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Notícias: Brasil
Rusia suministrará a Venezuela una “nueva partida de armamento. Se trata de 35 tanques” PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 15 de Octubre de 2010 15:29

El primer ministro ruso, Vladímir Putin, anunció hoy que suministrará en breve 35 tanques a Venezuela tras reunirse con el presidente venezolano, Hugo Chávez, al que prometió la venta de otras armas.

“Rusia cumple plenamente con los acuerdos bilaterales en el terreno de la cooperación técnico-militar. En breve Rusia tiene previsto suministrar una nueva partida de armamento. Se trata de 35 tanques”, aseguró Putin en rueda de prensa conjunta con Chávez en su residencia de Novo-Ogoriovo, en las afueras de Moscú.

“Estamos dispuestos a suministrar tanques y, con respecto a otros tipos de armamento, también lo haremos de forma amplia. Las empresas rusas han comenzado a trabajar de acuerdo a sus pedidos”

Aunque Putin no lo precisó, los expertos consideran que se trata de los tanques T-72 y los T-90, que sustituirían a los MX-30 franceses y que ya han sido adquiridos por una treintena de países, entre ellos Irán y Siria.

“Estamos dispuestos a suministrar tanques y, con respecto a otros tipos de armamento, también lo haremos de forma amplia. Las empresas rusas han comenzado a trabajar de acuerdo a sus pedidos”, dijo.

Por su parte, Chávez subrayó que “el tema de la cooperación militar, por la que tanto nos atacan, va muy bien”.

“Ahora, sí tenemos unas Fuerzas Armadas”, aseveró Chávez, quien mencionó algunas de las compras de armamento ruso realizadas por Caracas en los últimos años: blindados, cazas Sujói, que describió como “el mejor avión del mundo”, o fusiles Kaláshnikov.

Hoy mismo, el presidente ruso, Dmitri Medvédev, aseguró también que Moscú no reducirá la cooperación técnico-militar con Caracas, tras reunirse con Chávez en el Kremlin.

“En esta esfera ni siquiera ahora hemos disminuido sus revoluciones”, afirmó Medvédev en rueda de prensa conjunta con Chávez en la sala de Malaquita del Kremlin.

En su última visita a este país en septiembre de 2009, arrancó el compromiso de Medvédev de que Rusia suministrará a Venezuela las armas que necesita, incluidos tanques y carros blindados.

Foto: AFP

En abril pasado durante su visita a Venezuela, Putin afirmó que Venezuela planeaba comprar armas rusas por valor de más de 5.000 millones de dólares.

Esa cifra incluye el crédito de 2.200 millones de dólares que Moscú entregará a Caracas para la adquisición de ese armamento pesado.

Venezuela, que según fuentes venezolanas desde 2005 ha adquirido armas rusas por un monto de 4.400 millones de dólares, se ha erigido como principal cliente latinoamericano de la industria militar rusa, lo que preocupa a EEUU y Colombia.

Según esas fuentes, Rusia habría suministrado ya a Venezuela una docena de sistemas antiaéreos Tor-M1, los mismos que Teherán adquirió a finales de 2005

La prensa rusa ha informado de que Venezuela está interesada en submarinos diesel-eléctricos de la clase “Varshavianka” (Kilo, según la clasificación de la OTAN).

Expertos militares citados por la agencia oficial RIA-Nóvosti comentaron hoy que Caracas podría recibir las baterías antiaéreas con misiles S-300 que Moscú decidió no suministrar a Irán debido a las sanciones impuestas por el Consejo de Seguridad de la ONU.

Según esas fuentes, Rusia habría suministrado ya a Venezuela una docena de sistemas antiaéreos Tor-M1, los mismos que Teherán adquirió a finales de 2005.

La visita de Chávez a Rusia se enmarca en una gira exterior de casi dos semanas que también le llevará mañana, sábado, a Bielorrusia y luego a Ucrania, Irán, Siria, Libia, Argelia y Portugal.

Vía EFE



Última actualización el Sábado, 16 de Octubre de 2010 11:03
 
Caçula e suposto sucessor de Kim Jong-Il faz aparição pública PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 11 de Octubre de 2010 12:30

O líder norte-coreano, Kim Jong-Il, assistiu a um gigantesco desfile militar com seu filho e suposto sucessor, Kim Jong-Un, neste domingo, de acordo com a imprensa sul-coreana. Esta foi a mais visível aparição pública do herdeiro.

