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Artigos: Brasil
Lula prepara uma resposta? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 10 de Abril de 2014 08:32

Por Juan Arias.-

O ex-presidente Lula da Silva voltou a estar mais do que nunca acima do jogo político. Diante da crise que começa a afetar a sociedade e o astral negativo que se abateu sobre o governo de sua pupila, a presidenta Dilma Rousseff, voltam a multiplicar-se os comentários de que Lula estaria se esquentando no banco dos reservas e que até poderia preparar uma surpresa.

As pesquisas continuam lhe dando, sem ser candidato, o máximo de consenso. Seria o único que desbancaria hoje nas eleições presidenciais qualquer candidato, a começar por Dilma.

O que, no entanto, mais preocupa o carismático ex-sindicalista não é a queda de 6 pontos de Dilma nas pesquisas. Ele sabe muito bem que assim que subir nos palanques, com a força ainda de sua popularidade, poderia fazer aquecer de novo o termômetro do consenso de sua escolhida.

O que o preocupa, sobretudo, é o fato evidenciado na última pesquisa nacional, segundo a qual pela primeira vez a maioria dos brasileiros manifesta pessimismo em relação ao futuro. Até agora, os brasileiros admitiam sempre não só que estavam em melhor situação, mas também que melhorariam ainda mais no futuro, que seus filhos viveriam em uma sociedade mais próspera.

Isso está mudando, e hoje a sociedade manifesta até medo do desemprego em um país no qual foram criados milhões de postos de trabalho, com aumento considerável dos salários.

O que está acontecendo? Se o otimismo é contagioso, o pessimismo é ainda mais. E é esse sentimento de que as coisas começam “a ir mal” é o que está tomando conta até de muitos que acabam de sair da pobreza para se sentarem na mesa da classe média. Temem, de repente, perder o que foi conquistado.

É isso o que mais assista Lula porque, como o político sagaz que é, sabe muito bem que quando se começa a descer a ladeira é difícil voltar a subi-la.

Ninguém sabe na verdade o que Lula e Dilma se disseram em suas longas conversas em um hotel de São Paulo, mas certamente não falaram de flores. Ambos se encontram em uma situação delicada. Dilma sabe que a recuperação não será fácil nem sequer com a ajuda de seu mentor. Tudo parece de repente ter ficado contra ela. Quase se transformou em um bode expiatório sobre o qual se descarregam as iras terrenas e divinas.

O que ela e Lula farão se as coisas piorarem? Essa é a grande pregunta. Não se trata já de saber se Lula voltará ou não. O problema é mais complexo porque ele não poderia voltar sem o consentimento de Dilma. Não pode fazê-lo alegando, se fosse o caso, que sua pupila fracassou porque isso significaria que ele fracassou com la, já que a apresentou à sociedade como sua melhor sucessora. E o país acreditou nele e a elegeu.

A solução, se a economia piorar nos próximos meses, ou se a sensação de insatisfação crescer entre o eleitorado, deverá vir dos dois juntos. Como? Com Dilma renunciando? E por qual motivo? Poderia fazer isso sem criar problemas para a saída de Lula a campo se estivesse doente, mas ela está saudável e em forma, e com vontade de ganhar a batalha.

Há quem diga que Lula não teria esses escrúpulos e que se decidisse se apresentar como candidato não se valeria de subterfúgios nem pediria permissão a ninguém. Isso seria, porém, desconhecer seu apurado olfato político. A sociedade brasileira cresceu e amadureceu. Mantém uma boa recordação de seus dois mandatos de governo e ele ainda é amado pela maioria dos eleitores, que confiam nele e que, no entanto, não o perdoariam hoje se entrasse na disputa política como um elefante em uma cristaleira.

