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Protestos sociais e vaias aos governantes marcam abertura da Copa das Confederações PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 16 de Junio de 2013 09:33

Além das vaias destinadas à presidente Dilma Rousseff e ao presidente da Fifa, Joseph Blatter, durante a cerimônia inaugural, a abertura da Copa das Confederações foi marcada por protestos e confrontos entre manifestantes e policiais em torno do Estádio Nacional Mané Garrincha, onde o Brasil estreou neste sábado com uma vitória de 3 a 0 sobre a seleção japonesa.

A manifestação nos arredores do estádio nacional de Brasília, que protestava principalmente contra os excessivos gastos em torno da competição organizada pela Fifa, contou com a participação de 1,2 mil pessoas e deixou pelo menos 27 feridos, além de outros 16 detidos.

 

Mesmo sob um forte esquema de segurança, que supôs o desdobramento de 10 mil policiais militares e soldados das três Forças Armadas, os manifestantes conseguiram se reunir em frente ao estádio e, inclusive, se aproximar dos portões de acesso em um momento em que os torcedores chegavam ao local para acompanhar a partida.

As tropas citadas, além do expressivo número de agentes, contavam com apoio de helicópteros e, até mesmo, de um avião não-tripulado (drone), equipado com câmaras que registravam todos os movimentos em um perímetro de três quilômetros ao redor do estádio e que enviava as informações recolhidas em tempo real para um moderno centro de controle, inaugurado na última quinta-feira pela presidente.

Os confrontos entre policiais e manifestantes foram intensos principalmente na área de acesso ao estádio e, por consequência, causaram um grande susto nos torcedores que chegavam ao local, os quais tiveram que entrar correndo para escaparem das cenas de violências.

Enquanto a cerimônia de abertura era realizada no interior do estádio, a calma, que até então reinava durante os primeiros momentos do protesto, deu lugar a uma ação de descontrole e violência, cuja origem não ficou muito claro, mas incluiu uma severa ofensiva policial contra os manifestantes.

De acordo com as imagens transmitidas na TV, os agentes dispararam bombas de gás lacrimogêneo e tiveram apoio de membros da cavalaria da polícia militar, que lançavam seus cavalos contra os manifestantes para conter a ação de protesto.

Pouco tempo depois do incidente, a Secretaria de Segurança de Brasília informou que 16 pessoas haviam sido detidas nos confrontos, que também deixaram 23 manifestantes e quatro policiais feridos, mas nenhum deles com gravidade.

O protesto de hoje foi convocado por movimentos sociais que criticam o elevado gasto público no torneio organizado pela Fifa. O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), um dos organizadores da ação, denunciou que, enquanto “o governo gasta milhões na construção de estádios”, cerca de 50 mil brasileiros vivem nas ruas.

Aliás, o mal-estar gerado por essa contradição citada era refletida em muitos cartazes que eram exibidos pelos manifestantes, como: “Dinheiro é para saúde e educação, não para o futebol” e “se teu filho ficar doente, leve ele a um estádio”.

Além disso, os manifestantes também exigiram a libertação de quatro pessoas que foram presas ontem durante uma manifestação similar, que também foi realizada em frente ao estádio de Brasília.

“Liberdade para os presos políticos”, dizia um grande cartaz que, por alguns momentos, liderou a passeata formada pelos manifestantes.

Outros cartazes também expressavam a “solidariedade” dos manifestantes com as milhares de pessoas que foram às ruas nos últimos dias em São Paulo, Rio de Janeiro e outras cidades do país para protestar contra o aumento das tarifas do transporte público.

Por motivos não muito diferentes, o mal-estar visto do lado de fora também se manifestou dentro do estádio nacional Brasília, onde a presidente Dilma e o presidente da Fifa, Joseph Blatter, receberam uma sonora vaia durante a cerimônia de abertura. Por conta desse ato de rejeição, a presidente, visivelmente desconcertada, evitou prolongar seu discurso e abriu a competição com uma simples frase.

“Eu declaro oficialmente aberta a Copa das Confederações 2013″, afirmou Dilma com uma expressão de desgosto no rosto, enquanto Blatter tentou atenuar o incômodo causado pela situação desconfortável: “Amigos brasileiros, onde está o respeito ao ‘fair play’?” afirmou.

Tpmado de INFOLATAM/EFE

Última actualización el Domingo, 16 de Junio de 2013 09:42
 

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