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Colombianos voltam às ruas em nova greve geral contra políticas de Duque PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 28 de Noviembre de 2019 05:36

Colombianos voltaram às ruas em uma nova greve geral nesta quarta-feira (27), após quase uma semana de protestos contra as políticas do presidente Iván Duque.

Pessoas participam de manifestação durante greve nacional em Bogotá, na Colômbia, na quarta-feira (27) — Foto: Reuters/Carlos Jasso

Por trás de uma ampla gama de reivindicações, ecoa a oposição a um governo que muitos acreditam que cuida apenas dos cidadãos mais privilegiados. "Nós nos sentimos indefesos em relação a tudo", disse a aposentada Lucy Rosales, de 60 anos, à agência Associated Press em Bogotá. "Não sentimos que temos uma voz que nos represente".

 

 

Milhares de pessoas tocaram apitos e agitaram bandeiras enquanto marchavam pelas ruas da capital durante a tarde, enquanto ativistas indígenas bloqueavam parte de uma grande estrada no sudoeste da Colômbia.

"O governo não foi capaz de aprender com as experiências chilenas e equatorianas", disse Jorge Restrepo, professor de economia, referindo-se às recentes manifestações em massa nos dois países. "Cometeu muitos erros."

Na terça-feira, um comitê do movimento apresentou uma lista de demandas com 13 pontos que pede a Duque que retire ou abstenha-se de alterações nas leis tributárias, trabalhistas e previdenciárias que estejam no legislativo ou que estejam em desenvolvimento.

Líderes trabalhistas e estudantis também querem que Duque revise os acordos de livre comércio, elimine uma unidade policial acusada pela morte de um manifestante de 18 anos e implemente totalmente o histórico acordo de paz do país com rebeldes de esquerda.

Os organizadores da greve rejeitaram os pedidos de Duque para ingressar em sua "Conversação Nacional", que duraria até março - uma iniciativa que parece inspirada no presidente francês Emmanuel Macron, que abriu um "Grande Debate Nacional" para envolver os cidadãos na elaboração de reformas após meses de protestos furiosos naquele país.

"É um monólogo entre o governo e seus aliados", disse Diógenes Orjuela, presidente do Sindicato Central dos Trabalhadores, uma das principais forças por trás do Comitê Nacional de Greve.

Ainda não está claro até que ponto o Comitê de Greve representa manifestantes no que se tornou uma manifestação de descontentamento amplamente conduzida pelos cidadãos. Um convite para se reunir em um parque ou bater em panelas e frigideiras rapidamente se torna viral no WhatsApp e logo centenas enchem os bairros com o som zangado de metais e cantos como "Fora Duque!"

"Estamos cansados", disse Ana Maria Moya, uma estudante. "Estamos dizendo 'não mais'".

Embora o Comitê Nacional de Greve tenha atraído cerca de 250 mil pessoas para as ruas na última quinta-feira, muito menos manifestantes atenderam à convocação de uma nova greve nesta quarta-feira. Os manifestantes encheram a famosa Praça Bolívar, mas a vida continuou normal em grande parte do resto da capital.

Vários líderes tentaram capitalizar o momento, mas nenhum surgiu até agora como a voz inequívoca dos manifestantes.

"Há uma disputa pela propriedade dos manifestantes", disse Restrepo. “Vejo os estudantes saírem às ruas porque precisam de mais mobilidade social, níveis mais altos de renda, mais oportunidades, pelo menos no emprego. Mas os que afirmam que representam esses estudantes nas ruas são os sindicatos”.

A Colômbia é amplamente considerada carente de reforma trabalhista e previdenciária. Atualmente, poucos aposentados têm acesso a pensões, e os que ganham menos são os menos propensos a conseguir se aposentar. As leis trabalhistas dificultam a contratação de novos funcionários. Mesmo com a economia do país crescendo em saudáveis 3,3%, o desemprego aumentou para quase 11%.

"Eu caracterizaria as demandas do Comitê Nacional de Greve como demandas altamente conservadoras, regressivas e contra-reformistas", disse Restrepo.

 

G1 GLOBO

Última actualización el Viernes, 29 de Noviembre de 2019 04:29
 

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