Cabe então alguma outra opção se Lula vir que seu partido poderá perder as eleições ou que o Brasil entra em uma crise que prejudicará sua imagem internacionalmente? Estaria Lula preparando alguma surpresa? Uma das hipóteses plausíveis para sair desse atoleiro, que salvaria ele e Dilma ao mesmo tempo poderia ser, segundo alguns, apresentar-se com a proposta de um governo de salvação nacional no qual a oposição possa também participar. E isso com a finalidade de sair da crise e levar adiante, com a ajuda de todos os partidos, uma reforma política que dê luz verde a uma república parlamentar, com um primeiro ministro, uma solução que hoje é defendida até pelo senador e ex-presidente José Sarney, a quem ninguém poderá acusar de conspirador ou de não conhecer a vida parlamentar à qual dedicou sua vida. E ele é um fiel aliado seu.

Desse modo, Lula iria também ao encontro da inquietação que existe atualmente entre os partidos aliados que apoiaram seus dois governos e o de Dilma, principalmente o PMDB, os quais dão sinais de cansaço e até de estarem tentados à traição.

Ficção científica? Não. Trata-se de uma saída que, ao que parece, Lula estaria considerando seriamente. Tudo dependerá, porém, do que possa acontecer de agora até finais de junho e o final da Copa. Ou seja, nada e uma eternidade ao mesmo tempo.

EL PAÍS; ESPANHA

 
A disputa de poder no PT expõe um racha inédito na história do partido PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 27 de Abril de 2014 11:31

dilma x lula

Por Reinaldo Azevedo.-

Acuada, Dilma precisa mais do que nunca da ajuda do PT, mas essa ajuda lhe é negada. Aproveitando-se da conjuntura desfavorável à mandatária, poderosas alas petistas pregam a candidatura de Lula ao Planalto e conspiram contra a presidente.

Por Daniel Pereira e Adriano Ceolin, na VEJA.com:
A presidente Dilma Rousseff enfrenta um momento inédito de fragilidade. Além de ter problemas na economia, como o crescimento baixo, a inflação persistente e o desmantelamento do setor elétrico, ela perdeu apoio popular e força para barrar, no Congresso, iniciativas capazes de desgastá-la. A aprovação ao governo caiu a um nível que, segundo os especialistas, ameaça a reeleição. Partidos aliados suspenderam as negociações para apoiá-la na corrida eleitoral. Já os oposicionistas conseguiram na Justiça o direito de instalar uma CPI para investigar exclusivamente a Petrobras. Acuada, Dilma precisa mais do que nunca da ajuda do PT, mas essa ajuda lhe é negada. Aproveitando-se da conjuntura desfavorável à mandatária, poderosas alas petistas pregam a candidatura de Lula ao Planalto e conspiram contra a presidente. O objetivo é claro: retomar poderes e orçamentos que foram retirados delas pela própria Dilma. A seis meses da eleição, o PT está rachado entre lulistas e dilmistas — e, para os companheiros mais pragmáticos, essa divisão, e não os rivais Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), representa a maior ameaça ao projeto de poder do partido.

Com carreira política construída na resistência à ditadura militar e posteriormente no PDT, Dilma nunca teve alma petista. Ao assumir a Presidência, ela herdou boa parte da cúpula do governo Lula, como ministros, dirigentes de estatais e até a então chefe do escritório da Presidência em São Paulo, Rosemary Noronha. O governo era de continuidade mesmo nos nomes escalados para comandar o país. O plano de Dilma era dar uma feição própria à sua gestão de forma gradativa, reduzindo a influência do antecessor ao longo do tempo. Antonio Palocci, seu primeiro chefe da Casa Civil, ilustrou a estratégia: “No primeiro ano de mandato, será um governo Lula-Dilma. No segundo, um governo Dilma-Lula. No terceiro, será Dilma-Dilma”. Esse cronograma, no entanto, foi atropelado pelos fatos. Já em 2011 a presidente foi obrigada a demitir seis ministros acusados de corrupção e tráfico de influência — quatro deles egressos do governo anterior. Dilma se mostrava intransigente com os malfeitos, ao contrário de Lula, acostumado a defender políticos pilhados em irregularidades. Com a chamada faxina ética, ela atingiu recordes de popularidade e conseguiu força para tirar das mãos de notórios esquemas partidários setores estratégicos da administração. Nem mesmo o PT foi poupado nessa ofensiva.

