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Notícias: Brasil
Gorbachev critica Russia atual PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Miércoles, 17 de Agosto de 2011 21:14

Gorbachev critica 'retrocesso' da Rússia 20 anos após era soviética

DA FRANCE PRESSE, EM MOSCOU (RÚSSIA)

O último dirigente soviético Mikhail Gorbachev demonstrou "descontentamento" com a evolução da Rússia, 20 anos após o putsch frustrado contra sua perestroika, a política de reconstrução, em 19 de agosto de 1991, criticando, principalmente, o monopólio do partido no poder e a ausência de eleições livres.

Lançada em 1985 por Gorbachev, as políticas de perestroika e de glasnost (transparência) abriram as portas a um anseio de liberdade que tumultuou o papel dirigente do Partido Comunista, além de despertar desejos de independência nas repúblicas da então União Soviética

"Não estou contente (...) houve um retrocesso", declarou o pai da perestroika e prêmio Nobel da Paz, durante uma entrevista à imprensa sobre a situação política na Rússia, 20 anos após o golpe de misericórdia na União Soviética.


Sergey Ponomarev/AP
Ex-líder soviético Mikhail Gorbachev critica números ruins do desenvolvimento social na Rússia
Ex-líder soviético Mikhail Gorbachev critica números ruins do desenvolvimento social na Rússia

"Em relação à expectativa de vida e mortalidade, nós, russos, estamos bem abaixo da lista, ao lado dos países africanos; há 96% de pobres no país, se utilizarmos para essa contagem os critérios aplicados num país como a Áustria. Além disso, possuímos duas vezes menos jovens com diplomas de ensino superior do que o registrado após a Segunda Guerra", enumerou.

Gorbachev também disse que "apoiava" o ex-presidente, o poderoso primeiro-ministro Vladimir Putin, apesar de algumas "tendências autoritárias". E criticou seu partido, o Rússia Unida, considerando que se parece ao que foi o Partido Comunista, na época soviética.

"É preciso renunciar ao monopólio, não se deve repetir a URSS em sua pior variante", destacou.

"Não devem nos contar histórias, inventando estruturas inúteis, em todos os fronts", prosseguiu, em referência à Frente Popular, uma ampla coalizão em torno do Rússia Unida de Vladimir Putin. "Apoio Putin, mas a Frente, não", disse.

"Precisamos de eleições honestas. Hoje, é (Vladislav) Sourkov [subchefe do Kremlin, considerado o principal ideólogo do regime] que diz às regiões qual percentual devem fornecer" ao partido no poder, durante as eleições, disse ainda Gorbatchev, deixando a entender claramente que o pleito na Rússia é viciado.

Nem Vladimir Putin, nem o presidente Dmitri Medvedev anunciaram suas intenções para as presidenciais de 2012.

Vladimir Putin, presidente de 2000 a 2008, chegou a designar Dmitri Medvedev como seu sucessor, por não poder se apresentar para um terceiro mandato consecutivo. Mas ele pode, a partir de agora, retornar ao Kremlin.

GOLPE

Há 20 anos, meses após o putsch conservador, na então União Soviética, lituanos e georgianos declararam independência, conflitos étnicos explodiram no Cáucaso e na Ásia Central, as arcas do Estado ficaram vazias e a população fazia filas intermináveis para comprar produtos de primeira necessidade.

Os conservadores tentaram tomar o poder quando Gorbachev estava de férias na Crimeia.

O golpe fracassou e seus autores foram detidos três dias depois, mas os fatos precipitaram o fim de uma União Soviética já fragilizada por tendências autonomistas das repúblicas e que foi dissolvida em definitivo em dezembro de 1991 e Mikhail Gorbachev demitiu-se.

Então, as repúblicas soviéticas proclamaram, umas após as outras, sua independência.

Detidos (com exceção de Boris Pougo que se suicidou em 22 de agosto daquele ano), os golpistas acabaram agraciados por Boris Yeltsin.

Última actualización el Miércoles, 17 de Agosto de 2011 21:17
 
Equador: Falta liberdade de imprensa PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 30 de Julio de 2011 12:13

ONGs criticam falta de liberdade de imprensa no Equador

Entidades jornalísticas internacionais e de defesa da liberdade de imprensa criticaram a decisão da Justiça equatoriana de multar e mandar prender por injúria um jornalista e três diretores do diário El Universo, de Guayaquil.

Para o diretor da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), Gonzalo Marroquín, a condenação mostra que o Equador é - à exceção de Cuba - o país que mais desrespeita a liberdade de imprensa na América Latina, à frente até mesmo da Venezuela.

"As atitudes contra a imprensa no Equador são mais agressivas do que as tomadas pelo presidente Hugo Chávez", disse Marroquín. "Essa ação afeta a liberdade de expressão e de imprensa no Equador. Lamentavelmente, isso confirma que o governo do presidente Correa mantém uma atitude intolerante e autoritária contra os meios de comunicação."

