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Notícias: Brasil
Brasil organiza Cúpula do BRIC PDF Imprimir E-mail
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Jueves, 15 de Abril de 2010 11:16

O governo brasileiro quer que os quatro maiores países emergentes da atualidade – Brasil, Rússia, Índia e China – atuem com “mais empenho e união” em prol de uma reforma do sistema financeiro internacional.

Segundo um representante do Itamaraty, esta deve ser a principal mensagem do Brasil durante a 2ª cúpula de chefes de Estado dos Brics, nesta sexta-feira, em Brasília.

“O pior da crise econômica já passou, mas não podemos perder o momento para avançar nesse debate”, diz a fonte.

A avaliação é de que Brasil, Índia, Rússia e China têm peso econômico suficiente para “forçar” uma reforma em instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, mas que, para isso, precisam de “coordenação, de empenho”.

O subsecretário de Assuntos Políticos do Itamaraty, embaixador Roberto Jaguaribe, disse que existe uma “pressão crescente” na esfera internacional de que a reforma do sistema “não seja necessária”.

“Temos uma preocupação em levar adiante as reformas necessárias para evitar que a crise se repita. Precisamos consolidar esse processo, porque alguns países já estão achando que (as reformas) não sejam importantes”, disse o embaixador.

Citando estimativa do Fundo Monetário Internacional, Jaguaribe disse que os Brics serão responsável por 61% do crescimento econômico mundial, no período de 2008 a 2014.

A sigla Bric foi criada em 2001 pelo banco de investimentos Goldman Sachs, em um artigo sobre as potências econômicas do futuro, e acabou sendo abraçada pela diplomacia dos quatro países.

Moeda

Sobre a discussão quanto a uma moeda que sirva de alternativa ao dólar, Jaguaribe disse que o assunto continua sendo analisado pelos quatro países, mas “ainda em nível técnico”.

O tema dominou a 1ª cúpula dos Brics, em junho passado, depois que o governo chinês apontou a “primazia” do dólar americano como um dos responsáveis pela disseminação da crise.

De acordo com Jaguaribe, os quatro emergentes têm “fortíssimo interesse” na manutenção do equilíbrio na área financeira, mas que a discussão sobre uma nova moeda será feita “sem pressa”.

Segundo o embaixador, os representantes dos Brics estão preocupados em promover uma substituição do dólar que seja “imperceptível” e “sem especulação”.

“Inventar jogadas que vão gerar marolas não faz parte dos planos de nenhum dos países envolvidos”, disse Jaguaribe. “Não estamos pensando em uma mudança rápida”, acrescentou.

O assunto, segundo ele, não será incluído na pauta formal de debate dos chefes de Estado, estando restrito a um seminário, promovido pelo Banco Central do Brasil, com técnicos das instituições dos quatro países.

‘Ponto forte’

Segundo o Itamaraty, o “ponto forte” da coordenação entre os Brics têm sido as áreas financeiras e econômica, com conversas “frequentes” entre Bancos Centrais e Ministérios da Fazenda dos quatro emergentes. “E a expectativa é de que o foco siga sendo esse”, disse uma fonte do Ministério.

Por sugestão do Brasil, a reunião de chefes de Estado será precedida por uma série de eventos paralelos. Além de empresários dos quatros países, também vão se encontrar representantes dos respectivos bancos de desenvolvimento e de bancos comerciais.

Uma fonte do Ministério da Fazenda disse à BBC Brasil diz que o governo brasileiro, principalmente, sente-se “incomodado” com a “ausência” de bandeiras de bancos brasileiros em outros países em desenvolvimento.

“Estamos discutindo com nossos pares nos outros três países uma forma de estimular a presença dessas instituições nesses países, o que facilitaria em muito o comércio”, diz o representante da área econômica.

A avaliação do governo brasileiro é de que as instituições brasileiras, apesar de fortes no mercado nacional, não estão acompanhando a “nova dinâmica das relações comerciais entre os países do Sul”.

Política

Se no campo econômico a discurso do governo brasileiro é de que os Brics “já mostram avanços”, quando o assunto é a atuação política, a avaliação é de que o grupo deixa a desejar.

Assuntos como a reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas, a política nuclear internacional e as mudanças climáticas ainda não são tratados com frequência entre os quatro emergentes.

