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Notícias: Brasil
Militar que ajudou a matar líder das Farc narra a operação PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 07 de Noviembre de 2011 19:25

Presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, parabeniza militares envolvidos em operação que matou Cano

Guillermo León Sáenz, um militar que participou da operação que matou o comandante das Forças Revolucionárias da Colombia (Farc), conhecido como Alfonso Cano, narrou ao jornal colombiano El Tiempo detalhes da busca. Os integrantes das Forças Especiais colombianas estudavam há três anos os hábitos de Cano, e já sabiam os seus gostos, reações e capacidades físicas.

De acordo com Sáenz, às 19h19 da noite de sexta-feira, um movimento no mato das montanhas da região de Cauca, onde Cano estava escondido há dois meses, indicou a presença de um guerrilheiro. “Quieto, levante as mãos! Levante as mãos”, advertiu o soldado das Forças Especiais da Colômbia. O aviso foi ignorado por Cano, que, armado, começou a correr.

“Levamos mais de dez horas inspecionando os arredores da casa onde estava Alfonso Cano e avançamos, camuflados, por entre a selva para que não nos vissem, quando se deu o golpe”, explica o militar. Ele contou que ouviu gritos do seu comando e os soldados entraram em alerta. Logo em seguida, os guerrilheiros começaram a atirar, e os militares responderam ao fogo. Pouco depois, o mesmo soldado que disparou o alerta avisou que o líder das Farc estava morto.  

Momento crítico - O militar conta que o momento mais crítico da operação foi durante o desembarque das tropas, ainda pela manhã de sexta-feira, quando eles foram recebidos por disparos de metralhadoras. Os tiros chegaram a derrubar um helicóptero do Exército. Quando as Forças Especiais tomaram a casa onde os guerrilheiros estavam escondidos, encontraram os corpos de um rebelde e da amante do líder das Farc. Depois, eles capturaram o chefe da segurança de Cano. À tarde, 890 homens das Forças Especiais desembarcaram na região, já sob controle do Exército.

A localização de Cano foi descoberta pela inteligência colombiana. Em 13 de outubro, foi confirmado que um dos chefes de segurança das Farc, chamado ‘Pacho Chino’, estava na região. “Acreditar que as pessoas que circulavam na região não seriam identificadas e crer que as pessoas seriam fiéis até o último momento foi o seu calcanhar de Aquiles. Os seus próprios homens deram as informações mais valiosas. O excesso de confiança o matou”, conclui o militar.

Tomado da VEJA

 
Boliviano Evo Morales presta homenagem a Gaddafi pelo Dia dos Finados PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Martes, 01 de Noviembre de 2011 23:26

O governo boliviano do presidente Evo Morales prestou nesta terça-feira (1º) uma homenagem ao falecido ditador líbio Muammar Gaddafi por ocasião das celebrações do Dia dos Finados, na sede do Ministério das Relações Exteriores em La Paz.

 

O chanceler boliviano, David Choquehuanca, liderou o ato de homenagem no Ministério na presença de personalidades como o embaixador da Espanha em La Paz, Ramón Santos, e o encarregado de Negócios dos Estados Unidos, John Creamer.

A Chancelaria instalou em uma sala a tradicional mesa de culto às almas, com frutas e pães em formas humanas, junto a fotos de falecidos, entre elas a de Gaddafi, que morreu em enfrentamentos com tropas revolucionárias no dia 20 de outubro, após um bombardeio da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

Também havia imagens do guerrilheiro argentino Ernesto Che Guevara, assassinado na Bolívia em 1967, e do líder indígena Tupak Katari, esquartejado durante a colonização espanhola.

"Nós, seres humanos, somos uma grande família. Hoje lembramos nossos mortos", declarou Choquehuanca.

Em entrevista coletiva paralela, o presidente Evo Morales, que já foi agraciado com o "Prêmio Gaddafi de Direitos Humanos" - homenagem que era concedida pelo falecido líder líbio -, criticou os bombardeios da Otan na Líbia, mas não se pronunciou sobre a morte do ditador.

