governo do Brasil ofereceu enviar alguns médicos de hospitais privados para a Venezuela a fim de ajudar no tratamento do presidente Hugo Chávez, disse uma pessoa próxima à presidente Dilma Rousseff à Dow Jones. "Houve uma oferta para que alguns médicos viajassem a Caracas para ajudar a equipe médica que está cuidando do presidente", disse a fonte, que pediu para não ser identificada. "Os médicos seriam de hospitais privados de São Paulo", acrescentou.

Na semana passada, Chávez revelou que tem câncer, após ter sido submetido a uma cirurgia em Cuba, onde permaneceu por quase um mês. O presidente venezuelano não deu detalhes do diagnóstico. A fonte disse que Chávez não viajaria ao Brasil. Alguns meios de informação sugeriram recentemente que Chávez poderia buscar tratamento no Brasil.

O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, se submete a tratamento de câncer no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. As informações são da Dow Jones.

Última actualización el Viernes, 08 de Julio de 2011 11:32
 
Chávez retorna após tratamento em Cuba PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Martes, 05 de Julio de 2011 11:31

Venezuela — O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, retornou a Caracas na madrugada de ontem, a tempo das comemorações pelo bicentenário da independência do país, em 5 de julho, disseram autoridades. Chávez estava havia quase um mês em Cuba, onde se submeteu a uma cirurgia para a retirada de um tumor maligno. “É o início do retorno”, declarou um Chávez com aspecto saudável em entrevista concedida à televisão estatal venezuelana. “Nós chegamos aqui quando o sol estava nascendo. Estou muito feliz por estar de volta”, prosseguiu ele. O presidente notou, porém, que dificilmente participará dos atos de celebração do bicentenário da independência. “Mas estou aqui e estarei aqui com vocês de meu posto de comando no coração de Caracas, de onde nunca saí”, afirmou.

Última actualización el Martes, 05 de Julio de 2011 11:33
 
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