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Notícias: Brasil
Cuba: Pessoas exercem autocesura PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Miércoles, 11 de Mayo de 2011 13:12

Para a cientista política cubana Miriam Leiva, uma das fundadoras do movimento Damas de Branco - que lutou pela libertação dos 75 dissidentes presos na última onda repressiva do regime de Fidel Castro, a "Primavera Negra de 2003" - a "apatia" em relação ao Congresso do Partido Comunista, vem da "falta de liberdade de (o povo) expressar-se, após 52 anos de repressão". "Em Cuba, as pessoas nascem com uma atadura no cérebro", afirmou em entrevista ao Estado.

"Tem de haver mudanças. A situação está tão difícil na economia, nas maneiras de resolver os problemas e na vida dos cubanos que o povo quer e precisa dessas mudanças", disse. "Existem grades até na forma de pensar das pessoas, que exercem uma autocensura", completou, afirmando que essa condição tirou de muita gente qualquer anseio de "modernização real" da economia e da sociedade.

Para Miriam, que ocupou altos cargos no Ministério do Exterior de Cuba antes de passar à dissidência do regime, "o povo quer um salário para buscar uma situação normal". Atualmente, a população em geral vive com, no máximo, US$ 20 ao mês.

A cientista política lembra que a "legalização da propriedade privada", principalmente nos mercados automobilístico e imobiliário, está entre as maiores esperanças dos habitantes da ilha.

O advogado cubano René Gómez Manzano explicou que os imóveis só podem ser trocados por outros similares, ou vendidos pelos "baixos valores estipulados pelo governo". Manzano informou que o comércio de carros funciona de maneira parecida, mas é regulado por uma empresa oficial e não diretamente pelo Estado.

"Tudo é muito burocrático. Não existe a propriedade plena se as pessoas não têm o direito de vender o que têm. Dizem que o congresso vai resolver isso, mas ninguém acredita." Mas, para Manzano, "os principais problemas dos cubanos são três: café da manhã, almoço e jantar".

"Tenho uma grande interrogação na cabeça. Não posso responder (se haverá mudanças efetivas em Cuba após o congresso). Se Raúl (Castro) mudou as diretrizes (das cerca de 300 propostas a ser ratificadas no evento), como dizem, algo deve mudar, mas não muita coisa", disse o economista cubano Oscar Espinosa Chepe.

Segundo o especialista, "na opinião pública cubana há muito ceticismo e indiferença" em relação ao encontro do PCC. "As pessoas já se frustraram muito com o regime, não esperam muito." Ex-integrante do regime por quase 20 anos e preso por "traição" depois de passar à dissidência, Chepe afirmou que, "em pelo menos um ponto", está de acordo com as mais recentes declarações de Raúl Castro. "Ele falou que estamos à beira do abismo, nisso concordo com ele", disse, afirmando que a única solução para a ilha é abandonar o socialismo e estabelecer parcerias entre Estado e iniciativa privada.

A reportagem entrou em contato com o governo cubano, mas não obteve resposta.

Última actualización el Miércoles, 11 de Mayo de 2011 13:14
 
Herois cubanos de Baía dos Porcos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 17 de Abril de 2011 11:27
Depois da Baía dos Porcos, cubanos batalham pela sobrevivência

De Isabel Sánchez (AFP)

BAÍA DOS PORCOS, Cuba — Na madrugada de 17 de abril de 1961, Gregório viu o invasor anticastrista tocar em terra nas praias do sudoeste de Cuba, e defendeu com ardor a revolução de Fidel Castro. Hoje, 50 anos depois, ele se diz mais envolvido em outra batalha decisiva: a falta de alimentos.

'Piti', como é chamado pelos vizinhos, tem 74 anos e uma vívida lembrança dos fatos, e tentar narrar, sem deixar de fora nenhum detalhe, o tiroteio e corre-corre que registrados, a alguns passos de sua casa, quando 1.400 anticastristas treinados pela CIA começaram a desembarcar em Playa Larga e Playa Girón, na Baía dos Porcos, 200 km a sudeste de Havana.

"Foram três dias de muita agitação: um avião me bombardeou, fiquei ferido, os mercenários me fizeram prisioneiros e, com uma pistola na minha boca, me diziam: você é um dos comunistas de Fidel", conta Gregorio Moreira, então um jovem carvoeiro.

Símbolo do fracasso de Washington em sua tentativa de derrotar Fidel Castro, a baía de águas turquesas e areia branco é agora local obrigatório do turismo revolucionário, que abriga dois hoteis, dois museus e onde, nos últimos meses, proliferaram pequenos comércios em função da reforma econômica do presidente Raúl Castro.

