“Clandestinos”: El “al pan, pan y al vino, vino” Por Jorge Hernández Fonseca

Por primera vez en 28 años de exilio, me he sentido tratado ...

Comenzó el ejercicio militar conjunto entre las fuerzas armadas estadounidenses y colombianas

Fuerzas armadas de Estados Unidos y Colombia realizan este viernes el primero ...

Miles de venezolanos acompañaron a Juan Guaidó en un acto en la Puerta del Sol de Madrid

El presidente de la Asamblea Nacional de Venezuela, Juan Guaidó, encabezó este ...

Juan Guaidó recibió las llaves de la ciudad de Madrid: “Que yo esté aquí quiere decir que Venezuela

Juan Guaidó afirmó este sábado que hará “todo lo necesario para afrontar ...

Chefe do governo espanhol recusa reunião com Guaidó e pede diálogo com Venezuela

A atitude desencadeou uma tempestade política na Espanha, mas o chefe de ...

Protestos entram na 3ª semana na Bolívia e Evo Morales enfrenta ultimato PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Jueves, 07 de Noviembre de 2019 04:47

Os protestos na Bolívia sobre a eleição polêmica no mês passado que deu vitória ao presidente Evo Morales entraram na terceira semana nesta segunda-feira, com pressão crescente da oposição para que o presidente renuncie.

Manifestantes se reúnem em La Paz para priotestar contra o presidente Evo Morales04/11/2019REUTERS/Kai Pfaffenbach

Morales, que chegou ao poder em 2006 e se tornou uma figura icônica, defendeu sua reeleição e apoiou uma auditoria eleitoral internacional para sair da crise. A oposição, no entanto, formada pelo partido do ex-presidente Carlos Mesa e por organizações civis, aprofundou os apelos para o líder de esquerda deixar o poder. Um dos líderes estabeleceu como prazo esta segunda-feira à noite.

 

 

"Hoje é um bom dia para recuperar a democracia. 10 horas...", escreveu Luis Fernando Camacho, chefe de um grupo civil na cidade oriental de Santa Cruz, no Twitter, que no sábado disse a Morales que tinha 48 horas para deixar o poder, às 20h (horário de Brasília).

Não está claro o que exatamente aconteceria após esse prazo, mas Camacho, que obteve amplo apoio popular em todo o país, prometeu "medidas que nos darão em questão de dias a liberdade de uma nação inteira".

Mesa, que ficou em segundo lugar nas eleições de 20 de outubro, descreveu a candidatura de Morales no domingo como "ilegal" e propôs novas eleições porque acredita que houve fraude eleitoral.

Morales venceu as eleições com pouco mais de 10 pontos de vantagem, o que lhe deu uma vitória sem a necessidade de segundo turno, mas a vitória foi ofuscada por um atraso de quase 24 horas na contagem, que ao ser retomada trouxe uma mudança abrupta e inexplicável a favor de Morales.

A virada provocou protestos, e manifestantes entraram em conflito com a polícia, gás lacrimogêneo foi lançado nas ruas e houve bloqueios de vias e greves em muitas cidades do país.

A Organização dos Estados Americanos (OEA), observadora formal das eleições, está agora realizando uma auditoria de recontagem, que deverá ser concluída em meados do mês. A entidade levantou preocupações depois que a recontagem de votos foi interrompida.

Morales, ex-líder sindical dos plantadores de coca, defendeu sua vitória eleitoral e destacou anos de relativa estabilidade e crescimento sob seus mandatos.

A líder do Senado Adriana Salvatierra disse que Morales estava pedindo paz e que o governo não se curvaria ao ultimato do grupo de Camacho. "Não vamos cair em pressões, esperaremos o final da auditoria", afirmou.

Edwin Herrera, porta-voz do partido de Mesa, Comunidade Cidadã (CC), destacou que as semanas de bloqueios, mobilizações e marchas "nunca tinham sido vistas na história política de nosso país".

Morales já havia provocado raiva entre alguns bolivianos antes das eleições, quando decidiu concorrer a um quarto mandato desafiando os limites de mandato e um referendo em 2016 que votou contra essa decisão.

O confronto eleitoral afetou o país produtor de gás e alimentos, e há preocupação porque a saída da crise parece incerta.

TERRA

Última actualización el Viernes, 08 de Noviembre de 2019 00:36
 

Add comment


Security code
Refresh

Abrazo o rechazo: ¿qué hacer con el régi

Indicado en la materia

Por CARLOS A. MONTANER.- El presidente Trump ha decidido sancionar al régimen cubano. Lo viene haciendo de forma creciente desde que alcanzó la presidencia. Las últimas medidas, anunciadas por Mike Pompeo, se...

La carga contra Miami

Indicado en la materia

Por ANDRÉS REYNALDO.-  No cabe duda de que el 2019 fue un mal año para el castrismo en sus planes de convertir a Miami en un pacificado Hong Kong. Pero ahora vu...

La arrogancia de la policía política cub

Indicado en la materia

Por YOANI SÁNCHEZ.- En la última década varias han sido las grabaciones de interrogatorios policiales que los activistas cubanos han logrado hacer y sacar a la luz. En muchas de ellas se...

“Clandestinos” Un análisis

Indicado en la materia

Por Jorge Hernández Fonseca.-  Como golpes transgresores y públicos, las acciones de Clandestinos son como bocanadas de aire puro y fresco que la sociedad cubana de dentro de la isla aporta la...

Cuba 2020

Indicado en la materia

Por Jorge Hernández Fonseca.-  Hay dos aspectos conjugados en el llamado “problema cubano”. El primero es derivado de un uso arbitrario del poder político por parte del castrismo. Dictadura política con de...

Cuba castrista: ¿Es este el País q quere

Indicado en la materia

Por Jorge Hernández Fonseca.-  ¿Son bien nascidos en tierras cubanas policías políticos que, violando sus propias leyes comunistas, formuladas a bombo y platillo en su constitucion castrista, encarcelen, desaparezcan y torturen a ...

Las etapas probables del Futuro de Cuba

Indicado en la materia

Por Jorge Hernández Fonseca.- Mañana 10 de Octubre no sucederá nada importante para el país. Lo importante vendrá con la desaparición física del último Castro Ruz al frente de los dest...