No dia 4 de outubro, a Coreia do Sul já havia informado que Pyongyang preparava, nos próximos dias, uma grande festa para celebrar o 65º aniversário da fundação do Partido Comunista norte-coreano e para anunciar o nome do caçula de Kim Jong-Il como novo governante do país. Apesar de todas as evidências, o processo de sucessão na Coreia do Norte tem sido rodeado de mistério.

A presença de Kim Jong-Un no desfile militar não havia sido anunciada pelos meios de comunicação estatais norte-coreanos. Mas a agência sul-coreana Yonhap confirmou a sua ida ao evento, evidenciada também nas imagens da cerimônia transmitida pelas televisões internacionais. Essa se tornou, portanto, a mais visível aparição pública de Kim Jong-Un, cuja imagem era desconhecida até pouco tempo atrás.

A primeira foto oficial de Kim Jong-Un foi publicada em 30 de setembro pelo iornal norte-coreano Rodong Sinmun. Na mesma semana, o jovem recebeu poderes políticos e militares, o que confirma que ele é o próximo na linha de sucessão ao poder no país.

Transição - As especulações sobre a sucessão aumentaram na segunda quinzena de setembro, quando o Partido Comunista iniciou diversas reuniões, que teriam como objetivo discutir a escolha da nova liderança e seriam consideradas as mais importantes dos últimos 30 anos. No entanto, outras informações indicam que a transição no país mais fechado e isolado do mundo vem sendo preparada há pelo menos um ano.

Kim Jong-Un deverá substituir Kim Jong-Il, que sofreu um derrame em 2008. Caçula entre os quatro filhos do ditador, o provável sucessor tem entre 27 e 28 anos e uma personalidade semelhante à do pai. Segundo especialistas, ele não deve fazer grandes mudanças no país nos primeiros anos de governo.

(Com agência France-Presse)

 
O LÍDER OPOSITOR OSWALDO PAYÁ, LANÇA PETIÇÃO PARA LEVANTAR RESTRIÇÕES DOS VIAGENS AO EXTERIOR PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 07 de Octubre de 2010 11:03

Opositores do regime cubano lançaram, esta quarta-feira, uma petição para recolherem dez mil assinaturas pelo levantamento das restrições sobre as viagens e a propriedade.

«Por que é que é preciso pedir uma autorização para viajar? Seremos prisioneiros ou escravos? Por que são confiscadas as casas e os bens dos cubanos que querem viver no estrangeiro? Por que é que um cubano que viva fora de Cuba tem de pedir uma autorização para entrar no seu próprio país e fazê-lo como turista», lê-se no documento assinado pelo presidente do ilegal Movimento Cristão de Libertação, Oswaldo Payá.

Última actualización el Lunes, 11 de Octubre de 2010 12:41
 
MARABÚ, ARBUSTO QUE OCUPA 18% DAS TERRAS NOBRES DE CUBA, SIMBOLIZA A QUEDA AGRÍCOLA NA ILHA PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Martes, 12 de Octubre de 2010 10:19

O marabu, Dichrostachys cinerea, um arbusto espinhoso proveniente da Europa, é o maior símbolo da crise atual da agricultura cubana.

Não se sabe como o Dichrostachys cinerea entrou na ilha, apenas que isso ocorreu já no final do século 19.

Hoje, epidêmico, o vegetal contamina 10% de Cuba, ou 18% das terras agricultáveis -- uma enormidade equivalente à área de um milhão de campos de futebol.

"Onde o marabu invade, não se consegue plantar mais nada, a menos que entrem em ação tratores com braços capazes de arrancar as duras e profundas raízes do solo", diz o agrônomo Carlos F. "Mas os poucos tratores não dão conta."

No domingo passado, em Candelária, em um bairro de 200 famílias, a barraca de António R. exibia apenas uma peça de perna de porco. "Não se traz mais porque não se vende mesmo", disse o açougueiro, expondo a peça sem refrigeração às moscas, na porta de sua casa.

Segundo ele, além dos tratores para arrancar o marabu, falta o combustível. "Desde a queda do campo socialista, o acesso a tais insumos ficou muito restrito", diz. O resultado é desastroso para a economia agrícola, com o consequente abandono dos campos -- e o inchaço das cidades, onde apesar de tudo ainda floresce o turismo incentivado pelo governo.

ASCENSÃO E QUEDA

Até a queda do Muro de Berlim, em 1989, e a derrocada da ex-União Soviética, a economia cubana ancorava-se na agricultura voltada para a exportação.

Nos anos de 1969-70, por exemplo, o Partido Comunista Cubano lançou o chamado "Esforço Decisivo", mobilização à escala nacional com o objetivo de elevar a produção de açúcar na ilha à marca das 10 milhões de toneladas.

