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Notícias: Brasil
BRASIL CONCEDE VISTO À BLOGUEIRA CUBANA DISSIDENTE YOANI SÁNCHEZ PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 26 de Enero de 2012 12:24

O anúncio ocorre poucos dias antes da visita da presidente Dilma Rousseff ao país, no próximo dia 31, quando pretende se encontrar com o ex-ditador Fidel Castro.

O Ministério das Relações Exteriores anunciou nesta quarta-feira que concedeu o visto de turista para a blogueira cubana Yoani Sánchez, que faz oposição ao regime e tem seus pedidos para sair do país regularmente negados pela burocracia local. A "diplomacia" cubana tenta "participar" do lançamento de documentário em que seu trabalho é registrado.

Última actualización el Sábado, 28 de Enero de 2012 11:52
 
Fidel Castro censura Espanha e UE por críticas a Cuba PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 26 de Enero de 2012 12:39

O ex-presidente cubano Fidel Castro censurou a União Europeia e o governo espanhol por intervirem em assuntos da ilha, ordenando-lhes que se ocupassem dos próprios problemas, depois de fortes críticas a Havana após a morte de um preso, supostamente por maus-tratos, segundo um texto divulgado na quarta-feira.

Em seu artigo, cujo título é "A fruta que não caiu", Fidel alude às recentes críticas a Cuba depois da morte de um homem que a dissidência cubana diz ser um dos seus e alega ter morrido em greve de fome, enquanto o governo e a mídia local o descrevem como um "preso comum" e negam a suposta greve.

"O governo espanhol e a arruinada União Europeia, mergulhada em uma profunda crise econômica, devem saber o que os esperam. Dá pena ler nas agências de notícias as declarações de ambos quando usam mentiras descaradas para atacar Cuba", escreveu Fidel.

"Tratem primeiro de salvar o euro, se puderem, resolvam o desemprego crônico que castiga em número cada vez maior os jovens e respondam aos indignados sobre quem a polícia arremete e golpeia constantemente", acrescentava o texto, divulgado pela mídia local no site oficial www.cubadebate.cu.

A morte, na terça-feira passada, de Wilman Villar Mendoza, de 31 anos, provocou críticas contra Cuba de países como Estados Unidos, Espanha e Chile, que culparam o governo de Havana de violar os direitos humanos.

As críticas internacionais basearam-se no relato de dissidentes, que alegam que Villar morreu devido a uma greve de fome de 56 dias e a maus-tratos recebidos em uma prisão na província de Santiago de Cuba.

O governo cubano disse que Villar recebeu cuidados médicos e garante que seus problemas legais não provêm de ações políticas, mas de uma violenta disputa familiar pela qual foi condenado a quatro anos de prisão. Um comunicado oficial divulgado na semana passada disse que há provas de que ele não estava em greve de fome.

Fidel também instou a Espanha a ser crítica com o comportamento do arqui-inimigo de Cuba, os Estados Unidos, em matéria de direitos humanos.

"Mais valeria realmente que o governo espanhol, dada as suas excelentes relações com Washington, viajasse aos Estados Unidos e se informasse do que ocorre nos cárceres ianques, a conduta implacável que é aplicada a milhões de presos, a política que é praticada com a cadeira elétrica e os horrores cometidos com os detidos nas prisões e com os que protestam nas ruas", escreveu.

Fidel, de 85 anos, foi substituído na Presidência da ilha em 2008 por seu irmão, Raúl, depois que uma doença o deixou perto da morte.

(Reportagem de Rosa Tania Valdés)

 
Espanha pede que Cuba liberte todos os presos políticos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 22 de Enero de 2012 13:01

O governo da Espanha pediu nesta sexta-feira (20) às autoridades cubanas "a libertação de todos os presos políticos" após o opositor Wilman Villar morrer após uma greve de fome.

A vice-presidente espanhola, Soraya Sánez de Santamaría, disse em coletiva de imprensa que o governo do mandatário conservador Mariano Rajoy "lamenta este trágico desenlace" e envia sua "condolência e pesar" para os familiares do opositor.

Esta morte, segundo ela, "tem que nos levar a buscar e a intensificar as reclamações ao governo cubano pelas libertações de todos os presos políticos. A liberdade e a defesa dos direitos humanos serão o referente de nossas relações com Cuba", atestou.

Santamaría acrescentou que o governo de Rajoy se propõe a trabalhar "na Espanha e no seio da União Europeia para que conquistemos um horizonte de democracia em Cuba".

Villar, de 31 anos, morreu na quinta-feira (19) em um hospital de Santiago de Cuba após uma greve de fome que iniciou na penitenciária ao ser condenado em novembro do ano passado a quatro anos de prisão.

 
PC de Cuba terá inédita Conferência para se modernizar PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 27 de Enero de 2012 17:06

O Partido Comunista de Cuba debaterá no sábado, em uma inédita Conferência Nacional, uma centena de propostas para se modernizar, limitar o tempo para cargos do governo, acabar com a discriminação a homossexuais e incentivar as reformas do presidente Raúl Castro.

Mil delegados debaterão um conjunto de medidas para separar a ação do partido daquela do governo, já que "o Partido se envolveu em tarefas que não lhe cabiam", causando um "enfraquecimento" de seu trabalho e para proibir "métodos burocráticos" e "atitudes negativas, em ocasiões corruptas".