Na avaliação de Jaguaribe, os Brics se destacam pelos trabalhos na área econômico-financeira, mas “sem uma mudança equivalente no âmbito político-estratégico”.

“Existe aí um espaço, onde nós batalhamos para que haja uma evolução compatível com as demandas e a expansão dos atores relevantes do mundo”, diz o embaixador.

Temas como o programa nuclear iraniano e um possível acordo climático serão discutidos em encontros “privados” entre os chefes de Estado, ou seja, não fazem parte da pauta formal da cúpula.

IBAS

Nesta quinta-feira, o Brasil sedia uma outra cúpula de chefes de Estado, no âmbito do IBAS – grupo formado por Índia, Brasil e África do Sul.

Esse é o quarto encontro desde que o grupo foi criado, em 2003, com o objetivo de unir os países do Sul em contraposição aos países ricos do Ocidente, representados principalmente pelo G8.

Entre os destaques da cúpula está um encontro com o chanceler palestino, Riad Malik, que será recebido em Brasília para discutir o processo de paz no Oriente Médio.

Segundo Jaguaribe, o encontro foi pedido pelos próprios palestinos, que segundo o embaixador, veem no IBAS uma instância “imparcial”, capaz de contribuir nas conversas com Israel.

 
Cuba acusa EUA por morte de Zapata PDF Imprimir E-mail
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Domingo, 04 de Abril de 2010 10:54

Havana, 03 abr (Lusa) - O líder parlamentar cubano, Ricardo Alarcón, atribui hoje a responsabilidade da morte do preso Orlando Zapata Tamayo a quem nos Estados Unidos e na Europa "incentiva" a "operação mediática" contra Cuba.

"Eu diria que aqueles que incentivam e elogiam os que se prestaram a esta operação mediática contra Cuba são responsáveis pelas vidas dessas pessoas", afirmou Ricardo Alarcón em entrevista publicada hoje no site oficial Cubadebate.

Orlando Zapata Tamayo, considerado um preso político, morreu em fevereiro, depois de 85 dias em greve de fome em protesto contra as condições da sua execução.

 

Última actualización el Domingo, 04 de Abril de 2010 10:56
 
Adiada Reunião Cimeira UE-Cuba PDF Imprimir E-mail
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Jueves, 01 de Abril de 2010 11:16

Associated Press

MADRID- A reunião que ocorreria na próxima semana entre Madrid e a União Europeia e Cuba foi adiada para uma data ainda não remarcada, disse nesta terça-feira, 30, o Ministério de Relações Exteriores espanhol.

O encontro de 6 de abril teria lugar na Espanha, que tem a presidência rotatória da UE, e contaria com a presença do chanceler cubano, Bruno Rodríguez, e de seu colega Moratinos.

A alta representante da política externa europeia, Catherine Ashton, anunciou que não iria comparecer ao encontro por problemas de agenda.

A chancelaria espanhola não informou os motivos do adiamento, mas explicou em um comunicado que a reunião acontecerá em uma data próxima, mas ainda não marcada.

Estava prevista no encontro a discussão de assuntos de interesses em comum, entre eles a situação dos presos políticos cubanos.

A última cúpula desse tipo entre a UE e Cuba ocorreu em novembro do ano passado.

A Espanha defende um diálogo mais aberto entre a Europa e Havana e advoga pelo caminho da chamada Posição Comum, um texto vigente desde 1996 que condiciona as relações de Bruxelas com Cuba no sistema comunista da ilha.

Após a morte do preso de consciência Orlando Zapata Tamayo em fevereiro, após 85 dias em greve de fome, o Parlamento europeu aprovou uma moção na qual condenava a cruel e evitável morte do dissidente.

Última actualización el Jueves, 01 de Abril de 2010 11:18
 
Brasil e EUA assinarão Acordo Militar PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 08 de Abril de 2010 10:00

WASHINGTON (Reuters) - Brasil e Estados Unidos se preparam para assinar na próxima segunda-feira um acordo de cooperação na área de defesa, o primeiro desse tipo entre as duas maiores economias do hemisfério em mais de 30 anos, informaram autoridades nesta quarta-feira.

A assinatura do acordo pode gerar esperanças de maior cooperação entre as Forças Armadas de Brasil e Estados Unidos, apesar de tensões diplomáticas entre os dois países devido à recusa brasileira de apoiar a imposição de sanções ao Irã por conta do programa nuclear da República Islâmica.