O partido perdeu terreno em fundos de pensão e na Petrobras, que teve sua diretoria reformulada em 2012. A faxina ética era acompanhada da profissionalização da gestão. Com essas mudanças, muitos petistas estrelados, como o mensaleiro preso José Dirceu, perderam influência. Havia um distanciamento crescente entre a presidente e a engrenagem partidária, mas Lula mantinha o PT unido e silencioso. Ele alegava que a “mídia conservadora” — ao exaltar as demissões promovidas pela sucessora, com o intuito claro de atacá-lo — ajudava Dilma a conquistar eleitores que historicamente tinham aversão ao PT. Ou seja: a comparação entre os dois beneficiava o partido. Se alguns petistas registravam prejuízos em casos isolados, o conjunto estava sendo fortalecido. Esse discurso manteve a companheirada sob controle até 2013, quando a popularidade da presidente despencou devido à inflação e às manifestações populares de junho. Petistas, então, passaram a criticar Dilma, conspirar contra ela no Congresso e defender a candidatura de Lula. A cizânia interna se desenhava, mas ainda era incipiente e restrita aos bastidores. Esse dique foi rompido pelo escândalo da Petrobras.

Hoje, o PT testemunha uma batalha pública e cruenta entre a soldadesca dos dois presidentes. Palocci não previu, mas o último ano de mandato também tem seu epíteto: governo Dilma versus Lula.

VEJA.COM

*
Para ler a continuação dessa reportagem compre a edição desta semana de VEJA no IBA, no tablet, no iPhone ou nas bancas.

Por Reinaldo Azevedo

 
Pasadena é um caso de política, mas é, sobretudo, um caso de polícia PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 30 de Marzo de 2014 11:31

Por Reinaldo Azevedo.-

Não tem jeito: a cada enxadada, uma minhoca. Raia o dia, e lá vem uma nova informação sobre a compra da refinaria de Pasadena que empurra mais e mais o caso para a esfera da polícia — embora, é evidente, ele seja também um caso de política. Ora, se é assim que a Petrobras executa as suas aquisições, e dado que um de seus mais importantes ex-diretores está na cadeia, a gente imagina o padrão de governança da empresa. Salvem a Petrobras antes que acabe! R$ 200 bilhões em valor de mercado já foram para o ralo da irresponsabilidade petista. O que sobrou é menos da metade do que havia há três anos. A Petrobras tem de ser devolvida a seus legítimos donos: o povo brasileiro, representado pelo Estado, e os acionistas minoritários, que estão sendo logrados.

Como já se sabe, os próprios belgas da Astra, ao vender a primeira metade da refinaria à Petrobras, saudaram o negócio excepcional e o ganho acima de qualquer expectativa. Na Folha deste sábado, há uma reportagem sobre os desentendimentos entre a Astra e a Petrobras. Reproduzo trecho (em vermelho) do texto de Isabel Fleck, Raquel Landim e David Friedlander. Volto em seguida.
Os executivos da Petrobras faziam muita “besteira”, eram “extravagantes” nos gastos e qualquer decisão levava “10 vezes mais tempo que o necessário”. Era assim que os belgas da Astra se referiam aos seus sócios brasileiros na refinaria de Pasadena, no Texas (EUA).
Os comentários pejorativos de Mike Winget, presidente da Astra, e seu diretor de operações, Terry Hammer, aparecem numa troca de e-mails com outras cinco pessoas da equipe, datada de 2 de novembro de 2007 e obtida pela Folha na Justiça do Texas.

Retomo
O clima era beligerante, havia desentendimento entre os sócios, e os belgas decidiram, então, fazer valer a cláusula que obrigava a Petrobras comprar a outra metade. Até aí, bem. Num dos e-mails obtidos pela Folha, Winget escreve, referindo-se aos negociadores com os quais dialogava, que “não ficaria surpreso se a Petrobras já tiver se dado conta de que a refinaria não vale os US$ 650 milhões que eles [os negociadores brasileiros] sinalizaram”.

Entenderam? Eles mesmos sabiam que a refinaria não valia aquilo tudo. Ao Congresso, no entanto, Graça Foster afirmou que as condições do mercado à época justificavam aquele preço. Nem os donos originais achavam isso!