"Ou retificamos ou nos afundamos junto com o esforço de gerações inteiras", disse Raúl Castro em agosto, ao alertar que o Partido criado por seu irmão Fidel, em 1965, deve mudar sua "mentalidade" e abandonar "dogmas e critérios obsoletos" para preservar o socialismo.

"A Conferência (...) tem a responsabilidade de avaliar com objetividade e senso crítico o trabalho da organização, assim como determinar com vontade renovadora as transformações necessárias para situá-lo à altura das circunstâncias atuais", diz a convocação.

O Congresso é a máxima instância partidária e, em teoria, acontece a cada cinco anos (passaram 13 anos entre o V e o VI), elege dirigentes e aprova a linha política. Entre um Congresso e outro, o Comitê Central pode convocar uma Conferência Nacional "para tratar de assuntos importantes da vida do Partido", segundo os estatutos partidários.

O conclave segue o VI Congresso do Partido que aprovou mais de 300 diretrizes para atualizar o esgotado modelo econômico de viés soviético, imposto depois do triunfo da revolução de 1959, e foi marcado simbolicamente para dia 28 de janeiro, dia do nascimento do herói José Martí.

Esta Conferência, a primeira em meio século, foi convocada porque o VI Congresso, em abril de 2011, foi monopolizado pela agenda econômica. Raúl ampliou a atuação da iniciativa privada e suspendeu a proibição da compra e venda de casas e automóveis, entre outras reformas.

O conclave, que deve terminar no próprio sábado, abordará diversas propostas, entre elas acabar com toda discriminação - racial, religiosa ou de orientação sexual-, e limitar a 10 anos o tempo para ocupar um cargo, incluindo os que exerce Raúl, atual presidente de Cuba e primeiro secretário do Partido Comunista.

Limitar o tempo em um cargo implica uma pequena revolução na ilha, onde os dirigentes se eternizam em seus postos: o general Abelardo Colomé é ministro do Interior há 22 anos.

O próprio Raúl, de 80 anos, foi ministro das Forças Armadas por quase meio século, o mesmo período em que o Partido e o Estado estiveram dirigidos por Fidel, de 85 anos, que entregou o posto em 2006 por problemas de saúde.

O fim da discriminação abrirá as portas do governo, do Partido e das Forças Armadas aos homossexuais, que foram internados em campos de trabalho nos anos 60 e marginalizados nos 70.

O Partido Comunista, o único permitido na ilha, tem 800 mil militantes, em um país de 11,2 milhões de habitantes, e sua cúpula é dominada pela velha guarda. Dos 15 membros do seleto Burô Político eleitos no VI Congresso, apenas três têm menos de 65 anos.

Raúl alertou no dia 12 de janeiro que "se pode ter tantas ilusões" com a Conferência, enquanto que seis intelectuais concordaram, em um fórum da revista católica 'Espacio Laical', que esta reunião é a última oportunidade de a geração histórica da revolução democratizar a ilha.

A "democratização interna do Partido (...) é o grande tema pendente da agenda do presidente Raúl Castro. E nisso pode estar a raiz do êxito de seu mandato", afirmou Lenier González, coeditor da revista.

Segundo a Constituição, "o Partido Comunista de Cuba, martiniano e marxista-leninista, vanguarda organizada da nação cubana, é a força diretora superior da sociedade e do Estado, que organiza e orienta os esforços comuns às altas finalidades da construção do socialismo". Mas a dissidência tem outra opinião.

"O Partido Comunista foi o mecanismo para negar os direitos a todos os cidadãos, incluindo seus próprios membros", disse o dissidente Oswaldo Payá, Prêmio Sakharov do Parlamento Europeu, enquanto o economista e ex-preso político Oscar Espinosa propôs "terminar com o monopólio político do Partido".

Se isso acontecesse, o Partido inclusive poderia "cooperar com outras correntes políticas, como as de origem cristã (...), como aconteceu no Chile durante anos de aliança entre socialistas e democratas cristãos (que governaram de 1990 a 2010), com resultados muito favoráveis para seu povo", afirmou Espinosa.

Tomado da revista VEJA

Última actualización el Viernes, 27 de Enero de 2012 17:09
 
Dissidentes de Cuba querem encontrar a presidente Dilma PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Martes, 24 de Enero de 2012 15:23

Opositores do governo cubano e defensores de direitos humanos querem aproveitar a visita da presidente Dilma Rousseff ao país, dia 31, para fazer um relato sobre a situação dos prisioneiros políticos e abusos contra dissidentes.

Dilma chegará ao país poucos dias após o enterro de Wilman Villar Mendoza, dissidente de 31 anos ligado à União Patriótica de Cuba.

Ele morreu após cerca de 50 dias de greve de fome, uma medida de protesto contra a sentença de quatro anos de prisão por resistência e desobediência após participar de uma manifestação pacífica.

A porta-voz das Damas de Branco, Berta Soler, disse que, apesar de ainda não ter encaminhado um pedido formal, o grupo gostaria de uma reunião com a presidente para apresentar dados sobre a situação de direitos humanos no país.

Janaína Lage, O Globo

Última actualización el Martes, 24 de Enero de 2012 15:25
 
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