Orgulhoso de ter combatido por Fidel, Arcadio Gómez, 71 anos, diz que ainda "está na luta". Diante da casa onde Fidel dirigiu as operações, na entrada da baía, explica que aproveitou a atual abertura econômica para montar uma barraquinha de bombeiro hidráulico e assim ajudar no orçamento, já que recebe apenas uma pensão de 270 pesos/mês (12 dólares).

"Muitos vivem roubando. Quem vende pizza, compra a farinha do padeiro que a roubou do Estado. Agora tem que pagar impostos e licença. Vamos ver como o Raúl vai se sair. Há 50 anos o povo defendeu a revolução, esperamos que a juventude de hoje agora não vá falhar", comentou.

Um jovem historiador que foi demitido de uma empresa em Playa Larga no corte de milhares de empregados da reforma promovida pelo governo, diz esperar que "saia algo que anime as pessoas" do VI Congresso do Partido Comunista convocado em função da histórica data da invasão (17 a 19 de abril).

"É preciso mudar o modelo. Agora existem até cinco paladares (restaurantes de comida a quilo) em cada quarteirão, mas com que dinheiro podemos frequentá-los? Apesar do descontentamento com as demissões e a comida cara, se houver outra invasão, não vou pensar duas vezes: eu vou lutar", afirma, por sua vez, Javier, de 31 anos.

Comandada pela CIA, a invasão foi para Cuba "a primeira derrota do imperialismo na América Latina" e um desastre político para o presidente John F. Kennedy, que herdou o plano de invasão e resistiu até o último momento a enviar apoio aéreo de que necessitavam os invasores para ter êxito.

Em menos de 72 horas, os invasores foram derrotados: 156 mortos nas fileiras de Fidel, 107 entre os invasores; 1.189 prisioneiros foram trocados com os Estados Unidos por 53 milhões de dólares em medicamentos e alimentos, em 1962.

Uma imensa vala em Palpite, povoado a 30 km de Playa Girón, exibe uma inscrição com letras em vermelho: "Os mercenários chegaram até aqui".

"Não podiam passar daqui. Não chegaram lutando, mas fugindo às pressas", relata Manuel Pérez, que, com 92 anos, ainda trabalha numa horta e diz que continua com forças para voltar a lutar.

Sua esposa Juana Varela, de 77 anos, conta que uma de suas filhas mora em Miami e critica o governo pela falta de comida. "Está muito duro, o preço do feijão está pela hora da morte", reclama, ressaltando que, no entanto, se houver necessidade, "todo mundo vai mandar bala".

"Fidel continua sendo o líder e Raúl está à frente, pondo as coisas em ordem. Agora é preciso trabalhar ou o país vai para o abismo. Combatentes, restam poucos. Será que os jovens vão seguir em frente?", se pergunta Gregorio, incerto de uma resposta.

 
Havana: Gays encontam seu espaço PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 24 de Marzo de 2011 10:19

Em uma cidade sem bares ou discotecas para os homossexuais, a comunidade gay que vive em Havana começa a encontrar seu espaço em alguns centros noturnos estatais que estão desbancando as festas clandestinas.

Embora sejam poucos, esses locais atraíram o público homossexual, cuja melhor opção para se reunir até então eram as festas ilegais, que eram divulgadas pelo boca a boca.

Muito perto da Praça da Revolução, o "Café Cantante Mi Habana" é considerado o paraíso da comunidade gay nos finais de semana e conta com uma programação variada.

Na noite de uma segunda-feira de março, o chão do famoso "Piano Bar Habaneciendo", situado no centro da cidade, treme com cerca de 200 clientes, em sua maioria gays, que dançam ao ritmo de Shakira, enquanto do lado de fora a fila para entrar ainda é grande.

No antigo cabaré "Las Vegas", os homossexuais se reúnem nas noites de quintas-feiras para presenciar um espetáculo conduzido por dois dos travestis mais famosos do país.

O "Las Vegas" funciona como o primeiro - e até agora único - centro noturno que apresenta regularmente shows de drag queens em Havana, com o apoio do Ministério da Cultura de Cuba.

A especialista do Centro Nacional de Educação Sexual (Cenesex), Ada Alfonso, disse à Agência Efe que em Cuba "não há lugares gays", mas esse público foi "se apoderando" de outros estabelecimentos.

Segundo ela, o que ocorreu nos últimos meses foi que alguns ambientes caíram nas graças da comunidade gay e não se "espantaram" com a presença de namorados do mesmo sexo.