O acordo, se concretizado, também vem no momento em que o Brasil escolhe o vencedor de uma disputa multibilionária para o fornecimento de caças para a Força Aérea Brasileira (FAB). A norte-americana Boeing é uma das finalistas desse processo.

O tratado será o primeiro acordo "guarda-chuva" sobre a cooperação na área de defesa desde que o regime militar que governou o Brasil de 1964 a 1985 se retirou do pacto anterior em 1977, disse uma fonte que falou sob condição de anonimato.

Em Brasília, durante audiência na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, descreveu o pacto como um "guarda-chuva, um acordo geral, genérico, que viabiliza uma série de possibilidades em termos de negociações futuras em matérias de defesa".

"Estou tentando combinar com o secretário (de Defesa dos EUA Robert) Gates de assinar este acordo lá em Washington na segunda-feira", disse o ministro à comissão.

O acordo não dará aos EUA permissão para construir uma base militar no Brasil, disse a fonte, apesar de rumores recentes na imprensa sul-americana sobre essa possibilidade.

"Não há provisão para acesso especial a instalações... não há provisão para construção de novas instalações", disse a fonte.

No ano passado, um acordo dos Estados Unidos com a Colômbia permitiu maior acesso de tropas norte-americanas a bases colombianas, o que gerou críticas do presidente venezuelano, Hugo Chávez, que afirmou que o acordo é parte de um complô para invadir seu país.

A fonte diplomática disse que o acordo vai conter uma cláusula garantindo respeito à soberania dos dois países e à sua "integridade territorial", além de não-intervenção em assuntos internos.

Apesar de não ter um acordo "guarda-chuva" em vigor, as Forças Armadas de Brasil e EUA assinaram outros tratados na área de defesa relativos a áreas específicas, incluindo um acordo em 2000 sobre provisões para materiais de defesa norte-americanos.

(Reportagem de Phil Stewart em Washington e Ray Colitt em Brasília)

Última actualización el Jueves, 08 de Abril de 2010 10:03
 
Chávez recebe Putin em Caracas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 02 de Abril de 2010 22:14

CARACAS, 2 ABR (ANSA) - O primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin, chegou hoje à Venezuela para a sua primeira visita ao país, na qual visa firmar acordos tecnológicos, militares, alimentares e acadêmicos.

Putin e o presidente venezuelano, Hugo Chávez, tinham previsto para esta sexta-feira uma reunião no Palácio de Miraflores, sede do Executivo venezuelano, na qual pretendem "avançar e aprofundar os laços estratégicos" entre as duas nações, segundo informou o governo venezuelano.

O líder russo foi recebido no país em uma cerimônia de boas-vindas, com honras e atos protocolares correspondentes ao seu cargo. "É um dia histórico para a Venezuela", escreveu Chávez no livro de visitas do navio-escola russo Kruzehtem, atracado no porto de La Guaira.

Sobre os acordos bilaterais na área de energia nuclear, ontem Chávez esclareceu que nenhum deles tem objetivo militar, mas sim de gerar energia para preparar a Venezuela para a "era pós-petróleo".

Também na quinta-feira, o presidente venezuelano definiu a conjuntura atual como "um mundo novo, multipolar", e reiterou a importância dos acordos com a Rússia, que devem ser firmados ao fim do encontro de trabalho.
Além de uma reunião com Putin, o mandatário venezuelano também receberia seu homólogo boliviano, Evo Morales, que também viajou à nação sul-americana para também encontrar o ex-presidente russo.

Segundo informou ontem o porta-voz do governo boliviano, Ivan Canelas, no encontro com Chávez, Morales discutiria "temas comerciais". Já com Putin, ele analisaria "programas de créditos que favoreçam as Forças Armadas".

Antes do encontro, o premier russo prestou uma homenagem ao libertador Simon Bolívar, depositando uma oferenda floral em frente ao sarcófago que guarda os restos mortais do pai da pátria venezuelana. Sua visita à Venezuela deve durar 12 horas. Chávez já esteve sete vezes em Moscou. (ANSA)

02/04/2010 19:18

Última actualización el Viernes, 02 de Abril de 2010 22:19
 
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