A SIP e outros órgãos, como o Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ) e a ONG Repórteres sem Fronteiras (RSF), divulgaram comunicados em protesto à decisão da Justiça equatoriana. A RSF se disse "chocada" com a medida. "Na contramão da tendência geral latino-americana de descriminalizar ofensas publicadas na mídia, a legislação equatoriana permite prender alguém por difamação. Isso é contrário à jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que o Equador é obrigado a seguir", afirmou o grupo.

Para o CPJ, a condenação evidencia o cerco do presidente Rafael Correa à imprensa no Equador. "Essa decisão é um retrocesso para a descriminalização de casos de difamação na região e mostra o preço alto pago para se garantir o direito à livre expressão e à fiscalização do poder público", disse o coordenador para as Américas do grupo, Carlos Lauría. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 
Chávez fará quimioterapia PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 14 de Julio de 2011 20:57

Hugo Chávez disse nesta quarta-feira, durante uma entrevista à televisão estatal venezuelana, que deverá ser submetido a tratamentos de quimioterapia, depois de ter sido operado em Cuba, a 20 de Junho, a um tumor na zona pélvica.

Depois de duas semanas de silêncio que alimentaram diversos rumores, e de ter regressado ao seu país após uma intervenção cirúrgica em Havana, o Presidente venezuelano Hugo Chávez explicou que os médicos que o acompanham não descartam a possibilidade de o submeter a tratamentos de quimioterapia, a “segunda etapa” do tratamento contra o cancro que lhe foi diagnosticado em Cuba.

“Após a extracção do tumor, tenho tido uma recuperação óptima”, adiantou Chávez. “Nesta nova fase serão provavelmente necessários tratamentos de radioterapia e quimioterapia para blindar o corpo contra as células malignas que o ameaçam”.

O Presidente venezuelano disse ainda que ao longo dos últimos dias recebeu mensagens de ânimo de várias pessoas. “Muita gente me disse que sobreviveu a um cancro, como a Dilma [Rousseff, presidente do Brasil], que me ligou, e Fernando Lugo [Presidente do Paraguai], entre muitos outros. Negou ainda os rumores sobre a gravidade do seu estado de saúde e garantiu que não sofre de cancro do cólon ou no estômago.

Ao dirigir-se aos venezuelanos, prometeu lutar “contra todos os tipos de cancro”, e depois acrescentou: “O cancro moral do capitalismo, esse cancro que acaba com o mundo, o imperialismo.”

Chávez tem 56 anos, perdeu 14 quilos no último mês e deverá reunir-se em breve com os médicos para discutir os próximos tratamentos. Na sua entrevista à estação VTV contou que a operação a que foi submetido em Cuba durou mais do que seis horas e que ficou impressionado com o tamanho do tumor. “Quando vi as imagens disse: Meus Deus! É como uma bola de basebol.”

Uma cimeira de chefes de Estado da América Latina chegou a ser adiada devido ao seu estado de saúde, mas Chávez voltou a tempo das celebrações dos 200 anos de independência da Venezuela e mantém o plano de candidatar-se à presidência em 2012.

 
Existe substituto para Chávez? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 07 de Agosto de 2011 12:58

Existe substituto para Chávez na Venezuela?

Presidente retorna para Cuba para se tratar de um câncer e deixa o futuro político do país indefinido
Hugo Chávez voltou para Cuba para tratamento / Foto: Juan Barreto/AFP
Hugo Chávez voltou para Cuba para tratamento Foto: Juan Barreto/AFP
Isabella Ayub Esta dirección electrónica esta protegida contra spam bots. Necesita activar JavaScript para visualizarla

A recente ausência do presidente venezuelano Hugo Chávez para o tratamento de um câncer em Cuba e a nova viagem que ele realizou no sábado para o mesmo país para dar continuidade à luta contra o câncer suscita questões a respeito do futuro político na Venezuela.

O fato de Chávez ter decidido comandar o país a partir de Havana durante sua ausência e de ter delegado apenas parte de suas funções ao vice-presidente Elías Jaua mostrou o quanto o poder na Venezuela está concentrado nas mãos de apenas um líder.

Para Cristina Pecequilo, doutora em Ciência Política pela USP e Professora de Relações Internacionais da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a situação política da Venezuela neste momento é bastante instável.

“O grande problema da Venezuela, principalmente para o Hugo Chávez, é que no ano que vem tem a previsão de realização de uma eleição, e o país continua polarizado entre as forças populares e políticas que apoiam ele e as forças que são o contrário”, explica.

A volta de Chávez após a realização de uma cirurgia em Cuba teria sido, assim, uma forma de reafirmar seus objetivos para o eleitorado e de organizar minimamente o cenário politico.