Última actualización el Martes, 01 de Noviembre de 2011 23:33
 
DIVERGÊNCIAS ARREFECEM DEBATE ENTRE EVO MORALES E DIRIGENTES INDÍGENAS PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Lunes, 24 de Octubre de 2011 12:16

LA PAZ, 21 OUT (ANSA) - O presidente da Bolívia, Evo Morales, lamentou que o movimento indígena tenha se negado novamente a dialogar com o governo e programado um ato público na Praça das Armas, a principal de La Paz, localizada em frente à sede governamental.

As duas partes arrefeceram suas opiniões na noite de ontem, de forma que o diálogo ficou suspenso 48 horas após a marcha indígena chegar à capital, onde milhares de manifestantes foram recebidos como heróis.

Morales afirmou que "até agora temos esperado com muita humildade aos irmãos da marcha" sem que eles tivessem se apresentando, primeiro à vice-Presidência e depois ao Palácio de governo.

Os dirigentes indígenas se negaram a participar do encontro alegando primeiramente que o governo afirmou reiteradas vezes que Morales se reuniria com eles apenas na sede presidencial quando chegassem à capital.

O dirigente indígena Fernando Vargas disse na ocasião que a negativa era uma "expressão de soberba" do chefe de Estado, "que nem sequer saiu ao balcão [do Palácio Quemado] para saudar a marcha".

Após Morales afirmar que os receberia na sede do governo, eles recusaram o convite novamente, pedindo que o diálogo fosse público e que pudesse ser transmitido por telões aos manifestantes que se encontram na praça localizada na frente do Palácio, onde estão concentrados.

O presidente reiterou que a reunião com os indígenas não deve ter caráter político e que deve acontecer a portas fechadas pois precisa contar com a participação de juristas, economistas e apoio técnico. "Fazemos o mesmo com outros setores", disse.

Pouco antes da declaração feita por Morales na noite de ontem, o governo enviou uma carta destinada ao grupo dizendo não considerar "pertinente" a instalação na praça por que este "não se trata de um debate político".

O dirigente indígena Fernando Vargas afirmou, em resposta, que convocou a população a se solidarizar com a manifestação "porque o governo tem intenções de tirar-nos a força" da praça com ajuda da força policial.

Há mais de 20 dias, a polícia tentou dispersar a marcha reprimindo os indígenas enquanto eles montavam um acampamento. Porém, a violência policial provocou indignação popular e fez com que o próprio presidente condenasse a ação.

A marcha indígena foi iniciada em 15 de agosto contra a construção da rodovia Villa Tunari-San Ignácio de Moxos, que cortará ao meio a maior reserva ecológica do país, o parque Nacional Ibisoro Sécure. (ANSA)
21/10/2011 13:24

 
Raúl Castro ataca empresas estatais como se ele não for o máximo responsável PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Sábado, 05 de Noviembre de 2011 12:56

O "presidente" cubano, Raúl Castro, atacou as empresas estatais e disse que a "negligência" delas mina o desenvolvimento econômico e social da ilha, informou a mídia local nesta sexta-feira, no momento em que o governo pretende implementar reformas para salvar o socialismo.

Em uma reunião do conselho de ministros, Raúl também criticou a indisciplina e o desperdício na máquina de Estado composta por aproximadamente 3,7 mil empresas que administram grande parte da economia de Cuba, que se baseia na agricultura e turismo.

"Na ausência de disciplina, ordem, controle e consistência muitas vezes se amparam no desperdício e negligência que ameaçam hoje nosso desenvolvimento econômico e social", disse Raúl no conselho de ministros do último sábado, segundo o Granma.

O líder cubano declarou que a "situação atual de dívidas vencidas coloca o sistema empresarial em uma situação muito tensa". "Muitos dos problemas atuais da nossa economia são causados pela falta de respeito que prevalece na relação contratual estabelecida entre as nossas empresas e organizações", disse.

Desde que substituiu em 2008 seu irmão Fidel Castro como presidente da ilha, Raúl lançou uma cruzada contra a corrupção e para tornar o sistema econômico socialista mais eficiente.