A meta não foi atingida, mas bateu-se o recorde mundial. Cuba tornou-se o principal produtor da commodity.

O objetivo era usar a mercadoria para financiar construção civil, aquisição de indústrias e de todos os demais bens de que o país necessitava. Por 30 anos, funcionou.

O colapso da União Soviética e ao mesmo tempo a manutenção do embargo econômico iniciado pelos EUA em 1962, porém, fizeram com que, no início dos anos 1990, a produção agrícola cubana ficasse sem compradores.

"A primeira providência, então, foi liberalizar a economia agrícola", diz Ramón H., docente da Universidade de Havana. "Foi a forma encontrada para dividir com empreendedores privados e cooperativas de agricultores os imensos deficits do setor."

Hoje, se 95% da economia cubana em geral está em mãos do Estado, no setor agrícola, o grau de estatismo cai para 61%, segundo dados do próprio governo.

Cuba ainda produz cana (apenas uma fração dos recordes passados), tabaco e café, mas importa verduras, frutas e proteína animal até para a própria subsistência.

"Sem investimento, sem mão de obra, sem máquinas e equipamentos, o campo transformou-se em território livre para o marabu", resume o professor Ramón H.

Fonte: LAURA CAPRIGLIONE/FOLHA
Última actualización el Sábado, 16 de Octubre de 2010 21:11
 
DAMA DE BRANCO DENUNCÍA QUE O SEU MARIDO PRESO EM CUBA PASSOU 7 ANOS INCOMUNICABLE NO CÁRCERE PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 08 de Octubre de 2010 23:31

Enquanto esperava o momento de finalmente reencontrar-se com seu marido Fidel Suarez Cruz pela primeira vez em sete anos, a cubana Anilei Puentes Varela contou que ele passou todo o tempo de detenção isolado, sem falar com nenhum dos outros detentos. Durante sete anos, as únicas pessoas com quem manteve algum contato foram seus carcereiros.

“Durante esses sete anos meu marido passou em uma solitária, sofreu maus-tratos, pressão psicológica. As condições na prisão são muito duras”, disse Anilei na manhã desta terça-feira de sua casa em Manuel Lazo, em Piñar Del Río, onde esperava a chegada das autoridades para levá-la com seu filho a Havana. Na capital cubana, eles passarão por exames médicos e receberão documentos antes de encontrar-se com Cruz no aeroporto e embarcar para Madri nos próximos dias.

Cruz, que cumpria uma sentença de 20 anos, é um dos três presos cuja libertação e subsequente envio à Espanha foi anunciada na segunda-feira pela Igreja Católica de Cuba. Além dele, serão libertados Horacio Julio Pina Borrego, que cumpria 20 anos, e Alfredo Felipe Fuentes, sentenciado a 26.

Os três fazem parte do grupo de 75 ativistas e líderes da oposição presos na repressão conhecida como a Primavera Negra de 2003. Em julho, o governo comprometeu-se a soltar os 52 representantes do grupo que ainda estão na prisão, e desde julho 39 foram libertados.

Pressão

O acordo para a libertação dos presos foi mediado pela Igreja Católica e pela Espanha em meio ao aumento de pressão internacional sobre Cuba após a morte do preso político Orlando Zapata, em fevereiro. Ele morreu após 84 dias de greve de fome, em que exigia melhores condições na prisão.

Apesar de o governo cubano nem a Igreja Católica explicitarem que a ida à Espanha é uma precondição para a libertação, Anilei afirma que eles não tiveram escolha. “Não foi nos dada opção além de ir a Madri. É um desterro, mas estamos felizes”, contou.

Depois de chegar à capital espanhola, o casal planeja se mudar com o filho de 7 anos, que tinha apenas 14 dias quando o pai foi preso, para o Canadá. Todo o processo para pedir asilo político ao governo canadense foi feita da Ilha e, segundo Anilei, “tudo está encaminhado”.

“A Espanha está em más condições econômicas. O Canadá fica mais perto de Cuba e achamos que, ali, teremos mais chance de prosperar e de enviar ajuda para o resto da família que ficará no país”, disse.

Anilei, que faz parte do grupo das Damas de Branco - que lutam para libertar os parentes presos – sente-se realizada com a libertação. “Foi um processo muito longo para chegar até aqui, sofremos coerção das forças de segurança, pressão psicológica, maus-tratos. Mas é uma etapa cumprida até que tudo mude”, completou.

Última actualización el Martes, 12 de Octubre de 2010 10:24
 
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