Multa e passivo ambiental
Reportagem levada ao ar na noite desta sexta pelo Jornal Nacional evidencia que Pasadena ainda não parou de sangrar o cofre do Brasil. O Condado de Harrys acionou a refinaria na Justiça para receber uma multa US$ 6 milhões, soma de tudo o que ela deixou de recolher em impostos desde 2005, sem contar que, em 2012, o condado fechou com a Petrobras um acordo para o pagamento de uma multa de US$ 750 mil por causa da poluição do ar em anos anteriores. Rock Owens, que é advogado da área ambiental de Harrys, diz que o valor da venda da refinaria  chamou a atenção na época. Ele explica por quê: “Era a venda de uma refinaria velha a um preço premium que não deveria ter sido pago. E sem os reparos que recomendamos desde os anos 80, que não foram feitos”.

Os sócios da Astra sabiam que a empresa não valia tudo aquilo; o advogado do Condado de Harrys sabia que a refinaria não valia tudo. Intuo que os diretores que realizaram a operação também soubessem, não é? O conselho, no entanto, foi levado no bico — e Dilma decidiu ignorar o assunto depois, como conselheira da Petrobras, como ministra e como presidente da República.

Mas a Petrobras não contratou consultoria? Pois é. Aí é preciso lembrar a reportagem do Globo que mostra que a avaliação foi feita às pressas, em apenas 20 dias. Os avaliadores contratados, da BDO Seidman, deixaram claro que não tiveram tempo de fazer o trabalho adequado e se eximem de eventuais problemas posteriores. Recomendam à Petrobras que faça, então, ela própria a avaliação. E a Petrobras fez. Sabem quem a ajudou? A então diretora financeira da Astra, Kari Burke. É do balacobaco!

Não por acaso, informa outra reportagem da Folha, “a análise [sobre o preço da refinaria] contemplava três cenários, com cinco situações em cada, nas condições em que se apresentava a refinaria na época. A mais conservadora estabelecia que Pasadena inteira custava US$ 582 milhões. A mais otimista atingia US$ 1,54 bilhão. Com o estudo na mão, Nestor Cerveró decidiu oferecer US$ 700 milhões por 50% do ativo. O fato de a oferta não corresponder à metade de nenhuma das cifras apresentadas no estudo chamou atenção da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que questionou a escolha de valores “aleatoriamente, sem comprovação, entre todos os cenários possíveis”

Entenderam? Foi Cerveró que ofereceu os US$ 700 milhões pela segunda metade — que depois acabaram se transformando em R$ 820,5 milhões. Aí, sim, a operação foi vetada pelo Conselho e teve início a disputa judicial. Dilma pode até explicar como foi enganada na condição de membro do conselho. A sua omissão posterior é que é inexplicável, com Cerveró assumindo a direção financeira da poderosa BR Distribuidora. Curiosamente, a presidente mandou demiti-lo antes de qualquer investigação.

Dá para entender por que o mercado se animou quando a oposição conseguiu o número de assinaturas no Senado para fazer a CPI da Petrobras. É a esperança de que uma comissão de inquérito contribua para botar ordem na bagunça. Como se nota, mais de uma vez, os próprios belgas se mostraram espantados — e até incrédulos — com a, por assim dizer, generosidade da Petrobras.

Durante um bom tempo, como sabem, este blog foi o único veículo a manter Pasadena na pauta. No dia 17 de dezembro de 2012,  informei aqui, o site Bahia Notícias publicava o seguinte (em vermelho):
O secretário de Planejamento e ex-presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, esclareceu por meio de nota as afirmações feitas pelo colunista da revista Veja, Reinaldo Azevedo. Por meio de nota, a assessoria do titular da Seplan informa que a pauta “é requentada”.
“Em novembro 2005, a Petrobras assinou um Memorando de Entendimento com a Astra Oil Company (Astra). Em setembro de 2006, a Companhia concluiu a aquisição através de sua subsidiária Petrobras America Inc. (PAI). Desentendimentos entre os sócios levaram a Astra a requerer o direito de vender seus 50%”.
Segundo o documento, o valor foi acrescido de juros e outras atribuições durante o processo arbitral. “A Petrobras empenhou seus melhores esforços e obteve uma redução significativa no montante pleiteado pela Astra. Em junho de 2012, um acordo extrajudicial totalizou US$ 820 milhões. Parte desse montante, US$ 750 milhões, já vinha sendo provisionado, restando o complemento de provisão de US$ 70 milhões”, diz a nota. “O acordo tornou a refinaria [de Passadena] um ativo negociável, ainda que não haja uma obrigatoriedade nem urgência em se desfazer da mesma”, finaliza o comunicado.