Durante sua gestão, ele tomou medidas para impulsionar a agricultura e, mais recentemente, revelou um plano de mais de 300 reformas, que incluem dar maior autonomia às empresas estatais para tentar reverter anos de mau funcionamento e falta de rentabilidade.

Cuba prevê crescimento econômico de 2,9% em 2011 e as reformas programadas, entre elas a redução de mais de 1 milhão de empregos estatais e expansão do setor privado, buscam modernizar o sistema instalado depois da revolução de 1959.

Leia também: Cuba legaliza compra e venda de propriedades privadas
Cuba detalha regras para compra e venda de carros

Raúl disse ao seu gabinete que a situação se agrava por causa da impossibilidade de adotar medidas drásticas como a suspensão das entregas de matérias-primas a empresas encarregadas de produzir artigos de primeira necessidade.

O presidente já havia apresentado suas críticas no meio do ano no Parlamento, quando acusou funcionários do governo de preguiça, corrupção, negligência e rigidez ideológica, ao mesmo tempo em que insistiu que adotassem novas maneiras de pensar.

"O maior obstáculo que enfrentamos é a barreira psicológica formada pela inércia, a imobilidade, moral dupla ou simulada, indiferença e insensibilidade", afirmou na ocasião.

Última actualización el Sábado, 05 de Noviembre de 2011 12:59
 
Derrotado no Pan, cubano cutuca Cielo e menospreza Fratus PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 28 de Octubre de 2011 13:19
Cubano Garcia (à dir.) foi superado por Fratus (à esq.) e Cielo nos 50 m livre no Pan de Guadalajara. Foto: Jefferson Bernardes / Vipcomm/Divulgação

Cubano Garcia (à dir.) foi superado por Fratus (à esq.) e Cielo nos 50 m livre no Pan de Guadalajara
Foto: Jefferson Bernardes / Vipcomm/Divulgação

Cesar Cielo saiu dos Jogos de Guadalajara com dois recordes pan-americanos e quatro medalhas de ouro, mas nem assim inquietou um dos nadadores o qual bateu, Hanser Garcia. Negando ter se impressionado com o atual campeão olímpico dos 50 m livre, o cubano afirmou que o rival "não é invencível" e aproveitou para alfinetar também outro atleta brasileiro:

27 de outubro de 2011 11h12 atualizado às 12h03

As declarações polêmicas de Garcia foram concedidas ao periódico cubano Vanguardia. Na entrevista, ele admitiu que Cielo, 24 anos, "é forte", mas comentou que não se impressionou com o adversário nas piscinas do Centro Aquático de Scotiabank, em Guadalajara.

O cubano ainda ironizou os boatos de que o brasileiro "estava doente" ou fora da "ótima forma", dizendo que o rival "estava perfeito" e mesmo assim "demonstrou que não é invencível".

Às vésperas do Mundial de Esportes Aquáticos de Xangai, disputado em julho passado, Cielo testou positivo para furosemida - doping que se reverteu em uma advertência porque o atleta alegou ter ingerido a substância em um lote contaminado de um suplemento alimentar - e chegou à competição sem estar 100% fisicamente. Na China, venceu os 50 m livre, mas acabou na quarta colocação nos 100 m do mesmo estilo.

Em Guadalajara, o brasileiro já se dizia mais bem preparado e faturou as duas provas com os tempos de 21s58 e 47s84. Em ambas, superou Garcia, que cravou respectivamente 22s15 e 48s34. Na distância mais longa, o cubano garantiu a prata, enquanto que na mais curta ficou com o bronze, superado ainda por Fratus (22s05).

Em referência a este evento, o caribenho afirmou ao periódico que "nem acreditou" quando viu que havia sido derrotado também pelo brasileiro mais jovem, 22 anos.

Garcia, que acaba de completar 23 anos, já está de volta a Cuba e agora curte um pequeno período de férias antes de começar a se preparar para os Jogos Olímpicos de Londres. Na entrevista, ele não quis dar prognósticos, porém adiantou que "pode acontecer qualquer coisa" no Reino Unido, onde cairá nas piscinas "com o pódio em mente".

Pan 2011 no Terra

Última actualización el Viernes, 28 de Octubre de 2011 13:22
 
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