Ada ressaltou que, historicamente, as casas noturnas que eram frequentadas pelos gays eram as que operavam de forma ilegal, aumentando "a vulnerabilidade social" dos homossexuais.

Sua percepção é que o fenômeno atual está relacionado com a "sensibilidade particular" das administrações desses estabelecimentos e também com o trabalho de educação sexual realizado no país.

O diretor do "Café Cantante Mi Habana" admitiu à Efe que, efetivamente, a popularidade que esse local alcançou entre o público gay forçou "uma mudança de mentalidade de todos os funcionários".

Em grande medida, pode ser que a mudança tenha sido impulsionada pela intensa campanha que o Cenesex liderou nos últimos anos para sensibilizar a opinião pública em relação à diversidade sexual.

Essa instituição, dirigida por Mariela Castro, filha do presidente Raúl Castro, tem entre suas conquistas a celebração do Dia Mundial contra a Homofobia desde 2007, a legalização das operações de mudança de sexo e a apresentação ao Parlamento de um projeto de lei para modificar o Código de Família, com aspectos como a união legal entre casais homossexuais.

Há seis meses, o Cenesex e o Ministério da Cultura assinaram um convênio cultural que abriu o "Las Vegas" para drag queens, em um projeto orientado a todos os públicos.

Membros da comunidade gay da ilha consideram que esses centros noturnos "romperam barreiras" e asseguram que há "normas" implícitas para preservá-los.

Malú Cano, uma ativista pelos direitos dos homossexuais, disse à Efe que, como norma, "aquele que criar problemas não volta a entrar" nesses lugares, porque a comunidade gay não está disposta a perder o terreno ganho.

Juan Manuel, de 44 anos e quem diz ter conhecido todo o circuito ilegal de Havana na busca de diversão, acredita que não se deve exagerar no otimismo, mas admite que há grandes avanços.

Ele disse à Efe que o "reinado" das festas clandestinas perdeu muito terreno e que, se o Governo não censurar o que está ocorrendo nos novos estabelecimentos e admitir que surjam outros, as casas ilegais simplesmente desaparecerão.

"Agora, nestes ambientes novos, não é necessário se esconder nem se assustar com a chegada da Polícia", ressaltou.

Além disso, acrescentou que os funcionários desses estabelecimentos estão encarando tudo "muito bem, apesar de ao seu redor estar ocorrendo algo pouco comum em Cuba: homens dançando com homens".

 
Um cubano: "O Hendrix do Alaúde" PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 30 de Abril de 2011 14:00

Faz solos com o instrumento nas costas, toca até com os dentes, faz as cordas de náilon parecerem extensão de suas cordas vocais. Essa parece a descrição que alguém fez de Jimi Hendrix, o superlativo guitarrista do rock, certo? Sim, mas é também a descrição de um notável músico cubano, Barbarito Torres, de 55 anos, que toca com delírio e eletricidade um instrumento de 14 séculos, o alaúde.

Mas esqueça qualquer ideia de tradição insular, aquela ilha de pureza isolada da "poluição" cultural do mundo. Barbarito Torres banhou-se nas águas da melhor tradição da música cubana, integrando grupos como Buena Vista Social Club, Afro Cuban All Stars e Sonora Matancera, mas ele mesmo se encarrega de abrir o leque.

"Quando eu solo com o alaúde nas costas, não é casual. Eu tenho realmente influência de Jimi Hendrix, do rock dos anos 60, e também do jazz, do samba que ouvíamos no rádio na infância. Sou um produto do meu tempo, embora meu instrumento pareça antigo e obsoleto", disse o alaudista ao Estado, anteontem, no meio de um ensaio para um show com uma big band de 14 músicos no Circo Voador, no Rio de Janeiro - que ele repete esta noite na Vila Madalena, no Grazie a Dio. Ontem, tocaria no Teatro Guaira, em Curitiba.

Barbarito já esteve no Grazie a Dio em 2009 e tocou no centro no ano passado, na Virada Cultural. Mas desta vez é um show de fechar o comércio, uma festa cubana completa, com trompete, trombone, percussão, baixo, cantores e o alaúde endiabrado do artista à frente. A orquestra tem dois convidados muito especiais: o veterano cantor Ignácio "Mazacote" Carrilo, de 84 anos (um debulhador de son, charanga, montuno, guajira, bolero e o que mais vier) e o pianista Rodolfo Argundín Justiz "Peruchin". Três gerações da música cubana num mesmo palco."Como sei que está todo mundo esperando por isso, tocarei também Chan Chan e Dos Gardenias", avisa o instrumentista (são dois sucessos do disco que ganhou o Grammy, Buena Vista Social Club, em 1998). Afora isso, quem estiver no gargarejo não pode deixar de pedir alguns clássicos do repertório do alaudista: Yo No Me Voy del Cañaveral, El Quichi Quichá, La Comparsa e Francisco Guayabal.

