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Notícias: Brasil
ONU APROVA NOVAS SANÇÕES CONTRA IRÃ EM PROCESSO QUE DEIXA O BRASIL ISOLADO PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 10 de Junio de 2010 11:06

O Brasil votou contra a quarta rodada de sanções ao Irã aprovada ontem no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Apenas a Turquia adotou posição igual à dos brasileiros, enquanto o Líbano se absteve. Os outros 12 países, incluindo os cinco membros permanentes do Conselho, votaram em favor da Resolução 1.929, que busca frear o programa nuclear iraniano.

De acordo com a nova resolução, haverá mais restrições às atividades militares e financeiras do que nas três anteriores. Seguirá o embargo de venda de armas ao país e haverá mais rigor na inspeção de navios que utilizem portos iranianos - num esforço para que Teerã não receba insumos que possam ser usados em seu programa atômico. Um dos anexos do documento lista 40 entidades suspeitas de financiar atividades nucleares do Irã que terão os bens congelados, 15 das quais controladas pela Guarda Revolucionária.

Depois da votação, embaixadores dos EUA, França e Grã-Bretanha celebraram o resultado como uma vitória, apesar de esta ter sido a primeira resolução contra o Irã com votos contrários - as anteriores tiveram apenas abstenções, além dos favoráveis. Já os representantes do Brasil e da Turquia, isolados na oposição às sanções, deixaram o conselho sem falar com jornalistas. Os dois países defendiam mais negociações e fizeram um acordo com os iranianos em maio para que parte do urânio do Irã fosse enriquecido no exterior. Na visão deles, o pacto - rejeitado pelas potências lideradas pelos EUA - poderia ajudar na construção de confiança entre os lados envolvidos na questão nuclear iraniana.

Em Teerã, o presidente Mahmoud Ahmadinejad reagiu com ironia à aprovação do texto: "A resolução não vale um centavo e deveria ser jogada no lixo." O texto ficou aquém do que pretendiam os americanos, que cederam para obter o apoio de China e Rússia, mais reticentes com o endurecimento das sanções. O Brasil não participou das negociações técnicas para a elaboração do documento. Apesar disso, como membro da ONU, o governo brasileiro está obrigado a cumprir as determinações.

Antes de a votação ser iniciada, a embaixadora brasileira, Maria Luiz Viotti, justificou a posição do País. "O Brasil votará contra a resolução. Ao fazer isso, honraremos os esforços que resultaram na Declaração de Teerã de 17 de maio. Nós não vemos as sanções como um instrumento eficiente neste caso. As sanções provavelmente levarão a mais sofrimento do povo iraniano", disse a diplomata.

Em seguida, iniciou-se a votação. Todos os diplomatas puderam explicar seus votos. A maior parte dos membros frisou a importância dos esforços da Turquia e do Brasil, mas os consideraram insuficiente.

Ao ser questionada pelo Estado se os EUA estavam decepcionados com a posição brasileira e turca, a embaixadora americana na ONU, Susan Rice, respondeu que "as decisões de Brasil e Turquia são um direito soberano".

No entanto, segundo outro diplomata americano do CS, que pediu para não ser identificado, "um país que aspira ter um papel de liderança global deveria defender o sistema internacional e suas regras, não quem as viola".

O embaixador iraniano, Mohammad Khazee, reafirmou que "o Irã está determinado a usar o seu direito à tecnologia nuclear para fins pacíficos".

 

Última actualización el Jueves, 10 de Junio de 2010 11:10
 
Desmentido dos EUA relativo à carta de Obama sobre acordo com Irã, irrita Itamaraty PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 31 de Mayo de 2010 10:35

O governo brasileiro ficou extremamente irritado com a tentativa dos Estados Unidos de desmentir a carta enviada pelo presidente Barack Obama ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em relação ao acordo de troca de combustível nuclear do Irã. Uma entrevista concedida ontem por funcionários americanos voltou a inflamar as divergências entre Brasil e Estados Unidos.
Última actualización el Lunes, 31 de Mayo de 2010 10:42
 
Obama encorajou Lula a um acordo com o Irã PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 22 de Mayo de 2010 12:07

Por documento, presidente americano disse que acerto geraria “confiança”

Há duas semanas, antes de ser firmado o acordo entre Brasil, Irã e Turquia sobre troca de combustível nuclear, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama enviou uma carta ao seu colega Luiz Inácio Lula da Silva. O texto diz que um eventual acerto criaria “confiança”.

