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Haddad vai conseguir herdar os votos de Lula? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 14 de Septiembre de 2018 15:59

Sai o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve a candidatura barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na Lei da Ficha Limpa, e entra Haddad, até então candidato a vice na coligação “O Povo Feliz de Novo”. Manuela D’Ávila (PCdoB), terceiro elemento da chapa “tríplex”, é a nova candidata oficial a vice.

Fernando Haddad, candidato do PT, em entrevista para a mídia estrangeira em 13 de setembro

A troca por Haddad já era esperada há meses, mas agora o ex-ministro da Educação e ex-prefeito de São Paulo pode ser finalmente apresentado como candidato e participar de debates e sabatinas como tal – ainda que sempre frisando o apoio de Lula. Nesta sexta-feira, por exemplo, ele participa de sabatina do Jornal Nacional, a mesma de que participaram os outros presidenciáveis no final de agosto.

 

A estratégia de manter o ex-presidente no foco até o limite do tempo serviu a dois objetivos: o primeiro foi mostrar para a militância que o partido não havia desistido dele e o segundo, mais importante, foi visando garantir a maior transferência de votos possível para Haddad.

Lula, afinal, liderava as pesquisas de intenção de voto com taxas que chegaram a 39%. A dúvida agora é se Haddad conseguirá captar uma parcela suficiente deste bolo para chegar ao segundo turno. Na opinião dos analistas ouvidos por EXAME, é muito provável que sim.

Votos automáticos

Segundo Renato Meirelles, diretor do instituto de pesquisa Locomotiva, a transferência de votos ocorre em dois níveis. O primeiro, praticamente automático, vem dos eleitores não apenas lulistas, mas também petistas.

De acordo com o Datafolha, o PT é o partido brasileiro com maior preferência partidária. Além disso, o último levantamento eleitoral do instituto mostrou que 33% dos brasileiros “com certeza votaria” no candidato indicado por Lula. Para conquistar esses eleitores, portanto, bastaria insistir que “Haddad é Lula; Lula é Haddad”.

Um sinal de que este processo já está em curso é o aumento do grupo que cita Haddad na pesquisa espontânea: 4% dos eleitores, segundo as pesquisas Ibope e Datafolha mais recentes. Antes, era menos de 1%.

Para Meirelles, bastaria os votos desses eleitores mais cativos do PT para levar Haddad ao patamar de 15% das intenções de voto nos próximos levantamentos.

“É o piso de qualquer candidatura do PT. Não existe um candidato do partido ter menos que isso, ainda mais agora que Haddad passa a ter cobertura dos telejornais como candidato”, diz Meirelles.

No cálculo de Christopher Garman, cientista político e diretor para as Américas da consultoria Eurasia, se Haddad conquistar três quartos dos petistas, já ficaria próximo de 20% das intenções de voto.

Transferência não automática

O segundo nível de transferência de votos é mais difícil, pois exige que o ex-prefeito conquiste os eleitores que gostariam de votar em Lula, mas que não são necessariamente petistas. E para isso, diz Meirelles, a campanha de Haddad terá que ir além da associação entre os dois nomes.

A vantagem do PT nesta área é contar com o segundo maior tempo de televisão, além da maior estrutura partidária.

“O PT tem o maior número de diretórios municipais e o maior número de filiados entre os partidos”, diz Thiago Vidal, analista político da consultoria Prospectiva.

“O partido sabe fazer campanha e tem uma experiência de disputa eleitoral de décadas”, destaca Lincoln Secco, historiador, professor da USP e autor do livro “A História do PT”.

EXAME

Última actualización el Miércoles, 19 de Septiembre de 2018 05:27
 

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