Encerro
Até aquela data, Gabrielli achava que bastava arrogância para matar o assunto. Vejam quanta notícia tem rendido o “assunto requentado”. Mais: segundo sustentou então, a Petrobras ainda havia conseguido uma “redução” (!!!) no valor da compra.

Um caso de política. Um caso de polícia.

Por Reinaldo Azevedo

 
O mundo de Putin PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 21 de Marzo de 2014 13:15

Por Demétrio Magnoli.-

No mundo de Putin, a mão dos governantes faz (e desfaz) a história. Atrás da insurreição de Kiev, o presidente ruso enxergou fantasmas superpostos do antigo reino da Lituania e das antigas forças invasoras da Alemanha nazista...

Tomado da FOLHA ON-LINE

Última actualización el Viernes, 21 de Marzo de 2014 13:35
 
Petrobras – A resolução politicamente delinquente do PT PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 23 de Marzo de 2014 13:34
Por Reinaldo Azevedo.-

O PT publicou mais uma daquelas suas resoluções que ainda comporão a História Universal da Infâmia. E resolveu falar da Petrobras, investindo, de novo!, na fraude histórica, na pilantragem ideológica, no raciocínio falacioso, na vigarice intelectual, na impostura… Escolham aí os substantivos e adjetivos que lhes parecem bem degradantes.

Leiam (em vermelho) o trecho da resolução que trata da Petrobras. Volto em seguida.


Mais uma vez estamos presenciando a oposição e os setores conservadores da nossa sociedade fazer ataques para atingir a imagem da Petrobras. É importante relembrarmos que a nossa maior empresa pública foi alvo da política de privatizações no governo liderado pelo PSDB, apoiado pela elite nacional, representado por FHC.
A Petrobras é a mais sólida das empresas brasileiras com um lucro superior a 23 bilhões de Reais, e a sétima empresa de energia do mundo, tornando-se competitiva no mercado internacional e simbolizando o arrojo do nosso projeto de Nação. A tentativa da oposição e do conservadorismo nacional em atacar a Petrobras é mais uma iniciativa daqueles que sucatearam o Estado brasileiro e aprofundaram as desigualdades sociais.
A defesa intransigente da Petrobras é a defesa do nosso projeto de Nação que tem resultado no crescimento econômico e na justiça social. Um projeto que colocou o Brasil “em pé” perante o mundo.
(…)


Retomo
Essa gente mente com um desassombro capaz de impressionar até mesmo os que não esperam que saia dali nada além de mentiras. A direção do partido repete a farsa de 2002, de 2006 e 2010, segundo o qual o PSDB teria tentado privatizar a Petrobras. Caso se cobre que os petistas exibam um só indício ou documento a respeito, eles não serão capazes.

Quem privatizou a Petrobras, como deixa clara a compra da refinaria de Pasadena, foi o PT. Não privatizou apenas. Destruiu também. Em 2009, a empresa estava em 12º lugar entre as maiores do mundo; há um ano, em 48º e, agora, em 2014, em 120º. Perdeu mais da metade de seu valor.

Ora, se nada de errado foi feito na Petrobras, então a senhora Dilma Rousseff cometeu uma arbitrariedade quando mandou demitir Nestor Cerveró da diretoria financeira da BR Distribuidora. Nem esperou o homem, que está em férias no exterior, chegar ao Brasil. Foi demissão à distância, num gesto também de execração pública.

Não, senhores! O que o Brasil precisa é salvar a Petrobras das mãos dos petistas. Eles já torraram mais de R$ 200 bilhões do valor da empresa.

Por Reinaldo Azevedo

 
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