O Brasil alega que a carta de Obama inspirou a maioria dos pontos da Declaração de Teerã. Em trechos do documento, obtidos pela agência Reuters, Obama retoma os termos do acordo que o Grupo de Viena havia proposto no ano passado, cujos principais elementos constam no acerto fechado na segunda-feira.

– Do nosso ponto de vista, uma decisão do Irã de enviar 1,2 mil quilos de urânio de baixo enriquecimento para fora do país geraria confiança e diminuiria as tensões regionais por meio da redução do estoque iraniano de urânio levemente enriquecido – diz Obama.

Apesar disso, após o anúncio do acordo, os EUA anunciaram que os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (EUA, Grã-Bretanha, França, China, Rússia) concordaram com um esboço de resolução contendo novas sanções ao Irã.

– Para iniciar um processo diplomático construtivo, o Irã precisa transmitir à AIEA um compromisso construtivo de engajamento, através dos canais oficiais, algo que não foi feito até o momento. No meio tempo, insistiremos na aprovação de sanções – afirmou, segundo a Reuters.

A Presidência da República confirmou a existência do documento, mas não revelou seu conteúdo. O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, afirmou ontem que Obama sugeriu a Lula que negociasse com o Irã. O chanceler brasileiro conversa com vários colegas para evitar as sanções contra o Irã. O ministro brasileiro já falou com representantes de Rússia, China, Áustria, Bósnia, Japão, Grã-Bretanha, Uganda e Turquia.

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Última actualización el Sábado, 22 de Mayo de 2010 12:09
 
EUA pedem libertação 'incondicional' de todos os presos de consciência em Cuba PDF Imprimir E-mail
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Miércoles, 02 de Junio de 2010 22:31

O governo dos Estados Unidos afirmou nesta quarta-feira, 2, que "acompanha de perto" os informes sobre a transferência de seis presos políticos em Cuba a suas provinciais natais, mas exigiu a imediata liberação "incondicional" dos "prisioneiros de consciência".

Última actualización el Miércoles, 02 de Junio de 2010 22:47
 
Cuba: Outros dois presos políticos em greve de fome PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Martes, 25 de Mayo de 2010 09:21

Um grupo de exilados cubanos nos EUA alertou sobre a grave situação de dois presos políticos em greve de fome em Cuba e pediu à comunidade internacional e a organizações de direitos humanos que intercedam a favor dos dissidentes.

Efe
MIAMI- A secretária nacional adjunta do Diretório Democrático Cubano (DDC), Janisset Rivero, disse em uma coletiva de imprensa que Egberto Escobedo Morales e Juan Ramón Rivero de Espaigne estão seriamente deteriorados com a greve de fome feita por ambos.

Escobedo Morales, detido na prisão Cerâmica Roja, em Camagüey, "está vomitando e perdendo sangue por via intestinal", segundo Janisset. Ele cumpre hoje 39 dias de greve de fome em protesto pelas condições "subumanas em cárceres castristas" e a atenção médica que exige seu estado de saúde é negada, segundo a ativista.

O DDC também advogou a favor de Rivero de Espaigne, que começou sua greve de fome em 4 de maio e foi "brutalmente agredido por agentes da polícia política e seus carcereiros em 14 de maio", de acordo com Janisset.

"Foi ofendido, golpeado e imobilizado no chão por vários guardas. Rivero de Espaigne continua em greve de fome, está urinando sangue, sem atenção médica, muito magro e submetido a maus tratos", segundo afirmou o também prisioneiro Ferrer García em uma denúncia entregue a DDC.

A denúncia sobre o estado de saúde dos dois dissidentes foi divulgada em um momento no qual a Igreja e a oposição estão na expectativa de que o governo de Raúl Castro adotará medidas sobre a situação dos presos políticos.

Última actualización el Martes, 25 de Mayo de 2010 09:27
 
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