Barbarito fica no Brasil até o dia 3. Depois, volta para Havana. Em seguida, prepara-se para tocar no festival de jazz da Martinica, onde é um convidado especial. "Sou influenciado por todos os bons músicos com quem toco, como os brasileiros Marco Pereira e Hamilton de Holanda, que estão entre os "más grandes"", diz o músico. "Trabalhei com o Afro Cuban e com o Buena Vista, e até hoje me espanto como essa música alcançou o mundo. Ainda toco com eles, com Omara Portuondo, com Manuel Guajiro Mirabal, mas de maneira provisória. Me encanta trabalhar com eles todos", conta Barbarito. "Hoje, meu grupo é muito familiar. Meu filho toca violão na minha banda, assim como minha esposa, minha filha, minha irmã. Nesse momento, estamos gravando um novo disco em Cuba. Eu mesmo produzo: sou o produtor de todos meus discos."

Nascido Bárbaro Alberto Torres Delgado em Matanzas, ele começou na carreira nos anos 1970, no grupo Serenata Yumurina, dirigido por Higinio Mullens. Em 1973, entrou no exército cubano, onde tocou na banda militar, uma big band jazzística. Ao dar baixa, entrou no Siembra Cultural, que mais tarde seria batizado como Grupo Yarabí. Logo integraria a Orquesta Cubana de Cuerdas e também o Cuarteto Tradicional Matancero.

Sua performance elétrica foi registrada pelo clarinetista Javier Zalba em Barbarito"s Dance, Barbarito explica que sua reputação como expoente da música guajira (ou campesina) tem muita relação com o instrumento que escolheu, o alaúde, porque é nele que se expressam os grandes autores do gênero. "O alaúde é o líder dessa música, que de fato é bastante similar à sua música caipira. Mas eu toco de tudo. Tenho muita proximidade também com o jazz", diz. Conta que esteve na semana passada com o maestro Juan de Marco Gonzalez, cérebro da recente diáspora da música cubana, e que proximamente pode pintar uma nova colaboração com o Afro Cuban All Stars.

Última actualización el Sábado, 30 de Abril de 2011 14:18
 
Caíram reservas de gás da Bolivia PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 11 de Abril de 2011 19:05

As reservas de gás da Bolívia despencaram para 9,94 trilhões de pés cúbicos, um terço do número que vinha sendo divulgado nos últimos anos pelo governo de Evo Morales, que nacionalizou os hidrocarbonetos em 2006, informaram nesta sexta-feira fontes oficiais.

Após retê-los por vários meses, o governo apresentou os resultados de um estudo feito em 2010 pela empresa de consultoria americana Ryder Scott, que confirma que a Bolívia caiu do segundo para o sexto lugar da América do Sul em reservas de gás natural.

Outra empresa de consultoria, D''Golyer & MacNaugthon, afirmou em 2005 que a Bolívia tinha então 26,7 trilhões de pés cúbicos e o segundo lugar regional, atrás da Venezuela.

Relatórios extraoficiais recentes, publicados na revista da Câmara Boliviana de Hidrocarbonetos (CBH), assinalam que atualmente a Venezuela tem 200 trilhões de pés cúbicos, Peru 16, Trinidad e Tobago 15,3, Argentina 13,2, Brasil 12,9 e Colômbia 4,48.

O ministro de Hidrocarbonetos e Energia, José Luis Gutiérrez, e o presidente da empresa estatal Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB), Carlos Villegas, entregaram na cidade de Santa Cruz os resultados do estudo da Ryder Scott, empresa da qual exigiram uma revisão dos dados nos últimos meses.

"Com estes resultados, temos que acelerar a prospecção e a exploração dos campos para aumentar as reservas", reconheceu Gutiérrez.

As petrolíferas chamaram a atenção para a falta de garantias jurídicas e da incerteza política da Bolívia para fazer investimentos que permitam assegurar o fornecimento de gás aos principais seus clientes, Brasil e Argentina, e ao mercado interno.

No entanto, o vice-presidente boliviano, Álvaro García Linera, disse nesta sexta-feira em La Paz que "se pode garantir é o abastecimento do mercado interno, os processos de industrialização do gás e sua venda aos mercados externos, que estão garantidos na próxima década".

 
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