'The New Yorker': Raúl Castro habría sugerido que China está tras los ataques acústicos

Raúl Castro habría sugerido que un tercer país estaba detrás de los ...

La Cumbre Iberoamericana exhibirá una nueva y polarizada escena política regional

La XXVI Cumbre Iberoamericana será escenario el próximo 16 de noviembre en ...

Vargas Llosa asegura que Venezuela es un ejemplo a evitar para el resto de América Latina

El escritor hispano-peruano Mario Vargas Llosa ha asegurado hoy que Venezuela es ...

A cien anos de distancia del fin de la Primera Guerra Mundial se reunen en Francia 70 Jefes de Estad

Juntos en París, un siglo después, pero cada uno por su lado. ...

Temer deveria vetar aumento para magistrados, diz Bolsonaro

O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou que, se fosse o presidente Michel ...

Haddad vai conseguir herdar os votos de Lula? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Viernes, 14 de Septiembre de 2018 15:59

Sai o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve a candidatura barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na Lei da Ficha Limpa, e entra Haddad, até então candidato a vice na coligação “O Povo Feliz de Novo”. Manuela D’Ávila (PCdoB), terceiro elemento da chapa “tríplex”, é a nova candidata oficial a vice.

Fernando Haddad, candidato do PT, em entrevista para a mídia estrangeira em 13 de setembro

A troca por Haddad já era esperada há meses, mas agora o ex-ministro da Educação e ex-prefeito de São Paulo pode ser finalmente apresentado como candidato e participar de debates e sabatinas como tal – ainda que sempre frisando o apoio de Lula. Nesta sexta-feira, por exemplo, ele participa de sabatina do Jornal Nacional, a mesma de que participaram os outros presidenciáveis no final de agosto.

 

A estratégia de manter o ex-presidente no foco até o limite do tempo serviu a dois objetivos: o primeiro foi mostrar para a militância que o partido não havia desistido dele e o segundo, mais importante, foi visando garantir a maior transferência de votos possível para Haddad.

Lula, afinal, liderava as pesquisas de intenção de voto com taxas que chegaram a 39%. A dúvida agora é se Haddad conseguirá captar uma parcela suficiente deste bolo para chegar ao segundo turno. Na opinião dos analistas ouvidos por EXAME, é muito provável que sim.

Votos automáticos

Segundo Renato Meirelles, diretor do instituto de pesquisa Locomotiva, a transferência de votos ocorre em dois níveis. O primeiro, praticamente automático, vem dos eleitores não apenas lulistas, mas também petistas.

De acordo com o Datafolha, o PT é o partido brasileiro com maior preferência partidária. Além disso, o último levantamento eleitoral do instituto mostrou que 33% dos brasileiros “com certeza votaria” no candidato indicado por Lula. Para conquistar esses eleitores, portanto, bastaria insistir que “Haddad é Lula; Lula é Haddad”.

Um sinal de que este processo já está em curso é o aumento do grupo que cita Haddad na pesquisa espontânea: 4% dos eleitores, segundo as pesquisas Ibope e Datafolha mais recentes. Antes, era menos de 1%.

Para Meirelles, bastaria os votos desses eleitores mais cativos do PT para levar Haddad ao patamar de 15% das intenções de voto nos próximos levantamentos.

“É o piso de qualquer candidatura do PT. Não existe um candidato do partido ter menos que isso, ainda mais agora que Haddad passa a ter cobertura dos telejornais como candidato”, diz Meirelles.

No cálculo de Christopher Garman, cientista político e diretor para as Américas da consultoria Eurasia, se Haddad conquistar três quartos dos petistas, já ficaria próximo de 20% das intenções de voto.

Transferência não automática

O segundo nível de transferência de votos é mais difícil, pois exige que o ex-prefeito conquiste os eleitores que gostariam de votar em Lula, mas que não são necessariamente petistas. E para isso, diz Meirelles, a campanha de Haddad terá que ir além da associação entre os dois nomes.

A vantagem do PT nesta área é contar com o segundo maior tempo de televisão, além da maior estrutura partidária.

“O PT tem o maior número de diretórios municipais e o maior número de filiados entre os partidos”, diz Thiago Vidal, analista político da consultoria Prospectiva.

“O partido sabe fazer campanha e tem uma experiência de disputa eleitoral de décadas”, destaca Lincoln Secco, historiador, professor da USP e autor do livro “A História do PT”.

EXAME

Última actualización el Miércoles, 19 de Septiembre de 2018 05:27
 

Add comment


Security code
Refresh

Los efectos económicos del largo viaje d

Indicado en la materia

Por ELÍAS AMOR.-  Largo viaje de 11 días el que acaba de emprender Miguel Díaz-Canel rumbo a una serie de países, como Rusia, China, Vietnam, Corea del Norte y Laos. El Socialismo del Si...

Consecuencias de la victoria de Bolsonar

Indicado en la materia

Por Jorge Hernández Fonseca.-  La victoria de Bolsonaro en Brasil significará el fin operativo del funesto “Foro de San Pablo”, creado por el difundo Fidel Castro y el actualmente encarcelado Lula da...

El partido único, una reliquia que (casi

Indicado en la materia

Por REINALDO ESCOBAR.- Muchas veces, detrás del ropaje de la soberanía y de la independencia, en realidad se esconden elementos calcados o impuestos desde otras latitudes. La reforma de la Constitución qu...

Los movimientos de capital (desde Cuba)

Indicado en la materia

Por  ELÍAS AMOR.-  El régimen comunista no ha sido capaz de cortar de raíz los movimientos de capital que surgen en Cuba de forma espontánea. Parece que los necesita. Sin embargo, la...

Las lecciones de la aplastante derrota p

Indicado en la materia

Por Jorge Hernández Fonseca.-  La primera lección de este proceso electoral: se trata de una derrota personal de Lula da Silva. Desde que la justicia brasileña conminó a Lula a presentase ...

Brasil en la encrucijada

Indicado en la materia

Por Jorge Hernández Fonseca.-  El plan de Cuba y Dirceu es financiar al PT en las elecciones actuales (mucho dinero) con vistas a, como él ha dicho al periódico “El País”, “t...

El Marxismo 2.0

Indicado en la materia

Por Jorge Hernández Fonseca.-  Así, políticos como Lula da Silva en Brasil, Bernnie Sandres en EUA, Hugo Chávez en Venezuela, Evo Morales en Bolivia, López Obrador en México, Gustavo Petro en Co...