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Eduardo Bolsonaro fala sobre força militar na Venezuela e causa polêmica PDF Imprimir E-mail
Escrito por Indicado en la materia   
Domingo, 24 de Marzo de 2019 06:11

A declaração de um filho do presidente Jair Bolsonaro sobre uso de força militar na Venezuela repercutiu na cúpula de chefes de estado realizada no Chile. O presidente negou a hipótese formulada pelo deputado Eduardo Bolsonaro.

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Sete presidentes de países da América do Sul participaram do encontro. Foi uma espécie de enterro da Unasul, criada em 2008, no auge do chavismo e de governos de esquerda e centro-esquerda na região.

 

 

O encontro desta sexta-feira (22) marca o alinhamento de uma nova ordem política, conservadora nos costumes e liberal na economia. O primeiro passo para o novo modelo de integração regional, com um fórum, o Prosul, que pretende promover debates, ações conjuntas, sem impedimento para os acertos bilaterais.

Chile, Brasil, Argentina, Colômbia, Peru, Equador e Guiana assinaram a declaração de Santiago. Menos Uruguai, Bolívia e Suriname, que mandaram apenas observadores. Esses três países ainda têm um viés alinhado ao pensamento chavista. A Venezuela sequer foi convidada.

Exatamente pela grave consequência do regime de Nicolás Maduro, os presidentes que participaram do encontro reforçaram o apreço pela democracia.

E a crise na Venezuela também foi manchete no Chile. Paralelamente ao debate da integração, o deputado Eduardo Bolsonaro, do PSL, filho do presidente, falou sobre o tema ao jornal “La Terceira”.

Eduardo Bolsonaro disse que Nicolás Maduro é um criminoso e que todas a opções estão sobre a mesa. A repórter, então, pediu a opinião particular do deputado sobre o uso da opção militar contra Maduro.

“Ninguém quer uma guerra. Guerra é ruim porque haverá perda de vidas. Há consequências colaterais. Mas não creio que Maduro vá sair do poder de uma forma pacífica. De alguma maneira, em alguma hora, em alguma medida, será necessário o uso da força porque Maduro é um criminoso”, disse Eduardo.

Depois, Eduardo completou que qualquer ação contra Maduro deve antes ter o apoio das Forças Armadas da Venezuela.

Nesta sexta-feira, a jornalistas brasileiros o deputado ponderou que a posição do governo é outra.

“Não, não, militarmente está descartado. É que o Trump fala que todas as cartas estão na mesa. Todas as cartas são todas as cartas. Ninguém quer intervir militarmente. Isso daí não é uma hipótese relevante. O Brasil não pensa nisso”.

O presidente Jair Bolsonaro concordou com o filho ao também classificar o regime de Maduro de criminoso.

“A ditadura da Venezuela se fortalece na fraqueza do Maduro. Ele não decide seus atos. Uma parte são os dois mil generais que estão do lado dele, alguns, narcotraficantes. Tem lá, aproximadamente 60 mil cubanos, que decidem também pelo Maduro. Temos as milícias, temos terroristas. Então, esse pessoal é que dá força, que faz com que Maduro fique de pé”.

Mas foi taxativo sobre o não uso da força.

“Tem gente divagando sobre isso. Não existe essa possibilidade. De nossa parte não existe essa possibilidade”.

 

G1 GLOBO

Última actualización el Miércoles, 27 de Marzo de 2019 04:22
 

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