“A volta dele dá a mostra de que haverá uma preocupação muito grande com a continuidade eleitoral. Ele voltou para dar uma aparência para a população de que, para os que o apoiam, ele está doente mas continua combatendo e, para os adversários, que ele está ainda acompanhando o processo”, afirma Cristina.

Oposição

Apesar da brecha deixada por Chávez durante sua breve ausência, a oposição do país não teve tempo suficiente para se organizar e acabou reagindo de forma muito tímida. “Essa brecha não permitiu uma reorganização rápida, tanto que foi por isso que ele voltou, para tentar ser o articulador político desse processo e tentar reordena-lo. Então a oposição ainda está um pouco perdida”, estima a cientista política.

De seu lado, Chávez afirma que não haverá transição no governo e dá a entender que se candidatará às eleições de 2012.  “A oposição e a contrarrevolução andam tramando por aí, dizendo que Chávez já está acabado, que está morrendo, que tem que entregar (o poder), que virá uma transição antes das eleições (...) Se Deus quiser e com a vontade que temos vamos superar tudo isso", afirmou Chávez em entrevista à imprensa local.

Eleições

O cenário para as eleições presidenciais da Venezuela para o ano que vem ainda é incerto e, por enquanto, não existem sucessores para Chávez nem do lado da oposição, nem dentro do partido do presidente.

Embora o vice-presidente atual de Chávez já tenha sido estimado para sucedê-lo, ele não é bem visto por facções de dentro partido chavista, por ser considerado ainda mais radical que o presidente. Assim, a escolha de um sucessor ainda é indefinida.

“Essa questão não está decidida porque o Chávez sempre centralizou muito o poder no partido. Então, de certa forma, existe uma desarticulação tanto na oposição quanto na própria situação. Os dois lados estão desarticulados e polarizados”, afirma Cristina.

 
Chávez será candidato en 2012 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 22 de Julio de 2011 11:18

Hugo Chávez vai ser candidato em 2012, reafirma ministro na Venezuela

Presidente venezuelano voltou a Cuba no sábado para continuar tratamento.
Ele delegou poderes, mas não entregou a presidência, como quer oposição.

Da Reuters

"Não há dúvida" de que o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, vai se candidatar à reeleição em 2012, apesar de ter retornado a Cuba para prosseguir seu tratamento médico após ser operado de um câncer, disse nesta segunda-feira (18) o ministro das Finanças do país.

A situação política na Venezuela foi abalada pelo anúncio feito por Chávez de que fez uma cirurgia em Havana no mês passado para a retirada de um tumor do tamanho de uma bola de beisebol.

Antes de retornar a Cuba, no sábado, para fazer quimioterapia, o presidente de 56 anos disse que os médicos não encontraram células malignas em seu corpo após a cirurgia. Mas a doença vem motivando dúvidas quanto as condições físicas de Chávez para governar o país de 29 milhões de habitantes.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, é recebido por Raúl Castro, seu colega cubano, na noite deste sábado (16) em Havana (Foto: AP)
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, é recebido por Raúl Castro, seu colega cubano, na noite deste sábado (16) em Havana (Foto: AP)

"Acho que não há dúvida de que o presidente estará presente nas eleições de 2012 e por muitos anos depois disso", disse o ministro das Finanças, Jorge Giordani, em entrevista à TV estatal.

Chávez vem resistindo a exigências da oposição de que entregue a presidência temporariamente durante sua ausência do país. Em vez disso, o líder socialista delegou alguns poderes, incluindo as questões orçamentárias, para Giordani e o vice-presidente Elias Jaua.

Chávez não revelou que tipo de câncer tem, nem exatamente por quanto tempo ficará fora do país desta vez. No sábado ele disse que estaria pronto para voltar à Venezuela outra vez "em alguns dias".

As declarações que deu no fim de semana parecem indicar que o câncer não se espalhou para outras partes do corpo, o que dificultariam o tratamento e o tornaria mais perigoso.

Uma fonte próxima da equipe médica de Chávez na Venezuela disse à Reuters que o presidente sofre de um câncer do cólon que vai exigir meses de quimioterapia. Essa versão não foi confirmada.

Políticos oposicionistas dizem que a ausência do presidente na Venezuela para ficar em Havana, onde Chávez é hóspede do ex-líder cubano Fidel Castro, seu amigo e mentor político, põe a segurança do país em risco.

Desde que chegou à presidência, em 1999, Chávez se tornou conhecido por lançar desafios irônicos frequentes aos EUA, pelas aquisições no setor petrolífero nacional e a nacionalização de partes importantes da economia do país.

Quando a doença se manifestou, Chávez estava se aquecendo para lançar sua candidatura a outro mandato de seis anos, nas eleições do próximo ano. Ele ainda é o único candidato declarado na eleição. Mas, inevitavelmente, perguntas vêm sendo feitas sobre suas condições de saúde.

Última actualización el Viernes, 22 de Julio de 2011 11:21
 
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